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Striptease...

last update Data de publicação: 2025-06-25 06:46:27

Alexandre

Senti meu corpo inteiro enrijecer o instante em que a Jaqueline me pediu para que eu não fizesse nada contra o Talles. A palavra “nada” ecoou em minha mente como uma afronta. Meu sangue ferveu, e um desconforto amargo subiu pela garganta como fel. Eu tentei manter a compostura, mas por dentro estava em guerra.

“Ela ainda sente algo por aquele desgraçado?” O pensamento me dilacerou de dentro pra fora.

O ciúme veio como um soco, e com ele a raiva. Era absurdo, eu sabia, mas vê-la interc
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Último capítulo

  • A nova assistente para o CEO desiludido    Nossa história de amor jamais terá fim...

    Jaqueline Estevão estava empolgado, falando com brilho nos olhos, aquele brilho típico de pai coruja.— Gente, vocês não têm ideia de como a Aurora está esperta! Disse ele, rindo. — Agora aprendeu a esconder as chupetas. A Malu quase enlouqueceu procurando uma ontem!Todos riram, e Malu balançou a cabeça, fingindo indignação.— E ele ainda acha graça! Respondeu ela, sorrindo. — Antes de sair, enchi meus sogros de recomendações. Escrevi até um bilhete com os horários de cada coisa.Alexandre, ao meu lado, sorriu divertido e apertou minha mão sobre a mesa.— Com a Jaqueline foi quase isso. Antes de deixar os gêmeos com seus pais, ela fez um manual completo. Eu nunca vi nada igual.— Organização é tudo. Respondi, rindo.A conversa foi interrompida pela volta triunfal de Caio e Edu, vindos da pista de dança com drinks coloridos nas mãos. O som da música alta vibrava do outro lado da área VIP, que estava lotada e cheia de energia.— Olha só, minha diva! Gritou Caio, me apontando o dedo com

  • A nova assistente para o CEO desiludido    Aquela noite foi o começo de tudo...

    Jaqueline O som das risadinhas de Otávio e Olívia ecoavam pelo jardim. Eu estava sentada em um dos bancos próximos ao playground da casa do meu pai, observando os dois correrem de um lado para o outro, completamente encantados com o escorregador e o balanço novo.Meus olhos se encheram de ternura ao ver o Edgar, ou melhor, meu pai ali, todo envolvido com os netos. Ajoelhado na grama, ele ajudava a Olívia a subir no escorregador enquanto o Otávio o chamava para empurrá-lo no balanço. O riso dele era solto, leve, de um homem que reencontrou um novo sentido na vida.Senti um toque suave em meu ombro. Era a Helena.— Ver ele assim é uma das melhores coisas da vida, não é? Disse ela, sentando-se ao meu lado.— É sim… Respondi emocionada. — Acho que nunca o vi tão feliz.— Nem eu. Ela sorriu. — Esses pequenos trouxeram luz pra ele.Logo fomos chamadas para o almoço. A mesa estava linda, repleta de pratos. Lorenzo, no colo da Isadora, fazia uma bagunça deliciosa com a colher, tentando alcanç

  • A nova assistente para o CEO desiludido    Gratidão...

    Alexandre Três anos depois…Os gêmeos estão crescendo rápido demais. Às vezes me pego observando cada um deles e pensando em como o tempo tem passado depressa. É impressionante como, mesmo tão pequenos, já têm personalidades tão distintas.O Otávio, por exemplo, é puro espírito de liderança. Determinado, curioso, sempre o primeiro a descobrir o que há atrás de uma porta, dentro de uma gaveta ou embaixo do sofá. Onde ele vai, a Olívia está logo atrás, risonha, observadora, às vezes mais cautelosa, mas não menos decidida. É engraçado ver como ela o segue por todos os cantos, como se o irmão fosse uma espécie de herói particular.A Jaqueline adora brincar dizendo que apenas alugou a barriga, e eu sempre rio disso. Mas quando olho pra eles, vejo tanto dela quanto de mim. Os cabelos negros, é verdade, puxaram a mim, mas o sorriso, aquele jeitinho doce de dobrar a cabeça quando estão curiosos, é todo dela.Charlie, o gato que dei de presente pra Jaqueline no ano passado, é outro capítulo à

  • A nova assistente para o CEO desiludido    Nada a pedir, só agradecer...

