FAZER LOGINE repete. Dez estocadas lentas, profundas, parando no fundo toda vez. A cabeça do pau dele b**e no teu colo do útero como martelo, te fazendo ver estrelas.
Você já é só baba, rosto esmagado na maca, saliva grossa escorrendo no papel, pernas moles, gemendo rouco “doutor… doutor… por favor…”.
— Excelente resposta. Agora vamos testar a lubrificação natural sob pressão.
Ele acelera um tiquinho, ainda “controlado”, mas o barulho é obsceno pra caralho: ploc ploc ploc ploc ploc, cada metida jorrando som de buceta encharcada, porra e mel misturados escorrendo pelas coxas.
— Escuta… é a tua buceta desesperada fazendo leitinho pra engolir meu pau até as bolas. Tá pingando na maca inteira… muito saudável.
Você já não existe mais, cara na maca, saliva grossa escorrendo, pernas tremendo sem controle, cuzinho piscando sozinho de tesão.
Ele se debruça todo em cima de você, boca colada no teu ouvido, hálito quente:
— Agora fase de contração voluntária. Quando eu mandar “aperta”, você trava essa bucetinha gulosa no meu pau. Quando eu mandar “relaxa”, solta. Vamos fortalecer esse assoalho pélvico, tá bom? Aperta.
Você trava com força de vida. Ele geme rouco:
— Puta que pariu… isso… agora relaxa.
Você solta. Ele mete fundo de uma vez, bolas batendo na tua bunda com estalo.
— Aperta de novo… mais forte… isso, me mama com a buceta, caralho…
Dez vezes. A cada “aperta” ele geme mais alto, jaleco aberto, pau inchando mais dentro de você, veias saltando, cabeça batendo no fundo.
Você vira o rosto pra trás, apoiando o queixo na maca, olhos vidrados, boca aberta.
E vê ele inteiro.
Dr. Rafael Miranda está lindo. A camisa social colada no peito suado, botões esticados. Abdômen definido aparecendo a cada estocada, linha do tanquinho brilhando de suor. Braços fortes, veias saltadas, mãos grandes agarrando tua cintura como se fosse te partir no meio. Cabelo preto bagunçado, algumas mechas caindo na testa, olhos azuis escuros fixos em você, sem piscar. Boca entreaberta, respiração pesada, barba por fazer marcando o maxilar tenso.
Ele percebe que você tá olhando e sorri de canto, safado:
— Gostou da vista, linda? Olha o doutor cuidando de você… olha como teu cuzinho tá piscando enquanto eu meto nessa buceta…
Você geme alto, sem conseguir desviar o olhar, vendo o corpo perfeito dele se movendo.
— Último teste, linda… vou aumentar a intensidade pra ver a resposta orgástica. Se gozar apertando meu pau, é sinal que o tratamento tá perfeito. — Ele agarra tua cintura, começa a meter forte, fundo, rápido, ainda falando como médico: — Respiração… contração… relaxamento… agora segura… vai… vai… vai…
Você goza gritando abafado na maca, buceta apertando tanto que parece que vai quebrar o pau dele, jorra em volta, molha tudo. Ele perde o controle, geme alto:
— Caralho… que buceta gostosa… me aperta assim… — Volta rouco: — Ótimo… contração perfeita… agora vou aplicar a medicação interna…
E goza dentro de você. Jatos quentes, grossos, pesados, enchendo tudo, batendo fundo, transbordando, escorrendo pelas coxas, pingando na maca em fio grosso e branco.
— Respira… recebe tudo… isso… boa paciente… engole toda a porra do doutor inteira… sente como tá enchendo teu útero? É remédio puro, vai ficar escorrendo o dia todo.
Ele fica lá dentro até a última gota, depois sai devagar, vê teu buraco aberto, porra escorrendo em rio, cheiro forte de sexo no ar. Ajeita o jaleco e as calças como se nada tivesse acontecido.
— Pronto. Tratamento concluído. Volte daqui a trinta dias pra repetir a dose, tá bom? — Te ajuda a sentar, pernas bambas, porra pingando na maca. Entrega a calcinha com sorriso educado: — E da próxima vem sem calcinha, hein? Facilita o exame...
Você sai andando torto, buceta latejando, porra dele escorrendo pelas pernas, cheiro forte impregnado, sabendo que vai voltar correndo pra mais.
