Mag-log inTrês horas depois, eu estava cansada e com dor de cabeça, gosto de alguns eventos, mas são todos cansativos.
— Vamos para casa amor. Murilo aparece para me salvar, já tinha olhado para Bernard duas vezes e ele sabia que eu queria ir embora, mas sempre um empresários outro aparecia. — Vamos, estou ficando cansada já. Saímos da festa e Bernard sempre atento, já estava me esperando na porta e o carro na entrada com a porta aberta. — Bernard. — Murilo... Eles se cumprimentam e entramos no carro, desnecessário dizer que eles não se dão bem né, na realidade Bernard nunca disse de fato, mas ele não deixa Murilo muito tempo perto de mim em locais públicos, não sei porque mas Bernard sempre teve olhos de águia não é a toa que ele era um sargento do exército condecorado com medalhas. — Vem cá, deixa eu fazer uma massagem nos seus pés meu amor. — Obrigada... Tiro meus sapatos e ele massageia. — Ah... Que delícia, não sabia que estava precisando disso até agora. — Hahaha...Eu te conheço meu amor. Ele continua massageando meus pés até que chegamos em casa. — Obrigada Bê, Xavier, tenham uma boa noite. Agradeço ao meu guarda costa e o motorista como sempre faço e entramos dentro de casa, subimos para o meu quarto. — Nossa, estou tão cansada. — Vou encher a banheira e tomamos um banho juntos. Ele passa por mim e beija minha cabeça. Vai até o banheiro e começa a encher a banheira e eu vou tirar o vestido e a maquiagem. — Prontinho. Tiro meu robe de seda vermelha e ele me olha de cima a baixo. — Amor..Assim você me mata sabia. Faço cara de inocente e olho por cima do meu ombro deixando o robe cair no chão e entro na banheira ele mais que depressa tira suas roupas e entra comigo. — Céus Maya... Quero te foder gostoso aqui e agora... — Vem. Ele me vira de costas e me prensa na beira da banheira. — Senta na borda e abre as pernas para mim delícia. Ele diz bem no meu ouvido me fazendo arrepiar todinha e eu faço. Me levanto dando para ele total visão da minha bunda, me viro e sento na borda da banheiro, abro minha pernas para que ele veja minha buceta toda depilada e branquinha. Ele rosna. Chamo ele com o dedo e ele vem e me beija, enquanto ele me beija uma de suas mãos aperta minha cintura e a outra passeia pelos meus seios, quando ele aperta um dos bicos dos meus seios eu gemo. — Hum... Sua boca desce da minha boca e vai para o meu pescoço mordiscando e chupando minha pele. — Não deixa sinais. — Calma meu amor... Passa para os meus seios lambendo e chupando os bicos, sua mão urgente chega às minhas coxas e aperta, logo ele abre as dobras da minha intimidade, sua mão me invade, sua boca está descendo pela minha barriga, uma de suas mãos se encontra ainda apertando minha cintura. Quando sua boca chega até minha buceta e abocanha meu clitóris eu grito de prazer. — Oh Murilo.... Sua língua hábil e seus dedos acertam em cheio as áreas erógenas de meu corpo. — Isso. Pareço uma cadela no cio, mas me esfrego em sua cara com tesão. Ele introduz dois dedos em minha buceta e começa me fodendo com os dedos e com a língua eu coloco minha perna nos seu ombro dando a ele mais acesso a mim, começo a rebolar de prazer na sua boca. — Ahhhhh....Isso... Meu corpo começa a ter espasmos, minha perna começa a tremer, meus olhos involuntariamente se viram e eu gozo, liberando meu líquido quente nele e ele lambe com prazer. — Doce como mel meu amor. Eu me levanto da borda da banheira e o empurro e me sento encaixando seu membro que já está duro como pedra na minha intimidade, desço fazendo cara de safada e ele me preenche por inteiro. — Porra Maya... Tão quente e apertada para mim. Subo e desço fazendo movimentos a água da banheira sobe e desce, ele aperta minha bunda e me ajuda a quicar gostoso nele, cada quicada precisa e