FAZER LOGINGeorge Finan é um desgraçado... e acreditem: ele ainda vai causar muitos problemas. 👀 E não se esqueçam do Finn, viu? 🤭 Tá quente aqui, não é, pessoal? 🥵🔥 Veio o hotzão que vocês tanto estavam esperando! E antes que alguém pergunte sobre essa transformação no Simon: "Ué, de onde surgiu isso?", calma! 😂 Essa característica dos ômegas já foi explicada antes. No meu universo ABO, em situações de excitação extrema, alguns podem apresentar essa transformação temporária. O Simon nunca tinha manifestado isso antes. Foi a primeira vez... e justamente com o Adrien. 🩷 E uma informação premiada: guardem bem esse perfume... Um dia, ele será o motivo de muito medo. 👀
Simon disse a si mesmo que aquelas notícias iriam passar, mas não foi o que aconteceu. A notícia se tornou viral, estava em todo lugar, na TV, nos sites de fofoca. Eles dois estavam em tudo quanto era lugar do país… e o pior: seu alfa estava sendo massacrado injustamente. Tudo por culpa dele. Para sair da empresa depois do trabalho, foi um sacrifício. Jornalistas cercavam o prédio inteiro. Parecia que boatos de traição de um alfa a um ômega eram piores que um crime. Adrien conseguiu deixá-lo em casa, mas não ficou por muito tempo. E, por mais que ele tentasse parecer tranquilo, Simon conseguia sentir tudo o que se passava dentro de seu alfa. Já em seu quarto, uma lágrima escorreu quando leu um comentário que detonava Adrien no site da empresa: “Esse cara parecia tão apaixonado? Quem diria que seria um safado.” “Alfas assim nem merecem viver.” “Coitado do ômega dele, como deve estar?” “Adrien Vince é um mentiroso manipulador, que ilude os ômegas e depois acaba com eles.” “Parec
As lágrimas brotaram em seus olhos. As mãos de Adrien faziam carinho em seu rosto, e os lábios dele se aproximaram de sua máscara, depositando um beijo em cada canto. — Eu amo cada pedacinho seu, cada personalidade diferente. O meu safado Honey, o meu beta fedorentinho, o meu ômega ciumento… não importa, porque cada um deles é você, Simon. Ele fungou, mais emocionado do que antes, as lágrimas caindo, e Adrien tirou sua máscara lentamente, dessa vez beijando os seus olhos. — Eu te amo cada vez mais — disse ele, olhando em seus olhos. — Eu te amo, Adrien! Meu alfa! Seus lábios se encontraram em um beijo faminto, cheio de desejo, mas com um carinho profundo. Simon puxou o lábio dele devagar e deu uma chupadinha suave. Adrien retirou sua camisa lentamente, o tecido suave deslizando por sua pele, e os lábios dele foram tocando seu pescoço; a língua lambeu a glândula odorífera. — Me morda… chega de resistir. — Eu vou, amor, mas quero estar totalmente dentro de você. Vai ser gostoso p
A imprensa estava em peso esperando a declaração dele. Haviam montado toda a estrutura no pátio da Kairós; os jornalistas estavam posicionados em suas cadeiras e os seguranças, a postos. Até o editor-chefe da Hora do Lobo havia comparecido. Os funcionários aguardavam ao lado enquanto Adrien se preparava para entrar. A semana de todos já começaria agitada — inclusive a dele. Simon se aproximou dele e ajeitou a sua gravata atrás do palco. Depois de passarem o final de semana inteiro juntos, voltaram à realidade que teriam de enfrentar, e quanto mais cedo colocasse ordem na sua casa, melhor. — Está nervoso? — perguntou seu ômega, verificando o terno mais uma vez. — Nem um pouco. E você, meu amor? — Ele estendeu as mãos e fez um carinho em seu rosto, atraindo olhares de terceiros. — Não tenho mais, não com você. — Deu um sorriso. — Estou pronto. Adrien continuou fazendo carinho e lhe deu um olhar apaixonado. — Meu alfa — Simon pediu com carinho. — Eu tenho medo. Esse cara é perigoso
Quando eles retornaram ao entardecer à aldeia dos Vince, Simon estava exausto e, ao mesmo tempo, eufórico. Saber mais sobre aquele lugar histórico era algo que sempre quis, e Adrien o explicava com tanta calma e paciência que contagiava. — Ele contou que foi chamado por Varkain? — a vovó anciã comentou do nada, enquanto Adrien estava ajudando a pegar lenha na floresta e trazê-la para as lareiras. Essa noite faria um pouco de frio. Simon ficou na varanda da casa da mãe de Adrien, com a sua família, enquanto ajudava Maya a desfazer as tranças do cabelo da festa. — Mamãe, essa história, você sabe que nosso garoto evita. — Ariana disse, balançando a cabeça enquanto tricotava. — Mas ele é o ômega dele. Com certeza contou… não contou? — Sim. — respondeu com um sorriso. — Ele contou. A vovó bateu as mãos e deu um sorriso satisfeito. — Vocês dois têm a ligação de almas, são almas gêmeas. Isso é muito raro. Não acontece com todos os alfas. — Eu quero isso também, vovó. Trate de fazer ri
Simon não respirava enquanto lia cada palavra daquela matéria. Quando chegou à foto deles aos beijos quentes no carro, sua mão enroscada no cabelo de Adrien, enquanto seus corpos estavam grudados um no outro, sentiu o rosto esquentar. As fotos não estavam tão nítidas no rosto, mas não passavam despercebidas para quem os conhecia. Ele soltou o celular sobre a mesa, sentindo cada olhar pesar sobre eles. A vergonha o atingiu pela primeira vez. Não por estar com Adrien, nem pelos beijos que trocaram, mas por perceber que um momento que deveria pertencer somente aos dois agora estava exposto para o mundo inteiro. E então o sentimento mudou. Simon sentiu, em cada poro, o ódio transbordando do seu alfa. Levantou-se rapidamente e segurou os ombros dele, numa tentativa de acalmá-lo. Adrien estava em um modo alfa protetor e destruidor. Qualquer um que ousasse dizer algo contra ele levaria um soco na mesma hora. — Amor, olha para mim! — pediu com a voz doce, na tentativa de acalmar o corpo tr
No dia seguinte, todos estavam completamente agitados com a cerimônia de casamento e a festa. Os dois foram acordados aos gritos de Maya e Patch, que pediam ajuda com os detalhes da organização. Os dois tomaram um banho juntos e saíram apressados da casa, sem ter tempo para comer nada, e foram ajudar na organização. — Que visão deliciosa! — exclamou ao ver seu ômega com a bundinha empinadinha para cima enquanto arrumavam a caixa de presentes dos noivos. Simon olhou para trás e deu um sorriso safado, se empinando ainda mais. Adrien riu, se aproximou, deu um tapinha na bunda dele e observou seu namorado se erguer. Abraçou-o por trás, dando um beijo na nuca e outro no pescoço. — Minha família te ama — disse, esfregando o nariz na glândula odorífera. — Não param de me dizer o quanto você é perfeito para mim, e eu não poderia concordar mais. — Eu também já os amo. Eles estão me fazendo sentir como se eu já estivesse aqui há anos com você — respondeu Simon. — Especialmente sua avó. Ad