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Capítulo 13

Autor: Arthur Souza
last update Data de publicação: 2025-06-03 01:42:40

Capítulo 13

Ele a deitou de volta nos travesseiros, cobrindo o corpo dela com o dele, seus quadris se encaixando com precisão. As mãos dele deslizavam por sua cintura, costelas, seios — tocando, massageando, acariciando com uma delicadeza quase reverente. Lara gemeu baixinho, o corpo despertando sob o toque que ela já começava a ansiar como uma necessidade vital.

“Você é real?” ele sussurrou, beijando sua clavícula, depois o vão entre os seios. “Ou eu ainda tô sonhando com a mulher que virou me
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Último capítulo

  • A Luna Reivindicada pelo Alfa   Epílogo

    O céu estava límpido naquela manhã de primavera, o tipo de azul que parecia ter sido pintado à mão só para aquela ocasião. O sol brilhava suave sobre os jardins da vinícola escolhida por Lara — um lugar reservado, elegante e rodeado por colinas verdejantes. O perfume de lavanda misturava-se ao leve aroma das uvas maduras nos vinhedos, e uma brisa delicada brincava com as fitas brancas penduradas nos arcos de flores.Era o dia do casamento.E Lara ainda não conseguia acreditar que aquilo estava mesmo acontecendo.Ela se olhou no espelho pela última vez, o coração batendo em um ritmo quase impraticável dentro do peito. O vestido era tudo o que ela sempre sonhou — clássico, justo na cintura, com uma cauda que fluía como névoa ao redor de seus pés. Os ombros à mostra, a renda bordada à mão, os botões de pérola. E o véu... leve como suspiro, preso aos cabelos soltos em ondas naturais."Está pronta?" perguntou Júlia, sua melhor amiga e madrinha, com os olhos já cheios de lágrimas.Lara asse

  • A Luna Reivindicada pelo Alfa   Capítulo 42

    Capítulo 42Lara ainda sentia os ecos do pedido de casamento reverberando no peito. A mão esquerda, onde o anel agora brilhava como uma promessa silenciosa, tremia levemente quando Dante a ajudou a sair do restaurante. O ar da noite estava mais fresco do que ela esperava, mas o calor no olhar dele bastava para aquecê-la."Você planejou tudo isso sozinho?" ela perguntou, ainda atordoada, enquanto ele a conduzia até o carro."Cada detalhe," ele respondeu com um sorriso satisfeito. "Incluindo a sobremesa. Eu sabia que você não resistiria ao fondant."Lara riu, apertando a mão dele. "Você me conhece bem demais."Dante abriu a porta do carro para ela, mas antes que ela entrasse, ele segurou sua cintura e a puxou para perto."Não só te conheço," ele sussurrou, os lábios roçando o dela, "como pertenço a você."Ela fechou os olhos por um segundo, permitindo-se afundar naquele momento. Havia um tipo de paz ali — uma quietude profunda que ela jamais imaginou encontrar nos braços de um homem com

  • A Luna Reivindicada pelo Alfa   Capítulo 41

    Capítulo 41O espelho do quarto refletia Lara ajustando o decote do vestido vermelho quando Dante apareceu atrás dela, trajando um terno preto que destacava seus ombros largos. Suas mãos deslizaram pela cintura dela, puxando-a contra seu corpo."Você está linda" murmurou, enterrando o rosto no pescoço dela e deixando um rastro de beijos quentes.Lara riu, tentando se soltar."Dante, se você me amassar agora, vamos perder a reserva."Ele a virou de frente, segurando seu queixo com firmeza."Eles podem esperar." Seus lábios encontraram os dela em um beijo lento e profundo, as mãos explorando as costas do vestido como se já planejassem tirá-lo dali.Lara o empurrou com dificuldade, ofegante."Você está insuportável hoje.""Só estou aproveitando minha futura esposa."Ela congelou."O quê?"Dante pareceu perceber o que dissera e sorriu, enigmático."Nada. Vamos, seu jantar está esperando."Enquanto desciam as escadas, Lara o observou com suspeita."Você está estranho.""Só estou feliz" ele

  • A Luna Reivindicada pelo Alfa   Capítulo 40

    Capítulo 40A porta do quarto mal havia se fechado quando Dante empurrou Lara contra a madeira, seu corpo quente e sólido moldando-se ao dela. O beijo foi devorador, línguas se entrelaçando com a urgência de quem passou horas contidas sob olhares alheios.“Você tem ideia do que você me faz quando fica provocando na frente dos outros?” ele rosnou, suas mãos descendo pela curva da sua cintura até agarrar suas nádegas com força.Lara arqueou contra ele, sentindo o volume duro de seu desejo pressionando sua coxa.“Eu não estava provocando” ela mentiu, os dedos deslizando pelo peito nu dele, sentindo os músculos se contraírem sob seu toque.Dante riu, um som baixo e perigoso, antes de agarrar a camisa que ela vestia e rasgá-la ao meio com um puxão. Os botões voaram pelo quarto, batendo no chão como chuva de plástico.“Mentira tem preço” ele advertiu, jogando os pedaços de tecido para o lado.Lara não teve tempo de responder. Em um movimento fluido, Dante a jogou na cama, subindo sobre ela

  • A Luna Reivindicada pelo Alfa   Capítulo 39

    Capítulo 39Lara descia as escadas quando o aroma de café fresco a atingiu. Dante estava na cozinha, seu torso nu iluminado pela luz matinal que entrava pelas janelas. Ela se aproximou por trás, envolvendo-o em seus braços."Cheira bem", murmurou, pressionando o rosto contra suas costas.Dante girou em seus braços, segurando seu queixo. "Você cheira melhor", respondeu antes de capturar seus lábios em um beijo lento.Estavam assim quando a campainha tocou. Insistente."Vão embora", Dante rosnou contra sua boca.Mas a campainha continuou. Com um suspiro, ele foi atender enquanto Lara ajustava a camisa que vestia - sua única peça de roupa."Finalmente!" Sabrina, sua irmã, invadiu a casa como um furacão, seguida por Bento, seu colega de trabalho. "Estávamos quase chamando a polícia!"Bento congelou ao ver Lara, seus olhos voando imediatamente para o teto. "Nós... trouxemos comida", murmurou, segurando as sacolas como um escudo.Sabrina olhou dos pés descalços de Lara até seus cabelos desa

  • A Luna Reivindicada pelo Alfa   Capítulo 38

    Capítulo 38O vapor envolvia os corpos nus enquanto Dante empurrava Lara contra a parede de azulejos do chuveiro, a água escorrendo em cascatas quentes sobre seus corpos ainda marcados pelo desejo. Seus lábios encontraram os dela com uma fúria silenciosa, línguas se entrelaçando como se não houvesse ar suficiente no mundo que não estivesse dentro do outro.“Você ainda está tremendo” ele murmurou contra sua boca, as mãos deslizando por sua cintura, apertando os quadris onde suas digitais ainda estavam marcadas em vermelho.“E de quem é a culpa?” ela retrucou, mordendo seu lábio inferior, sentindo-o endurecer novamente contra sua barriga.Dante riu, um som baixo e perigoso, antes de se ajoelhar na frente dela, a água escorrendo por seus músculos tensos. Seus olhos nunca deixaram os dela enquanto ele abria suas coxas com as mãos, aproximando a boca do seu sexo ainda inchado e sensível.“Dante…” ela tentou protestar, mas o nome se perdeu em um gemido quando sua língua lambeu um caminho le

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