FAZER LOGINNão tem como não dizer. Esses dois são um CAOS JUNTOS.
POV/ SKYToquei a lateral da cabeça.— Minha cabeça...— Você bateu durante a explosão.— E meu ouvido?— Machucou com o barulho e a pressão da explosão. O médico explicou, mas eu não sei falar direito. Disse que precisa acompanhar.— Eu vou voltar a ouvir?A pergunta saiu antes que eu conseguisse evitar.Moon apertou minha mão.— Ele disse que tem que esperar a avaliação.Engoli seco.Meu coração continuava rápido.Mas nada daquilo importava.— Cadê meu pai?Moon ficou quieta.Olhei para ela.— Moon.Ela abaixou os olhos.Meu estômago contraiu.— Cadê ele?Nenhuma resposta.— Moon...Ela começou a chorar de novo.Não.Balancei a cabeça.— Não.Moon apertou os lábios.— Não faz isso.— Sky...— Não.Apertei os dedos dela.— Cadê o pai?O queixo de Moon tremeu.Ela tentou falar.Não conseguiu.— Moon...— Eu...A voz morreu.— Fala.Ela fechou os olhos.Uma lágrima escorreu.— Fala comigo.— Sky...— Cadê ele?Moon puxou o ar pelo nariz.— Ele...Parou.Meu coração bateu mais forte.—
POV: SKY BITTENCOURTRocco nem olhou para trás. Deu meia-volta no patamar da escada e correu direto para dentro do apartamento em chamas.No segundo em que ele passou da porta, um segundo estrondo estourou lá dentro.O gás acumulado na cozinha pegou de vez. O fogo cuspiu alto pelo vão e o forro de gesso e os tijolos da entrada desabaram em cima da passagem, fechando tudo em pedras e chamas.— ROCCO! PAI! — o berro rasgou a minha garganta.Christian não esperou. Ele me travou contra o corpo dele, virou de costas e desceu os lances de escada correndo comigo esperneando, batendo as pernas no corrimão e na parede. Moon descia na nossa frente aos prantos, com as duas mãos na boca, tremendo inteira.Saímos pela porta da frente do prédio.O ar da rua bateu seco na minha cara. A fumaça preta saía grossa pelas janelas do segundo andar, cobrindo o céu. A rua estava um caos. Os vizinhos do outro lado do prédio tinham descido correndo para o asfalto, apontando para o fogo e gritando em desespero.
POV/ SKYUm zumbido agudo tomou conta dos meus ouvidos, engolindo todos os barulhos ao redor.Tentei puxar o ar, mas só veio cinza e fumaça grossa, queimando a minha garganta e me fazendo tossir com gosto de sangue.O fogo começou rápido, subindo pelas paredes da cozinha. As chamas brotaram onde a fiação faíscou, lamberam o papel de parede e subiram em direção ao forro de gesso do teto, onde o bolsão de gás estava preso. Em seguida, desceram com tudo sobre o fogão e os armários. Em segundos, o fogo alcançou o piso de madeira encharcado com o álcool que a diarista tinha espalhado.O chão da cozinha virou uma linha incandescente que começou a correr em direção ao corredor, estalando o taco seco.Pedaços de gesso em brasa começaram a despencar do teto da cozinha, levantando labaredas altas.— Sky... — a voz fraca e arrastada do meu pai veio do primeiro quarto, abafada pela fumaça.— PAI! — tentei berrar, mas da minha boca só saiu um som rouco e engasgado.A tosse veio em espasmos secos,
POV: SKY BITTENCOURTCom uma lentidão dolorosa, ele inclinou o tronco para a frente o máximo que o cinto da cadeira permitia. Encostou os lábios secos, num beijo trêmulo e desajeitado, primeiro na minha testa, depois na testa da Moon.Aquele beijo fraco fez o meu nariz arder por dentro. Uma queimação forte subiu pelos meus olhos, a garganta travou num nó imenso e precisei fechar as pálpebras com força, mordendo o lábio para segurar o choro. Eu não queria chorar de dor. Não ali. Queria guardar aquele segundo exato no peito, porque fazia tanto tempo que não sentia tanta felicidade de verdade.Dois enfermeiros bateram de leve na porta e entraram com a maca retrátil:— Licença, dona Sky. Precisamos posicionar o senhor Bittencourt para a remoção.Engoli o nó na garganta, levantei do chão e ajudei a equipe a erguer o corpo dele com cuidado, passando da cadeira para o colchão da maca. Ajeitamos o travesseiro, prendemos as faixas de segurança e esticamos o cobertor azul sobre o peito dele.Mo
NOTA DA AUTORA! 🚨⚠️👀Primeiramente, peço perdão pelo vacilo! 🙏😭 Eu juro que sou uma boa pessoa 😇, o problema é que minha mão escreve com maldade! 😈✍️🔥Enfim, segurem o coração porque VAI TER MARATONA SIM! 🏃♀️📚💥Espero que vocês gostem ou que se desidratem de tanto chorar! 🤧🧻💔Boa leitura! 📖🍿💣----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------POV: SKY BITTENCOURTO final de semana foi maravilhoso, mas a segunda-feira passou voando. Rocco tinha muita coisa acumulada da empresa para resolver, então mal teve tempo para mim. Ficou o dia quase todo trabalhando na frente do computador sem parar. Pelo menos a gente conseguiu almoçar junto na bancada da cozinha e teve uma folga no final da tarde, mas o dia correu muito rápido.Eu não toquei no assunto da Jussara e nem dessa palhaçada de noivado forçado. Não queria estragar a paz que a gente tinha deixado no quarto.Na terça-feira de manhã, acordei cedo e sent
POV/ SKYNão foi só embaixo. Foi perna. Barriga. Braço. Boca. Tremendo. Gritando. A boceta mil contrações no pau dele, uma atrás da outra, sem intervalo. Os pés tremeram. A coxa tremeu. A mão no clitóris não conseguia parar. Ele não parou. Continuou fodendo. Cada estocada puxou outro tremor. Eu não conseguia fechar a perna. Não conseguia parar a mão. Ele segurava a nuca e metia. Fundo. Fundo. Fundo.— Rocco — saiu arrastado, a voz falhando. — Rocco. Rocco.Ele tirou as pernas do ombro. O ângulo soltou. O ar voltou um pouco. Virou meu corpo. De quatro.Os braços não aguentaram.O peso foi embora. Os cotovelos dobraram. A cara foi na almofada. Os joelhos escorregaram no lençol molhado. Eu caí no colchão, o quadril ainda empinado pela mão dele, a bunda no ar, a boca aberta no tecido.Ele não esperou eu ajeitar.Pegou a perna. Dobrou. Abriu. Enfiou de novo. A cara na almofada. O pau fundo. A mão na minha bunda, apertando, o dedo afundando na carne. Estocada. Estocada. O som abafado na pen







