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Capítulo 38

Autor: Luana
last update Fecha de publicación: 2026-08-18 03:13:54

O beijo terminou tão rápido quanto começou.

Foi como se nós dois tivéssemos acordado ao mesmo tempo para a realidade.

Priscila se afastou primeiro.

Eu fiquei olhando para ela, completamente perdido.

Meu coração estava disparado, mas não era apenas pela emoção do beijo. Era pelo que aquele beijo significava.

Eu tinha acabado de fazer exatamente aquilo que vinha tentando evitar.

Passei a mão pelo rosto.

— Desculpa.

Ela respirou fundo.

— Carlos...

— Não. Eu preciso pedir desculpa.

— Vo
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  • Desejos e traição     Capítulo 53

    Priscila acorda com Carlos entre suas pernas, sua boca trabalhando com uma intensidade que a deixa sem fôlego. Ele a consome, declara possessão, e ela se entrega, o corpo respondendo a cada ordem silenciosa.O quarto ainda guardava o calor do dia, embora a noite já tivesse caído há horas. As cortinas espessas bloqueavam qualquer clarão da lua, cortada apenas pela luz fraca que vinha do corredor. O ar cheirava a suor seco, a lençóis amassados e a um traço de perfume masculino, Priscila estava deitada de lado, o corpo nu ainda marcado pelas mãos de Carlos, os seios pressionados contra o colchão, uma perna levemente dobrada sobre a outra. O sono a havia pegado de surpresa, pesado demais para quem tinha passado a noite sendo devorada.Foi o calor úmido entre as coxas que a acordou.Um arrepio subiu pela sua coluna antes mesmo que ela abrisse os olhos. Algo quente, firme, se movia ali, entre suas pernas, com uma precisão que não deixava dúvidas sobre a intenção. Priscila mordeu o lábio inf

  • Desejos e traição     Capítulo 52

    –Priscila narrando O quarto estava silencioso.Depois de tudo o que tinha acontecido naquela noite, parecia até estranho estar ali, deitada ao lado de Carlos, ouvindo apenas a respiração dele e o som distante da música que ainda vinha da área da piscina.Eu estava olhando para o teto, tentando organizar meus pensamentos.Mas não conseguia.Minha cabeça parecia uma confusão.Eu sabia que tinha atravessado uma linha que, durante semanas, nós dois tentamos não ultrapassar.E agora não havia mais como fingir que aquilo não existia.Carlos estava deitado ao meu lado, em silêncio.Por alguns minutos, nenhum dos dois falou.Até que ele quebrou o silêncio.— Priscila...Virei o rosto.— Hum?Ele passou a mão pelos cabelos e soltou o ar devagar.— A gente está numa merda.Não consegui evitar um pequeno sorriso.— Pelo menos nisso nós concordamos.Ele ficou me olhando.— Só que eu não estou arrependido.Meu sorriso desapareceu.— Carlos...— Não estou.A voz dele era firme.— Eu sei que deveri

  • Desejos e traição     Capítulo 51

    — A Fernanda vai demorar — disse Carlos, a voz rouca, sem olhar nos olhos dela. — Mas quando ela voltar, quero que você finja que quer ir embora depois de algum tempo e suba lá para meu quarto escondida e me espere. — Você está louco, Priscila riu puxando a calcinha de volta para o lugar, sentindo o tecido molhado contra a pele. Ela se levantou, as pernas um pouco trêmulas, e começou a procurar os chinelos que tinha deixado perto da espreguiçadeira. — Eu estou falando sério,ou você vai na boa ou eu já falo tudo que a entre nós aqui na frente de todos,porque a partir de hoje filha da puta nem um de Marcos vai encostar o dedo em você,entendeu?— Tá bom — murmurou ela, a voz baixa. — Eu vou dar um geito,mas não precisa falar assim que você me assusta.Carlos a observou em silêncio por um momento. A imagem dela ali, despenteada, marcada por ele, despertou algo possessivo que ele não conseguia controlar. Ele não queria que ela fosse embora. Não queria que ela se vestisse,ele queria

  • Desejos e traição     Capítulo 50

    Priscila começou a boiar de costas na água azul. Carlos ficou ali parado olhando pra o corpo escultural dela, a garganta seca, impossibilitado de formar palavras. Ele sabia que o mercado era distante, um detalhe que agora pesava como uma promessa de pecado o silêncio da casa se instalou, quebrado apenas pelo borbulhar constante do filtro da piscina e pelo farfalhar suave das folhas ao vento.Priscila mergulhou, emergindo com um jato de água que escorreu pelo pescoço e se perdeu nos seios fartos, o molho do biquíni ficando quase transparente com a umidade. Carlos caminhou até a borda da piscina. A água batia na margem, um convite hipnótico. Ele não tirou os olhos dela enquanto ela se apoiava na borda, o queixo apoiado nos braços cruzados, olhando para cima. — A água está ótima, Carlos — disse ela, a voz embargada pelo som da água. — Por que não entra?Ele não respondeu. Simplesmente desceu as escadas internas da piscina, a água subindo lentamente pelas pernas, fria e estimulante,

  • Desejos e traição     Capítulo 49

    Carlos narrando Eu devia ter ficado no quarto.Essa era a única coisa que passava pela minha cabeça enquanto eu permanecia na varanda, olhando para a piscina.Eu tinha passado a semana inteira tentando me afastar de Priscila. Tinha me enterrado no trabalho, evitado mensagens, evitado encontros e até evitado pensar nela.E agora ela estava ali.A poucos metros de mim.Eu podia simplesmente permanecer no quarto, fechar a porta e deixar a festa acabar.Seria a decisão mais inteligente.Mas eu nunca fui conhecido por tomar decisões inteligentes quando o assunto era uma mulher.Muito menos quando essa mulher era Priscila.Respirei fundo.— Foda-se.Desci.Quando cheguei à área da piscina, Fernanda abriu um sorriso.— Finalmente resolveu aparecer!— Eu moro aqui, esqueceu?— Mas parecia que tinha ido embora.— Só estava descansando.Peguei uma cadeira e me sentei.Paula estava ali também, conversando com Fernanda.Priscila permanecia perto da piscina.Ela percebeu minha presença, mas tento

  • Desejos e traição     Capítulo 48

    Carlos estava lá imóvel , olhando a área da piscina, Fernanda e Paula conversavam perto da borda, suas vozes subindo até o segundo andar. Mas os olhos de Carlos não estavam nelas. Eles estavam fixos na entrada da área de lazer, esperando. Priscila surgiu no quadro, vindo da casa dos fundos. O ar pareceu ficar mais denso no instante em que ela pisou no deck de madeira. Ela com um biquíni fio-dental rosa choque, violento contra a pele morena. O topo do biquíni era uma afronta à gravidade, dois triângulos minúsculos que mal cobriam os bicos dos seios, deixando a maior parte da curva farta e pesada à mostra, destacada pela marca clara do bronzeado que cortava o peito ao meio. Carlos prendeu a respiração, os dedos cerrando no metal frio da grade. Ela andava com aquele balanço natural de quadris largos, e a visão de cima era devastadora. O fio dental rosa desaparecia entre as nádegas , engolido pela carne a cada passo que ela dava, para reaparecer brevemente no topo. A bunda balançava em

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