Compartir

1

last update Fecha de publicación: 2023-01-21 01:28:21

Dias atuais.

Isabelly Sampaio

Sinto muitos beijos delicados e molhados em meu rosto e mãos grandes, e fortes envolverem o meu quadril e de repente uma leve mordidinha, seguida de um chupão nos meus seios. Abro os meus olhos preguiçosamente e me deparo com o belo par de olhos castanhos escuros de Greg sorrindo para mim e sorrio para o meu futuro marido, beijando-o carinhosamente na boca em seguida.

— Bom dia, princesa! — Ele diz com voz grossa e rouca e seu corpo grande, e forte logo para sobre o meu.

— Bom dia, querido! — Envolvo o seu quadril com as minhas pernas e meus braços em seu pescoço, e volto a lhe beijar, dessa vez com posse. Minha língua busca a sua com avidez, porém, Greg interrompe o beijo e me olha nos olhos.

— Sabe que tenho que ir, né? — Reviro os olhos e faço um biquinho manhoso logo em seguida para ele.

— Aah, por que você tem que ir? Estamos noivos e hoje é sábado. Podíamos aproveitar e curtir um ao outro. Hum? O que você acha? — Tento dissuadi-lo.

— Não dá, princesa! Marquei de me encontrar com meu irmão. Temos umas coisas importantes para resolver e já estou atrasado. — Ele se livra do meu agarre e sou forçada a afastar as minhas pernas do seu corpo. Observo Greg sair da cama e só então me dou conta de que já está de banho tomado, arrumado e pronto para sair. Solto um resmungo e me sento na cama. — Não fique assim, Isabelly! Eu prometo compensar da próxima vez, tá bom assim? —ralha se olhando no espelho e ajeita os cabelos úmidos com as pontas dos dedos.

— Você sempre diz a mesma coisa — reclamo e vou para o banheiro, tendo o cuidado de puxar lençol e cobrir o meu corpo.

— Não diga isso, querida! Se não fosse importante, juro que ficaria o dia inteiro aqui com você — fala me puxando pela cintura, impedindo-me de ir para o banho. Solto um suspiro audível quando a sua boca começa a fazer uma trilha gostosa em meu pescoço e volto a lhe envolver com meus braços.

— Tudo bem! Desculpe! Eu não quero bancar a noiva pegajosa, mas, é que eu sinto que podíamos ficar mais juntos mais tempo, sabe? Nós mal conversarmos e… 

— Você está certa meu amor.

— Estou? — Ele me puxa mais pra si e me beija demoradamente. 

— Está! Que tal programarmos um dia só nosso? — sugere carinhosamente e abro um sorriso que não cabe em mim.

— Um dia não, quero muitos dias só nosso, meu amor.

— Ok, querida, teremos muitos, muitos dias só nosso. — Beijo a sua boca outra vez.

— Promete? — pergunto entre um beijo e outro.

— Prometo, mas agora eu realmente tenho que ir. Estou muito atrasado.

— Tá bom, mas, ligue pra mim. Fico preocupada quando você some o dia todo sem dar notícias. — Peço, porém o meu noivo sai do quarto sem ao menos olhar para trás e sem me dar uma resposta. Bufo audível.

Às vezes penso que apenas eu amo nessa relação. Greg é sempre muito relapso na questão diálogo e cumplicidade. Namoramos a um ano e meio e já tem trinta e cinco dias que estamos noivos, e nem quer conheço a sua família, tão pouco o tal irmão com quem tanto se encontra. Eu sei que é estranho o fato de estar com alguém a tanto tempo e a única coisa que eu sei da sua vida é que é um mega CEO de uma empresa de tecnologia, que tem uma mãe e um irmão mais novo, que seu o pai já falecido e só. Em se tratando de se abrir, Greg é péssimo! Já de mim ele sabe tudo e mais um pouco, pois, sou praticamente um livro aberto. Minhas amigas Karol e Shirley vivem me dizendo que Greg é um cara muito estranho, mas eu não o vejo assim. Talvez por ele ser o filho mais velho e por seu pai ter falecido muito cedo, ele teve que aprender a resolver as coisas sozinho, a cuidar da família sozinho, a se cuidar sozinho também. As responsabilidades dobraram para um mero adolescente e por esse motivo não ele não consegue se abrir para as pessoas. Talvez não seja tão fácil pra ele quanto é para mim, ou para qualquer outra pessoa conversar abertamente, ser o tal livro aberto. Não costumo falar muito sobre o meu noivo com os meus pais, que não sei o porquê, são cismados com o Greg. Então a única pessoa com quem me abro de verdade é a Amanda, minha prima e melhor amiga desde sempre, mesmo ela estando casada com Alex, aquele deus grego lindo e sendo mãe de um lindo casal de filhos. Mesmo assim, ainda somos bem próximas e sempre mantemos nosso papo em dia. Meu celular toca no painel do meu carro e sem pensar duas vezes, clico em aceitar a ligação, e a foto de Karol sorridente surge na tela.

