INICIAR SESIÓNAlex Silva a tomado el control de la mafia de chicago después de la muerte fingida de su amigo casi hermano Marcus, siempre se destacó por ser frio y controlador hasta el día que sus ojos se encontraron con la belleza de un ángel. No permito ni adaptaciones, ni plagios de esta historia . Segundo libro de cruel venganza.
Ver másElisa Beaumont acordou antes mesmo do despertador tocar.
O sol de São Paulo ainda se espreguiçava entre prédios quando os primeiros feixes de luz atravessaram as persianas do apartamento no topo do arranha-céu. O vidro refletia a cidade como um tabuleiro infinito, onde cada peça se movia rápido demais para quem ousasse hesitar. Ali, no silêncio caro e minimalista do espaço, Elisa abriu os olhos sentindo um peso conhecido no peito.
Não era cansaço físico. Era antecipação.
Aos vinte e oito anos, Elisa Beaumont era tudo aquilo que revistas de negócios chamavam de “fenômeno”. CEO da Beaumont Tech, uma startup de inteligência artificial aplicada à saúde que crescera de forma vertiginosa nos últimos cinco anos, ela havia transformado um projeto acadêmico em uma empresa milionária. Jovem, brilhante, respeitada… e profundamente pressionada.
Sentou-se na cama, passando a mão pelo rosto antes de se levantar. Caminhou até o banheiro com passos firmes, quase mecânicos. O reflexo no espelho mostrava uma mulher de postura impecável, mesmo de pijama. Os cabelos castanhos ondulados estavam presos num coque despretensioso, os olhos escuros atentos demais para alguém que acabara de acordar.
Enquanto escovava os dentes, imagens dos relatórios financeiros da noite anterior voltaram como um eco incômodo. Números vermelhos. Projeções frias. O tipo de leitura que não perdoa sonhos.
Na cozinha, o aroma do café forte tomou o ambiente. Elisa apoiou as mãos na bancada de mármore, respirando fundo antes de pegar o telefone.
Discou um número decorado.
— Clara, bom dia — disse, enquanto observava a cafeteira terminar seu trabalho. A voz saiu firme, mas havia algo ali, um fio de urgência que sua assistente conhecia bem.
— Bom dia, Elisa — respondeu Clara do outro lado, já desperta, já eficiente. — A reunião com os investidores está confirmada para as 14h. Sala de conferências principal. Venture Capital Brasil e Apex Investments confirmaram presença… e o representante da D’Avila Capital também.
Elisa levou a xícara aos lábios, mas congelou antes do primeiro gole.
— Quem? — perguntou, mesmo já sabendo a resposta.
— Gael D’Avila — completou Clara, em tom cuidadoso. — Ele confirmou pessoalmente ontem à noite.
O nome caiu no ar como um aviso silencioso.
Gael D’Avila não investia. Ele dominava.
— Certo — murmurou Elisa, forçando controle. — Prepare os slides com os números atualizados. Quero foco total no crescimento da IA para saúde. Dados clínicos, impacto social, tudo. E garanta que o café da reunião esteja impecável. Nada fora do lugar.
— Entendido. Ah… — Clara hesitou por um segundo. — O relatório final do CFO chegou. As projeções não são animadoras.
— Eu vejo quando chegar ao escritório — respondeu Elisa. — Obrigada, Clara.
Desligou e ficou alguns segundos encarando a cidade lá embaixo. A Beaumont Tech nascera de um propósito real. Não era apenas tecnologia. Era gente. Hospitais, médicos, pacientes. Vidas que dependiam de decisões rápidas e precisas.
Ela havia apostado tudo ali. Absolutamente tudo.
No caminho até o Itaim Bibi, Elisa manteve o olhar fixo pela janela do carro, enquanto o trânsito fluía em sua dança caótica. O prédio da Beaumont Tech surgiu imponente, moderno, com fachadas de vidro espelhado que refletiam ambição.
Assim que entrou, foi recebida por olhares atentos. Sorrisos tensos. Esperança misturada com medo.
