Mag-log inThe industrial motor started smoking, so I grabbed my tools and rushed over. Before I could reach it, the production supervisor stopped me. “Did you fill out the emergency repair form?” I gritted my teeth and filled out the paperwork. When I went to shut off the power, the safety officer stopped me. “Did you complete the shutdown risk assessment?” I told him the equipment was about to burn out. Then, I called my apprentice and had him pick up the replacement parts so we could start the emergency repair. My apprentice had barely gotten his hands on the parts when the warehouse manager came charging over and stopped him. “Where’s the parts requisition form? I can’t issue the parts without one.” My voice had already gone hoarse from sheer frustration. “Just let us fix it first!” I shouted. The warehouse manager merely sneered. “You still haven’t gone through the proper procedure.” I stared at the three of them and said slowly and clearly, “I’m asking one last time. Are you going to let me shut down the power and fix this machine?” They all stepped forward in unison, and none of them moved aside. That was when I finally understood that they were not trying to get the job done. They simply wanted me to know that they had the authority to stop me and that nothing could happen without their approval. I finally lost all patience and nodded. “Fine! Don’t come crying to me when you regret it.” The moment the words left my mouth, a dull boom came from behind me. The motor burned out, and the entire plant was plunged into darkness.
view moreAmor é pureza, sagrado e precioso.
Era dessa forma que Joana Savoia descrevia o calor que aquecia seu coração toda vez que apreciava a foto de seu noivo, Adriano Orleans, dentro do camafeu que ele lhe deu seis anos antes quando iniciaram o relacionamento.
O namoro tinha evoluído para noivado três anos antes, quando passou alguns meses na casa da família dele na capital e aceitou a proposta de unir em definitivo as famílias, em que as matriarcas eram primas de terceiro grau.
Em parte, o relacionamento só se iniciou por pressão de Kassandra, mãe do noivo, e pela paixão imediata de Joana pelo belo primo dez anos mais velho. Mesmo antes de iniciaram o namoro, quando Joana não passava de uma jovem deslumbrada de dezoito anos, a sogra, por ser sua madrinha, já trabalhava em sua educação, moldando o caráter e sonhos da jovem a sua vontade.
Kassandra também controlava o filho, incitando-o ao compromisso, mostrando as vantagens de ter uma esposa preparada por eles. Mesmo assim, ao longo dos seis anos de compromisso, tinham se visto poucas vezes, pois o noivo estava ocupado em expandir os negócios da família na capital, enquanto Joana permanecia na pequena cidade litorânea em que nasceram.
A distância tinha aumentando justamente após o anúncio do noivado quando o noivo, focado em especializações e na empresa, aberta na capital do país para aumentar o lucro da família Orleans, parou de visitar a cidade natal.
A jovem Joana restava fotos e as poucas mensagens que trocavam, cultivadas com carinho e amor, sonhando com o dia em que subiriam o altar.
Até que, finalmente, ele anunciou que voltaria em definitivo para a cidade e em breve poderiam iniciar os tramites para o casamento.
Em comemoração ao retorno, Kassandra idealizou uma festa a fantasia para recepciona-lo, em que todas as pessoas importantes e ricas da pequena cidade compareceriam.
Desacostumada a festas e maquiagem, Joana contou com a ajuda de sua irmã três anos mais nova e apaixonada por tutoriais de beleza, Dalila, para prepara-se. Não possuíam a cumplicidade vista em outras irmãs, mas Dalila a alegrou ao ajudá-la a se maquiar, cobrir seu cabelo preto com uma peruca de cachos acobreados e mudar a cor de seus olhos com lentes verdes, tornando-a irreconhecível aos demais e até a si mesma.
Sentia-se uma fada dentro do vestido bufante, azul claro e com pequenas flores bordadas. A delicada máscara, com detalhes em azul royal, lhe dava a segurança de não ser julgada, como era constantemente aos olhos de sua família e conhecidos. Por um dia, não precisaria ser um estandarte de perfeição.