— Fala garota do batom! — digo fazendo-a rir do outro lado da linha. Chamamos Karol de a garota do batom porque ela é a garota do batom. Ela é modelo fotográfico de algumas marcas de produtos e cosméticos mais badalada do país e ultimamente tem feito muito sucesso com os batons mate, e consequentemente, já tem uma coleção completa do produto. Não preciso mencionar que para cada encontro ela tem uma cor diferente para usar, né?

— Onde você está? — A pergunta soa divertida, mas no fundo, ela sabe exatamente onde estou.

— Dentro do carro e em pleno trânsito.

— Sabia que aquele vacilão ia te deixar na mão outra vez! — reclama. — Qual foi a desculpa da vez? — Paro o carro no sinal fechado.

— O de sempre. Se encontrar com o irmão para resolver coisas importantes.

— E você acreditou?

— Qual é Karol? Eu não tenho motivos para desconfiar do meu noivo. Se ele disse que vai se encontrar com o tal irmão, por que eu não acreditaria?

— Porque você nunca viu o tal irmão, nem mesmo por foto? — Reviro os olhos e volto dirigir.

— Já estou chegando perto. A Shirley está com você? — Mudo de assunto.

— Sim. Estamos deitadas nas espreguiçadeiras, usando um lindo fio dental da cor do verão e sendo cobiçadas por homens lindos e gostosos. — Sorrio amplamente.

— Ok, estacionando o carro agora. Estarei aí em alguns minutos, beijos! — Desligo sem esperar que ela diga alguma coisa, pego o meu celular no painel e jogo dentro da minha bolsa de praia, saio do carro e ponho os óculos escuros e o meu chapéu grande, e sigo para dentro do club de piscina. Eu sempre tenho um plano B, quando tento a todo custo manter Greg perto de mim nos finais de semana e se não consigo tenho sempre aonde ir e com quem ir, nada de ficar em casa me lamentando e me enchendo de sorvete de baunilha.

Continúa leyendo este libro gratis
Escanea el código para descargar la App

Último capítulo

  • A Redenção do CEO   223

    Christopher Ávila— E aí cara? — Ele diz e bebe direto no gargalo, enquanto observa o movimento do salão. — Me ignorou o dia inteiro, está pensando em fugir do país? — Ele brinca e me olha, mas, continuo sério.— Podemos tomar uma, só nós dois?— Hi, olha só! Cara, se está pensando em se declarar para mim, já vou avisando que estou noivo — fala, mostrando-me a aliança de ouro branco em seu anelar. Engulo em seco e outra vez perco a ação. — Estou brincando, cara! — ralha, dando altas gargalhadas. — Menos a parte de estar noivo. — Ele mexe a mão e o anel ofusca e diante da luz acesa. — Encontrei coragem e pedi a Bianca em casamento — confessa abrindo um sorriso largo demais. Forço um sorriso, seguido de uma animação e peço uma cerveja ao barman.— Nesse, meus parabéns, meu amigo! — Entrego-lhe uma garrafa e ergo a minha para um brinde. — Desejo toda a felicidade ao casal, vocês se merecem. — As garrafas batem de leve e tomo o líquido todo em dois goles, depois, me levanto do banco alto

  • A Redenção do CEO   222

    Christopher Ávila— Porque era para ser você… o tempo todo. — Ela sussurra inebriada. Confuso, eu uno as sobrancelhas.— Como assim? O que quer dizer com…— Nada, esquece. — Me interrompe e ousadamente se agacha na minha frente. PUTA QUE PARIU! Arfo. Ela não vai fazer o que eu estou pensando vai? Caralho, sim, ela vai.Logo sou envolvido por sua boca quente como o inferno, fazendo sucções lentas e sua língua habilidosa desliza lentamente pela pele fina e delicada com destreza. Merda! Merda! Merda! Estou perdido! O meu mundo está girando e girando sem parar. Bianca se concentra nas sucções e nos movimentos de sua mão e me pego assistindo o seu espetáculo sexy. Inevitavelmente seguro os cabelos negros e começo a mexer o meu quadril de encontro a sua boca atrevida. Ela geme, chupa, ordenha e eu sinto que estou arrastado para as águas agitadas do abismo. Sem qualquer aviso saio da sua boca, livro-me da parte de cima do seu biquíni, depois da minissaia de tecido e da calcinha. E, Deus, eu

