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O Impacto

ผู้เขียน: Heloyse Salles
last update วันที่เผยแพร่: 2026-08-19 07:57:09

​Janaína

"Tudo saindo melhor que o esperado!"

​Meu sorriso leve completa a sensação de que cumprirei minha missão o mais rápido possível, e talvez nem precise ficar muito tempo em Soure.

​O primeiro itinerário é ir à fazenda do Seu Borges, dono da maior vaquejada da região, e tirar umas fotos dos seus búfalos campeões para enviar para a Sabrina.

Com a ajuda da Lene, que se prontificou a me fazer companhia hoje, espero pôr o papo em dia com a amiga e ter êxito no trabalho.

​Pego meu equipamento
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    Janaína Da varanda, contemplo a manhã límpida e começo a registrar o ambiente, sentindo uma paz inigualável. Fotografar permite minha imaginaçăo ficar livre, mas também serve para recapitular o dia anterior, que começou com a visita audaciosa do Valdir, depois mudou o foco para a tarde emocionante no cabaré e na volta um momento agradável com o amor da minha vida.Como é bom estar apaixonada!Um sorriso bobo brinca em meus lábios. Jackson, que vai passando, provoca:— Rindo até com o vento, Janaína?Levo um pequeno susto e dou um salto para trás. Ao mesmo tempo, inspiro o perfume do irmão e solto o ar, quase me engasgando com o cheiro forte de almíscar. — Credo! Pra quê todo esse perfume de manhã? Ele dá uma risadinha maliciosa.— Lene gosta de mim assim, todo cherosinho.— Então ela tá com problema alfativo. Vai é se embriagar— reparo que ele tá de mochila, roupa esportiva. — Hum... vão aonde?— Vamos dar um rolê por aí. Balanço a cabeça em desaprovação. — Léa deve ficar

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    Diego(No dia seguinte...)​Do escritório, enquanto faço uma lista de compras, observo o relógio da parede. São dez horas da manhã e sinto um aperto no estômago ao lembrar que, pela primeira vez na vida, darei uma entrevista.​Com o aval da Lili e também da Janaína, que me apoiou na decisão de falar sobre a iniciativa de auxiliar as garotas do cabaré nas suas evoluções como estudantes, fiquei menos apreensivo no início. Mas agora... nervosismo é o meu segundo nome.​Aproveito para acrescentar na lista de compras um chip novo de celular. Preciso me ver livre das constantes assediadoras que não param de mandar mensagens.​Cinco minutos depois, escuto uma buzina lá fora. Imagino que seja a repórter.​Levanto-me da cadeira, ponho o chapéu na cabeça e vou atender o pessoal. Paro na soleira da porta de casa e observo a comitiva composta pelo motorista, o cinegrafista, o assistente de câmera e a repórter.​Vanessa é uma mulher alta, de cabelo preto escovado, maquiagem impecável e um vestido

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    Diego​A minha ideia inicial era cumprir meu compromisso com minhas alunas sozinho, mas fiquei feliz quando Janaína se prontificou em me acompanhar e ela está ali ajustando a bolsa no ombr e joga um sorriso leve, daqueles que acalmam qualquer inquietação no peito. Saber que ela está ao meu lado nessa jornada, sem um pingo de preconceito, olhando para cada uma daquelas mulheres com a mesma empatia que eu sinto, faz o meu amor por ela transbordar.Sem me controlar a beijo com sofreguidão e ela corresponde na mesma intensidade, mas depois ela se afasta, os nossos olhos queimando de desejo.​— Vamos, Diego! As meninas já devem estar esperando — ela diz, pegando na minha mão e entrelaçando nossos dedos.​— Tá, mas depois será que a gente...— Sim. — Ela intertompe e sabemos sim como nossa noite vai acabar. — Hoje o dia vai ser bonito — respondo, beijando a testa dela antes de entrarmos na caminhonete. — Vamos, antes que eu mude de ideia.N​o trajeto até o Centro, ela me conta sobre a vi

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    ValdirObservo Soure, o fim de mundo onde Janaína se meteu e me pergunto porque diabos ela continua num lugar com tanta caca de búfalo no chão.Tem nada, não. Estou aqui atrás do prejuízo, resgatar o que é meu: ela!​Caminho pela rua principal, olhando em volta com desdém. Depois do almoço parece que a cidade inteira dorme.Para minha sorte, avisto um adolescente com uma bicicleta encostada num muro. Ele chupa um picolé e mexe no celular.​— Ei, garoto, psiu! ​O garoto dá uma lambida no picolé, me olha de baixo para cima com uma cara de preguiça danada e responde:— Eu?Seguro a impaciência. — Sim, tu mesmo.— Diga.— Tu sabe onde Janaína está morando?​— Que Janaína, moço? Tem umas três por aqui.​— A irmã da Jane, esposa do fazendeiro Miguel Monteiro. A fisionomia do rapazinho muda.— Ah, sim... A fotógrafa gost...— A minha noiva!​Aí o moleque para. Ele dá mais uma chupada no picolé para disfarçar o impacto.​— Tua o quê?! Rapaaaiz... Tem certeza?— Absoluta! — Falo com a

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