Ainda assim, uma fantasia bonita não retirava sua timidez, então, embora seus pais conversassem com conhecidos e sua irmã dançasse com todos que a convidavam, não saiu do lugar em que sentou desde que chegou a festa. Apertando as mãos ansiosamente no colo, sentou em um canto discreto para aguardar a chegada de Adriano e não atrapalhar a diversão dos demais.
Sendo a anfitriã, Kassandra não pode permanecer ao seu lado após alguns minutos do início da festa, afinal, tinha de interagir com todos, mas tranquilizou Joana ao garantir que a avisaria quando ele chegasse.
De vez enquanto, para incentivá-la a se descontrair, Dalila aproximava-se com taças de coquetéis deliciosos, que Joana tomava sem perceber que pouco a pouco era dominada por uma letargia alegre.
Com o passar das horas a letargia foi seguida de um embrulho no estômago e tontura. Ergueu-se descuidadamente, planejando ir ao banheiro, e tombou ligeiramente para frente. Teria caído se um homem não a amparasse pela cintura.
— Tome cuidado, minha bela noiva!
Confusa, ergueu o rosto, mas pouco conseguindo visualizar em meio a sua primeira embriaguez.
— Dance comigo.
O convite, feito pela voz máscula e possante, e a palavra “noiva” causou um calor novo no estômago de Joana, que se alastrou agradavelmente pelo corpo da jovem e a fez levar os dedos até o camafeu com a foto do noivo no interior.
Corando, tentou focalizar melhor o homem alto, de ombros largos e cabelo preto preso em um rabo-de-cavalo parado a sua frente, segurando-a perto de si e sustentando um atraente sorriso de canto nos lábios. A roupa preta, com direto a capa e máscara de corvo, com penas grossas ocultando seus olhos, davam a ele um ar misterioso e sombrio.
Apesar de o chamado indicar que fosse Adriano, as características dele não encaixavam no homem loiro que a pediu em casamento no ano anterior, nem a voz parecia, embora com a mente embolada pela bebida nada estivesse muito claro para ela.
Olhou confusa a sua volta, a procura de sua madrinha, mas não a encontrou por perto. Isso porque as pessoas não passavam de borrões em sua mente confusa pelo álcool.
— Vamos dançar, bela noiva! — O homem insistiu, agora com um tom de ordem e irritação.
Temendo desagradar o noivo, Joana aceitou com um aceno de cabeça e o seguiu para a pista de dança.
Sendo uma mulher de tradições antiquadas, a trilha sonora escolhida por Kassandra eram na maioria melodias românticas. Para danças decentes, tinha dito sua madrinha, e Joana concordou. Mas agora, com o noivo apertando-a contra seu corpo forte, uma mão grande e quente pousada em sua cintura, preferia que estivessem dançando uma mais agitada, que exigisse distância.
— Está muito calada — ele disse depois de alguns minutos tocando seu rosto.
O toque despertou sensações desconhecidas em Joana, que o fitou com olhos estreitados, visualizando o rosto dele com um pouco mais de nitidez pela primeira vez desde que ele a abordou. Os olhos negros a surpreenderam, tanto pela intensidade com que a fitava, quanto por não serem azuis como os que Adriano possuía. Supôs que, assim como ela, usasse lentes.
Abriu a boca para dizer que estava envergonhada, por ter bebido além da conta, mas perdeu a fala quando ele deslizou o polegar por seu lábio inferior devagar, em uma carícia que a deixou ainda mais embriagada e mole.
— Vamos sair daqui!
Sem aguardar concordância, ele agarrou sua mão e a puxou para fora do salão.
Desnorteada pela impetuosidade de seu noivo e pela bebida, se deixou levar até o jardim dos fundos da propriedade. Quando por fim ele parou de andar, perto de uma árvore frondosa e encoberta pelas sombras da noite, tentou mais uma vez falar, mas ele tomou sua boca.
