FAZER LOGINTim trim trim trim.
Esse som dos infernos me faz abrir os olhos abruptamente, e a primeira coisa que vem a minha cabeça é:
Onde é que eu fui me mete?
Olho ao meu redor e percebo que estou em um quarto enorme, com as paredes de cores frias, cinza e preto, não vejo guarda-roupa só vejo três portas todas da mesma cor (cinza) e tamanho.
Sem pensa duas vezes me levanto da cama e ao fazer isso percebo estar vestida em uma camisola branca com decote no formado de V bem profundo, sua extensão é toda coberta por uma renda também branca que contém desenhos de rosas na mesma, a camisola é linda e, curta também, mas eu me pergunto, como eu a vesti?
Com essa duvida vasculho minha memória e não consigo me lembra de absolutamente nada. Dor, é o que atinge minha cabeça fazendo a mesma roda por alguns segundos. E junto com essa dor lembranças de um sonho muito louco e nada agradável surgem em minha mente.
Com imensa vontade de sair desse quarto estranho onde espero fervorosamente não estar trancada ando em direção a uma porta aleatória, rodo a maçaneta e uma alegria me invade, pois a mesma não se encontra trancada, mas essa sensação some ao abri a porta e me depara com um banheiro, enorme pelo o que vejo, o mesmo é todo de cor cinza com seus móveis todos na cor preta.
Como não estou interessada nisso vou para a segunda porta.
Atrás dela tem um closet cheio de roupas e pelo o que eu pude perceber são todas masculinas, sem querer querendo acabo inalando o cheiro do dono das roupas, e como reação por reconhecer o cheiro me arrepio da cabeça os pés.
Não é possível.
Então não foi um sonho, realmente eu virei uma loba e no mesmo dia, eu acho, encontrei meu companheiro que infelizmente é o supremo alpha. Mas que grande droga, por que minha vida é tão complicada?
Indignada com o rumo que minha vida está tomando sinto uma respiração quente em minha nuca, um arrepio me percorre a barriga caminha pra minha espinha e findar em meus pobres pelinhos da nuca, fazendo meu coração martelar acelerado e forte em meu peito.
Alerta, no memento é o estado em que me encontro, com isso fecho meus olhos e respiro fundo para sentir o cheiro de quem está atrás de mim, e quando o reconheço abro rapidamente meus olhos e me viro. O verde de seus olhos prende o meu olhar e não consigo desvia-los.
Esse olhos...
Me transmitem uma paz tão grande que eu não sei como descreve-la, esse verde tirou-me todo o meu estado de alerta me fazendo baixar a guarda nesse momento só olhar pra esses olhos me deixa... Feliz?
Quando ele da um sorriso de lado e com sua mão segura minha nuca meu estado vai pro alerta vermelho, com meus dedos trêmulos junto toda força que consigo e o empurro pelo peito, com isso ele tira sua mão de mim e se afasta.
Agora eu percebo o quão lindo ele é.
Sua aparência não é de um homem velho, mas também não é de um jovem, eu diria que sua aparência é de um homem maduro. Seus cabelos são negros, sua pele é morena, seus músculos são... Grandes, se eu disse-se que são médios estaria mentindo, mas também não são esse exagero todo não.
Distraída admirando sua beleza, divinal em minha opinião, não percebo quando o ser a minha frente me pega pela cintura e me joga na cama deitando-se por cima de mim. Com o susto solto um gritinho nada agudo o fazendo sorrir, e que sorriso perfeito é esse?
—Você fica linda assim distraída e assustada.- Chega seu rosto perto do meu, sua voz é tão gostosa de se ouvir.- Não consigo me controlar.- Sussurra em meu ouvido me fazendo arrepiar.
Sem tempo de entender suas poucas palavras, me surpreendo com a maciez de seus lábios pressionando os meus.
Nossa! Então é assim que é um beijo? Isso é boomm. Sinto algo molhado tentado passar entre meus lábios e me assusto com isso sem perceber obro minha boca e aquele algo molhado agora sei que se trata de sua língua, ela encosta na minha e borboletas se formam em minha barriga, eu não me movo, fico parada, não vou mentir, eu estou gostando... Amando pra ser mais exata.
