INICIAR SESIÓNGostaria que você soubesse que
Eu nunca te esquecerei enquanto eu viver, e eu Gostaria que você estivesse bem aqui, agora, está tudo bem Eu gostaria que você estivesse ( Taylor Swift: I wish you would), Arthur Karelly Olho para a conta dela mais uma vez, suas fotos foram atualizadas há duas semanas, ela está extremamente linda, como se os anos a tivessem deixado mais linda que nunca. Suas curvas estão mais acentuadas que nunca, mais desenvolvidas, mais apetitosas que nunca. Seus seios pequenos que sempre amei, estão maiores, eles cabem perfeitamente em minhas mãos, eu tenho certeza. Eu sei que parece uma coisa que um doente faria, mas desde vim para a Grécia, eu criei uma conta falsa, para espionar ela, se eu tentasse segui-la com a minha conta oficial, ela com certeza me bloquearia. Momentos drásticas, requerem medidas drásticas. — É essa a garota que você ama? — Me assusto com a presença sorrateira de Hiroshi. Ele parece um verdadeiro fantasma, ele consegue passar despercebido em qualquer lugar, tão sorrateiro igual a uma cobra. — Cum Hiroshi! Não sabe bater antes de entrar? — berro fechando o notebook com força, ele está com um sorriso nos lábios como se já soubesse a resposta de sua pergunta. Odeio a falta de privacidade existente na minha família. — Eu bati, mas você parecia hipnotizado, nem sequer me ouviu — ela retruca relaxado ainda sorrindo e me arranca o notebook — Tem razão estar assim, ela é realmente linda, não me surpreende que estejas tão obcecado por ela — Hiroshi completa e sinto vontade de socar a cara dele, por estar a apreciar a minha rainha. — Cala a boca idiota, ela não é para você, entendeu? Ela é minha — arranco o notebook de suas mãos e ele sorri ainda mais. Desde que amanheceu estou tentada conversar com a minha mãe, preciso me despedir dela, ela certamente vai me dar uma bronca por estar a voltar para Maputo sem antes passar do Brasil, mas manda quem pode e obedece quem te juízo, neste caso o Ares manda seus filhos obedecem. — Uhm! Calma aí nervosinho, ela não faz o meu tipo, ela muito magra eu gosto é das gordinhas — ele murmura com seu sorriso cafajeste nos lábios. Meus irmãos são uns verdadeiros cafajestes, não me surpreende, eles herdaram do nosso pai, o único que escapou mesmo foi Nikos que mesmo não estando casado com a mulher que ama, ele respeita sua esposa. — Sai do meu quarto, quero falar com a minha mãe — expulso e ele saí de perto de mim com as mãos levantadas para cima em sinal de rendição. Atualmente, minha mãe não está no Brasil, ela está na França, participando de um seminário sobre o conhecimento endógeno. A minha mãe, professa a fé Umbanda, ela defende seus orixás com unhas e dentes para qualquer um. O preconceito com a religião da minha mãe, foi a mesma que fez com que, eu não crescesse do lado dela, meu pai para além de ser um cachorro, ele foi uma pessoa cheia de preconceitos no passado. « Minha vida, como você está? » Minha mãe atende com um sorriso lindo, seu sorriso é tão lindo que muda o meu humor em instantes, ela tem a capacidade de melhor o meu dia em segundos. — Mainha, eu estou com tantas saudades suas, eu estou bem — a cumprimento do jeito que ela gosta, ela adora que eu esteja conectado com as minhas raízes Baianas. « Meu tesouro, eu estou bem, mas você não está, eu posso sentir, o que aconteceu? » o sexto sentido dela de mãe fica activo, provavelmente, um dos orixás dela informou. Ela sempre sabe quando não estou bem. — Não estou bem Mainha, você tem razão, mas eu vou ficar — comento com um sorriso nos lábios para tentar tranquilizar ela, não quero preocupar ela com as minhas loucuras. « O que está acontecendo tesouro, conta para a Mainha, talvez eu possa ajudar » minha