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capítulo 29

Autor: Val veiga
last update Data de publicação: 2025-06-03 00:47:07

CASTIEL

A tensão crescia a cada momento, e Castiel, observando de longe, não conseguia esconder sua frustração. Ele tinha passado a vida inteira se preparando para ser o alfa, acreditando que estava destinado a liderar, que nada poderia tirá-lo desse lugar. Mas agora, ver Sarah, uma humana, a mulher que Dário escolhera para ser sua luna, estava mexendo com ele de uma maneira que ele não conseguia controlar.

Castiel (sussurrando para si mesmo, com os olhos flamejantes de raiva):

— Como
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  • ALCATÉIA: O AMOR PROIBIDO    capitulo 47

    ---Capítulo Final – O Legado de AlcatéiaAnos depois...A lua cheia iluminava a floresta, como se o próprio céu estivesse observando, atento ao que acontecia ali. Sarah e Dário, agora alfas de Alcatéia Satomi, estavam em perfeita sintonia. Sentiam-se conectados à natureza de uma maneira profunda, como se a própria terra os tivesse escolhido. Estavam livres, mais livres do que nunca, e a floresta era o palco perfeito para o que estava por vir.De repente, sem palavras, eles se transformaram. O som de ossos quebrando e músculos se moldando ecoou pela floresta, mas para os lobos, não havia dor, apenas uma sensação de poder e liberdade. Corriam lado a lado, os corpos atléticos movendo-se rapidamente, a noite fresca batendo contra seus pelos. Seus instintos estavam apurados, os sentidos ampliados. Eles eram a personificação da alcatéia, correndo juntos como se fossem uma única entidade, um único ser.O vento cortava suas peles, e as árvores passavam em um borrão. Não havia mais medo, não

  • ALCATÉIA: O AMOR PROIBIDO    capitulo 46

    Salomé e Sarah – O Encontro TransformadorA floresta estava silenciosa, envolta pela escuridão da noite, com a luz da lua filtrando através das árvores, criando sombras que dançavam ao vento. O coração de Salomé batia forte em seu peito enquanto ela se aproximava de Sarah. Algo dentro dela dizia que este momento mudaria tudo, que as palavras que ela precisava dizer eram mais fortes do que qualquer medo ou dúvida que ela tivesse até agora. Ela não sabia ao certo o que estava prestes a encontrar, mas sabia que tinha que estar ali.Sarah estava à frente dela, com os olhos brilhando como se já soubesse o que Salomé queria dizer, mas ainda assim, um misto de desconfiança e dor marcava seu rosto. Ela estava mais forte do que antes, mais firme, mas havia algo vulnerável ali, algo que Salomé reconhecia como a menina que ela sempre viu, a filha que ela pensou ter perdido.Salomé olhou nos olhos de Sarah, sem hesitar, sem deixar que a dureza de suas palavras a fizesse recuar. Ela já havia passa

  • ALCATÉIA: O AMOR PROIBIDO    capitulo 45

    Luiz – A Verdade no FimMeses se passaram desde aquele confronto na floresta, e as lembranças ainda me assombram. O que eu fiz... não pode ser desfeito. Sarah, agora livre para ser quem realmente é, não me deve mais nada. Ela tem o direito de seguir seu caminho, de viver sem o peso das mentiras que eu impus a ela por todos esses anos.Eu observei, à distância, como ela encontrou sua força. Como Dário a acolheu em sua verdadeira natureza, e como ela se tornou algo mais. Algo que eu criei, mas que agora não posso controlar. Às vezes, ouço os uivos ao longe, sei que ela está lá, nos bosques, em sua liberdade. Mas não sou mais parte disso. Eu a deixei ir. E talvez isso seja o único remorso que eu consiga viver com.Sentado na sala, a fumaça do cigarro dançando no ar, Salomé entrou, seu olhar procurando algo, talvez uma explicação que ela soubesse que nunca viria. Ela sempre teve um jeito de saber quando algo não estava certo, mas nunca quis ver. Agora, não havia mais como esconder.— Luiz

  • ALCATÉIA: O AMOR PROIBIDO    capítulo 44

    SARAHA floresta estava quieta naquela manhã. O tipo de silêncio que não era ausência de som, mas sim presença de algo mais profundo — um tipo de respeito, talvez. A terra ainda guardava as cicatrizes da batalha, mas a vida insistia em brotar entre os escombros.Caminhei por entre as árvores, meus pés descalços tocando o chão úmido. Não tinha pressa. Fazia meses desde que tudo aconteceu — desde que eu me transformei pela primeira vez, desde que Luiz fugiu sangrando, desde que eu decidi não matá-lo.Muita coisa mudou desde então. Inclusive eu.Eu me tornara parte da alcateia, mas ainda me sentia à margem às vezes. Como se estivesse em constante adaptação. Uma loba entre lobos, sim, mas marcada por uma origem que me fazia diferente.Foi quando senti o cheiro dele.Dário.Meu corpo respondeu antes mesmo que eu pensasse. Era como se ele estivesse gravado em mim, de um jeito que nem o tempo apagava. Segui o rastro, sem me esconder. Eu queria que ele soubesse que eu estava ali.Encontrei-o

  • ALCATÉIA: O AMOR PROIBIDO    capitulo 43

    DÁRIOO caos ainda rugia ao meu redor, mas tudo o que eu via era Luiz e Sarah—ou melhor, a loba que Sarah havia se tornado. A verdade havia sido dita, um veneno destilado nos ouvidos dela, e agora ela não era mais a mesma. A dor, a raiva, a revelação brutal de sua origem a tinham transformado em algo novo, algo poderoso.E Luiz não estava pronto para isso.Eu vi quando ela saltou. Suas presas encontraram a carne de Luiz antes que ele pudesse apertar o gatilho. Um grito estrangulado rasgou sua garganta enquanto ela o derrubava, sua mandíbula fechando ao redor do ombro dele, rasgando músculo e tendão. Ele tentou lutar, tentou erguer a arma, mas eu não ia deixar.Com um rosnado feroz, me lancei sobre eles. Minha garra acertou o pulso de Luiz com um estalo seco, e a arma caiu no chão. Ele gritou, mas sua voz foi abafada pelo rugido de Sarah. Seus olhos estavam selvagens, brilhando com um ódio que eu nunca tinha visto antes. A floresta parecia prendê-lo no lugar, como se a própria terra qu

  • ALCATÉIA: O AMOR PROIBIDO    capitulo 42

    SARAH O caos consumia a floresta. Gritos, uivos e o estrondo de corpos se chocando preenchiam o ar. O cheiro de sangue fresco misturava-se ao perfume úmido da terra, enquanto sombras lupinas moviam-se em um balé mortal. Eu tentava me manter firme, mas tudo ao meu redor girava. Dário e os outros lutavam ferozmente, investindo contra os invasores com presas e garras. O som de carne rasgando e ossos quebrando se misturava ao ar noturno.Eu mal conseguia acompanhar. Os lobos atacavam em frenesi, corpos se enroscavam e se desfaziam em um borrão de movimento e brutalidade. Vi Nyra desviar de um golpe e contra-atacar com precisão mortal, vi Dário cravar os dentes na garganta de um inimigo e jogá-lo longe, o corpo sem vida caindo pesadamente no chão.Meu coração martelava dentro do peito. Um rugido cortou a noite, e meu olhar foi atraído para a esquerda. Castiel. Ele lutava sozinho contra dois caçadores. Eu o vi avançar, desviar, contra-atacar—mas foi um instante de distração, uma fração

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