Naquele instante, tive um vislumbre de uma paisagem absolutamente deslumbrante.A mulher à minha frente pareceu perceber meu olhar. Soltou um grito agudo, abaixou a saia às pressas e me encarou com repulsa e ódio, como se estivesse diante de um pervertido.— Desculpa. Você se machucou? — Perguntei depressa, levantando do chão, pronto para ajudar a mulher.Mas ela parecia já ter decidido que eu era um pervertido. Afastou minha mão com um tapa, levantou e foi embora mancando um pouco.Ao ver aquela figura se afastando, fiquei meio sem palavras.Pela aparência, ela devia ser professora da escola, certo? Será que aquela escola escolhia os professores pela aparência?— Henrique, você finalmente chegou.Nesse momento, uma voz familiar veio da frente.Levantei a cabeça e vi Camila diante de mim.— Camila, eu...Ao ver Camila, uma sensação muito particular surgiu dentro de mim.Mas, assim que tentei falar, ela interrompeu:— Henrique, em casa, você é meu cunhado. Na escola, eu sou sua profe
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