FAZER LOGINQuando chegou o fim de semana, eu pedi ao Gabriel se era possível eu estender o fim de semana até segunda feira, pois eu havia me preparado para ficar dois meses e a data já havia expirado, precisava ir até a casa dos meus pais pegar algumas coisas e finalizar outra. Como ele concordou assim eu fiz, durante a viagem não conseguia parar de pensar nele, nas coisas que ele me disse e como elas mexeram comigo, como estar perto dele me afetava e preocupava o fato de que eu precisaria encontrar com ele de vez em quando, e teria que ser forte . Fora essas inquietações no coração, o voo correu muito bem. Minha mãe foi me buscar, no aeroporto, ela disse que meu pai estava bem mais tranquilo quanto ao fato de eu trabalhar em outra empresa, mas que ela estava preocupada que aquilo pudesse ter a ver com Igor a tudo o que havia acontecido. Já que estavamos só nós duas ali eu resolvi contar a ela tudo o que havia se passado com Igor, e como de fato ele havia me decepcionado tanto que nada mais, que
Meu Deus depois daqueles dias infernais sem ela, e ainda tendo que lidar com Angélica, agora tinha mais aquilo, ela estava trabalhando com aquele moleque do Gabriel, só pode ser brincadeira, minha cabeça girava tudo estava fora do lugar, a minha vontade quando vi ele perto dela, era arrastar a cara dele no asfalto mas não podia, pois eu também não queria prejudicar ela. Fiquei ali parado vendo ela sair e pensando o que fazer com aquela dor, me sentei no cordão com as mão apoiando a cabeça sem conseguir reagir. Luiz veio me buscar, me levou para o carro e disse que eu precisava reagir mas realmente, eu pensei que já havia aprendido a sofrer por mulher mas aquela cordeirinha desbloqueou outro nivel de sofrimento que eu ainda não conhecia. Naquela noite quando encontrei Angélica no restaurante, não fique apenas surpreso por encontrar ela ali naquele lugar como também preocupado, o surgimento dela ali, com certeza não era coincidência. E tive a confirmação disse algumas semanas depois
Os dias se passaram tão rápido, que o prazo de dois meses já estavam se esgotando, e a realidade estava batendo na minha porta, aquele sonho estava acabando, eu teria que voltar para casa e tudo aquilo teria que acabar. Nesses dias em que ficamos juntos, eu o amei como se tudo aquilo fosse real. Faltando uma semana para o fim do prazo, eu estava passando no corredor e vi ele atender telefone e parecia bem irritado, quando desligou, me aproximei e perguntei se estava tudo bem com ele, embora ele tenha me garantido não era nada, mais uma vez tive a impressão de que ele não estava me contando tudo, e mais uma vez ignorei. Naquela noite quando chegamos ele parecia meio distante, mas não quis importunar ele com perguntas naquele momento afinal poderia referente a trabalho, então resolvi tomar meu banho e me deitar cedo. Na manhã seguinte não o vi, perguntei a Tereza se ele havia saído para correr, mas ela disse que ele havia feito uma mala de mão, e avisado que não voltaria hoje, achei e
Na manha seguinte quando acordei ele não estava lá, tinha um bilhete no móvel ao lado da cama, que dizia que ele havia saído par correr, enquanto eu me arrumava para o trabalho, eu pensava na loucura que estavamos cometendo. Aquilo não teria futuro e eu sabia que não devia me apegar a ele, de jeito nenhum, vesti minha calça social preto, uma blusinha de cetim azul clara , saltos pretos e resolvi deixar meu cabelo solto, quando desci a mesa estava posta, havia uma senhora bem simpática servindo o café, ela se apresentou para mim como Tereza, eu perguntei se fazia tempo que ele havia saído e ela disse que ele já devia estar voltando, mal ela fechou a boca e ele entrou pela porta. Eu não tinha certeza de como ele reagiria aquela situação, até que caminhou até mim, se debruçou sobre mim, me deu um beijo logo na boca e disse:- dormiu bem minha cordeirinha?- dei uma risadinha e respondi:- pouco mas bem!. Ele deu uma risada debochada, me deu outro beijo e me disse que iria tomar um banho e
Aquilo tudo nem parecia real, como se estivesse em câmera lenta ,ele tocou no meu rosto e olhou com aqueles olhos profundos, e perguntou com uma voz rouca, -você está bem? Evitei olhar diretamente nos olhos dele e respondi que sim, ele perguntou- já vai?- me recompus e respondi que sim pois tinha um compromisso com uma amiga, ele perguntou se eu precisa de carona, eu respondi que não precisava já estava chamando um carro por aplicativo, ele disse que não tinha problema era bom nos habituarmos, afinal iriamos ter que conviver por um tempo, então achei melhor compartilhar com ele minha ideia:- sobre isso, eu estava pensando que seria melhor se eu alugasse um quarto, ou um apartamento são só por dois meses, não quero atrapalhar sua rotina e nem sua privacidade. – ele mudou de expressão parecia mais severo e disse:- se eu achasse que sua presença me atrapalharia, não teria aceitado.- eu fiquei confusa porque ele havia ficado tão irritado no escritorio e agora ele estava me dizendo aquil
Havia algo nele que eu não conseguia explicar me dava raiva, com uma mistura de desejo, com certeza precisei de um banho, imaginei que um banho me acalmaria, mas claro que não foi suficiente. Resolvi ir até a casa de Mariana para me distrair, chegando lá ela estava em crise, por causa do carinha com ela estava ficando, levei ela para comprar algumas coisas, tomar um sorvete, e contei pra ela o que estava acontecendo, - eu to achando que teu pai falou sério, ele vai querer que você vá para lá, e amiga pensa bem, ninguém precisa ficar sabendo, é só vocês dois, talvez seja só desejo e quando vocês dois transarem isso passe- incrivelmente o que ela disse fez sentido, claro que eu não ia me jogar de cabeça nisso, mas essa viagem era realmente uma oportunidade profissional muito boa, porque o Felipe era sim um grande estrategista, e nesse ponto meu pai tinha razão, me afastar um pouco dali me faria muito bem, a situação com Igor era tão desconfortável. Passar um tempo com minha amiga foi mu







