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Capítulo 8: Entre Quatro Paredes Vazias

last update Fecha de publicación: 2025-04-01 02:07:25

O silêncio daquela casa era ensurdecedor. Desde que me mudei para a mansão Blackthorn, tudo parecia sufocante, como se eu estivesse presa em um lugar sem vida. Era como se as paredes quisessem me lembrar constantemente de que eu não pertencia ali. Damian passava o tempo todo fora, saindo antes do amanhecer e voltando tarde da noite, evitando qualquer tipo de contato. Mesmo que tivéssemos assinado um contrato de casamento, éramos estranhos dividindo o mesmo espaço.

No primeiro dia, tentei ignora
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    As palavras de Damian ecoavam na clareira, sua mão firme na minha enquanto dizia que, enfim, éramos livres para governar como quiséssemos. Minha loba ronronava, o laço predestinado pulsando com uma força que aquecia meu peito, o cheiro de pinho e terra fresca preenchendo o ar. A luz do amanhecer banhava o reino reconstruído, as cicatrizes da guerra suavizadas pela promessa de um novo começo.— Lian está avançando rápido — Elias disse, a voz rouca, enquanto se aproximava, o casaco de couro rangendo, o suor brilhando em sua testa. Seus olhos âmbar brilhavam com confiança.Assenti, minha loba se agitando, enquanto olhava para Damian, sua jaqueta de couro marcada pelo tempo, os olhos âmbar fixos no horizonte. — Vamos vê-lo — respondi, a voz firme, o peso do nosso futuro me ancorando.O campo de treinamento era um espetáculo de movimento, os pinheiros altos projetando sombras longas, o chão firme coberto de grama nova, o cheiro de seiva misturando-se ao suor. Minha loba ronronava, o coraç

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    O peso da reconstrução pairava sobre o reino, o murmúrio da minha voz ecoando na clareira enquanto eu dizia que o verdadeiro trabalho começava. Minha loba roncava, o coração disparado com o orgulho no olhar de Damian, o laço predestinado pulsando com nossa união. O cheiro de cinzas e terra úmida ainda impregnava o ar, mas a luz do amanhecer trazia uma promessa de renovação.— Ayla, Lian está com Elias — Eva disse, a voz firme, enquanto se aproximava, o casaco encharcado colado ao corpo, o perfume de lavanda cortando o ar terroso. — Ele quer te ver.Assenti, minha loba uivando suavemente, enquanto olhava para Damian, sua jaqueta de couro rangendo, os olhos âmbar brilhando com determinação. — Vamos — respondi, a voz firme, o peso da coroa me ancorando.A clareira estava viva com movimento, lobos se organizando para reconstruir, o som de martelos e vozes ecoando entre as árvores. O chão lamacento estava marcado por pegadas, o cheiro de madeira fresca misturando-se às cinzas. Minha loba

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    O campo de batalha estava envolto em um silêncio fúnebre, o peso da vitória sobre Morgana ainda pulsando em minhas veias enquanto eu sentia o olhar de Damian, seus olhos âmbar brilhando com admiração e orgulho. Minha loba roncava, exausta, mas alerta, o laço predestinado vibrando com a força que nos unia. O cheiro de cinzas e sangue pairava, o céu clareando como se o próprio reino respirasse aliviado.— Ayla, olhe ao redor — Damian disse, a voz grave, enquanto apontava para o horizonte, a jaqueta de couro rangendo. — A magia dela está se dissipando.Assenti, minha loba uivando suavemente, enquanto observava a floresta. O brilho púrpura que outrora envenenava o ar esvaecia, as árvores queimadas parando de fumegar, o cheiro de ervas de Morgana desaparecendo. Mas o chão lamacento ainda estava manchado de sangue, lobos caídos espalhados como testemunhas mudas do caos.— Alguns estão fugindo — Rolf murmurou, a voz rouca, enquanto se aproximava, o casaco de couro manchado de lama, os olhos

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    O silêncio pesado caiu sobre o campo de batalha, o rugido de Magnus silenciando enquanto ele permanecia no chão, os olhos castanhos fechados, aceitando seu destino como um rei caído. Minha loba uivava, o coração disparado enquanto eu enfrentava Morgana, o brilho púrpura de seus olhos ardendo com malícia. O laço predestinado pulsava, a força de Damian me ancorando mesmo à distância, o cheiro de fumaça e sangue saturando o ar.— Você acha que pode me vencer, princesa? — Morgana provocou, a voz sedutora, enquanto erguia as mãos, o ar crepitando com magia sombria. O cheiro de ervas era nauseante, o brilho púrpura cortando a escuridão da floresta.— Não acho, eu vou te destruir! — rosnei, a voz rouca, enquanto minha loba uivava, o pelo castanho eriçado. A força da minha linhagem queimava em minhas veias, um fogo ancestral despertando em meu peito.O campo de batalha era um cenário de devastação. Árvores tombadas ardiam, o cheiro de madeira queimada misturando-se ao sangue metálico. Lobos c

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    O rugido de Morgana ecoava pela floresta, sua magia púrpura explodindo enquanto ela voltava toda a sua atenção para Ayla, o ar crepitando com poder. Minha loba uivava, o coração disparado ao sentir o laço predestinado pulsar com a força de Ayla, mas minha atenção estava em Magnus, sua forma Lycan cambaleando, os olhos vermelhos apagando-se. Ele caiu de joelhos, confuso, o feitiço de Morgana desfeito, o cheiro de sangue e fumaça saturando o ar.— Magnus, o que você fez? — rosnei, a voz grave na forma Lycan, o pelo negro eriçado enquanto avançava, as garras cravadas na terra lamacenta. Minha loba rugia, alerta, o peso da batalha me esmagando.Ele levantou a cabeça, os olhos agora castanhos, opacos, a confusão gravada em seu rosto. — Eu… não sei — murmurou, a voz rouca, enquanto suas garras tremiam, o pelo cinza escuro manchado de sangue.O campo de batalha era um caos de destruição. Árvores ardiam, o cheiro de madeira queimada misturando-se ao sangue metálico. Lobos colidiam, rugidos e

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    O rugido de Magnus ressoava pela floresta, seus olhos vermelhos brilhando com fúria cega enquanto enfrentava Damian, o peso da decisão dele ecoando em minha mente: “Matar ou poupar.” Minha loba uivava, o coração disparado enquanto eu encarava Morgana, seu sorriso sombrio e o brilho púrpura de seus olhos prometendo destruição. O ar crepitava com sua magia, o cheiro de ervas nauseante cortando o caos da batalha.— Você não pode me deter, princesa! — Morgana provocou, a voz sedutora, enquanto erguia as mãos, o brilho púrpura intensificando-se. Um feitiço cortou o ar, o impacto lançando-me contra uma árvore, a dor explodindo em meu flanco.— Veremos! — rosnei, a voz rouca, enquanto minha loba uivava, o pelo castanho eriçado. O laço predestinado pulsava, a força de Damian me ancorando mesmo à distância.O campo de batalha era um inferno de garras e magia. Árvores ardiam, o cheiro de madeira queimada misturando-se ao sangue metálico. Lobos colidiam, rugidos ecoando, o chão lamacento manchad

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