LOGIN[Ponto de Vista: Eduardo]A noite já havia avançado muito quando empurrei a porta da frente de casa e entrei em silêncio. O plantão na delegacia tinha sido um verdadeiro inferno de relatórios, ameaças subterrâneas e a sombra constante do traidor que ainda estava solto no batalhão.Minhas pernas pes
Apertei os braços da cadeira de rodas, sentindo um aperto no peito ao imaginar a dor que o meu delegado tinha passado na juventude.— Ele quase entrou em uma depressão profunda, Joyce — confessou, deixando as lágrimas voltarem a rolar pelas bochechas. — Ele largou os treinos de luta, quase trancou a
A mãe do Eduardo franziu a testa, desconcertada e olhando para todos os lados, menos pra mim. — Isso não vem ao caso agora.— Claro que vem! — esbravejei, deixando as lágrimas de revolta escaparem. — Eu só perdi os movimentos das pernas porque o maníaco do marido da sua filha me sequestrou pra chan
Com um movimento rápido, tirei o anel e sem hesitar nem por um segundo, encaixei a aliança diretamente no meu dedo.Ergui a mão na frente do rosto dela, mostrando o anel brilhando com clareza.— Nós não estamos tendo um namorico, Sra. Gomes. Nós estamos namorando de verdade. E eu amo o seu filho com
Abri a boca, chocada com a franqueza agressiva, mas ela levantou a mão, cortando qualquer tentativa de defesa.— O Eduardo é um homem maduro, é delegado de polícia, carrega o mundo nas costas e está cego por uma falsa sensação de culpa e heroísmo. Ela respirou fundo, balançando a cabeça em sinal de
Eduardo virou na minha direção, ajeitando a gola da camisa escura.— Sim… preciso resolver umas coisas. Ele deslizou a mão da minha bochecha para a minha nuca, puxando o meu corpo para mais perto até a minha testa colar na dele.— Você comanda o meu coração, entendeu? Só você. Coma direitinho e dep







