FAZER LOGINPOSTAGENS DIÁRIAS — Jaewon... por favor, somos amigos de infância... eu... — ela levantou-se colocando as mãos sobre a mesa o encarando. — Amigos de infância? — Indagou ele rindo alto — Acha mesmo que isso é o bastante?—Levantou-se indo até Mário, pegou uma arma que estava na mão de um dos seguranças e a engatilhou apontando para a cabeça de Mário que chorava de cabeça baixa. — OH MEU DEUS!! EU PAGO! PELO AMOR DE DEUS JAEWON .FALE QUANTO É E EU PAGO! —Catherine ajoelhou-se implorando , juntando as mãos olhando para Jaewon. Jaewon a olhou e retirou a arma da cabeça do rapaz, uma ideia,ou melhor uma solução de um problema passando em sua mente . — Eu não aceito dinheiro, apenas você.
Ver maisCatherine não sabia o que realmente pensar ou esperar do convite inesperado. Desde que se casara com Jaewon, ele nunca a convidara para lugar nenhum. Ela era uma prisioneira, não era? Eles foram às Bahamas, mas aquilo não havia sido uma viagem de casal. Seu rosto esquentou com o pensamento ao lembrar de ter dividido o mesmo quarto, a mesma cama.“Aquilo não foi nada”, tratou de lembrar a si mesma. Afinal, era tudo por fachada, por vingança ou algo mais que ela não conseguia dizer ou distinguir nas intenções dele. Aquela viagem tinha a ver com os negócios de Jaewon, e ela era apenas uma peça nesse jogo infernal.— Catherine? — a voz do outro lado da porta a fez sobressaltar. Ela virou-se instintivamente, encarando a porta. Reconheceu a voz de Jaewon.Catherine segurava a escova de cabelo, sentada em frente ao espelho na penteadeira. Paralisou por um instante.— Eu já vou — respondeu, olhando mais uma vez seu reflexo no espelho. O batom rosa-claro em seus lábios, o qual ela havia pa
Jaewon estava em seu escritório, a noite anterior pairando em sua mente. Ele ainda lembrava da risada dela, Catherine ali em sua frente, comendo e rindo de uma coisa ou outra na conversa deles, algo como um jantar normal entre um casal.Casal...Eles eram um, afinal?Jaewon esfregou as palmas das mãos no rosto, como se o movimento pudesse espantar os pensamentos. Não! Eles não eram um casal, não de maneira convencional. Mi-jun estava certo, ele tinha que se concentrar. Aquele casamento não era de verdade e, além disso, ela sempre fazia questão de lembrar que nunca seria nada para ele.Jaewon suspirou e checou seu celular em cima da mesa. A mensagem ainda não estava aberta nas notificações. Ele pegou o celular, abriu a mensagem e leu:"Quando nos veremos?"Bethany.A imagem da mulher loira veio à sua mente, e então ele deixou o celular de lado, olhou para um ponto fixo à frente e fechou os olhos com força, levantando da cadeira de couro que raspou no carpete com o impulso. Jaewon camin
Jaewon fechou a porta assim que ela desceu as escadas, encostando-se contra a madeira fria. Seu olhar perdido fixou-se no vazio enquanto sua mente se enchia de mil suposições sobre os motivos dela para tentar se aproximar dele, mesmo que de forma sutil. Passou a mão pelo rosto, um gesto que misturava frustração e inquietação, como se tentasse esfregar os pensamentos inoportunos para longe. As palavras de Mi-jun ecoaram em sua cabeça como um lembrete incômodo: "Nunca envolva sentimentos em uma transação."E era isso, não era? Um casamento que não passava de uma transação comercial. Ele sempre lidará com negócios assim — frios, calculados, sem espaço para emoções. Jaewon bufou baixo. Não amava Catherine, e, para ser honesto, não tinha motivos para amá-la. Estava claro, em cada rejeição dela, que o sentimento era recíproco. Então por que essas dúvidas o incomodavam tanto? Ele espantou os pensamentos com um suspiro resignado e foi tomar um banho longo, deixando a água quente escorre
Cassino 9 Pm Jaewon estava absorto em seus pensamentos, fumava enquanto Mi-Jun ainda o atualizava sobre as últimas rondas feitas na cidade. A cidade dele. A fumaça do cigarro subiu preguiçosamente até o teto enquanto Mi-Jun falava. Mas sua mente parecia distante, dois dias atrás onde ele se recordava de ter ficado até tarde na biblioteca lendo com Catherine ao seu lado . Ele nem ao menos virou as páginas do livro que segurava , apenas a observando imersa na sua própria fantasia do livro que ele escolheu para ela . Catherine estava sentada na poltrona ao lado ,uma postura desleixada, praticamente deitada enquanto os pés balançavam de uma lado para o outro ,os olhos perdidos nas palavras do livro, o incomodava mais do que gostaria de admitir.Ele lembrava bem do momento. Ela parecia tão… inocente naquele instante, tão diferente da mulher difícil que ele conhecia. Isso o irritava de uma forma inexplicável. Ela parecia tão frágil, quase vulnerável. Como poderia estar ali,






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