mãe insiste, é impossível esconder as coisas dela, ela sempre sabe de tudo, sempre sabe de todas as coisas que me fazem mal. — Eu tenho que viajar para Maputo e não sei se é a melhor decisão no momento— informo e minha mãe faz uma cara tão inquisitória, como se já soubesse de Tudo. « Vá meu filho, você precisa ir querido, precisa resolver as coisas pendentes que lá tem » minha mãe ordena certa das coisas, como se já soubesse das coisas, como se soubesse o que eu fiz antes de fugir para Grécia. — É sério mãe, acha que é a decisão certa? — Indago não tão certo da minha decisão. « Eu nunca falho meu amor, seus orixás estão em conflito, você não vive em paz desde que chegou a Grécia, sua vida está presa lá onde seu coração está » minha mãe informa com convicção. Como eu falei anteriormente, os Orixás da minha mãe, sempre sabem das coisas, sempre sabem o que se passa comigo, não só os orixás, como o sexto sentido materno dela. — Está certo mãe, obrigada, eu vou seguir seu conselho — murmuro com um sorriso nos lábios pronto e preparado, para enfrentar Neusa e todos. « Antes de viajar para Maputo, venha até mim, preciso ver você » tento explicar que o meu pai me deu somente vinte e quatro horas, mas parece que minha mãe sabe de tudo. « E antes de qualquer coisa, não te preocupes com aquele velho, com ele eu me resolvo depois » completa como se lesse os meus pensamentos. Depois da chamada com a minha mãe, compro uma passagem para a França, preciso da minha mãe e dos conselhos sábios dela. Ela sempre sabe de tudo, sempre sabe o que falar, sempre tem resposta para as coisas, sempre está certa, se ela fala que eu tenho que voltar a corrigir as coisas com Neusa, é porque ela está certa e tem razão. — Arthur vai mesmo embora? Vai me deixar aqui? Pensei que tivéssemos algo — Melissa faz um escândalo do lado de fora do meu quarto, eu estou arrumando as minhas roupas para a viagem e não quero ser perturbado por ela nem por ninguém. — Melissa, de uma vez por todas, mete nessa sua cabeça, que nós dois não temos nada, o que temos é um relacionamento de foda, só isso, eu fui claro com você desde o início — tento explicar da melhor forma possível, para não parecer um cuzão com ela. — Não temos nada? Você conhece a minha família, eu conheço a sua família, como isso pode ser nada? Como Arthur? — berra ainda mais. O idiota do Hiroshi está num canto da sala escutando tudo e se divertindo com o show. — Melissa querida, escuta, eu fui claro desde o princípio com você, o que tínhamos era temporário e acabaria um dia, eu nunca te prometi nada, além de sexo — explico novamente com calma dessas vez. Eu sei que estou agindo que nem um cafajeste, mas desde o princípio, eu fui claro com ela, eu sempre fui claro que o nosso relacionamento não passaria de sexo e alguns passeios, eu sempre falei que o nosso relacionamento tinha um prazo de validade. — Mas Arthur, nesses dois anos, você não sentiu nada por mim? Nem um pouco sequer? — os olhos de Melissa enchem de água, ela vai começar com o drama de sempre. A verdade é que, ela nunca foi fiel a mim, nem mesmo eu, o nosso relacionamento era casual e sempre compromisso, ela não está apaixonada por mim, está apaixonada pela ideia de me ter só para se mostrar para as amigas dela, que conseguiu o Karelly mais novo. Ela já foi para a cama com todos os meus irmãos. — Claro Melissa, eu sinto amizade por você, nós somos amigos esqueceu? — tento ser mais amável com ela, mas parece que só piorei a situação, ela grita e quer mais do que eu posso dar. Devido a discussão com Melissa, quase perdi o meu vôo para França, mas graças ao meu irmão Hiroshi que dirige igual um louco, consegui chegar a tempo no aeroporto e não perdi o meu vôo. Na França, com