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CAPITULO 2

Autor: JS Livros
last update Data de publicação: 2021-03-16 00:27:08

Arthur vinha como convidado de uma das frotas navegáveis de Minestirith, esta frota , fora  mandada para busca lo, após a carta que ele mandou a seu pai, sobre como estava sua estadia pela Europa , o rei lhe  mandou outra carta com urgência, para voltar ao reino.

Ele largou sua antiga vida que iniciava se na cidade de Londres Inglaterra, ele havia estudado na mais famosa faculdade de lá, e também iniciar a ser um professor temporário, onde tinha conhecido Elise, uma jovem moça de grandes sonhos, eles compartilharam durante um ano o mesmo teto, os mesmo objetivos, o mesmo amor....mas agora, Arthur devia retornar as suas terras, mal sabia ele o que de fato o esperava, lhe traria para um rumo...muito distante de tudo que imaginou um dia. O jovem príncipe esperava poder contar a sua família sobre Elise, e traze la para seu reino, mas , por Deus....sera que isso tornaria se, possível?

Ao desembarcar no porto da cidade Portuária, Arthur vê dois guardas reais, a sua espera, prontos para lhe acompanhar ao castelo ele de pronto, vai até eles, de fato Arthur sentia falta de seus irmãos, Synyster e Caspian, sentia falta de sua carinhosa mãe, seu pai, ele sentia falta de casa afinal, Arthur também notava que as coisas estavam diferentes, as ruas pavimentadas, as casas mais bem arrumadas, e as ruas iluminadas por postes simples de luz, parecia que a evolução estava chegando aos poucos em Minestirith, a cidade ainda não conhecia automóvel, mas tinha belas carruagens , que passavam abertamente nas ruas, alias, em Londres somente os mais ricos tinha um automóvel, não se via tal inovação nas ruas.

Assim que o jovem príncipe chega ao castelo, ele é recebido pelas criadas, que logo o reverenciam e guiam o mesmo para seu quarto, ele então entra, vê que suas coisas permaneciam intocáveis, limpas mas no mesmo lugar, ele passou cinco anos longe, não esperava tamanha recepção, logo seu banho esta pronto, ele agradece, e logo vê uma roupa para se banhar.

Após seu banho, Arthur, veste se, e nota que suas malas já estavam em seu quarto, ele então começa a abrir uma para iniciar a arrumação, porém, uma carta sobre sua cama lhe chama a atenção, era uma carta de seu pai rei Heitor, que convocava sua presença ao escritório do mesmo, por fim, Arthur, deixa a arrumação das malas para depois e , se coloca para fora de seus aposentos, rumo ao escritório, no caminho cumprimenta alguns criados e criadas, até chegar no escritório de seu pai, ao qual ele b**e a porta e aguarda paciente a permissão de adentrar o local.

Entrando no escritório  Arthur vê claramente o olhar pesado e preocupado de seu belo pai, sobre algumas papeladas , o local era mais escuro do que se lembrava, as paredes de madeira de cedro , bem polidas, com pouca iluminação, um castiçal  sobre as cômodas ao redor do cômodo, e um lampião de grande elegância com detalhes em ouro, estava sobre a mesa iluminado em partes o rosto de seu pai, e os papeis que ele lia, seu pai estava sentado na  poltrona de leve pelagem em veludo vermelho na almofada, e madeira escura, a mesma  da escrivaninha de madeira, logo Arthur quebra o silencio:

__O que lhe preocupa meu pai?

Após a pergunta, Heitor move seus olhos azuis até o  canto que está seu filho mais velho ,  na porta, Arthur entra e  fecha a porta e ao mesmo tempo olha ao redor, logo pousa seus olhos claros sobre o semblante de seu pai, Heitor em um sorriso, levanta se de sua poltrona e anda lentamente até Arthur, fala

__Fico feliz em reve lo filho, o rei de Alvorada me propôs um acordo de paz, mas, preciso de você Arthur, eu preciso muito de você.

Arthur não entendia o porque seu pai precisava dele, sua expressão dizia isso, ele abre um sorriso sem jeito, olha para seu pai, e dá de ombros:

__O que precisa que eu faça meu rei?

Heitor tão rápido quanto um tiro perdido, ou uma cobra dando um bote em sua presa, logo diz as palavras que dariam a vida de Arthur um novo rumo, para sempre, Heitor fala, certeiro:

__Que se case, Eu preciso que você se case meu filho, e já tenho a noiva.

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  • IMPÉRIOS    CAPITULO 46

    Os olhos de Ingrid se abrem aos poucos , sua primeira visão foi as nuvens brancas do céu azul avermelhado do meio da tarde, ela pisca duas vezes recobrando sua consciência aos poucos , e fala: __Eu...estou morta? Uma voz suave e melodiosa ressoa em sua mente : __Não querida Ingrid. Só então foi quando Ingrid se levantou ficando sentada no chão, com sua mão espalmada no chão sustentando a parte de cima do seu corpo a mesma olha para o lado um pouco mais distante e vê, um possante dragão de escamadas douradas, o mesmo era enorme, deitado de forma elegante e o peito estufado ele chegava a cinco metros , ela se perguntava qual o tamanho dele de pé? O mesmo solta um sorriso de som nazal e um punhado de fumaça sai das narinas do Dragão Dourado, o dragão de reis, ele olha para Ingrid, a mesma estava de boca aberta e fala: __Eu...estou viva?

