LOGINFoi preciso todo o seu autocontrolo para manter a boca fechada. A Clara sabia perfeitamente que não devia provocar mais a Elena e, por agora, a tarefa exigida não era de forma alguma difícil. Pela forma como o seu corpo estava a reagir, podia até ser agradável. Os seus pés arrastaram-se para a frente, apenas para serem travados pela voz afiada da Elena. «Não andas a pé nesta porra de navio. Gatinha como a cadela que és.» O seu pé esquerdo congelou a meio do passo. Gatinhar? Ela nunca tinha pensado em fazer algo tão humilhante, tão depravado. Contudo, a sua vagina húmida tremeu, exigindo que ela obedecesse. Os seus joelhos fizeram contacto com o chão e, enquanto o navio manobrava o seu caminho através das correntes fortes na direção oposta à da casa da Clara, ela começou a gatinhar. A sala não era grande, mas a antecipação fez a atividade prolongar-se pelo que pareceram horas. Finalmente, o seu rosto ficou ao mesmo nível da vagina já molhada da Elena. «Vai em frente, pequenina v
«Larga-me já, seu porco inculto!» A Lady Whitmore gritou, com o seu vestido de seda branca a arrastar-se pelos chãos sujos do navio pirata. «Ora, parece que a Lady Clara tem garganta.» Um dos homens que a segurava riu-se baixinho, continuando a arrastá-la para longe dos destroços do seu navio afundado. A sua família tinha navegado muito mais à frente, deixando-a para trás com alguns guardas para que ela pudesse ter mais tempo para explorar. Agora, no entanto, essa decisão tinha-se transformado em arrependimento enquanto as ruínas do seu navio eram engolidas pelas águas severas, e os poucos homens que sobreviveram foram forçados a subir a bordo do navio também. «A Elena vai fazer uma fortuna contigo.» Um homem que não tinha um olho e uma mão disse, usando a ponta afiada do seu gancho para empurrar para trás alguns fios soltos do cabelo da Clara. «Levem-na.» Antes que ela pudesse gritar ou lutar mais, foi levada para o convés e para o fundo do navio. Cada passo pavoroso na madeira
Ponto de vista do Malcom A minha garganta lutava para se adaptar ao membro grande na minha boca. Isso, juntamente com os dois membros no meu rabo, tornava impossível pensar com clareza. «Olhem para isto! O orifício dele está a engolir-me inteiro.» O treinador passou a mão pelo meu rabo, afundando-me mais depressa nos membros deles. «Não acumulem, vocês os dois precisam de nos deixar dar uma oportunidade.» O North abanou a cabeça, olhando para mim com uma profunda vibração possessiva. «Nem pensar, este é o meu orifício. Ninguém entra sem eu estar lá dentro também.» O treinador suspirou atrás de mim, tirando o membro enquanto murmurava: «Nem sequer consegui vir-me, porra.» Antes que o membro do North pudesse escorregar para fora do meu orifício impossivelmente solto, outra pessoa juntou-se, fodendo-me bem e com força enquanto a minha garganta se apertava em redor do membro do miúdo na minha boca. Em pouco tempo, os dedos dele agarraram o meu cabelo e apertaram num aperto de contr
Ponto de vista do MalcomA situação não parecia real até a porta ser aberta com estrondo.O North tinha-me arrastado para fora da cabine da sanita e para a área geral da casa de banho, enfiando o plug de volta no meu rabo e apresentando-me à porta.Os meus colegas de equipa comemoraram assim que entraram, fazendo comentários vulgares que deixaram o meu membro ainda mais duro.O meu rosto ficou em brasa. Ele tinha-lhes dito mesmo para vir?No calor do momento, a ideia de os meus colegas virem foder-me até me deixarem estúpido tinha sido atraente. Agora, eu queria cavar um buraco e morrer.— Não é o que parece. — O North soltou as minhas mãos com um grunhido, permitindo que eu ficasse de pé sozinho. Equilibrei-me nos meus pés, mal conseguindo fazê-lo com o brinquedo grande enterrado fundo em mim. — Isso foi um acidente. Eu não queria...As minhas palavras foram cortadas pelo gemido pesado e alto que saiu de mim quando o North ligou as vibrações com o comando.— Uau, acabaste de gemer? —
Ponto de vista do MalcomQuando cheguei à casa de banho, estava a ofegar e sem fôlego.O esforço era tanto que levei um momento para perceber que o North ainda não estava ali.Os meus dedos tremiam enquanto tiravam o telemóvel do bolso, enviando uma mensagem ao North a exigir saber onde ele estava.Ele respondeu quase imediatamente. "Estou a aquecer para o treino. Tira a roupa e dobra-te sobre a sanita na terceira cabine, deixa o plug lá dentro."Os meus olhos percorreram o texto várias vezes antes de processar. As palavras dançavam na minha mente enquanto o meu corpo se movia para obedecer, empurrando a porta pintada de branco da casa de banho.Despiquei-me e posicionei-me na postura que o North tinha exigido. O arrefecimento frio no ar fazia surgir pele de galinha na minha pele, e o som do zumbido do plug perfurava o silêncio.A minha atenção estava tão focada em permanecer em silêncio, apesar do tormento no meu rabo, que não notei a porta da casa de banho a ser empurrada até que mã
Ponto de vista do Malcom O North ignorou-me com sucesso depois do nosso pequeno encontro nos chuveiros. E por pequeno quero dizer quando ele me empurrou de joelhos e me fodeu a garganta. Ignorar-me completamente era impossível, no entanto, considerando que tínhamos seis aulas juntos todas as semanas. Isso incluía aquela em que eu estava agora, sentado na última fila enquanto olhava para a parte de trás do seu cabelo bem cortado, algumas filas mais à frente. A minha atenção estava dividida em duas, parcialmente focada no perfil incrível das costas do North e também no plug gigante que atualmente me tapava o rabo. Contorci-me no meu assento, ganhando alguns olhares estranhos das pessoas ao meu redor. O comando do plug assentava com peso na minha palma e, a cada poucos segundos, eu ajustava-o para vibrar, torturando-me de uma forma que desejava que outra pessoa fizesse por mim. O professor continuou a falar, as suas palavras mal registavam na minha mente até que o alarme na sua se







