FAZER LOGINQuatro meses se passaram e Lucy conseguiu seguir com toda a decoração e designer para que foi contratada, ela soube pegar a senhora Salastiel pelo olhar parisiense.
Ela ria disso muita das vezes nem era por esse lado, mas ela estava feliz, seu relacionamento com Adam estava indo muito bem, ele passou a dormir na sua casa quase todas as noites, e as noites que eles não se encontravam ele mandava flores e chocolate, ela estava ficando cada vez mais apaixonada por ele, mas ainda sentia que havia algo, sabe aquele sexto sentido feminino, pois é gritava ao pé do ouvido dela.Seu telefone toca e ela atende sorrindo.— Dona... Que saudade.Donatela do outro lado da linha grita com alguém e depois fala.— Eu também, mulher estou uma correria aqui no ateliê, coleção atrás de coleção.— Sinal que está indo muito bem.— Sim, não tenho que reclamar, só agradecer e você como está titia disse que você conseguiu dobrar a velha carrancuda..Ela fala e começa a rir.— Deus ouviu minhas preces...— Lu, liguei para avisar que mês que vem estou aí, fui convidada para o casamento dos seus patrões.Ela fala e fico feliz.— Você vem, não acredito.— Sim, eles te convidaram.— Sim, eu termino de decorar aqui no final da semana que vem.— Então, não quero ficar lá na casa da minha tia, ainda mais que ela está grávida não quero incomodar.— Você quer ficar lá em casa.— Posso, please...— Claro, assim te apresento meu boy magia.— Lucy Heinz arrumou um boy magia e não me contou.— Desculpa, mas estou esperando emplacar, o namorado decolar, ou melhor ele me pedir em alguma coisa, por enquanto estamos só ficando.— Mas eu não vou incomodar não né, talvez acho melhor eu ficar em um hotel.— Que nada, minha casa, sua casa e outra eu não vou poder levar ele no casamento, o convite é individual então tenho você para me ajudar a arrumar e fazer companhia,por que não conheço ninguém além da empresa.— Já vou, então amor da minha vida até mês que vem e tome cuidado, com esse boy se ele for lixo me fala que dou uma surra nele.— Eu falo, beijos...— Beijos...Lucy desliga e volta a se concentrar no que fazia antes, Mabel sua ajudante e decoradora estava correndo para terminar.— Gente, quem em sã consciência tem 10 quartos...Lucy falava enquanto descia as escadas, a parte de cima da casa já estava totalmente pronta, geralmente uma casa desse tamanho ela levaria dois meses para decorar e deixar pronta para os moradores,mas Barbara atrapalhou tanto que vai virar cinco meses e o casamento está para acontecer.Mas ao chegar no último degrau Lucy tem uma tontura, nada norma pelo contrário se ela não estivesse no último degrau teria se machucado muito, ela olha para cima e sua visão começa a embasar ela escuta Mabel falar mas estava tão longe,, tão escuro que desmaia.— Lucy... Ela escuta a voz de Gabi super preocupada.Abre os olhos e lá está sua patroa com sua barriga de grávida de oito meses, enorme.— O que aconteceu...Ela pergunta ao se vê em um hospital.— Você desmaiou, Mabel me ligou pedi para que te trouxessem para o hospital, Lucy você ficou desmaiada por uma hora.Ela fala e Lucy tenta se levantar mais ainda estava bem tonta e volta a ficar deitada.— Você se alimentou bem hoje..— Não sei Gabi, eu corri tanto hoje , estou trabalhando rápido para terminar aquela casa a tempo dos noivos chegarem nela.— Me perdoa Lucy, eu não imaginava que Barbara fosse atrapalhar tanto.— Tudo bem, eu vou ficar bem.Lucy ia falar quando a porta é aberta e o médico entra.— Lucy Heinz...— Sim, sou eu doutor.— Sou o doutor, Marcos, tenho aqui resultado de seu exame de sangue e a explicação por esse desmaio, você tem sentido sonolência, desânimo, inchaço, dor abdominal.Ele fala e Lucy confirma algumas coisas.— O que eu tenho doutor.— Vou encaminhar a senhora para a ala obstétrica do hospital, parabéns a senhora está grávida.Aquela palavra pegou Lucy totalmente de surpresa.— Como assim grávida...Ela olha para Gabi que estava em choque, ela começou a lembrar que sabia como uma mulher engravida,mas ela toma pílula, tem sua medicação controlada, por que não sabe se seu relacionamento com Adam é duradouro, agora ouvir isso.— Senhora, a senhora deve saber como...— Isso foi uma pergunta retórica doutor, eu me previno, tomo meus medicamentos certos, não...Mas ela nem termina de falar e uma onda de enjôos a domina, Lucy vomita tudo que tinha e o que não tinha no estômago.