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CAPÍTULO 5

Author: Kell velloso
last update publish date: 2026-08-11 09:06:45

Assim que saio da minha goma e começo a descer as escadas começo a escutar os pipoco no pé do morro, os vapô tudo correndo com os fuzil nas costa e os morador apavorado, uns correndo, outros fechando as casas, os mercadinho tudo sendo fechado, essas porra desses bota são uns felha da putta, tinha que invadir hoje bem no dia do baile onde sempre rola uam grana boa, onde fazemo os bagui circular a vontade, tranzendo o caos ao meu morro…

Desço as escadas correndo com um fuzil nas costas e algumas 9mm na cintura, temos nossos ponto estratégico onde temo a visão geral da porra do morro, e de onde podemos acertar os botta que insiste em cruzar o nosso caminho.

A correria, o desespero dos morador entre as escadarias com a intenção de se proteger dos tiiro é grande, corro entre eles descendo e indo até a boca principal de onde pretendo tirar FJ e seguir para o alto do morro, no caminho vejo um botta já mirando em mim e antes de que puxe o gatilho vejo ele desequilibrar ao ser atingido na perna, um dos meus soldados o acertou, ma sabemos que os outros estão ainda mais perto, os tiiros estão cada vez mais próximos, vejo que a porta da boca está aberta, me aproximo devagar e não penso duas vezes ao ver Fj ajoelhado e um filho da putta apontando a arma para a cabeça dele, não penso duas vezes, sei que ao puxar o gatilho serei caçado a todo custo mas não exito ao escutar a voz do desgraçado…

— Aê FJ finalmente estamos cara a cara, achei que nunca iria conseguir por as minhas mãos em você, mas te encontrei fácil malandro, achei que sendo já velho no ramo não facilitaria tanto…

— Qualé, faz logo o que tu quer mermão, mas na moral, num deixa meu sobrinho saber se não tu á foddido, o DIABLO não te deixará viver pra contar…

— Acabarei com ele, assim como o pai dele acabou com o meu irmão, é só uma questão de tempo pra esse playboy metido a bandido ir fazer companhia ao capeta.

Escutando a voz debochada do botta e vendo que ele está prestes a apagar o FJ não penso duas vezes, miro e puxo o gatilho fazendo o bosta cair, com a queda a arma cai um pouco mais distante dele e ainda vivo ele me olha e tenta reagir esticando o braço tentando alcançar a arma…

— DIABLO, seu filho da putta desgraçado, atirando pelas costas… — Fala com ódio no olhar e se engasgando no próprio sangue…

— Não tenho porque ter pena de um merdda como você… — Me aproximo devagar com a arma apontada para a sua cabeça…

— Aê DIABLO, deixa que desse cuido eu, a rixa é antiga — FJ fala já se levantando e eu entrego pistola pra ele que não pensa duas vezes…

— Te vejo no inferno junto como o merdda do VK que um dia foi teu irmão, vai fazer companhia a teu irmão no inferno — Falo e em seguida puxo o gatilho enviando definitivamente o verme pro colo do capeta.

Saímo da boca e deixamo o corpo do verme lá e seguimo correndo com as arma na mão descendo as escadarias e entre os tiro, vejo de longe alguns botta se aproximando e puxo FJ e mostro, eles tão indo direto pra boca e sei que lá não vai tê jeito, vamo perder as drogga que tão lá, com certeza a apreensão vai ser grande o prejuízo pra mim vai sê maior ainda, não demora muito e escutamo que descobriram o merda largado no chão, a movimentação se intensifica e os botta começam a nos caçar em volta da boca. Pouco depois vejo que alguns dos vapor foi capturado e estão sendo levado pra entrada do morro, olho pro FJ e ele faz sinal que nao, seguimo pra parte se cima do morro, os tiiro continua ficando mais próximo, finalmente chegamo num ponto estratégico e daqui é fácil mandar balla sem ser visto, ao menos essa é a intenção desse lugar, proteger.