  • IMPÉRIOS    CAPITULO 45

    O campo de guerra era o espaço de dois quilomentros entre os dois povos, Druidas e o exercito de Minestirith , a líder dos druidas estava com uma armadura prateada com pedras de cristal, que reluzia ao toque da luz do sol, seu exercito vestia armaduras de prata cintilantes, seus elmos também brilhavam, logo a druida fala: __Finalmente! O dia de nossa Vingança!! Ela grita de forma motivacional para o seu exécito , e todos gritam de volta de forma a responde la , concordando com a mesma. EM MINESTIRITH... O povo de Minestirith era guiado por seus lideres na linha de frente, e o rei fala : __Não venhamos temer a morte! Vamos atrás dela com coragem e bravura! O ciclo da vida é esse, Nascemos, vivemos e morremos, pense em seus filhos! Pensem em suas esposas e maridos! – Heitor sobre seu cavalo galopa a toda velocidade de um lado ao outro na frente de seu exerc

  • IMPÉRIOS    CAPITULO 44

    Ingrid havia chegado na floresta de Hélion, ela foi pelas montanhas, a mesma escalou penhascos e desfiladeiros, ela pode ver os lendários druidas do alto da montanha, o exercito deles era lindo, seus cabelos continha uma beleza impar, mas , ela sabia que não poderia ficar ali encantada com eles, ela precisava seguir o mapa e ir para a toca do suposto dragão, Ingrid enfrentava um dilema particular, será que o dragão era real? E se fosse...será que ajudaria a todos? E porque o líder mandou ela? A menina tinha uma mente inocente e boa, e se perguntava se a guerra era de fato necessária? Muitas pessoas morriam sem ao menos ter culpa, muitas vidas eram ceifadas, muitas vezes, vidas inocentes. A arqueira seguia sozinha e em silêncio sabia que não poderia por tudo a perder, ela sabia que precisava ser a tábua de salvação em meio aquele mar de lava. Ingrid escalava mais um desfiladelo em silencio , ela caminhava quieta, e olhava ao redor atenta, ela estava em área des

  • IMPÉRIOS    CAPITULO 43

    Em Minestirith aquela manhã havia sido puro terror, algo terrível de se lembrar, muitas pessoas estavam feridas, outras mortas, mas havia algumas com vida, na capital do reino famílias nobres como os Erondales e Candem cederam suas mansões como refugio para os sobreviventes, as pessoas que não estava loucas lutavam contra as pessoas loucas, para isso os soldados dos exércitos particulares dos nobres que não estavam loucos defendiam as mansões com os refugiados, na Cidade Pequena de Minestirith a mansão da duquesa Vallerius tornou se um local de refugio onde muitos soldados também lutavam ao redor para defender, não somente os soldados mas a duquesa Anna também ela liderava suas tropas bravamente.No castelo de Minestirith o rei havia deixado a rainha com os gêmeos e as pessoas que eles guiaram para a passagem secreta, todos estavam seguros, todos estavam n

  • IMPÉRIOS    CAPITULO 42

    Dois meses se passaram, Alvorada ainda estava em luto pela morte da rainha, a verdade era que o rei e seu filho estavam , não o povo. Mas, na floresta de Hélion a líder dos druidas, Tori, sabia que era o momento perfeito para o inicio do conflito final, com isso ela manda que um grupo de druidas entoassem os antigos cânticos de hipnose , com isso um grupo de dez dos melhores druidas com habilidades de mexer na mente, se juntam e começam a proferir em um latim muito antigo o cântico , ressoavam o cântico de khöömei em assobios e múrmuros , que acompanhado com o tambor xâmanico , usando da magia da antiga religião para ampliar o efeito natural do cântico, com isso os ventos se movem de forma desconexa, nascendo aos poucos uma nuvem cinza que parecia conter a magia de hipnose , e seria levada pelos ventos até os reinos, essa magia só afetava pessoas de mente fraca, o efeito não duraria para sempre mas, causaria um grande estrago entre os reinos, deixando e

  • IMPÉRIOS    CAPITULO 41

    Quando Margareth adentra o salão real de seu castelo estava vazio, todas as pessoas naquele momento estavam indo ao salão onde iria ocorrer o casamento não faltava muito tempo para a cerimônia ocorrer, nem os guardas estavam lá no salão real, as pessoas nesse momento estavam sentando em seus lugares no salão de bailes da capital, todos estavam focados no casamento. O que era um momento perfeito para a conversa que Nina gostaria de ter com Margareth, Nina , estava com um vestido preto, o que Margareth estranhou, Nina estava de costas para a rainha, a morena estava sobre o altar ao lado do trono da rainha, ela toca o trono e fala: __Que trono lindo.... Margareth fala: __Porque me chamou aqui sua víbora! Acha que não sei porque estais aqui?! Acha que eu vou permitir esse casamento? Nina sorri, mas Margareth não vê pois a morena permanece de costas para ela, Nina fala:

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