No momento em que aquelas palavras saíram da minha boca, todos atrás dele prenderam a respiração.Mais tarde, descobri que, em toda a Sicília, ninguém ousava pronunciar aquele nome em voz alta.Ele era Alessio Carbone.O homem que eu tinha vindo procurar.Ele me convidou para ir até sua base e entregou a arma na minha frente, diante de todos.Abaixei a cabeça para pegá-la e quase a deixei cair.Era pesada.Minhas mãos mal conseguiam segurá-la.Em Nova York, Marcus havia quebrado os dedos da minha mão direita.Vivian tinha rasgado a palma da minha mão esquerda.Foi naquele instante que percebi, de verdade, que estava muito, muito longe de Nova York.Não ousei levantar as mãos.Não queria que Alessio Carbone ou seus homens enxergassem fraqueza.Por um momento, o silêncio tornou-se sufocante.Como se não tivesse percebido absolutamente nada, Alessio Carbone estendeu a mão e pegou a arma.No segundo seguinte, segurou meu pulso e colocou a arma de volta na minha mão.Os dedo
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