Mas não posso me da o luxo de gosta mesmo ele sendo o meu companheiro. Com dor no coração por fazer isso, pego o despertado e ainda com minhas mãos trêmulas o acerto na cabeça de meu companheiro, o som do estralo entre a colisão do objento com a cabeça dele me arrepiar de uma forma nada agradável.
Agora que vim repara, eu não sei o nome dele, mas de qualquer forma já é tarde para eu perguntar pois o mesmo se encontra desmaiado em cima de mim. Ele assim, digamos que dormindo, se torna ainda mais belo. Sem aquele ar arrogante parece até ser uma pessoa doce, sem aquela postura de dominador e o semblante serio parece até um anjo.
Com toda a adrenalina em meu corpo o empurro e saio da cama, vou em direção a terceira porta e giro a maçaneta, mas ela não abre e isso me faz entra no estado de pânico.
Sem acredita que estou trancada, começo a tremer, meus dedos gelam e meu coração falha uma batida, lágrimas enfeitam meus olhos e soluços machucam minha garganta. Minha cabeça por causa do choro começa a doer e roda algumas vezes seguro na parede pra não cai. Olho ao redor e vejo uma janela. Sigo até a mesma e ela se encontra aberta, mas, ao olha pra fora dela vejo o qual alto estamos do chão do lado de fora.
Bom, isso é melhor do que ficar aqui presa.
Pensando apenas em mim livra do pânico que estou a sentir abro completamente a janela e pulo a mesma, ainda caindo me transformo e corro. Sem perde meu tempo entro dentro do que se parece ser uma floresta e só percebo que a mesma se trata da floresta sombria quando me deparo com a cachoeira de águas limpas e cristalinas.
Alegria é que sinto, pois percebo não estar longe de casa, mas ai um sentimento ruim me atinge e também percebo não esta longe do local onde o meu companheiro me prendeu.
Ainda perdida em pensamentos ouço som de galhos se quebrando e minha loba fica alerta. Olho tudo ao meu redor e não vejo nada, tento fareja mas também não sinto o cheiro de nada. Então, mesmo minha loba não concordando, deixo isso pra la e volto a minha forma humana entrando dentro da cachoeira.
Banho-me várias e várias vezes, até que...
--Mãe?- Paro de olhar pra janela ao ouvi a voz de minha menina que está tão linda, seus cabelos são negros como os meus e seus olhos são verdes como o do pai, tão perfeita---Oi filha- Falo sorrindo mas logo paro ou ver quem está ao seu lado-O que ele está fazendo aqui?--Ele é cara de quem te falei, ele é meu companheiro. -diz com um sorriso lindo em seu rosto- Meu coração falha uma batida e em meus olhos se formam lágrimas, por quê? Por quê? Com tantos homens pelo mundo o companheiro de minha filha tinha que ser ele?
(POV: Sophie) A primeira noite de Sophie com Albert, antes do ritual publico. -O que se passa?- Desvio meu olhar da janela e o repouso em Albert. -Nada.- Tento não transparecer. -Sei que não te conheço a muito tempo mas tenho a plena certeza que algo se passa em sua mente.- ele diz desviando sua atenção da estrada e me olha dentro dos olhos. Suspiro. Acho que é isso que é ter um companheiro, pelo o que Lina falava, o companheiro sempre sabe quando tem algo de errado com o seu par. Acho isso bonito e fofo, romantico também. -Só estava pensando em tudo o que eu e minha irmã passamos.- conto e volto a olhar a paisagem pela janela. -Suponho que foram muitas batalhas - Albert diz. -Sim, muitas. -Um dia quero ouvir todas elas. -Um dia eu te conto algumas delas.- Sorrio pelo canto da boca ainda olhando pela janela do carro de Nicollas.- Ana, você... -Acho que sua irmã capotou.- Albert avisa, olho pro banco de trás e realmente ela está a dormir.- O dia hoje foi cheio. -Bas