As horas passam e os tiiros aos pouco vai cessando, e depois de mais alguns minutos finalmente saímos do nosso ponto cego e segui direto pra minha goma a minha mente se dirige a Thaíse e Geni, espero que ela s não tenham sido encontradas por ninguém e que Thaíse não tenha feirto nenhuma merdda.

Sei que preciso ir na boca, o trabalho vai ser grande pra contabilizar as perdas que essas pregas causaram, mas não consigo deixar de pensa nela e com isso em mente corro em direção a minha goma, enquanto vejo os estrago pelo caminho…

Nem ao menos fui dar uma olhada na boca, sei que o FJ vai arruma as coisa, chego em frente ao portão e vejo que tem alguns soldado com o fuzil atravessado, respiro fundo ao ver que minha goma num foi invadida, entro em casa e vou direto chamar a dona Geni pra que ela abrir a porta e as duas sair sabemndo que estão em segurança…

Assim que ela abre me abraça forte, um abraço de "mãe".

— Ravi meu filho que bom que você voltou. — Ela fala ao me soltar e fica me olhando por completo pra ver se não estou machucado.

— Dona Geni, eu estou bem, num tô machucado não ok, falo tirando a camisa e em seguida abrindo os braços e dou uma girada, ela fica olhando e ao constatar que estou inteiro suspira aliviada, em seguida a abraço forte e deixo um beijo em sua cabeça, olho em volta em busca da Thaíse e não a vejo…

— Dona geni, cadê a menina? — Pergunto temendo pelo pior.

— Ah meu filho, ela teve um ataque de pânico e está quase desmaiada lá dentro, por favor ajude ela ok.

Na moral, não esperava que isso fosse acontecer, mas até entendo o lado da mina mano, depois do que ela passou e pouco depois presenciar uma invasão no morro não deve ser nada fácil pra ela, balanço a cabeça em negação e entro no quarto e a vejo deitada na cama que tem, e vou até ela e assim que toco nela ela começa a me encher de porrada.

— Aê mina, páaara porra, tô aqui pra te fazer nenhuma porra não, caraleo. — Grito enquanto ela continua no surto que tá…

— Ravi, não adianta, deixa ela um pouco aí, acho que aos poucos ela volta ao normal meu menino, é compreensível a reação dela a tudo isso, tudo o que ela passou…

Tô ligado dona Geni, mas não posso deixar ela aqui dentro, me ajuda e leva-la pro quarto,preciso manter esse lugar fechado. — Falo me aproximando mais uma vez dela e já me preparando pra mais uma sessão de murros.

Assim que me aproximo ela recomeça os ataques,, encaro a fúria da mina e a pego por trás prendendo seus braços e em seguida a jogo nos ombros e vou em direção a escada, durante todo o caminho ela me dá socos nas costas e até mesmo chega a me dar uma mordida, dona Geni vai na frente e assim eu chego em frente ao quarto que ela está ficando, a porta já está aberta, entro e a jogo de uma vez em cima da cama, o que a faz por alguns segundos parar o ataque e me olhar… Viro as costas e saio andando deixando as duas lá…

Mulheres, essas porras são boa pra caraleo na cama véio, mas fora dela é só dor de cabeça e essa mina tá me deixando cada dia mais doido, me deixa duro por ela, mesmo que sem intenção ela me provoca até o limite…A sensação dela em meus ombros, com os seiios roçando mexeu que só a porra, preciso me livrar logo dessa mina ou vou acabar fazendo merdda…

Desço a escada e vou até a cozinha, abro a geladeira e vejo que tem torta de limão que adoro, me sirvo de um pedaço e vou até a sala espero que dona Geni consiga amansar a fera que a mina ficou, na moral, tomara que a dona Geni consiga tirar ela do surto, preciso conversar com ela e acertar as coisas afinal ela já está bem melhor, acredito que já pode sair do morro sem me trazer consequências…

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