INICIAR SESIÓNEle bateu a porta e deu a volta para finalmente entrar no lugar do motorista.
— Onde você foi ontem? Você não é assim, droga e eu pensei... — Ele parou de falar e exalou. — Pensei que queria realmente sair comigo.Olhei indignada para ele, malditos homens. Mike tinha estacionado na área escura atrás do bar e o vidro fumê deixava tudo ainda mais apagado dentro do carro.Ignorei as reclamações e me jogu— David! — Berrei e ele entrou na garagem do apartamento dele. — Que merda pensa que está fazendo?— Tomando o que é meu. — Ele disse quando estacionou.Eu me recusei a sair do carro, minhas emoções estavam a flor da pele quando ele abriu a porta e me puxou para fora. Fui jogada em seu ombro e carregada para aquele maldito elevador.— Me solta, maldito filha da puta! Eu vou quebrar a sua cara! — Gritei dentro do elevador, mas ele não fez nada além de receber meus tapas e socos em suas costas.Ele continuou o caminho até o apartamento e só me colocou no chão após fechar a porta e trancá-la por dentro.— Porque você não estava lá? Porque não estava comigo? — Eu chorei batendo no peito dele e David apenas começou a me empurrar devagar contra o seu sofá, eu mudei a direção e sa&i
Passei talvez algumas horas desidratando o meu corpo e relembrando cada uma das coisas que vivi por causa de Michael. Por alguma razão a dor se transformou em ódio e eu queria ter tido a chance de me descontar a minha raiva, o maldito rancor que eu estava sentindo no que eu pensava ser meu único amigo.Meu corpo doía tanto que a adrenalina do ódio me fez levantar a força, coloquei um jeans e uma camiseta larga para não arranhar minhas feridas e sai. Não vi Ben em lugar algum e eu sinceramente não me importava, havia algo que eu queria fazer e com tudo o que eu tinha passado e ele também presenciado, duvido que me deixaria sair sem que eu estivesse completamente bem.Não peguei nada além da minha carteira corri para a frente da faculdade, não senti fome, nem sede. A única coisa que eu queria fazer era estar ali e esperar e foi o que eu fiz, escorada nos muros das casas do outro
Não era o mesmo filho da puta de anos atrás, mas ele era o mesmo tipo de cara que arrancaria delas o que queria sem se importar com suas dores.— Leve-a para a sua casa. — Conclui mudando de ideia. — O hospital fará perguntas e eu mesmo quero lidar com o merdinha do seu irmão, a polícia não fará nada além de prendê-lo por alguns anos. Eu não posso arriscar, não dessa vez.Ele assentiu e puxou ela dos meus braços, meu corpo doeu e as feridas minaram mais sangue enquanto eu forçava para levantar. Puxei Michael inconsciente do chão antes que eu não tivesse mais tempo e o coloquei na mesa onde Sarah deveria estar antes que chegássemos, era a vez dele de sentir o que ela sentiu. Só que ninguém viria salvá-lo.— Dessa vez não quebre só os dedos, David, esse merdinha nunca foi meu irmão e me recuso sa
Continuei avançando cada vez mais rápido vendo nos olhos de Mike a dúvida, correr para a arma ou me enfrentar antes que eu afundasse a sua cabeça contra o chão. Ele correu para a arma deixando o corpo de Sarah descoberto e praticamente nu em cima de cobertores sujos e antigos de hospital, se algum dia pensei na possibilidade de deixá-lo viver, essa vontade havia sumido no mesmo momento em que vi minha garotinha debaixo dele sem realmente saber o que estava acontecendo.— Filho da puta! — Joguei a haste e ela errou por pouco, no entanto, tudo o que eu queria era tirar Sarah dali.— Nem mesmo morto você consegue ficar! Mas que porra! — Michael gritou segurando a arma na minha direção outra vez. — Você não cansa? Quantas vezes eu vou ter que atirar em você até que pare de se meter na porra da minha vida?— Mike... — Benjamin deixou a madeira q
Benjamin encurtou a distância que faltava para chegar nela e ameaçou apertar a lamina sobre parte do decote exposto, eu sai do banco do motorista e entrei na parte detrás do carro apertando Jess contra o corpo de Benjamin.— E se fizermos você gritar de outra forma? — Eu avancei sobre o pescoço dela, apertando meus dedos contra a pele, sentindo o sangue dela pulsar embaixo dos meus dedos.— Não me parece uma ideia ruim, embora eu curta mulheres com mais carne. Se é que me entende... — Benjamin sorriu malicioso para os olhos assustados dela.— Entendo, essa aqui também não faz o meu tipo. — Conclui fingindo puxar a alça da blusa dela. — O quadril largo de Sarah aguentava perfeitamente toda a força que eu quisesse colocar, mas não vejo problemas em desmontar essa aqui.— Se ela não aguentar, podemos jogar ela no terreno no fim da
Ergui o quadril e encaixei a mão embaixo do cóccix fazendo pressão na junção dos ossos, então forcei de uma vez. O estalo me fez ficar tonta, a dor tinha me entorpecido. Puxei devagar o aparelho e olhei a tela, mensagens de Ben e diversas ligações de David. Meu olhos lacrimejaram e eu simplesmente apertei o botão para retornar, o telefone tocou apenas uma vez antes de uma voz desesperada atender.— Sarah! — Eu chorei em vez de pedir ajuda, o som da voz de David do outro lado da linha me fez perder o ar. — Sarah! Meu amor, responda!Eu busquei fôlego para conseguir responder, mas era difícil sabendo que ele estava bem.— David... — Sussurrei cansada.— Estou indo, querida.Meu aparelho voou longe e o estalo fez meu corpo convulsionar, eu não tinha mais fôlego para gritar e minha consciência se desfez em pedaços antes de con