Pega de surpresa, sentindo as mãos fortes apertarem sua cintura e um calor cálido a envolver, deixou os lábios serem dominados pela paixão dos beijos dele. Em suas palmas sentiu o coração dele disparar na mesma intensidade do seu.
Foi só quando o enjoo dominou seu estômago, subindo numa crescente por sua garganta. Sabendo o que aconteceria, sua reação foi empurra-lo e se afastar correndo para fora da propriedade. Só parou quando o enjoo foi maior que o receio de ser vista colocando tudo o que bebeu e comeu para fora.
After a brief pause, I continued, “In other words, every word spoken in the production area by me, Mr. Webbe, Gordon, Mr. Quimby, and my apprentice Zeke was transmitted through the radio to the control room and recorded by its system.”Harrison’s eyes lit up.“Play it.”I lowered my head, found the recording on my phone, and hit play before connecting it to the conference room’s Bluetooth speaker.When the recording ended, a deathly silence fell over the room.Desmond, Gordon, and Joel sat there, pale-faced and trembling.Harrison’s face turned livid as he slammed his palm down on the table.“The motor was on fire, and you were still telling an electrician that the procedures hadn’t been completed?“You three are clever, all right. You knew that as long as you followed the procedures, anything that went wrong wouldn’t be on you. The electrician would take the fall. You take the little bit of authority you have and use it to throw your weight around!“The plant was down for fiv
After a brief silence, Harrison picked up the desk phone and pressed a button.“Pull up yesterday’s footage from Production Area Three and put it on the big screen.”I had already restored power to the plant overnight.The projector screen in the conference room lit up, and the footage began to play.The image was clear enough to show everyone’s movements and positions, but we could not make out what anyone was saying.All that could be seen was me running back and forth.Desmond, Gordon, and Joel immediately seemed emboldened.“Mr. Zeller,” Desmond said calmly. “The footage does show what happened, but it also shows Ryan spending almost eight minutes, between 2:45 and 2:53 p.m., looking at the tablet with Gordon instead of going to the electrical panel.“If he truly believed the situation was an emergency, why didn’t he cut the power during those eight minutes? Why did he go along with the assessment instead?”He raised his head and looked at me.“That tells us that, at that
After hearing Desmond out, Harrison said nothing. Instead, he turned to me.“Ryan, you heard what he said. Do you have anything to say?”I looked at Desmond, who kept his head down and flipped through the documents as if the matter had nothing to do with him anymore.“Mr. Zeller,” I said. “Mr. Webbe claims I didn’t cut the power immediately and that I lingered at the scene. But he left out one crucial detail, the person who stopped me from cutting the power.“The motor was already smoking when I reached the scene. I rushed onto the factory floor and headed straight for the electrical panel to cut the power. But Mr. Webbe stopped me and told me I had to fill out the emergency repair form first.”I went through everything that had happened that day, one thing at a time, starting with the emergency repair form, followed by the shutdown risk assessment, the parts requisition form, and the disassembly risk assessment.I recounted how Desmond had stopped me, how Gordon had shoved me, a
My voice came out calmer than I had expected.“Mr. Zeller, Motor No. 3 in Production Area Three burned out, taking power down across the entire plant.”“You were on site, and you still let it get to this point?” Harrison’s voice rose sharply.“Ryan, I don’t care what it takes. Find out right now when we can restore power and when we can get production back up and running. I’ve got a major order due, and the deadline is right around the corner. We can’t afford to lose a single day!”I sighed. “We’re looking at three days at the earliest.”Harrison roared, “Three days? That’ll cost me a hundred million dollars! “Notify everyone. We’ll hold an accountability meeting in the main conference room at 9 a.m. tomorrow. You, Desmond, Gordon, and Joel must all be there. I want to know exactly who was responsible for letting this motor burn out.”With that, he hung up.Desmond went pale, while Gordon slumped to the floor.As for Joel, his lips trembled as he repeated the same words ove
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