    Estevão O carro já estava ligado e o motorista nos aguardava. O ar estava leve, cheio daquela alegria doce que veio depois do nosso grande dia.Helena foi a primeira a nos abraçar, com os olhos marejados e o sorriso orgulhoso.— Cuidem-se, meus amores. E aproveitem cada minuto. Ela acariciou o rosto da Malu, como quem ainda tinha dificuldade de acreditar que a menina se transformou em mulher e estava casada.Malu, rindo e chorando ao mesmo tempo, apertou a tia forte.— Eu te ligo assim que chegarmos, prometo.Em seguida, foi a vez do Alexandre e da Jaqueline. Ele, com aquele ar protetor de irmão, me olhou sério antes de abrir um sorriso sincero.— Cuida bem dela, Estevão. Vamos esperar ansiosos pelo retorno dos nossos futuros vizinhos.— Pode deixar, meu amigo. Respondi, apertando a mão dele. — Nossa casa já está pronta. Vai ser ótimo.Jaqueline abraçou a Malu com carinho.— Vocês merecem essa nova fase. E Nova York vai ser inesquecível.Caio, como sempre, chegou por último, animado.

  • A nova assistente para o CEO desiludido    Os bebês...

    JaquelineDois meses depois…Estava sentada na poltrona do quarto dos bebês, com o meu pequeno Otávio no colo, quando o Alexandre entrou, segurando a Olívia com tanto cuidado que me fez sorrir. Ela dormia tranquila, o rostinho sereno encostado no peito dele, e eu podia jurar que ele prendia até a respiração para não acordá-la.O quarto estava suave, iluminado apenas pela luz amarelada do abajur e pelo som leve da nossa nova rotina: o respirar dos bebês, o ranger suave da poltrona, e o meu coração batendo acelerado de tanto amor.Otávio mamava com vontade, e eu não contive a risada. — Olha pra isso, Alexandre… ele parece um bezerrinho de tão esfomeado.Ele me olhou e riu baixinho, sentando-se ao meu lado. — Filho de quem é, né? Respondeu com aquele tom provocador que eu tanto conhecia.— Ei! Brinquei, fingindo estar ofendida, e ele soltou um riso mais aberto, daqueles que me desarmavam completamente.Ficamos um tempo em silêncio, apenas observando. Alexandre alisava com o polegar o br

  • A nova assistente para o CEO desiludido    O parto...

    Alexandre Cheguei em casa depois de mais um longo dia de trabalho. O jardim estava ainda mais bonito, com o perfume das flores misturado ao cheiro de casa.E lá estava ela.Jaqueline, de pé, me esperando com um sorriso. A barriga enorme, linda, como se fosse o mais precioso símbolo do amor que nos une.— Olha só quem resolveu me esperar. Murmurei, me aproximando.Ela sorriu de lado, colocando a mão sobre o ventre.— A gente sentiu sua falta.Abracei-a com cuidado, sentindo o calor do corpo dela e aquele perfume que já era o meu lar. Beijei seus lábios, depois me inclinei um pouco, repousando as mãos sobre a barriga.— E aí, meus dois amores, como estão? Falei baixo, sorrindo enquanto acariciava. — Vocês estão cuidando direitinho da mamãe?Ela riu.— Estão treinando pra virarem ginastas, acho eu.— Assim mesmo, filhos de Ridell, cheios de energia. Respondi brincando, ainda com as mãos sobre a barriga.— Meus pais estão na cozinha. Avisou. — Minha mãe acabou de tirar um bolo do forno.

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