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Capítulo 2

Author: Washing Wheat
— Pffft...!

O cavalo alazão bufou alto e começou a andar de um lado para o outro.

— Ai! Connor, me segura!

O grito da Madeline me tirou do transe. Verdade — uma mulherão daqueles bem na minha frente. Como eu podia ficar parado?

— Não tenha medo. Eu estou com as rédeas. Vem, vou te dar uma volta. — Enquanto falava, guiei o cavalo pela pista. Animado, ele bateu o casco no chão e começou a trotar, o corpo balançando de leve.

— Ai, Connor, estou com medo!

— Não fica. Eu vou te ensinar.

Segurando as rédeas com uma mão, apoiei o pé esquerdo no estribo traseiro, peguei impulso, montei no cavalo e me acomodei logo atrás da Madeline.

A sela era do tipo dupla, daquelas para pais e filhos, menor que uma sela comum de dois lugares, então, no momento em que montei, fiquei colado nas costas dela.

O calor do corpo dela e o seu perfume inebriante me envolveram na hora. Especialmente aquela bunda macia e carnuda, encaixada bem na minha frente... Perfeito.

Madeline parecia travada, sem saber o que fazer. Ela não ousava se inclinar para trás contra mim, mas também não sabia como se mexer.

— Madeline, deixa eu te ensinar. Segura as rédeas. — Envolvi o corpo dela com meus braços, coloquei as rédeas nas mãos dela, cobri as mãos dela com as minhas e puxei firme para baixo.

O cavalo respondeu na hora, engatando numa corrida animada. O vento rugia ao nosso redor enquanto eu me aproximava do ouvido dela e gritava:

— Não é emocionante, Madeline?

— Sim! Connor, com você aqui, não sinto tanto medo. Andar a cavalo é mesmo emocionante!

A atenção dela estava totalmente voltada para a pista à frente e para a adrenalina de andar a cavalo pela primeira vez. Ela nem percebeu que as nossas partes de baixo já estavam completamente coladas.

Segurando a deusa que eu tanto desejava, com os nossos corpos roçando um no outro, o negócio entre as minhas pernas começou a ficar duro. Madeline deve ter sentido algo. As pontas das orelhas dela ficaram vermelhas e ela relaxou o corpo contra o meu.

Dava para sentir claramente a respiração dela acelerar, mas ela não parecia incomodada e nem tentou se afastar de mim. Tinha jogo ali. Pelo visto, essa recém-casada era bem sensível.

Depois de rodarmos mais um pouco, Madeline começou a se remexer.

— Connor... acho que a minha saia ficou presa embaixo de mim. Está bem desconfortável.

— Ah, levanta um pouco o quadril. — Antes que ela pudesse responder, apoiei aquela bunda macia e cheia de drible com as duas mãos e puxei a saia para soltar. — Melhorou?

Minha respiração ficou mais quente e pesada enquanto eu passava um dos braços pela cintura esguia dela.

— Sim... mas parece que tem alguma coisa me cutucando... — A voz dela sumiu, e as palavras vieram carregadas de duplo sentido.

Ela já era casada — sabia perfeitamente o que era aquela "coisa". Se estivesse resistindo, teria pedido para descer na hora. Então, o que ela queria dizer com aquilo?

Meu coração começou a disparar feito louco. Seria um sinal?

— Eu sei. — A essa altura, qualquer hesitação tinha sumido da minha mente. Uma mão segurava a cintura dela, a outra deslizou para a coxa.

Meus lábios foram atrás, selando os dela. Minha língua pediu passagem entre os dentes fechados, trazendo para fora a sua língua doce e a sugando de leve.

Uma das minhas mãos desceu pelas costas dela, entrou pelo cós da calcinha e avançou lentamente, roçando com dois dedos bem no início do cofrinho.

Quente e macia nos meus braços, a barraca lá embaixo armava cada vez mais. Madeline também sentiu a mudança no meu corpo.

Depois de um longo tempo, separamos nossos lábios. Ofegante, ela escondeu o rosto no meu peito e se esfregou de leve.

— Ai! Connor... não...

Embora a boca dissesse não, a mão que me empurrava não tinha força nenhuma. O corpo dela amoleceu, a respiração ficou caótica, a cabeça caiu para trás e a língua escapou para lamber os próprios lábios.

Vendo que o momento era perfeito, agarrei a cintura dela com as duas mãos, suspendi seu corpo com força, girei-a de frente para mim e a acomodei ali na minha frente.

Em seguida, pressionei meus dedos na borda da calcinha dela, provocando ao longo da sua intimidade enquanto puxava o tecido para o lado...

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