Compartir

10

last update Fecha de publicación: 2025-05-17 04:52:46

O Hospital Santa Maria parecia um campo de batalha abandonado. Vidros estilhaçados cobriam o chão do saguão principal, onde **três corpos** vestidos de enfermeiras jaziam em poças de sangue.

— **Armadilha óbvia** — Rocco sussurrou, verificando o carregador da Glock.

Elena ajustou o colete à prova de balas sob o casaco de couro. O cheiro de alvejante não disfarçava o odor de morte.

— **Ela quer que eu saiba que está no controle.**

O elevador pingou no quinto andar. Quando as portas se ab
Continúa leyendo este libro gratis
Escanea el código para descargar la App
Capítulo bloqueado

Último capítulo

  • Capturada Pelo Meu Sogro Mafioso    48

    A noite caía sobre a Villa Morreti quando o primeiro trovão ecoou. Alonso observava a tempestade se aproximar da varanda, um cigarro pendurado nos lábios, o gosto do tabaco misturando-se ao sal do mar. Dentro do quarto, Ekatarina despia-se com movimentos lentos, sua silhueta projetada na parede pelo clarão dos relâmpagos. — *Matteo está em Roma* — comentou ela, soltando os cabelos loiros. — *Os Bartoli estão acabados.* Alonso virou-se, apagando o cigarro no parapeito de mármore. — *E você está pensativa.* Ela sorriu, deslizando os dedos pelo decote do vestido. — *Estou com calor.* O primeiro raio iluminou o quarto quando ele cruzou a distância entre eles. Alonso pegou Ekatarina pela cintura e jogou-a na cama, mas ela rolou para o lado antes que ele pudesse prendê-la. — *Devagar, italiano* — provocou, ajoelhando-se no centro do colchão. Ele puxou-a pelos tornozelos, fazendo-a rir quando ela caiu de costas. — *Você fala demais.* Ela respondeu com um chute no peito

  • Capturada Pelo Meu Sogro Mafioso    47

    O cheiro de limão e pólvora enchia os jardins da Villa Morreti. **Matteo**, agora com dezesseis anos e pernas longas de predador, observava Nápoles do telhado com binóculos militares. — *Dois carros desconhecidos na Via Partenope* — anunciou em russo perfeito. — *Armas no porta-malas.* Ao seu lado, Alonso baixou seu próprio binóculos. — *Sociais?* — *Muito óbvios para serem Sociais.* Matteo saltou para o chão com a graça de um gato. — *Talvez os Bartoli testando nossos limites.* Ekatarina surgiu na varanda, vestindo apenas a camisa de Alonso e segurando dois cafés. — *Ou Ricci finalmente decidiu morrer.* Matteo pegou um café sem agradecer – um hábito irritante que ela secretamente admirava. — *Posso lidar com isso.* Alonso trocou um olhar com Ekatarina. O menino não era mais um menino. — *Leve Petrovich* — ordenou Alonso. — *E volte até o anoitecer.* Matteo sorriu – um flash de dentes brancos que lembrava demasiado Luciano – antes de desaparecer dentro da mansão.

  • Capturada Pelo Meu Sogro Mafioso    46

    Um ano se passara desde que os ossos de Luciano foram cimentados nas fundações da nova Villa Morreti. Alonso caminhava pelos corredores de mármore negro, suas botas ecoando como tiros no silêncio da madrugada. O cheiro de pólvora ainda impregnava as paredes – uma lembrança intencional. Ekatarina o esperava na varanda, envolta em pele de lobo siberiano, observando os primeiros flocos de neve do inverno caírem sobre Nápoles. — *Sonhei com ele novamente* — confessou, sem se virar. Alonso parou atrás dela, envolvendo seu corpo com os braços. — *Luciano está morto.* Ela riu, um som sem humor. — *Os fantasmas são teimosos.* Seus dedos encontraram o pequeno relevo em seu ventre – quase imperceptível, mas ali. **A cicatriz.** A única fraqueza que ela permitira a si mesma. — *Eles estão chegando* — murmurou ele, sentindo a tensão em seus músculos. Os *krysha* – os chefes regionais – chegariam ao amanhecer. Pela primeira vez em décadas, as famílias italianas e a Bratva se reun

