INICIAR SESIÓN~MILA~ Comecei a caminhar em direção à enfermeira e os irmãos imediatamente se posicionaram um de cada lado de mim. Paolo tentou me pegar pelo braço. —Posso andar sozinha. —Nós sabemos. —Então me solte. —Não —respondeu, insistente, e segurou meu braço. Nicolo fez o mesmo com o outro, fazendo-me sentir como uma criança pequena que podia se perder ou sofrer um acidente no caminho por ser muito boba. Bufei. A enfermeira nos conduziu até o consultório da doutora Amato e, assim que entramos, a encontramos sentada atrás da escrivaninha examinando alguns documentos. Levantou o olhar e sorriu ao nos ver. —Mila. Que bom ver você novamente. —Olá, doutora. A doutora olhou para os irmãos. —E vocês também, senhores Ravelli. —Doutora —cumprimentaram os dois com um leve sorriso cordial. Não pareciam muito contentes e eu tinha certeza de que era por causa do tempo que tivemos que esperar e da minha vontade de fazer xixi. —Vejo que a lua de mel acabou. Senti minhas bochechas começarem a
Semanas depois... ~MILA~ Depois de três semanas percorrendo alguns dos lugares mais lindos do Caribe na companhia dos meus dois maridos, voltar à realidade parecia um pouco estranho. Especialmente porque nossa primeira parada, assim que voltamos da lua de mel, havia sido a clínica particular da doutora Amato para fazer a segunda ultrassonografia de acompanhamento da gravidez. A primeira eu havia feito poucos dias depois de descobrir que estava grávida e, para minha imensa tranquilidade, havia confirmado que tudo estava correndo perfeitamente. Os golpes que eu havia recebido durante o tempo em que estive sequestrada por Gio Marchetti não haviam causado nenhum dano e a gravidez continuava se desenvolvendo sem complicações. Aquela havia sido a única notícia que me importava ouvir naquele momento e eu ainda me lembrava do enorme alívio que senti quando a doutora me garantiu que eu podia ficar tranquila. Agora, algumas semanas depois, eu estava sentada na sala de espera da clínica com
~MAKSIM~ Alessia deslizou a mão entre as coxas e rodeou o clitóris com dois dedos. Com o olhar cheio de lascívia, olhei para baixo, vendo-a trabalhar sobre si mesma, e quando ergueu os quadris e voltou a afundar sobre mim, quase perdi a cabeça ao ver meu pau se estendendo dentro de sua boceta apertada. —Olhe para nós, coelhinha. Olhe como nós nos encaixamos bem pra caralho. Ela olhou para baixo e miou como uma gatinha no cio. —Você é tão gostoso dentro de mim, besta. Um forte gemido escapou de mim. Gutural e quase animal, como a besta que ela dizia que eu era e que somente ela conseguia despertar em mim, sexualmente falando. —Sim, eu gosto. Seus dedos trabalharam com mais força e ela sacudiu os quadris, buscando sua liberação. Minhas mãos percorreram suas costas, suas costelas, seus quadris, memorizando cada centímetro dela. Cada pedaço de carne boa que me alimentava e da qual eu nunca conseguia ter o suficiente. Merda. Ela me tinha completamente louco e bem agarrado pelas bol
~ALESSIA~ —Já lhe disse que esse vestido fica incrível em você, Senhora Volkova? —Maksim sussurrou quando se inclinou até meu ouvido e me entregou outro copo de uísque. Entre um brinde e outro, ele vinha colocando vários na minha mão a cada dez minutos e eu já começava a me sentir meio alegrinha. Será que estava tentando me embebedar? Olhei para meu vestido de seda cor de borgonha. —Sim. Você já tinha me dito —respondi. Passou um braço pela minha cintura e me puxou para perto. Pressionou os lábios contra minha orelha e seu hálito quente me fez estremecer. —O que eu ainda não tinha dito é que já quero chegar em casa e arrancá-lo de você —rosnou. Por cima de seu ombro, dei uma olhada nos convidados que ainda estavam ali, no salão de banquetes; bebendo, fumando, conversando e até dançando. Depois, mordendo o lábio de forma provocante, voltei meus olhos para os dele. —E que diabos ainda estamos fazendo aqui? —disparei—. O casamento acabou há horas. Ele não disse nada. Agarrou mi
~MILA~ Sem pensar duas vezes, Paolo tirou o dedo do meu ânus e me agarrou pelos quadris para me virar e me colocar de joelhos na cama. Fiquei com a bunda virada para ele e o rosto para Nicolo. Gritei quando seu pênis grande e grosso se posicionou na entrada do meu cu e depois me preencheu com uma estocada. Nicolo aproveitou que minha boca se abriu e voltou a enfiar sua enorme ereção na minha boca, até a garganta, provocando uma ânsia que suportei como a guerreira luxuriosa e gulosa que sou. Meus olhos reviraram de prazer e tudo ficou ainda pior quando Paolo levou a mão à minha boceta e enfiou dois dedos dentro de mim, enquanto Nicolo começou a esfregar meu clitóris com o polegar. Porra. Eu estava tão cheia com seus paus e seus dedos que eles estavam me empurrando para além do limite da sanidade, rumo ao esquecimento. —Sente como estou tão fundo dentro de você? —grunhiu Paolo, enterrando os dedos mais fundo na minha boceta e o pau ainda mais dentro do meu ânus—. Merda. Você é tã
~MILA~ Sentia meu corpo tremer de excitação quando nós três chegamos ao nosso quarto depois do banquete de casamento. Eu estava mais do que ansiosa para ter os dois enterrados bem fundo dentro de mim. Assim que a porta se fechou atrás de nós, fiquei na ponta dos pés e ataquei Nicolo, pressionando meu corpo contra o dele e devorando sua boca. Seus dedos percorreram meu cabelo enquanto correspondia aos meus beijos desesperados. Caralho. Seus beijos eram tão famintos e necessitados quanto os meus que rapidamente fizeram meu sangue ferver nas veias. Suas mãos envolveram minha bunda através do tecido do vestido, apertando-a com força. Gemi em sua boca e esfreguei meus seios contra seu peito duro como aço, ao mesmo tempo em que minha mão se fechava sobre seu pau, que já estava duro como uma rocha. Nicolo girou os quadris, impulsionando-se contra minha palma, e sorri orgulhosa por conseguir provocá-lo daquela maneira. Foi então que senti a boca quente de Paolo no meu pescoço e inclinei