— Bom dia, pessoal — disse ela, com energia ensaiada. — Hoje pode ser o dia que muda tudo.
Na sala de reuniões aberta, os gerentes já aguardavam. Elisa ocupou a cabeceira da mesa com naturalidade. Liderar nunca fora um esforço para ela. Era instinto.
— Precisamos estar alinhados — continuou. — Essa reunião não é só sobre dinheiro. É sobre sobrevivência.
Pedro, o CTO, pigarreou.
— Os protótipos estão prontos para demonstração — disse, ajeitando os óculos. — A nova versão do algoritmo superou as expectativas. Mas sem mais servidores, não conseguimos escalar. Se o funding não sair…
— Vai sair — cortou Elisa, firme. — Mostrem os dados. Nosso sistema reduziu erros de diagnóstico em quarenta por cento. Isso muda o jogo.
Sofia, a CFO, respirou fundo antes de falar.
— Elisa, preciso ser honesta. Estamos queimando dois milhões por mês. Se não fecharmos ao menos dez milhões hoje, teremos que cortar custos drasticamente. Vinte por cento da equipe.
A palavra “demissões” ficou implícita. E pesada.
Por um instante, o silêncio dominou a sala. Elisa sentiu o nó na garganta, mas não permitiu que chegasse aos olhos.
— Não vamos chegar a isso — disse, com convicção. — Eu prometi que essa empresa faria a diferença. E vai fazer.
Dispensou a equipe pouco depois e seguiu para sua sala envidraçada. A vista da Faria Lima era grandiosa, quase desafiadora.
Ela discou outro número.
— Roberto, é a Elisa.
— Minha menina — respondeu o mentor, com a voz rouca de quem já vira muitos impérios caírem e outros nascerem. — Ouvi rumores. Fluxo de caixa apertado?
— Bastante — admitiu. — E Gael D’Avila estará na reunião.
Houve um breve silêncio.
— Cuidado — disse Roberto. — Esse homem não faz favores. Ele compra. Controla. Desmonta se precisar. Se farejar fraqueza, vai atacar.
Elisa fechou os olhos.
— Eu sei. Mas precisamos do dinheiro.
— Então negocie com a cabeça, não com o orgulho — aconselhou ele. — Às vezes, salvar parte do sonho é melhor do que perdê-lo inteiro.
Às quatorze horas em ponto, os investidores chegaram. A reunião começou cordial. Perguntas técnicas. Números. Promessas.
Até Gael D’Avila entrar.
Alto, elegante, terno cinza perfeitamente ajustado ao corpo, gravata vermelha como um aviso silencioso. O sorriso era calculado. Os olhos, perigosamente atentos.
— Senhora Beaumont — disse ele, apertando sua mão. — Vejo que continua desafiadora desde Miami.
— E você continua arrogante — respondeu Elisa, sem recuar.
Gael sorriu mais.
— Gosto disso em você.
Durante a apresentação, ele ouviu em silêncio. Quando falou, foi direto.
— Vocês precisam de vinte milhões. E rápido. Eu posso oferecer isso… em troca de cinquenta e um por cento da empresa.
O ar desapareceu da sala.
— Isso é uma aquisição hostil — rebateu Elisa, a voz firme apesar do coração acelerado.
— Isso é sobrevivência — corrigiu Gael, inclinando-se para frente. — Sem mim, você perde tudo. Comigo, salva sua tecnologia. Pense bem.
Elisa sustentou o olhar dele por longos segundos.
— A Beaumont Tech não está à venda — disse, enfim. — Não hoje.
Gael levantou-se, tranquilo demais para alguém que acabara de ser recusado.
— Meu número está aí — disse, deixando o cartão sobre a mesa. — Quando a realidade bater à porta, você vai ligar.
Quando ele saiu, Elisa sentiu o peso do tempo cair sobre seus ombros.
A guerra estava declarada.
E ela sabia, no fundo da alma: Gael D’Avila não aceitava perder.
