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POV: MOONEle riu alto, me deu um beijo rápido na bochecha e puxou a bandeja para perto:— Come logo antes que esfrie.Nós passamos o resto do dia trancados dentro da suíte. Lá fora, o sol brilhava forte, o mar batia nas pedras da costeira e o céu estava limpo, perfeito para aproveitar a praia ou sair de lancha. Eu olhei pela janela de vidro em um momento da tarde e reparei no contraste de estar em um lugar daquele e escolher ficar deitada na cama com o ar-condicionado ligado, assistindo séries na televisão. Mas o meu corpo precisava daquele descanso. Ficar encolhida embaixo das cobertas, com a cabeça apoiada no peito do Christian enquanto ele acariciava o meu cabelo, valia muito mais.O final de semana correu devagar, sem correria e sem o peso das brigas lá fora.E sem pressa de sair da cama.Não foi só uma noite. Foi o sábado inteiro se transformando em domingo sem a gente perceber. De manhã ele me pegava ainda meio dormindo, a boca quente no meu pescoço, a mão grande subindo pela c
POV: MOONO colchão largo da suíte parecia me engolir devagar.Minhas pernas eram dois pedaços de chumbo esticados sob o lençol macio. Cada músculo do meu quadril, a curva da minha cintura e a pele entre as minhas coxas ardiam em um calor dormente, pesado, pulsando a cada respiração funda que eu dava. Eu mal conseguia mexer os dedos dos pés sem sentir o eco daquela prancha de madeira, das amarras me prendendo e da força dele me moldando inteira.O homem implacável daquele quarto vermelho tinha desaparecido no segundo em que soltou o fecho do pilori.O Christian me tirou daquela estrutura com um cuidado absurdo, me pegou no colo como se o meu corpo fosse quebrar e me levou direto para a suíte principal. Ele mesmo terminou de tirar o que restava da fantasia rasgada, me colocou na banheira de imersão cheia de água quente e me deixou relaxar ali dentro da espuma morna. Com toda a calma do mundo, ele usou uma toalha macia e óleo para soltar cada pedaço de cera que tinha secado nas minhas c
POV/ CHRISTIANO aperto dela era criminoso. Quente. Do tipo de sensação que eu queria sentir pelo resto da vida.Não parei o polegar. Não parei o quadril. Deixei ela terminar a onda e já entrar na segunda, menor, arrastada, o corpo mole e ao mesmo tempo se contraindo — e foi isso que me quebrou.O cu dela apertou de novo, sem ela mandar, involuntário, gostoso demais, e eu não tive mais o que segurar.— Porra—Segurei a cintura vermelha com as duas mãos, enfiei até o fim e gozei.Fundo. Quente. Dentro. O primeiro jato bateu nela com força, e a Moon arqueou o que pôde contra a cunha, um gemido longo saindo dela enquanto eu pulsava, enchendo, marcando o cu dela como meu. O segundo veio logo atrás. O terceiro. Eu fiquei parado colado, o pau latejando, despejando, a respiração quebrada contra as costas suadas, os dedos ainda cravados na cintura marcada.Vinte minutos. Pau duro o tempo inteiro. Só fui embora quando ela me apertou daquele jeito.Ela pendeu para a frente.O corpo inteiro amol
POV: CHRISTIANFiquei olhando as costas dela. A cera rachada. O suor. O corpo tremer no meu pau, à beira, sem cair.A voz saiu baixa, perto da orelha dela, o peito cobrindo as costas:— Fala de novo.Ela soluçou, a voz falhando, os olhos verdes tentando me achar pelo canto que a prancha deixava:— Eu me caso com você. Eu aceito. Por favor. Me fode. Me deixa gozar. Eu sou sua. Eu caso.Apertei a cintura dela com as duas mãos.— Então tá bom.A Moon ainda ofegava contra a madeira, a frase do casamento solta no ar, o corpo mole e ao mesmo tempo tenso, esperando. Encostei a cabeça do meu pau no ânus dela. Aberto. Molhado. Quente pra caralho. A saliva, o vibrador, o gozo dela escorrendo da boceta e descendo até ali — tudo amelado, ensopado, brilhando na luz vermelha. Empurrei até a metade e o ar saiu de mim num som baixo, feio, de homem que passou tempo demais se segurando.Ela soltou um gemido fundo, arrastado, o quadril cedendo para trás mesmo cansada.— Então agora eu vou te marcar como
POV/ CHRISTIANO peito subia curto, fundo, como se o ar tivesse engrossado. Eu sentia a cabeça do meu pau molhar por dentro da roupa, sentia as veias pulsar, sentia a vontade animal de abrir, enfiar até o fim e foder até ela esquecer o próprio nome. Meu saco estava pesado. Minha mão tremeu uma vez na cintura dela, os dedos cravando a pele macia só para eu não ceder.Ela ainda estava gozando.O primeiro pico passou e veio o segundo, menor, arrastado, cruel, porque os vibradores não tinham parado. O corpo dela tentou fugir para a frente e a madeira segurou o pescoço. Tentou fechar as pernas e as tiras nos tornozelos puxaram de volta. Um soluço subiu no meio do gemido. Ela chorava. De tesão. De demais. De não ter para onde ir enquanto aquilo atravessava ela inteira.— Meu Deus... meu Deus, Christian...A voz saiu destruída. Molhada. Quase sem som no fim.Eu não tirei a ponta na hora. Segurei mais um segundo, o crepitar violeta ainda mordendo o clitóris inchado, e vi o quadril dela dar ma
POV: CHRISTIANA palma ainda estava nas costas dela quando eu saí de trás.Os dois vibradores continuavam no máximo. O zumbido preenchia o quarto junto com a respiração dela, curta, falha, o quadril tentando se mexer e não indo a lugar nenhum. A Moon choramingava contra a madeira, um som baixo, contínuo, de quem já tinha subido três vezes e caído as três.Fui até a bancada. A vela de soja estava no suporte de metal, já derretida o bastante. Peguei o copo com gelo também. Voltei e fiquei em pé ao lado da cama, olhando o corpo dela daquele ângulo — curvado, preso, a bunda vermelha, os seios pendurados para os lados da cunha com os grampos, as meias de arrastão, as duas marias-chiquinhas desfeitas grudando no suor da nuca.Inclinei a vela.A primeira gota caiu no meio das costas.A Moon deu um pulo inteiro contra o pilori, um ai agudo, a pele se contraindo em volta da cera quente. A gota escorreu um pouco e endureceu em uma linha irregular, branca contra o claro dela.— Christian—Segund