forte do jeito que gosto, seu dedo entra no meu ânus e eu amo essa sensação de ser preenchida por todos os lados. — Ahhh...Murilo....Ahhhh.... Ele me aperta gostoso e logo gozamos juntos. — Cacete Maya... Hummm.... Tomamos o nosso banho e saímos do banheiro... Quando ele se deita na minha cama eu fico brava... — Ei....ei ..ei.... Não senhor... — Mas amor.... — Não senhor... Você sabe que eu não consigo dormir com você na mesma cama... Murilo Tavares Sério Maya...E quando nós nos casarmos, vai ser assim também... — Não sei..Daqui até lá, pode ir para o quarto de hóspedes que eu estou cansada. — Você já viu como me trata, porra Maya te trato como a maior princesa que é e você me j**a para baixo sempre. Ele sai bravo como todas às vezes, mas o que posso fazer minha cama é só minha não gosto de dividir, suspiro e deito, olho para o teto pensando, às vezes eu queria mais, algo mais, um motivo que fizesse meu coração bater mais rápido, um momento especial, uma vida diferente, não a mesmice de sempre, virou de lado e pego a foto da minha mãe na cabeceira da minha cama. Ela era linda, seus olhos azuis, seu olhar gentil, sua aura branca, minha mãe era a perfeição da bondade em pessoa, um dia, eu queria poder saber quem a matou, o que aconteceu de verdade e juro que usaria tudo meu dinheiro para acabar com essa pessoa. Beijo a foto e a colocou novamente no lugar. — Boa noite mãe, fica com Deus. Apago o abajur e virou para o canto esperando o sono, que não demora a vir, logo adormeço estava cansada e transar com Murilo acabou comigo.— Chamamos ao palco Alan Guerreiro, CEO da Guerreiro S/A...A voz do locutor foi ouvida por todo o salão, estávamos no salão de festas do hotel Hilton, o tão sonhado clube do trilhão que lutei para conquistar finalmente nos aceitou, hoje é um dia de festa e de orgulho para qual pensei que nunca iria ver.— Guerreiro S/A, a mais nova empresa do ramo petrolífero, enfrentou obstáculos ao longo dos tempos, mas hoje com muita garra conseguimos alcançar o nosso tão almejado sonho, mãe, pai, tenho orgulho da empresa que vocês construíram, pessoas ruins no passado nos arrastaram para lama, voltamos a ser um apequena empresa, mas quem conhece Maya Guerreiro, sabe que ela não deixaria seu nome, o nome de sua família cair e juntamente com meu pai, fizeram o que a empresa é hoje, a melhor e mais renomada empresa, por isso esse prêmio eu dedico a eles.....Meu filho disse e Dalva de palmas foram ouvidas, Alan tem hoje trinta e nove anos de idade, meu menino, se casou com Helena, uma jovem doce e d
— Sejam todos bem-vindos a Yale, escola de Samuel Morse, George Bush e Cole Porter... Escutamos o líder falar assim que entramos, Mia é a mais nova integrante dessa faculdade e estamos em uma visita, não posso deixar de frisar que sou de Stanford e que fiquei triste em saber que ela não queria ir para lá, ter meus filhos separados me deixa triste, mas é o caminho deles, agora é a vida que vão seguir, tenho que respeitar, mas não vou deixar de dar minha opinião.— Arte e design Mia? Adam fala e ela sorri para ele, minha filha é linda com seus lindos cabelos loiros e seus olhos azuis.— Sim papai, e não esqueçam que estratégia também, queria algo mais parecido com o exército, mas não achei o que me interessava.Ela olha de um lado para o outro.— Poderia ter ficado em Stanford, perto de nós, Alan vai fazer negócios, pode passa tô final de semana em casa, já você somente no fim do mês.Falei e continuei andando, olhei para trás e ela havia parado.— Conversamos sobre isso mãe, lembra de
