INICIAR SESIÓNOs meses foram se passando. Roberta conversava todos os dias com o filho, Max, e a aproximação entre os dois, mesmo à distância, foi se tornando cada vez mais sólida.Andrey e Andrew também conversavam bastante com ele por videochamada, sempre provocando Morgan como só um bom cunhado sabe fazer, de olho no cunhado à distância.No dia de folga dos dois, foram até o terraço do prédio, observando a região árida, marcada pelo desmatamento, estradas de terra e pequenas casas humildes.Morgan envolveu Max pela cintura, beijando seu pescoço e apoiando a cabeça em seu ombro:— Parece que tudo já está tranquilo por aqui. Podemos voltar para casa.Max continuou olhando para frente, pensativo:— Hum-hum, podemos sim. Já conversei com o pessoal sobre isso, e além do mais, outra equipe médica já está a caminho. Sendo assim, podemos ir embora.Morgan o virou de frente para si, os olhos brilhando:— E assim, finalmente, podemos curtir nossa lua de mel.Max segurou o rosto dele e lhe deu um beijo:—
Susan foi transferida para o presídio, onde aguardaria até o dia da sua audiência.Seus filhos ficaram sabendo do que havia acontecido e foram visitá-la. Alan tentou entender a situação e acabou descobrindo tudo o que ela havia feito:— Caramba, mãe, por que a senhora faz essas coisas? Por que sua vida inteira só se dedicou a querer enriquecer, de qualquer jeito?Susan os encarou e começou a rir, com deboche:— De todos os meus filhos, o único que realmente me entendeu foi o meu adorado Logan. Ele nunca me criticou, diferente de vocês três. Sinceramente, eu desejaria que, assim como aquele nojento do Max, vocês também não fossem meus filhos. Mas, infelizmente, vocês têm o meu DNA. Que tristeza, para uma mãe, ter filhos assim como vocês.May encarou a mãe, os olhos marejados:— Como a senhora pode ser desse jeito? Eu não consigo acreditar que uma mãe possa ser assim.Maira se aproximou da irmã, tentando confortá-la:— Esquece, minha irmã. Ela não vale nem uma de nossas lágrimas.Alan s
Já no hospital da Cruz Vermelha, Max chegou, deixou suas coisas na sala e correu para atender os inúmeros pacientes que esperavam pelos corredores.Assim que começou os atendimentos, os médicos que vieram com ele iniciaram a triagem, separando os casos mais graves dos que podiam esperar um pouco mais.Bella e Tony percorreram todas as alas, avaliando a situação. Uma parte do hospital estava parcialmente destruída por causa de uma explosão que havia acontecido dias depois da partida deles do país.Morgan, por sua vez, também trabalhava duro, orientando sua equipe a organizar os medicamentos que haviam trazido para os pacientes.Uma das médicas olhou ao redor, insegura:— Senhor, tem certeza de que precisamos fazer isso?Morgan ergueu a sobrancelha, encarando-a:— Não estou obrigando você a ficar, doutora. Se quiser ir embora, pode ir — não vou te prender aqui.A médica sorriu, sem graça:— Não foi isso que quis dizer, doutor Morgan. Foi só que... estamos numa área muito perigosa. Só is
Na manhã seguinte, Roberta arrumava a mesa do café da manhã, radiante, dispondo todos os tipos de frutas, doces, bolo, suco, vitaminas, café com leite, iogurte, todos os tipos de pão, geleia, manteiga, queijo, entre outras delícias.Andrey chegou ajeitando a abotoadura da blusa:— Olha, eu nunca vi uma mesa assim antes, mamãe. Dessa vez a senhora se superou.Roberta sorriu, ansiosa:— Será que seu irmão vai gostar?Andrew se aproximou, sorrindo, e beijou o rosto da mãe:— Olha, se ele não gostar, pode ter certeza de que eu adorei.Andrey olhou para o corredor, curioso:— E ele? Por que ainda não veio tomar café? Será que está com vergonha da gente?Roberta respondeu, já se levantando:— É, ele ainda não está acostumado conosco. Vou buscá-lo.Quando ela se virou em direção ao corredor, Max já vinha chegando. Ao vê-la, sorriu, um pouco sem jeito:— Bom dia, senhora. Me desculpe por ontem à noite — acho que acabei adormecendo antes do jantar.Roberta se aproximou, sorrindo, passando a mã
❣️ CAPÍTULO 50 ❣️ Max trabalhou intensamente no hospital, organizando tudo ao mesmo tempo e conversando com sua equipe médica, selecionando quem iria com ele. Entre os escolhidos estavam Bella e Tony. Bella esperou os demais saírem da sala, ficando a sós com ele e Tony: — Então você está querendo fugir da sua família biológica? Max se espreguiçou, cansado, e sorriu para os dois: — Eu não estou fugindo deles, como sua linda cabecinha oca está imaginando. Realmente precisamos ir — parece que os rebeldes estão causando muito estrago por lá, o número de pacientes aumentou muito, e os médicos que já estão no local parecem estar com muito medo. Tony balançou a cabeça, resignado: — Ah, Deus... lá se vai nossa tranquilidade de novo. Max sorriu, provocando: — Para de reclamar. Não vamos hoje, nem amanhã. Então vai cuidar das suas coisas e some da minha frente — ainda tenho alguns documentos para organizar por aqui. Bella deixou alguns lanches sobre a mesa dele: — Ei, não t
4📕 CAPÍTULO 48 📕Alguns dias depois, Morgan estava na praia, saindo da água. Correu até Max, sacudindo os cabelos molhados em cima dele, e se jogou ao seu lado:— Vai ficar aí mesmo? Não vai dar nem um mergulho? A água está maravilhosa! Claro que vou precisar ir junto — afinal, não quero que um tritão qualquer acabe se apaixonando pelo meu príncipe lindo.Max se virou, encarando-o com um sorriso de canto de boca:— Realmente, você não bate muito bem da cabeça, não é mesmo?Morgan passou o braço pelo pescoço dele, puxando-o para um abraço:— Mas é claro que eu preciso ser chato — afinal, não quero perder minha sereia para ninguém. E, por falar nisso, quando vamos formalizar nosso compromisso?Max deu um leve tapa nele, sorrindo:— Achei que já fôssemos namorados oficiais, seu idiota.Morgan sorriu, os olhos brilhando:— Ah, meu príncipe lindo, só você mesmo para me fazer o homem mais feliz do mundo.Max o encarou e sorriu, dando-lhe um beijo rápido, escondendo o rosto logo em seguida