(POV: Lina) 5 meses depois: -Você está tão linda, Lina - Nicollas diz passando a mão por minha barriga sentindo os bebês que não para de mexer. -Eu estou é gorda! Seus filhotes estão acabando comigo!- Digo fazendo cafuné na cabeça do meu compaheiro. Estamos deitados na cama pois não consigo anda muito pelo tamanho de minha barriga. Parece que eu comi três melancias extragrande. Eu não consigo nem ver os meus pés! - Pra mim, você está perfeita e meus filhotes te deixaram ainda mais perfeita- Nicollas diz todo charmo e dá um beijo em minha barriga e depois toma minha boca em um beijo doce e carinhoso. Meus irmãos (os projetos 'mal sucedidos') agora fazem parte da nossa matilha, a deusa da lua fez com eles ficassem iguais a mim, mas só que eles se tornaram ômegas. Contudo, eles estão felizes por agora ter uma vida digna e isso também me deixa muito feliz. Observo a minha barriga, nesses ultimo mês para andar só ando curvada pra trás com a mão na costa. Mas, me sinto tão feliz que
(POV: Nicollas) "Se acalma! Se acalma!" — Repito esse mantra várias vezes mentalmente para não chegar jogando tudo pros ares ao entra em minha propriedade. Estaciono o carro e respiro fundo antes de sair. — Vamos tentar! — diz Ryan. — Já estamos tentando! — digo enfatizando o já. — Assim não vai consegui disfarçar seu descontentamento com essa mudança. — E quem disse que eu quero esconder? — pergunto irônico. — Lina não vai gosta — Ryan fala me deixando com mais raiva ainda. — E o que que ela tem que gosta? — questiono de maneira rude — A final, quem é que manda? — pergunto já com as mãos fechadas em punho. — Tenho certeza que ela não tinha a intenção de te humilhar, como você está pensando que foi humilhado — fala e na hora meu coração aperta. — Eu sei, mas é que eu não tenho o costume e nem gosto de ficar recebendo ordens, principalmente ordens vindo de uma femêa — confesso desanimado. — Um femêa que é mais forte que a gente e por pouco não nos matou no campo de batalha
— Lina? — ouço alguém chama meu nome bem baixinho — Lina? — Humm — resmungo me virando na cama. — Lina, acorda preguiçosa — sinto um beijo quente sendo depositado em minhas costas. — Só mais cinco minutinhos — peço manhosa. — Nada disso! Já está na hora de acordar, minha loba linda! — Nicollas fala e se deita por cima de mim, me assusto e deixo um gritinho sair por minha boca. — Tá! Tá! Eu já acordei! — digo beijando seu queixo. — Agora levanta, temos muito o que agilizar, já que você quer sua amiga como nossa vizinha — ele fala se levantando da cama e indo para o banheiro, acho que ele não curtiu muito a ideia de termos vizinhos. Num pulo também levanto da cama e o sigo até o banheiro, abro a porta e o encontro andando em direção ao choveiro, corro e o abraço por trás. — Eu te amo! — digo com o rosto grudado em suas costas. Ele nada diz, apenas continua andando, entramos e ele liga o chuveiro, com eu ainda grudada em suas costa, sinto a água fria em minha cabeça e de
— Albert? — chama Nicollas o fazendo para de olhar pra Sophie. — Sim, supremo? — responde olhando pra Nicollas. — Vai dizer o que veio fazer aqui ou só vai comer? — Nicollas! — eu o repreendo, que grosso. — Que foi? Eles entram em nossa casa sem nossa permissão, vestirem nossas roupas, comeram, e eu não posso nem saber o por quê deles estarem aqui? — Você... — Tudo bem Luna, realmente foi muita falta de educação entra aqui sem sermos convidados e mexer nas coisas de ambos. Mais cedo, Sophie foi atacada e por sorte cheguei antes que a matassem, por ela ter sobrevivido ao ataque se transformou em loba, e por ter sido mordida por uma alpha ela faz parte dos lobos de sangue azul. Minha casa está muito longe então resolvi vim pedir ajuda, mas ao chegar, não tinha ninguém. Sei que fui ousado, mas mesmo assim entrei e mexi nas coisas de vocês procurando roupa para nós dois. — Tudo bem Albert, não precisa de toda essa explicação... — Nicollas me interrompe, se olhar matasse, agora e







