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Capítulo Vinte e Oito — O Preço do Silêncio

Autor: Mitha Souza
last update Fecha de publicación: 2025-10-29 00:26:34
Simon Duarte

O encontro foi marcado às pressas. Não houve explicações. Meus pais ficaram atordoados. Minha me avisa: “Vamos sair. Agora.”

No carro, ela estava pálida. Os olhos fundos e a boca seca. Meu pai, normalmente calmo, dirigia com o maxilar travado e os punhos tão cerrados que os nós dos dedos estavam brancos. Ninguém falava nada. Mas eu sentia que havia algo errado. Muito errado.

Chegamos à casa dos Benson. Fomos levados direto pro escritório do Sr. Benson. Um cômodo frio e impessoal.
Mitha Souza

Querido leitor! Fico feliz por te ter aqui, lendo essa história que me conquistou desde quando ainda era apenas uma ideia. Espero que esteja curtindo essa viajem que só a leitura nos proporciona. Não deixem de me seguir e votar para que esse livro possar alcançar outros leitores. Também não deixem de comentar para que saiba como vocês se sentem ao ler cada capítulo. um abraço carinho! Mitha Souza. #votar# #comente #mesegue

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Comentarios (1)
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Cassiane Barbosa
MDS eu tô chorando demais ,que cara babaca o pai do Noah
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Último capítulo

  • Desejos Proibidos    Capítulo Noventa e Quatro — Fim da Jornada

    Era manhã em São Paulo. O céu nublado, o ar úmido, o silêncio confortável. Simon preparava café. Noah trocava Eduardo, agora com seis meses e olhos atentos. A casa estava cheia de vida. Era um lar feliz e cheio de cor e amor. Romeu Santana havia assumido a Benson & Co. A fusão com a Vértice avançava com ética e transparência e nome Benson, antes sinônimo de poder e silêncio, agora era símbolo de reparação. Simon e Noah se dedicavam integralmente à Axis & Co. e ao Projeto Essência e Liberdade. A sede em São Paulo funcionava como centro estratégico. Unidades em Natal, Recife, Lisboa, Buenos Aires e Luanda já estavam em operação. Naquela manhã, Simon sentou-se à mesa com um caderno onde escrevia as ideias que surgia ao longo do dia. Noah se aproximou. — Está escrevendo o quê? — Os últimos acontecimentos do projeto para o documentário. — Devíamos escrever a nossa história — sugeriu. — É uma boa ideia. — Ele assentiu, rindo — O mundo precisa saber em como transformamos nossa dor em

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