— Lucy...Uma mulher fala entrando no quarto, Lucy a olha enquanto entra junto com um aparelho.— Eu sou a doutora Tainá, sou obstetra do hospital, doutor Marcos comentou sobre sua situação, queremos fazer alguns exames posso.— Sim, claro.Alguns níveis de glicemia no sangue de Lucy deixou o doutor Marcos preocupado, Thainá passa um gel na barriga de Lucy e começa a fazer uma ultrassonografia nela, Lucy ainda não acreditava estava totalmente sem reação quando o som de um coração totalmente acelerado invade o quarto, como assim era real ela estava mesmo grávida e agora,como será que o Adam iria rever essa notícia.— Posso ver aqui, Lucy que seu bebê está forte, bem desenvolvido, tamanho perfeito para uma gravidez de vinte e quatro semanas, nossa sua barriga é tão pequena para isso...Lucy começa a fazer as contas, olha para Gabi que estava ao seu lado com a mão na boca.— Quanto isso dá em meses Gabi...— Seis meses Lucy.Ela simplesmente na consegue acreditar, como ela não sentiu nada, ok, Gabi descobriu sua gravidez com dois meses ela ia passar para o terceiro mês,agora Lucy estava de seis meses sua barriga não cresceu, ela não teve tontura, vômitos, sua menstruação não desce normal por conta da injeção que ela toma que a faz não menstruar, ela olha para a médica em pânico.— Tem muitas pacientes que só descobre na sala de cirurgia Lucy, olha sua barriga de seis meses, olha a da sua amiga de oito, a sua nem sinal dá, mas aposto que seus seios ficaram maiores, sua libido também, sua fome e sono.A doutora fala e é como se fosse uma bomba prestes a explodir na cabeça de Lucy realmente ela estava assim, mas não ligou achou que era estresse por conta do trabalho que não andava, por conta das inúmeras interrupções de Barbara.— Lucy, você vai contar para o Adam..Gabi pergunta, Lucy vem falando dele a vários dias, como ele era fantástico, como ele era incrível na cama, atencioso, amigo a escutava..— Vou Gabi, só preciso de um tempo para digerir tudo.Depois de fazer vários exames e deixar a consulta pré agendada com a doutora Thainá , Lucy vai para casa.— Deus o que vou fazer agora, será que Adam vai gostar de ser pai, olha bebê não tenho reação agora, ainda estou em choque,me perdoa... Ela toca sua barriga e sente ela tremer um pouco.— Que bom que entendeu.Ela vai até o banheiro e toma um bom banho o dia tinha sido mais que exaustivo, foi muito para Lucy que adormece em questão de segundos, ela não queria ligar para Adam assim, amanha ela vai pensar no que fazer.— Amor... Lucy chama por Taylor.— O que foi.. Ele fala meio sonolento, era duas da manhã quando Lucy o acordou.— Vai nascer... Ela fala e Taylor sai da cama correndo e acaba caindo.Lucy estava em trabalho de parto, a criança que ela carregou em seu ventre durante nove meses estava pronta, os dois decidiram que só saberiam o sexo na hora do parto, por mais que Cat falasse que era um menino e até já tinha nome.— Ok, chaves, bolsa e médica...Taylor falou correndo para o quarto do bebê próximo ao quarto deles e de Cat, Lucy olhou e começou a rir, sim ele estava certo treinou por meses para esse momento, somente esqueceu de uma coisa... Dela... Ela se levantou e escutou Taylor bater em alguma coisa e um palavrão foi dito, ela foi até o closet pegou um de seus vestidos, foi para o banheiro e tomou um banho, as contrações estavam baixas e a bolsa ainda não havia estourado, mas ao entrar embaixo do chuveiro sentiu o líquido quente descer por sua perna.— Agora sim... ela fala sorrindo, s
Lucy estava dentro do jatinho, Catherine estava ao seu lado mais jogou a mancha vermelha no rosto da mãe, Narcisa estava medindo a pressão da patroa quando Taylor entrou e foi direto para o banheiro, passando por elas sem dizer nada, ele deveria ter ido ao hotel, tomado banho mais a sua vontade em vê-las era maior que tudo, somente quando saiu do carro Larissa o avisou, ele jamais irá culpar ela por qualquer falha, Larissa está a monitorando, só não contava que a mãe de Sarah iria vestir a sua roupa e uma peruca para de passar por ela, se ela estava viva sabia que não poderia falhar novamente, pois nem Luca poderá intervir futuramente.Lucy se levantou da poltrona ainda com o aparelho no braço indo na direção do banheiro, chegou lá e bateu na porta.— Taylor abre.Mas não abriu, ela bateu novamente.— Por favor amor abre. Ela falou tão sentida e cheia de tristeza que Taylor destravou a porta do banheiro, quando Lucy entrou ela viu a roupa de Taylor cheia de sangue, suas mãos, seu braç
