Mag-log inSoltei o oxigênio que havia prendido, sentindo os meus músculos relaxarem um a um.— Maelyn? — A voz de Magnus soou imediatamente ao meu lado, o tom caindo para uma frequência fria e alerta. Seus olhos âmbar haviam captado a presença de Melina na pista e a sua mão já estava se fechando em um punho r
A sua mãe, após receber a liberdade condicional, passou a viver para visitá-lo e cuidar dele naquele estado de torpor, sofrendo diariamente ao ver o fim trágico do filho que ela mesma ajudara a corromper.Quanto a Melina, eu soubera recentemente pelos relatórios jurídicos que ela também havia saído
Caminhei sobre o tapete vermelho que cortava o gramado perfeito. Ao meu lado, Fábio mantinha o braço firme para que eu me apoiasse, embora seus próprios olhos estivessem úmidos de emoção.Nas primeiras fileiras, o panorama humano refletia a nossa vitória, o vovô Jones exibia o peito estufado de orgu
Cap.176 encerramento.O espelho de moldura dourada e arabescos vitorianos refletia uma mulher que, há alguns anos, eu julgaria ser uma completa desconhecida.Não era a Maelyn fragmentada que acordara sob o teto mofado de uma cela de prisão, com a alma reduzida a cinzas e o corpo marcado pelo abuso p
— Alguns meses. Até introduzirmos as papinhas sólidas.— Meses... — Magnus soltou um suspiro tão pesado que o bebê se mexeu no seu peito, esticando as pernas minúsculas e fincando um dos pezinhos gordinhos diretamente contra a costela do pai. Magnus soltou um leve 'argh' contido. — Ele é idêntico a
Não consegui me conter. Soltei uma risada abafada contra o travesseiro, os meus ombros sacudindo.— Magnus, as unhas de recém-nascidos são finas como papel texturizado. É só cortar.— Papel não abre um corte de dois centímetros na bochecha de um adulto — ele rebateu, indignado, mantendo o tom de voz







