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last update Petsa ng paglalathala: 2026-10-06 03:50:55

Eu ainda estava sentada na cômoda quando a porta se abriu.

O corpo tremia. As pernas não obedeciam. O vestido ainda estava levantado, a calcinha ainda de lado, e o gosto do beijo ainda queimava na minha boca. Eu não sabia o que fazer. Não sabia para onde ir. Não sabia como processar o que tinha acabado de acontecer.

O Ivan entrou no quarto sem bater.

— Fiorella.

— O que aconteceu?

— Nada.

— Você disse que era urgente.

— Era.

— O que era?

— Um problema.

— Que problema?

— Um grupo dissidente.

— D
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  • A Gordinha Do CEO    7.2

    Ele beijou devagar. Com cuidado. Como se estivesse saboreando cada segundo. Como se estivesse guardando aquele momento para sempre. Os lábios dele eram macios. Quentes. E se moviam com uma precisão que me fazia tremer. A mão dele desceu até a minha nuca, os dedos enroscando no meu cabelo, me puxando para perto. E eu... eu correspondi.Não porque quisesse.Não porque amasse.Porque não conseguia evitar.Porque o corpo dele era quente. Porque o cheiro dele era intoxicante. Porque o toque dele era... viciante.Ele me beijou por um longo tempo. Um tempo que eu não consegui medir. Um tempo que parecia não ter fim. E, a cada segundo, eu sentia algo crescer dentro de mim. Algo que não era amor. Algo que não era ódio. Algo que era... confusão.Ele se afastou.— Viu? — perguntou ele, com um sorriso debochado.— O que? — indaguei, sem ar.— Você gostou — declarou ele, soltando o meu rosto.— Não gostei — neguei, sentindo o rosto queimar.— Gostou — insistiu ele, recuando um passo.— Não — repet

  • A Gordinha Do CEO    7.1

    Não um riso curto. Não um riso debochado. Um riso alto. Gostoso. Um riso que encheu o quarto inteiro. Um riso que me fez sentir um arrepio na espinha.— O que foi? — perguntei, sentindo o estômago embrulhar.— Nada — respondeu ele, balançando a cabeça.— Por que você está rindo? — insisti, dando um passo à frente.— Porque você é uma idiota — declarou ele, com um sorriso cruel.— O que? — perguntei, sentindo o sangue gelar.— Uma idiota — repetiu ele, guardando a pasta.— Por quê? — indaguei, cerrando os punhos.— Porque você assinou sem ler — explicou ele, encostando-se na mesa.— Você disse que eu podia assinar — retruquei, sentindo a raiva crescer.— Eu disse que você devia ler — corrigiu ele, erguendo uma sobrancelha.— Você disse que eu podia assinar — insisti, apontando o dedo para ele.— Disse — admitiu ele. — Mas você não leu.— E daí? — perguntei, sentindo o chão se abrir.— E daí que você assinou a sua sentença de morte — declarou ele, a voz baixa e perigosa.Senti o sangue

  • A Gordinha Do CEO    7

    O beijo terminou.E eu fiquei parada. Sem ar. Sem palavras. Sem chão. O lábio dele ainda roçava o meu, e o gosto dele ainda estava na minha boca. Amadeirado. Fumado. Quente. Um gosto que eu odiava gostar.Ele se afastou.E sorriu.— Vem comigo — ordenou ele, estendendo a mão na minha direção.— Para onde? — perguntei, recuando um passo.— Para o quarto — respondeu ele, a voz baixa e controlada.— Por quê? — indaguei, desconfiada.— Porque eu tenho uma coisa para você — disse ele, os olhos azuis fixos nos meus.— Que coisa? — perguntei, cruzando os braços.— Você vai ver — respondeu ele, pegando a minha mão antes que eu pudesse recusar.E eu deixei.Porque, naquele momento, eu não conseguia pensar. Não conseguia raciocinar. Não conseguia fazer nada além de seguir. O corpo ainda tremia. O coração ainda disparava. E a cabeça... a cabeça era um emaranhado de fios que eu não conseguia desembaraçar.Subimos as escadas em silêncio.O corredor era longo. Escuro. Com tochas acesas nas paredes

