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Capítulo 130

Autor: Caçador de Flores
Fiquei observando as costas de Severino enquanto ele fugia às pressas, com a testa franzida. No fundo, não dei a menor importância para as ameaças daquele moleque.

— Juliana, ele chegou a te machucar de algum jeito? — Perguntei, virando-me de volta para a mesa com um tom mais suave. — Se a gente precisar, vamos agora mesmo para o pronto-socorro. A empresa cobre todos os gastos médicos, e eu te acompanho até a delegacia para registrar um boletim de ocorrência.

Assim que falei isso, a dúzia de fun
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  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 344

    — Combinado, senhor Gustavo. Fica nas suas mãos, e me desculpe por mais esse transtorno.Ao encerrar a chamada, Juliana sentiu o peso da culpa recair sobre os ombros. "É frustrante perceber que ainda nos falta influência.", murmurou para si mesma, encarando a tela apagada do celular. "Uma questão operacional como essa e acabamos obrigando o senhor Gustavo a arregaçar as mangas."Alheio às preocupações da minha assistente, eu já estava com o telefone no ouvido outra vez, ligando para Raul. A ligação foi atendida no segundo toque.— Alô, senhor Gustavo. Em que posso ser útil hoje? — Atendeu ele, com o tom de respeito habitual.— Raul, a situação é a seguinte, estou em Nube no momento. Você tem contatos fortes por aqui? Mais especificamente, donos de indústrias farmacêuticas.Houve um breve silêncio do outro lado da linha enquanto ele puxava pela memória. — Conheço alguns bons nomes, sim. Tenho amigos que são donos de laboratórios na região. Mas o que o senhor tem em mente? — Indagou el

  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 343

    — Tão rápido? Você passou a noite em claro trabalhando nisso? — Perguntei, surpreso com a eficiência dela assim que abri o documento no celular. — A nossa empresa não incentiva que ninguém vire a noite trabalhando, Juliana. Você precisa priorizar o seu descanso, ouviu bem? — Acrescentei, assumindo um tom mais protetor.Do outro lado da linha, Juliana deixou escapar um riso leve e espontâneo. "É muito bom ter um chefe que se importa de verdade.", pensou ela, sentindo um calor reconfortante no peito.— Muito obrigada pela preocupação, senhor Gustavo, mas eu não perdi o sono por causa disso. — Respondeu ela, com a voz carregada de simpatia. — Acontece que tenho alguns bons contatos em farmácias e hospitais. Dei uns telefonemas ontem e foi bem simples conseguir os dados.— Entendo. Fico mais tranquilo então. Vou dar uma olhada no relatório agora mesmo.Abri o arquivo em tela cheia e comecei a analisar cada detalhe com atenção redobrada. Afinal, no mundo dos negócios, quem entra cego em u

  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 342

    Pelo visto, a minha proposta a convenceu de que eu me importava de verdade com ela. Com o orgulho intacto, Cecília soltou as cobertas que a escondiam e se aproximou de mim mais uma vez, cheia de segundas intenções.— Gustavo, deixa eu dar uma examinada no seu corpo? — Ela sussurrou, encurtando a distância e tirando mais algumas agulhas do estojo de couro. — Fiquei preocupada. Acho que peguei pesado demais com aquelas agulhadas de antes e não quero que você fique com nenhuma sequela.O meu corpo inteiro estremeceu. Dei uma risada nervosa e recuei na mesma hora.— Não precisa, juro por Deus. Estou me sentindo cem por cento bem. "Depois de hoje, desenvolvi um trauma irreversível de qualquer coisa pontiaguda.", decretei mentalmente. Percebendo que ela ficou paralisada, sem entender a minha recusa, tratei de mudar o rumo da conversa.— Sem exames por hoje. Mas me diz uma coisa, você aceita fechar a parceria comigo e fazer um desconto no valor da fórmula?Para a minha surpresa, o rosto lind

  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 341

    Para me agradar, Cecília estava disposta a tudo naquele momento. — Gustavo, a culpa de tudo isso foi minha. Se você conseguir me perdoar, eu posso te compensar da maneira que quiser. Na verdade, ainda sinto um pouco do efeito daquele sedativo no meu corpo, e você... — Ela murmurou, com os olhos lindos e expressivos tão perto dos meus, mas desviando o olhar em seguida, tomada por uma timidez inegável.Ela parecia seguir à risca aquele velho ensinamento do seu mestre de que, se uma mulher tomasse a iniciativa, qualquer homem esqueceria a raiva. Com uma insinuação tão direta, ela acreditava que eu cederia e a perdoaria no mesmo instante.— Compensação? Isso me interessa. — Respondi, mantendo a calma enquanto a afastava do meu corpo com delicadeza. Assim que o peso das suas curvas saiu do meu peito, consegui finalmente respirar fundo. — Para ser sincero, o único motivo de eu ter vindo a Nube procurar por você foi para fecharmos um negócio. Quero comprar a sua receita exclusiva e produzi-l

  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 340

    Diante daquele bombardeio de acusações absurdas vindo de uma completa estranha, fiquei totalmente paralisado. Onde já se viu uma coisa dessas? Não existe mais lei neste país?— Moça, preste atenção, eu juro por tudo que é mais sagrado que não faço a menor ideia de quem seja você. — Rebati, o rosto contorcido na mais pura expressão de choque e injustiça. — Foi você quem invadiu o meu quarto, ficou escondida na porta do banheiro esperando a chance de me atacar pelas costas... e agora a culpa é minha? Pelo amor de Deus... será que você não errou de quarto?— Pare de inventar desculpas! — Retrucou Cecília, indignada com a cara de pau que ela jurava que eu tinha. — Ouvi muito bem quando o desgraçado que armou para mim disse que o destino era o quarto 906. Fui pega em flagrante, jogada no seu colchão, e você ainda tem a coragem de negar os fatos? Nossa, eu me enganei muito a seu respeito!Aquela afirmação furiosa me fez piscar atônito por alguns segundos. Um suspiro longo e exausto escapou d

  • A Castidade Que Me Prendeu, a Traição Que Me Libertou   Capítulo 339

    Sem pensar duas vezes, a mulher correu para o banheiro, jogando água gelada no rosto em uma tentativa desesperada de recobrar a compostura. No entanto, por mais que tentasse lavar o pânico de si, o seu coração batia cada vez mais rápido, a ponto de parecer que iria saltar pela boca a qualquer instante.— Será que o meu destino vai terminar assim, arruinada nas mãos de um qualquer? Desgraçado miserável! Eu jamais vou permitir que você consiga o que quer! Acabo com a sua raça antes! — Murmurou Cecília, tomada por um instinto de sobrevivência feroz.Rangendo os dentes com tanta força que quase os quebrou, ela assumiu uma expressão de pura determinação e frieza. Com as mãos ainda levemente trêmulas devido ao susto, sacou algumas agulhas de acupuntura que trazia consigo e virou brutalmente o meu corpo que estava caído no chão. No instante seguinte, ela já tinha a agulha posicionada, pronta para cravá-la sem um pingo de piedade direto nas minhas partes baixas.— Quero só ver a cara do canalh

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