RicardoAngela me estaba llevando al bordé de la locura, esto ya no era fácil para mí por un lado sabía que ponerle un dedo encima en este momento podía significar que ella tal vez jamás me lo perdonaría y por otro lado no sé por cuanto poder controlarme. Ella seguía en cuatro patas sobre la cama, tomé una sudadera y me acerqué a ella para cubrirla por mi propia salud mental.-Pequeña, debes vestirte te vas a enfermar - Ella se enrosco en mi cuello apenas me tuvo a su alcance, acercando su rostro al mío--Tengo calor ayúdame - Paso su lengua por mi oreja con sensualidad y chupo lentamente el borde de ella- Por favor - Susurro mientras dejaba un camino de besos por mi cuello – Cerré los ojos por todas las sensaciones que mi cuerpo sentía--Pequeña estas drogada, no está bien - Apenas pude decir lo último mientras ella ya estaba sacándome la remera--Solo déjame a mi- Ronroneo mientras su boca lambia mi torso. Cerré los ojos y disfruté su contacto y por todos los santos que lo estaba di
RicardoMe encontraba bebiendo como un maldito demente con los muchachos, no podía dejar de pensar en que en este momento Angela estaba con él, ya no podía soportarlo mi mente me decía que tal vez era el momento de alejarme y vigilar la situación de lejos sin involucrarme, pero en cambio el corazón me gritaba que no la dejara. ¿A cuál de los dos tenía que hacerle caso?- Esa mujer te tiene mal - Habla Alexander tomando un trago de su cerveza- Pareces perdido hermano--Claro que no, no digas estupideces – Bufe molesto-- ¿Hace cuantos años te conozco? Cres realmente que no notamos como la miras. Vamos hermano hasta nos controlas por si la miramos de más - Diego y Alejandro asienten a lo que dice el idiota de mi amigo--Ella ya tiene a alguien estoy fuera de esa carrera - Bebo otro trago mirando al cantinero como si fuera lo más interesante en el lugar--No estoy tan seguro de eso - Dice Alexander logrando que mi pobre Cora latiera con una pisca de esperanza--Ni yo - Esta vez es Alejan
Después de terminar de cenar no dude en conducir a un hotel, que diablos necesitaba tenerla, realmente me costaba horrores dejarle tanta libertad, aunque admitía que tenía algún otro infiltrado dentro del hospital no era suficiente para mí. Muchos de los que tenía a su alrededor se habían negado a seguir vigilándola y tenía la sospecha que su amigo el misterioso estaba detrás de eso.Ese era el otro tema que me tenía inquieto " su amiguito", no podía averiguar nada sobre él, el muy cabrón cubría cada huella que dejaba más rápido de lo que mi gente podía descubrir. Fernando esta con los nervios de punta por este hecho, habíamos tenido varios sabotajes en los embarques y el apostaba que él era quien estaba detrás de ello. Por alguna razon yo no estaba completamente convencido de ese hecho, no lo conocía, pero esa vez que hablo conmigo no parecía tener otra intención de que no lastimara a Angela.Todo se estaba volviendo turbio, tenía esa sensación de tener que cuidarme las espaldas cons
MonicaHoras después de que Angela y Monica tuvieran su encuentro...En una lujosa villa de chicago llamada Chicago-Naperville-Elgin ...Monica se encontraba desnuda, golpeada y cubierta de semen de varios hombres que no conocía. La habían abusado en manada bajo la orden de su jefe, el hombre que la había enamorada solo para acercarse a su mejor amiga. Alguien que cargaba una máscara casi perfecta.-Ya sabes lo que te pasara si abres tu linda boca- Su voz era amenazante - Das asco, sal de mi vista o no me importara que seas amiga de mi futura mujer y te matare como la perra que eres-Ella intento levantarse, pero era imposible, su cuerpo dolía como nunca. Se sentía tan humillada pero no importara cuanta veces la destruyeran ella no iba a permitir que su amiga callera en las manos de este psicópata prefería morir antes.-Saquen la basura muchachos y tiren esa alfombra ya debe tener olor a puta barata- Dos hombres la sujetaron de los brazos y la sacaron del lugar, ella ni siquiera force






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