INICIAR SESIÓNEla só queria dançar para sobreviver. Ele só queria esquecer o próprio sobrenome. Mas quando Alinna subiu ao palco e Caio a viu, o mundo deles explodiu. Ela tem 28. Ele, 18. Ela cuida dos pais doentes, nunca namorou, nunca viveu. Ele é o herdeiro rebelde de um império, cercado de dinheiro, promessas e obrigações. O que começa como um beijo tímido à beira de um riacho se transforma em um desejo impossível de conter. Sete anos depois, o destino os obriga a se encarar de novo. O irmão de Caio — o homem com quem Alinna se casou — morre deixando para eles uma cláusula cruel no testamento: casem-se em seis meses ou vejam a empresa da família falir diante dos olhos do mundo. Ele a ama. Mas não a perdoa por ter se casado com seu irmão. Ela o ama. Mas não o perdoa por tê-la humilhado e julgado por sete anos. Agora, presos entre o amor, o orgulho e a memória de um passado que sangra, eles precisam decidir: Salvam o império... ou se salvam de vez? Mas há uma coisa que ninguém entende: Caio pode ter 18 anos, mas ama como homem. E quando deseja, não aceita dividir.
Ver más🥰💋Agradecimentos💋🤩 Quando a dor se revela mestra e a felicidade recompensa quem resiste✨️🌹QUERIDOS LEITORES.🌹✨️ Alinna só queria ser feliz. Queria amar, ser amada, construir algo simples e verdadeiro. Mas a vida, no lugar de atalhos, entregou espinhos. Cada perda, cada lágrima, cada traição. Cada vez que ela achava que era o fim, vinha mais um peso. E o que parecia castigo, na verdade era moldura: a vida não a castigava… estava preparando. Estava ensinando a valorizar a luz que só brilha de verdade depois de muita escuridão. Estava a moldando para reconhecer que a felicidade não é acaso, é conquista.Caio só queria ser livre. Queria viver sem algemas, sem os jogos do destino que pareciam sempre arrancar dele o que mais desejava. A vida deu tudo a ele: riqueza, saúde, um sobrenome poderoso. Mas também arrancou o chão debaixo de seus pés. E o que a vida ensinou? Que nada disso fazia diferença se ele não aprendesse a lutar. Que não importa quantas vezes ele tenha desistido da pr
CAPÍTULO 167 Quando o destino finalmente se curva ao amorCAIO MOREAU BASTIENO sol entrava pelas frestas da cortina pesada da suíte, deixando faixas douradas que riscavam o chão e subiam pelas paredes. Eu estava deitado, mas não dormia. Não tinha como dormir depois da noite que tivemos. Minha cabeça ainda girava entre dor, vitória e uma sensação que eu achava impossível: paz.Olhei para o teto, respirei fundo, e só então percebi o peso leve e doce da cabeça dela sobre o meu peito. Os cabelos espalhados, a respiração lenta, os lábios que ainda carregavam a marca dos nossos beijos. Passei os dedos devagar pelo fio solto que caía sobre o rosto dela, e meu coração doeu — não de medo, mas de gratidão.Gratidão por ela ter ficado. Por não ter desistido de mim quando tudo parecia perdido. Gratidão por não ser só minha esposa agora, mas minha redenção.Alinna ergueu os olhos, sonolentos mas cheios daquela ternura que sempre me desmontava. A voz dela veio baixa, quase um segredo:— Caio… te
CAPÍTULO 166 Quando o amor levanta o impossívelALINNA TAVARESO salão inteiro parecia segurar a respiração. O mestre de cerimônias aguardava, a orquestra parara de tocar e o tempo… o tempo tinha congelado. Eu sentia meu coração batendo tão alto que parecia ecoar nas paredes de vidro da catedral parisiense.E então, o som. O ranger discreto das rodas ecoou pelo corredor. Meu corpo estremeceu antes mesmo de ver.Caio.Ele surgiu na entrada, vestindo um terno branco impecável que refletia a luz como se fosse feito de aurora. O cabelo penteado para trás, os olhos marejados mas firmes. A cadeira de rodas avançou até a ponta do tapete, e cada convidado se ergueu instintivamente, como se fosse um rei entrando no seu próprio trono.Eu chorei. Não consegui segurar. As lágrimas caíram com violência, borrando a maquiagem, mas sem apagar o brilho do que eu via.Lucas, no primeiro banco, deixou escapar um sorriso largo, aliviado, e fechou os olhos por um instante — como quem agradece por dentro.
CAPÍTULO 165 Quando o amor precisa atravessar oceanos para provar que existeALINNA TAVARESO reflexo no espelho parecia o de uma estranha. O vestido branco se ajustava ao meu corpo como se tivesse sido feito para outra mulher, alguém mais firme, mais segura, mais convencida de suas escolhas. Eu, porém, tremia por dentro. Os dedos apertavam o tecido sobre a cintura e o peito subia e descia rápido demais.As mãos da maquiadora se moviam delicadas, pincelando o pó, corrigindo imperfeições, mas nada poderia apagar o que realmente estava estampado no meu rosto: medo.Um ano. Um ano desde a morte de Eduard. Seis meses desde que sua cláusula maldita me empurrou para Caio. E agora… aqui estava eu, em Paris, cercada por flores, jornalistas à espreita, investidores que transformaram minha vida num espetáculo. Mas o meu coração só batia uma pergunta: ele vai vir?Me levantei devagar, afastando a cabeleireira que ajeitava o véu. Caminhei até a janela da suíte presidencial. Lá embaixo, Paris viv












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