A respiração dele era pesada, quente, batendo contra o seu rosto a cada movimento. O peito largo subia e descia rápido contra os seus seios, e você sentia o coração dele batendo forte, descompassado, igual ao seu. O corpo dele pressionava o seu contra a madeira fria da porta, o quadril dele encaixando-se no seu de forma quase perigosa, deixando claro o quanto ele estava excitado.Suas mãos subiram trêmulas até o peito dele, os dedos agarrando o tecido da camisa social com força, amassando o pano como se tivessem medo que ele desaparecesse de novo. Você correspondeu o beijo com a mesma fome, a língua enroscando na dele, um gemido baixo escapando quando ele inclinou a cabeça para aprofundar ainda mais.O beijo tinha gosto de proibição.De dias de silêncio.De rejeição que agora se transformava em algo quente, úmido e urgente.Quando ele finalmente afastou a boca, só alguns centímetros, a testa dele encostou na sua.Você ficou confusa. O coração batia tão forte que parecia querer sair do
Dias depois, você não para de pensar nele. Não importa o quanto tente se distrair — o trabalho, as aulas, as conversas com as amigas —, a imagem dele volta o tempo todo. O jeito como te rejeitou com aquela voz firme. O “não” que ainda ecoava no peito. O gosto do beijo que durou só alguns segundos, mas que parecia ter marcado sua boca para sempre.À noite, na cama, você fechava os olhos e sentia novamente o corpo grande dele contra o seu, a mão na sua cintura… e depois o passo para trás. A distância educada. A rejeição gentil.Você se sentia ridícula.Uma boa menina que se entregou demais e levou um fora. E o pior: ainda queria mais.Naquela tarde chuvosa, sentada na cama com o celular na mão, você finalmente tomou a decisão. Pegou o aparelho com as mãos tremendo e ligou para a clínica. Estava decidida.— Clínica Rafael Miranda, boa tarde. Emma falando.— Emma… sou eu, [seu nome]. — Sua voz saiu rouca. — Queria cancelar a consulta de trinta dias. Na verdade… vou procurar outro ginecolog
Você abre a boca, mas antes que consiga responder, Dr. Rafael pisca devagar, como se tivesse percebido o quanto havia ultrapassado a linha. Ele tira os dedos lentamente, com aquele som molhado que ecoa na sala, e solta um suspiro curto.— Desculpe — diz ele, a voz baixa e sincera, tirando as luvas com cuidado. — Eu fui invasivo demais. Isso não é apropriado. Você veio aqui para um exame de rotina e eu acabei… fazendo perguntas que vão além do necessário.Você sente o peito apertar. O vazio repentino entre suas pernas é quase doloroso. Ainda deitada na maca, pernas abertas, você balança a cabeça devagar.— Tudo bem… — murmura você, a voz rouca. — Eu… não me importo.Ele fica em silêncio por um momento, jogando as luvas no lixo. Depois se levanta, o jaleco branco ainda ligeiramente aberto no peito. Os olhos azuis encontram os seus com uma honestidade crua.— Eu sempre fui muito profissional — diz ele, quase para si mesmo. — Mas, faz um tempo que... confesso que já pensei nisso… em comer
— Eu… não sei direito — você confessa, envergonhada. — Nunca pensei muito nisso. Com ele era rápido… direto. Eu gostava quando era mais devagar, mas ele não tinha paciência.Dr. Rafael inclina a cabeça ligeiramente, os olhos azuis fixos no seu rosto enquanto os dedos deslizam mais fundo, abrindo você com delicadeza.— Entendo. Então você prefere quando o toque é mais demorado… mais atento. — Ele faz uma pausa, curvando os dedos de novo, como se estivesse confirmando algo. — E quando está sozinha… como você se toca? Usa os dedos só por fora ou gosta de sentir algo dentro também? Qual a intensidade que te faz chegar mais perto?Cada pergunta parece entrar mais fundo que os dedos.Você aperta as mãos nas laterais da maca, tentando não gemer.— Eu… uso os dedos por fora, na maioria das vezes — você responde, a voz quase um sussurro. — Às vezes coloco um dedo dentro… mas devagar. Não gosto de pressa.Dr. Rafael assente novamente, satisfeito com a resposta. O polegar dele continua o movimen
A voz sai mais fraca do que você queria. Você sente o rosto queimar de vergonha no mesmo segundo. Por que eu perguntei isso? Que ridícula. Como se eu tivesse direito de saber.Dr. Rafael para. Os olhos azuis voltam para você, surpresos, mas logo se estreitam com algo que parece… satisfação. Ele se aproxima novamente, senta no banquinho entre suas pernas e apoia as mãos nuas nas suas coxas, abrindo-as um pouco mais.— Posso saber por que a pergunta? — A voz dele é grave, calma, mas há um tom divertido por baixo. Você não responde. Só morde o lábio, o coração disparado.Nos seus pensamentos, a confusão grita: Sim. Estou com ciúme. Odeio imaginar você sorrindo pra ela, tocando nela, reservando restaurante pra ela. Odeio que enquanto você me faz sentir essas coisas que ninguém nunca fez, você tenha outra pessoa esperando por você amanhã à noite.Ele sorri de canto de boca, aquele sorriso perigoso que faz seu estômago revirar.— Não namoro — responde ele por fim, a voz baixa, quase um seg
— Sim… — você sussurra. — Essa coisa acordou algo que eu nem sabia que existia. Eu me sinto… suja. Errada. Eu sempre fui boazinha, doutor. Ele tira os dedos devagar, com aquele som molhado e obsceno que ecoa na sala silenciosa. O látex desliza para fora da sua bucetinha ainda sensível, deixando uma sensação de vazio que faz você apertar as coxas sem querer. Dr. Rafael tira as luvas uma a uma, jogando-as no lixo com calma calculada. Mas ele não se afasta. Continua sentado no banquinho baixo, entre suas pernas abertas, o jaleco branco ligeiramente aberto no peito. Os olhos azuis estão fixos em você — não mais apenas profissionais. Há algo mais ali. Algo escuro, contido... possessivo.Ele apoia as mãos nuas nas suas coxas internas, quentes contra a pele fria. O polegar dele faz um carinho lento, quase ausente, subindo e descendo pela pele macia.— Suja… Errada… — ele repete as palavras baixinho, como se estivesse saboreando o peso delas. — É assim que você se sente agora, depois de ter