— Mãe, você viu minha tiara, aquela que a vovó Sel me deu no meu aniversário do ano passado? Mia entra no meu quarto perguntando, olhei para ela e sorri.— No cofre do seu quarto querida.— Valeu mãe.... Ela sai, meus filhos agora tem quinze anos, nossa vida não é só flores e poesias, são duras, trabalhamos muito, lutamos muito e aprendemos a conviver uns com os outros, Mia é Igual ao Adam em todas as formas, jeito de falar, andar e até mesmo jeito de sorrir, tenho a aparência física da minha mãe e na prática, as atitudes de meu pai são as mesmas das minhas porque ele era assim e me ensinou, agora Mia, Mia não, ela é a bebezinha do papai , tem todo o poder em cima daquele ogro maravilhoso.Já Alan, esse é meu baby boy, meu neném, vive onde estou, se interessa pelo trabalho, pela empresa, por negócios, acho que dessa vez, só dessa vez, a família Jones terá uma mulher no exército.— Mãe... Onde está as meias que compramos em Paris. Alan entra perguntando.— Já olhou no armário, segunda
— Corre papai.... Ouvi Mia falar com Adam, sua princesinha, ele corre atrás dela brincando de pega pega, sorri ao ver minha filha grande.— Mamãe.... Escutei Alan me chamando para olhar na sua direção, ele corria com sua pipa na mão, o vento batia e ela levantava, ele parava e ela descia.— Isso mesmo querido, você consegue.Bernard chega e as duas fina as corre até ele.— Bê...— Bê....As duas crianças felizes, correm o abraçando, hoje era aniversário deles e os avós saíram para pegar o bolo, Selma mora conosco estava ajudando, Bernard estava viajando e chegou para fazer eles sorrirem.— Eu... Como vocês cresceram.— Eu tô forte Be olha meu músculo.. Alan faz flexão com seu braço fazendo a todos rirem, Adam vem para perto de mim e me abraça.— Você precisa ver ele fazer flexão, quase completou as trinta.Adam falou e Bernard sorriu.— Muito bem, continue assim e você vai conseguir superar seu pai e seu avô. Bernard fala e Jason chega.— E seu tio Bernard também, ele pode ser condeco
— Olhei para frente e vi duas pequenas bolinhas se levantando do chão e andando pela primeira vez, Mia nossa pequena menina, doce, delicada e um gênio explosivo, ela era muito mais parecida comigo do quê com a Maya, já Alan esse sim era o oposto dela, ele era igualmente parecido com a mãe, sua irritação, suas falas, sua teimosia, era engraçado pensar que ele era um mini Maya e Mia era uma mini Jones.Esses meses com eles me fez entender o verdadeiro significado de família, eu aprendi a ceder, a dar espaço, eu aprendi a dar valor nos mínimos detalhes.Maya por aí, aprendeu a dividir, a compartilhar, a dar e não receber, a ser menos egoísta em determinados tipos de coisas, foi um transformação nós dois.— Papapapa.... Mia vem andando ainda meio estabanada na minha direção eu a peguei e abracei.— Olha só, a menina do papai está andando.Ela sorriu mostrando seus lindos olhos azuis, meu corça derrete ao ver isso, ela se parece fisicamente comigo em tudo.— Papapa.... Alan chega andando c
— Eu entendi querida... Adam fala, estavamos sentados na nova sede da Guerreiro S/A em Malibu- Califórnia, estou com oito meses de gestação, um mês casada com um homem maravilhoso e para mi ha grata surpresa, Adam está empenhado em aprender sobre a empresa, sua habilidade matar e Salvar, mas aqui agora ele está aprendendo números e leilão, dados e pregões.— Parabéns amor. Sorrio e sento na minha cadeira, estou cansando mais rápido esses dias, minha barriga está pesada e sinto dor nas costas, tudo básico pelo que andei lendo nos livros de maternidade que eu e Adam estamos lendo, na realidade ele me obrigou a ler, eu pensei que o instinto maternal me mostraria a realidade, como cuidar, sabe aquele instinto que dizem que nascem com as mães, pois é, mas aí comecei a ler e vi que não era o instinto e sim, teria que aprender muita coisa, não sei a diferença entre as fraldas, leite, mamadeiras, não sabia que não poderia dar chupeta para a criança pois pode acarretar atrasos, acho tão lindo