  • Capturada Pelo Meu Sogro Mafioso    45

    A carta dos Socia chegou envolta em seda negra, com um selo de cera vermelha que cheirava a jasmim e morte. Alonso a abriu com a adaga que Ekatarina lhe dera – um presente de noivado que já havia cortado dez gargantas. **"A filha da puta russa por minha irmã. Encontro-nos na Capela dos Ossos. Vem só."** Assinado: **Don Vittorio Socia** Ekatarina riu ao ler, esfregando o papel entre os dedos até sentir o veneno impregnado. — *Ingênuo. Acha que não reconheceríamos o veneno dos Socia?* Alonso queimou a carta no fogo da lareira, observando as chamas devorarem o convite para sua própria morte. — *Ele não quer negociar. Quer um espetáculo.* Ela puxou o coldre com suas armas preferidas – duas facas curtas de gelo, forjadas na Sibéria. — *Então vamos dar um show.A antiga capela fora construída com fêmures de inimigos e crânios de traidores. Don Vittorio esperava no altar, vestido como para um funeral – o que, Alonso supôs, era exatamente a intenção. — *Só você?* – o velho S

  • Capturada Pelo Meu Sogro Mafioso    44

    Moscou recebeu-os com neve e aço. O jato particular dos Morreti pousou em Vnukovo sob escolta militar—cortesia do **novo** comando da Bratva. Ekatarina, agora vestida com o sobretudo de pele de raposa branca que fora de sua mãe, observava a pista através da janela embaçada. — *Eles vão te desafiar hoje* — Alonso murmurou, afastando um fio de cabelo loiro de seu rosto. Ela sorriu, mostrando os dentes. — *Espero que sim.* Do lado de fora, vinte homens armados até os dentes alinharam-se na neve. No centro, **Mikhail**, o antigo *brigadier* de Konstantin, segurava uma bandeja de prata com dois copos de vodka congelada. — *Tradição* — ela explicou, descendo os degraus do avião. — *Se eu beber e não morrer, sou digna.* Alonso segurou seu pulso. — *É veneno.* Ela beijou seus dedos antes de se soltar. — *Claro que é.O salão da Bratva cheirava a madeira encerada e medo. Mikhail, um gigante com cicatrizes de guerra no rosto, ajoelhou-se exageradamente ao entregar o copo. —

  • Capturada Pelo Meu Sogro Mafioso    43

    Nápoles cheirava a chuva e sangue velho. Alonso ajustou o colarinho do sobretudo enquanto observava o beco escuro através da janela do carro blindado. Fiorela, agora com um vestido discreto e os pulsos amarrados sob as mangas, tossiu: — *Ele está aqui. No terceiro andar do prédio azul. Costumava ser um bordel dos Socia.* Ekatarina, ao lado dela, verificou a carga da Tokarev com um *click* satisfatório. — *Mentir agora seria um erro muito estúpido, querida.* Fiorela encolheu-se. — *Eu não quero morrer.* Alonso abriu a porta do carro. — *Então reze para que você esteja certa.O prédio estava silencioso, mas não vazio—garrafas de vodka vazias e cigarros esmagados no chão mostravam atividade recente. Alonso subiu as escadas primeiro, a Beretta pronta. No terceiro andar, uma porta entreaberta. Cheiro de carne podre e pólvora. **Movimento.** Ele atirou antes de pensar. O vidro da janela estilhaçou-se. — *Preguiçoso, Morreti* — a voz de Dmitri veio dos fundos, ecoando.

Más capítulos
Explora y lee buenas novelas gratis
Acceso gratuito a una gran cantidad de buenas novelas en la app GoodNovel. Descarga los libros que te gusten y léelos donde y cuando quieras.
Lee libros gratis en la app
ESCANEA EL CÓDIGO PARA LEER EN LA APP
DMCA.com Protection Status