  • A Redenção do CEO   221

    Christopher Ávila— Vai tomar seu café da manhã agora menino?— Gostaria de tomar na piscina, Jô. Será que você pode— Pode deixar, menino, eu preparo uma bandeja e já deixo lá para você.— Obrigado! — Passo o resto da manhã na piscina, tomo o meu desjejum por lá mesmo. As três da tarde os rapazes do time começam a chegar e de cara escuto um assobio apreciativo atrás de mim.— Caraca, essa casa é um show de linda! — Edu resmunga, olhando para todos os lados ao mesmo tempo. Ignoro os seus comentários.— É, e eu quero que ela continue fazendo o seu show depois dessa festa — retruco com tom seco. Ele dá de ombros e pula na piscina com roupa e tudo.— Piscina liberada, galeraaaa! — Edu grita, agitando a rapaziada, que pula na água em seguida.Perto das cinco da tarde, a casa está cheia e acredite, metade dos convidados eu nem conheço, e boa parte deles, está bem animada, falante, rindo e bebendo atoa. Convidei pouco mais de vinte pessoas, contudo, controlar quase cem é o cúmulo da loucura

  • A Redenção do CEO   220

    Christopher ÁvilaÀ noite, estou em casa e como sempre seguimos com a nossa rotina familiar e uma das normas da mamãe é jantar todos reunidos a mesa. O mesmo acontece no café da manhã e no almoço. Nada de negócios, trabalho ou assuntos de escola. É o nosso momento sagrado em família. E acredite, mesmo após tantos anos, ainda olho a mesa farta e a família linda com extrema satisfação. Como sempre, Daniel Ávila se senta em uma das pontas da mesa, e meu avô Dam na outra ponta. Em sequência vem a minha mãe do lado direito do meu pai e minha avó Sara do lado esquerdo do meu avô. Eu me sento de frente para a minha eterna Sorvetinho. A minha irmã Victória com seus dez anos de idade se senta do meu lado esquerdo e ao lado dela está Alice de cinco anos. Pois é, os homens dessa casa estão rodeados de lindas mulheres. Vick, como a chamamos carinhosamente está se tornando uma linda garota. Ela tem os traços fortes do meu pai. É morena, tem os cabelos negros e lisos, mas são curtos, com um corte m

  • A Redenção do CEO   219

    Christopher ÁvilaOnze anos antes...De vez em quando eu paro no tempo e começo a pensar na minha vida. Eu sei. Jovem demais para olhar para trás, mas as vezes é preciso. É algo inevitável, preciso rever o que eu fiz de bom e de ruim. E eu me perco as vezes nos bons atos. Os ruins procuro deletar ou consertar para seguir em frente. Caminho pela calçada a procura de um banco para me concentrar nas provas de final de ano.Desculpa, estou sendo evasivo com vocês, não é?Olho ao meu redor, observando a estrutura moderna do prédio de cinco andares. As paredes de tijolos amarronzados e as grandes janelas de vidros transparentes. Estou rodeado por um belo gramado e poucas árvores frondosas, e alguns alunos espalhados pelo perímetro. Estou no colégio e está quase na hora de iniciar o segundo horário. Me sento em um dos bancos de madeira branca e tiro o caderno de dentro da mochila. Amanhã faço dezoito e como presente dos meus pais, farei uma viagem sozinho. Isso é instigante, estou empolgado,

  • A Redenção do CEO   218

    IsabellyLogo estamos entrando no belíssimo restaurante e inevitavelmente observo as suas paredes cor de tabaco, iluminado por suas luzes amareladas dando ao lugar um ar rústico e romântico ao mesmo tempo. Os arranjos florais então por quase toda parte, ornamentados por minúsculas luzes brancas. No centro das mesas tem alguns castiçais com velas acesas e um arranjo de rosas vermelhas complementa o quadro romântico que mencionei. Contudo, um coração trançado por fios dourados com o nome LOVE dentro dele me chama a atenção e me pergunto se é um baile temático. Sabe, tipo Dia dos Namorados ou coisa assim. — Boa noite, senhora! — O maitre diz assim que damos dois passos para dentro do prédio. — Por aqui por favor. — Ok, isso não parece um tanto estranho? Quer dizer, ele não deveria perguntar pelas nossas reservas? Não contesto, apenas seguimos o homem a nossa frente e somos acomodados em uma das mesas bem perto de um palco que só percebi agora. Caramba, onde a Emily me trouxe a final? C

Más capítulos
Explora y lee buenas novelas gratis
Acceso gratuito a una gran cantidad de buenas novelas en la app GoodNovel. Descarga los libros que te gusten y léelos donde y cuando quieras.
Lee libros gratis en la app
ESCANEA EL CÓDIGO PARA LEER EN LA APP
DMCA.com Protection Status