— Nããããooo, seu desgraçado....Ela tenta se levantar mais é impossível.— Você queria matar minha mulher, queria demais Sarah, eu te ajudei de todas as formas,mas você simplesmente esqueceu quem sou, você achou que seria bonzinho com você....Ele vai até Sarah, ela parecia folha de papel ao ser puxada para cima, a joga na cadeira onde Lucy estava há pouco tempo.— Sabe, tenho que te dar os parabéns, você conseguiu se esgueirar feito uma cobra atrás de nós, mas como sempre te peguei na porta do hospital, sabia que você estava aprontando e me enganou mentindo que estava em casa, sua mãe infelizmente não estará mais aqui para te ajudar, nem agora e nem nunca.Sarah olha para ele e grita.— Seu desgraçado, o que fez com ela.Outro barulho e Sarah olha para trás, o corpo de Penélope é jogado ao lado de Tomás.Sarah chora, sua mãe não teve culpa, ela sempre a fez desistir de todo esse plano, viver a sua vida, talvez se casar novamente e ser feliz, ela só a ajudando fingiu ser ela para que T
Taylor olha para as ruas da cidade e sorri, mas seu sorriso não era bonito, feliz ou alegre era sombrio e Luca que estava sentado no banco do passageiro a frente ficou espantado com o que viu, por mais que estivesse acostumado a ver gente morta, ou sangue sabia que o destino de Sarah seria pior que qualquer coisa que já viu. O carro para na frente da antiga casa de Lucy, um carro preto estava estacionado na esquina, Taylor abriu a porta do carro com força, se Sarah fazia questão de ser aqui ela sabia que iria morrer, dentro o coração de Taylor batia forte.— Eu entro na frente. Luca fala, mas Taylor intervém.— Não, eu entro, se prepara para tirar Lucy daqui, leve ela e Cat para Lancaster.— Mas Taylor... Ele fala, mas ao virar o rosto notou que Taylor tinha os olhos escuros, negros como a noite, ali já não estava mais um homem e sim uma sombra escura e fria capaz de matar ou morrer pela mulher que ama.Ao abrir a porta a viu em pé na frente de Lucy, Sarah estava com as muletas na su
Algumas horas antes, um carro preto chega na cidade, ele era comum,mas não se parecia em nada com o dos moradores locais, no banco detrás estava Sarah com nojo da pitoresca cidade de Cedar Hill.Nas suas mãos estava um número ao qual ela ligou, a pessoa do outro lado disse que se encontraria com ela em uma hora passou o endereço e Sarah que estava em um carro de aplicativo foi ao seu encontro.— Olá.— Você é a pessoa que vai me vingar.A pessoa pergunta para Sarah.— O quanto você odeia Lucy.— Numa escala de dez, posso dizer que onze não basta, ela mandou matar o meu marido, a minha filha entrou em depressão por que viu o pai ser levado da porta de casa, antes dele sumir para sempre me disse que tinha ajudado seu pai a achar ela e que sabia que morreria já que seu pai foi para a cadeia.— E o quanto está disposta em me ajudar.— No que for preciso, seu pai me mandou dinheiro e pude quitar as dívidas que Reginaldo me deixou.— Papai sabe que pode contar com sua ajuda então fico tranqu
— Alana.... Uma voz chama por ela, a fazendo olhar para trás.— Regina.. Lucy sorri ao falar com a mãe da Duda.Lucy que estava sentada se levanta para abraçar a amiga.— Como você está bonita.— Obrigada... E você como está... Como Duda está ainda não consegui falar com ela.— Está bem, depois que Reginaldo morreu muita coisa vem acontecendo.Lucy a puxa para sentar, Regina estava sentida pela morte do marido.— Me desculpa noite não ter vindo, eu estava fora do país e não pude vir.— Eu imaginei, mas recebi as suas flores e seu cartão Alana.— Lucy, eu me chamo Lucy, Alana era um nome do qual tive que usar para me esconder de pessoas mais intencionados.— Nossa, não imaginava que isso estava acontecendo. Regina fala.— Se precisar de qualquer coisa me fale, Cat disse que está trabalhando na prefeitura fico muito feliz.— Era opção, ou morrer de fome, Reginaldo me deixou algumas dívidas, nossa casa era parcelada, o carro, tive que me virar para não perder tudo.Regina dizia e Lucy se







