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Entre Doces, Risos e Decisões

Penulis: Luarah Smmith
last update Tanggal publikasi: 2025-07-02 07:07:16

Eduardo chega em casa já com a noite bem avançada. O portão automático do condomínio se fecha atrás dele com um estalo familiar, o porteiro o cumprimenta discretamente, e o silêncio do bairro residencial contrasta com o turbilhão que ainda pulsa dentro do seu peito. Ao entrar, a penumbra da cozinha o recebe com familiaridade, ele acende a luz, joga as chaves na bancada, abre a geladeira e guarda cuidadosamente as garrafas de leite e os doces caseiros que Dona Maria separou. O resto, ovos, horta
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  • O CEO e o filho perdido: A segunda chance do destino   A Segunda Chance do Destino

    O sol da tarde espalha um brilho dourado sobre o sítio dos Maia, pintando cada folha, cada flor e cada rastro de terra com uma beleza quase celestial. O ar tem cheiro de comida caseira, de pão recém assado e de café passado na hora, enquanto as vozes ecoam pela varanda larga, misturadas a gargalhadas, ao barulho das crianças correndo e aos latidos atentos dos cães.Dona Maria, de avental impermeável, transborda felicidade. Ela vai e volta da cozinha com travessas fumegantes, recusando qualquer ajuda.— Sentem-se, meus filhos, a mesa é de vocês! Aqui ninguém fica com fome, só com o coração cheio, diz, com aquele sorriso caloroso que já se tornou marca da casa.Ravi e Islanne se entreolham de forma cúmplice, apaixonados como se ainda estivessem vivendo a lua de mel. Ao redor deles, os trigêmeos se espalham em risadas. Ele segura o garfo e ergue o olhar para Islanne, que lhe sorri com aquele jeito doce que o desarma desde o primeiro dia. As filhas, Antonella e Ágatha, estão juntas, sent

  • O CEO e o filho perdido: A segunda chance do destino   Entre Heranças e Segredos

    Ninguém imagina, ao cruzar os portões do Sítio dos Maias, o redemoinho de histórias, amores, segredos e crianças que transformaram aquele lugar em um verdadeiro microcosmo de emoções. À primeira vista, tudo parece paz, os risos infantis ecoam pelo jardim, cães pastores correm atentos atrás das pequenas travessuras, e o cheiro de pão fresco de Dona Maria invade o ar. Mas por trás da rotina, cada olhar guarda uma lembrança, cada gesto carrega uma decisão, e cada silêncio esconde perguntas ainda sem resposta.Lua e Jeff, já com três anos, são o centro de todas as atenções. Cresceram sob o olhar vigilante da cadela Oliva, que, com autoridade silenciosa, decide quem pode ou não se aproximar. Dormem juntos, enroscados nela como se fossem parte da mesma ninhada. Marta, cansada de ver os pequenos espremidos, mandou fabricar uma cama King especial, cercada por grades, porque os gêmeos têm o estranho hábito de passear durante o sono, como se a própria noite não conseguisse contê-los.— Eu juro

  • O CEO e o filho perdido: A segunda chance do destino   Entre Verdades e Feridas

    O silêncio da sala é quase insuportável. Vivian cruza os braços diante de Rui, o queixo erguido, a frieza estampada no olhar. A tensão é tão densa que parece que até o ar se recusa a circular. Ele a encara, procurando algum ponto de acesso, mas encontra apenas um muro de concreto, firme e inabalável.— Rui, não precisa me convencer de nada, diz ela, firme, a voz como lâmina que corta. — Eu já entendi. Eu não signifiquei nada para você. E está tudo bem. Não vou mais insistir em algo que nunca existiu de verdade.As palavras saem como punhaladas, certeiras, mas não há raiva na voz dela, apenas uma dor contida, sufocada. Rui engole seco. O gosto amargo da culpa se espalha em sua boca como ferrugem. O que mais o fere não é a acusação, mas a certeza de que ela realmente acredita nisso.Ele pensa no filho que cresce no ventre dela, o seu filho, ainda um segredo guardado a sete chaves. Um nó aperta sua garganta. Não pode dizer nada ainda, não até ela estar pronta para ouvi-lo.— Você realme

  • O CEO e o filho perdido: A segunda chance do destino   Entre Portas Abertas e Feridas Antigas

    Vivian sente a respiração pesar quando o relógio marca o horário combinado. Ela ajeita uma mecha de cabelo atrás da orelha e caminha até a janela da sala, observando a rua tranquila. O bairro parece suspenso em um silêncio preguiçoso de meio de tarde, apenas quebrado pelo canto insistente de um sabiá e pelo ronco distante de um carro passando distante. Segura com força o maço de chaves em sua mão, como se aquele pequeno objeto fosse capaz de lhe dar firmeza. Hoje não é apenas sobre tijolos e paredes, é sobre encerrar um capítulo que insiste em permanecer aberto.Quando o carro da imobiliária estaciona diante da casa, o coração de Vivian bate mais rápido. Fernanda desce primeiro, sorridente, profissional até nos gestos mais simples. Ao seu lado, surge um homem alto, de postura impecável, pasta em mãos e uma expressão atenta, o corretor designado para acompanhar a vistoria.— Boa tarde, Vivian. Fernanda a cumprimenta com carinho, abraçando-a de leve. — Obrigada por nos receber tão rápi

  • O CEO e o filho perdido: A segunda chance do destino   Caos Encantado

    O silêncio que antecede o caos é quase enganoso. A manhã começa serena, o sol invade a sala com uma luz dourada que promete um dia tranquilo, mas Marta já sabe e Jonathan também que esse tipo de promessa nunca se cumpre quando se tem dois bebês de um ano e dois meses em casa. Jeff e Lua parecem carregar dentro de si um estoque infinito de energia, como se cada minuto fosse feito para correr, explorar, testar os limites do mundo e dos adultos. É a primeira vez que Marta e Jonathan ficam sozinhos de verdade com o menino, sem Vivian por perto, e um frio de expectativa e receio percorre os dois. Como será cuidar de Jeff, somando-o ao furacão Lua?Afonso e Cátia percebem a inquietação no ar. No café da manhã, enquanto Jeff joga torradas no chão e Lua tenta alimentar Oliva com geleia, Cátia sorri com ternura.— Jonathan, hoje você não vai trabalhar, diz, categórica. — Fique em casa com Marta, cuidem das crianças. Nós damos conta do Grupo Schneider.— Mãe, mas... Jonathan apenas começa, m

  • O CEO e o filho perdido: A segunda chance do destino   A Herança do Silêncio

    Vivian caminha pela rua com passos firmes, mas o coração lateja como um tambor. Cada batida parece lembrá-la de que o passado continua a persegui-la, mesmo agora, quando tenta se reinventar. Ela não conta a ninguém para onde vai, não se permite demonstrar fragilidade. Apenas respira fundo, ajeita os cabelos, e entra no banco como quem cruza um portal para uma nova vida. Algo, porém, a incomoda, uma sensação de que aquele encontro revelará mais do que ela imagina.Logo na recepção, é conduzida até a sala reservada do gerente. O homem de terno impecável se levanta para recebê-la, sorridente, com a postura de quem sabe a importância de cada palavra em momentos delicados.— Dona Vivian, bom dia. Ele estende a mão. — Sou Cláudio, gerente da agência. Já aguardava a sua visita.Ela se senta, tentando disfarçar a tensão que cresce em seu peito.— Recebi seu contato… a voz dela vacila. — Falou em algo sobre Alan Moretti.O gerente abre uma pasta sobre a mesa, ajeita os óculos e fala com calm

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