a minha mãe, fiquei uma semana, meu pai ligou fez seus escândalos, mas minha tratou de colocá-lo na linha, ele não falou absolutamente nada, e permitiu que eu ficasse com ela. Estou em Moçambique finalmente, depois de quatro anos evitando ao máximo voltar, seguindo as instruções do meu pai, eu vim até Bilene na nossa casa de praia, devido a hora que cheguei, todos estão dormindo. Com a ajuda das minhas chaves, vou até o meu antigo quarto, antes de entrar eu escuto gemidos vindo dele. — Arthur, Aaaaaah! , sim, Arthur — nesses quarto anos fora, eu pensei que ao vê-la, conseguiria me manter neutro a sua presença, mas ninguém me preparou a situação que estou vendo. Neusa está na minha cama, vestindo uma camiseta antiga minha, sauas pernas estão abertas e ela está se tocando pensando e chamando por mim. — Aaaaaah Arthur, Arthur por favor — ela continua chamando por mim. Meu pau acorda dentro das minhas calças. Eu quero fazer algo por ela, mas está tão bom assistir isso, que continuo estático no mesmo lugar. — Aaah! Sim, ah Arthur — ela suspira antes de cair na cama, totalmente satisfeita, de seu interior sai seu mel. Agradeço aos céus, por meu pai ser louco o suficiente, a ponto de fazer paredes a prova de som, ou se não, as nossas famílias ouviriam o pequeno show dela. — Uhm! Oi Ney — como um bobo, falo a única coisa que vem a mente. Os olhos de Neusa se arregalam assim que ela me vê parado que um bobo e com uma puta ereção enorme.Neusa Cumbe Minha amiga está em coma, há um mês inteiro, ela não abre os olhos nem sequer fala conosco, ela está lá parada e sem fazer absolutamente nada. Eu não posso crer que Bruno, a pessoa que cresceu comigo, meu melhor amigo e ex-namorado, teve coragem de tentar matar Arthur e no final, fez mal a minha amiga. Os médicos quiseram desligar as máquinas, mas graças ao facto dos pais dela, serem sócios de uma clínica privada, ela foi transferida. Arthur se sente culpado, ele vive no hospital e tem revezado com Diogo, eles têm passado bastante tempo juntos.— Oi minha deusa, você não vai para casa? — Arthur vem em minha direção, trazendo um copo de café para mim. Ele tem olheiras fortes e profundas, ele não tem dormido nada, ele está se sentindo tão culpado que até está perdendo peso. — Oi amor, eu não consigo dormir, tem alguma notícia dela? — recebo o copo de café. Arthur se senta do meu lado e me abraça. — O quadro dela não mudou em nada ainda, aquele desgraçado não falou nada
Arthur Karelly — Cum¹! I zoí mou ² — minha deusa está tão molhada que os meus dedos entram de forma tão rápida e fácil que, não estou me aguentando, meu pau dói dentro das calças. Minha deusa grita de forma escandalosa, seus gemidos são altos demias sem nenhum pudor, ela está tão livre e leve que porra! Eu posso gozar só de olhar para ela. — Eísai vregmenos ³, cum — grunho aumentando a velocidade deles, passo eles para a parte de cima, tocando em seu clitóris. Minha deusa se contorce na cama, não aguentando com a pressão, ela está prestes a gozar, mesmo com a minha ordem de segurar o gozo, ela não vai aguentar. — Artur! — Ney grita o meu nome, seu grito sai estridente acompanhando o seu orgasmo. Ela não conseguiu segurar o gozo, porra! Eu sei que ela não conseguiria fazer isso, mas porra! Eu tinha um plano para ela. — Você gozou, mesmo depois que eu falei para não gozar! — comento enquanto abano a cabeça, faço um carinho em suas nádegas. Ela está totalmente satisfeito e cans