  • A Gordinha Do CEO    6.1

    Velho. Muito velho. Cabelo branco, rosto enrugado, olhos azuis como os do Ivan. Ele usava um terno preto, gravata de seda, e uma bengala de ouro na mão. Estava sentado em uma poltrona enorme, como um rei. E, ao redor dele, havia seguranças. Homens de terno preto. Homens armados.— Avô.O velho levantou os olhos.— Ivan.— Esta é a Fiorella.O avô olhou para mim.E não sorriu.— Então é você.— Sou.— A italiana.— Sim.— A da Cosa Nostra.— Sim.— A que o meu neto escolheu.— Sim.— Por quê?— Porque... porque ele quis.— Ele não quis. Ele foi forçado.— Ele não foi forçado.— Foi sim. A aliança. A paz. A guerra.— Ele me escolheu.— Ele escolheu a paz.— Ele escolheu a mim.— Você é a paz.— Eu sou uma pessoa.— Você é um símbolo.— Eu não sou um símbolo.— É sim. — O avô levantou a bengala e apontou para mim. — Você é a italiana que o meu neto trouxe para dentro da minha casa. A mulher que vai carregar o meu sangue. A mulher que vai dar à luz os meus bisnetos.— Eu não sou um útero.

  • A Gordinha Do CEO    6

    Eu ainda estava sentada na cômoda quando a porta se abriu.O corpo tremia. As pernas não obedeciam. O vestido ainda estava levantado, a calcinha ainda de lado, e o gosto do beijo ainda queimava na minha boca. Eu não sabia o que fazer. Não sabia para onde ir. Não sabia como processar o que tinha acabado de acontecer.O Ivan entrou no quarto sem bater.— Fiorella.— O que aconteceu?— Nada.— Você disse que era urgente.— Era.— O que era?— Um problema.— Que problema?— Um grupo dissidente.— Dissidente?— Sim. Homens que se rebelaram contra a Bratva.— Dentro da Bratva?— Sim. Uma facção. Liderada por um traidor.— Quem?— Sergei.— O que ele quer?— O meu trono. O meu território. A minha cabeça.— E você?— Eu vou dar a cabeça dele.— Você vai matá-lo?— Vou.— Quando?— Quando eu encontrá-lo.— E se ele te encontrar primeiro?— Ele não vai.— Como você sabe?— Porque eu sou o Ivan Volkov. E ninguém me encontra primeiro.Silêncio.— O ataque foi repelido?— Foi.— Como?— Com sangue

  • A Gordinha Do CEO    5.1

    Ele encostou a boca na minha calcinha.E eu... eu senti um arrepio percorrer a minha espinha. Um arrepio que não era de frio. Que não era de medo. Que era de... prazer.— Ivan.— O que?— Para.— Por quê?— Porque... porque eu não quero.— Você quer.— Não quero.— Quer. Você está molhada.— Não estou.— Está. Eu sinto.— Ivan—— Cala a boca.— Não.— Cala a boca.— Não!— Fiorella.— O que?— Cala a boca.— Por quê?— Porque eu quero te ouvir gemer.— Eu não vou gemer.— Vai.— Não vou.— Vai. — Ele puxou a minha calcinha para o lado. — E agora?Senti o ar faltar.— Ivan.— O que?— Para.— Por quê?— Porque... porque eu não estou pronta.— Você está.— Não estou.— Está. Você está molhada. Você está tremendo. Você está querendo.— Eu não estou querendo nada.— Está. — Ele encostou a língua. — E agora?Senti o corpo inteiro tremer.— Ivan!— O que?— Para!— Por quê?— Porque... porque...— Porque o quê?— Porque eu não quero gostar.— Mas você está gostando.— Não estou.— Está. Voc

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