Neusa CumbeFaz uma semana desde que tudo aconteceu, desde que fui sequestrada e fiz as pazes com Arthur, desde então! Minha vida se resume em estudar e dar escapadinhas para transar com Arthur, não entendo nem como ou quando, mas eu já estou viciada em sexo ou melhor, precisamente estou viciada no sexo com Arthur Karelly e mesmo agora que estou fazendo isso, parece que quando acabar, eu vou querer mais. — Cum¹! I zoí mou ² — Arthur ruge enquanto gira os dedos dentro de mim, agora que estamos na casa dele, toda poderosa com o isolamento acústico, eu sinto que posso gritar sem nenhum problema. Meus gemidos não são nada discretos, e porra! Eu não me importo, a forma como os dedos dele batem dentro de mim e só de imaginar seu pau entrando, é o suficiente para antecipar o meu orgasmo.— Eísai vregmenos ³, cum — os dedos de Arthur entram com tanta facilidade que é impossível não gozar, mesmos depois de ele ter dito para me segurar. — Artur! — meu grito sai estridente acompanhando o meu
Neusa Cumbe — Arthur! Seremos pegos, pará! — tento repreende-lo mas ele não pára de castigar o meu clitóris com a sua língua. Porra! Essa posição nova não colabora em nada na minha tentativa de ser racional, ser chupada de quatro, é experimentar o prazer em um nível abismal, não existe uma explicação para isso, é surreal de tão bom! — Shiu, minha deusa, eu só vou parar em duas hipóteses — ele sussura girando a língua dentro de mim, de uma forma que me faz esquecer o meu próprio nome — Quando você gozar gostoso no meu pau, ou se realmente formos pegos — Arthur completa aumentando um dedo na minha vagina ex-virgem.Estou tão molhada que sinto a umidade escorrer pelas coxas. O som da embalagem do preservativo é o único aviso que tenho antes da investida. Arthur segurança o meu pescoço com força, deixo escapar um grito involuntário por causa da força da sua penetração, ele não se compadece com o meu grito, muito pelo contrário, ele mantém um ritmoinclemente, brutal e cru, que bane t
Neusa Cumbe —Ney! Eu te amo, sempre amei, desde quando ainda não sabia disso, desde quando ainda nem sequer sabia o que o amor era, o meu coração sempre foi seu — as palavras de Arthur me pegam de surpresa, como assim ele ainda me ama? Eu pensei que não sentisse nada por mim, porque ele terminou tudo sem mais nem menos— Eu sei que estraguei tudo quando terminei as coisas entre nós, mas eu não tive escolha, eu tive que fazer aquilo — mas é claro que estragou tudo entre nós, ele estragou tudo, se ele realmente me ama, por quê terminou? Falar que ainda me ama, não justifica nada. — Se realmente me ama, por quê terminou tudo entre nós? — questiono o que quero saber desde que ele terminou as coisas comigo. Faz quatro anos que me faço essa pergunta e não encontro uma resposta, porque tudo entre nós aparentemente estava bem, então! Por quê terminou tudo entre nós? — O meu pai planejou tudo, na época que nós namoramos, você era uma menor de idade e eu já era maior, ele falou que se eu nã
Arthur Karelly — Você é incrível Nicy — tento dar um abraço nela mas ela me impede. — Não abusa — ela fala isso e sai de perto de mim. Porra! Ela é esquisita, mas poxa! Ela é a esquisita mais legal do mundo, eu nunca tive um amigo assim e acho que todos, merecem uma Eunice De Albuquerque na vida. Depois que a minha cunhada maluca me libera, minha deusa vem logo atrás dela, elas parecem ter uma briga, mas Eunice é mais rápida e traz a minha deusa até o carro, eu sou rápido também, me escondo por baixo do carro. Eunice nem sequer dá uma oportunidade da minha deusa pensar no que está acontecendo e a empurra até o banco traseiro do carro, continuo escondido. — Eunice! O que está fazendo, me tira daqui! — minha deusa berra tentando sair do carro, mas as portas estão trancadas. Ela bate o vidro do carro, me aproveito de sua distração para entrar no carro, ocupo o banco do motorista e tranco nós dois. Minha deusa olha para mim como se eu tivesse duas cabeças, parece que finalmente ente







