INICIAR SESIÓNPriscila e Fernanda foram criadas juntas. Cresceram como irmãs, dividindo segredos, risadas e uma amizade que parecia inquebrantável. Mas tudo muda quando Priscila começa a sentir algo que não deveria — um desejo perigoso pelo padrasto da sua melhor amiga. Carlos. O dono do morro. Um homem bonito, temido e que nunca olhou para mulher nenhuma. Até agora. Presa entre a lealdade à amiga que ama como irmã e um desejo que cresce a cada olhar, Priscila se vê diante de uma escolha impossível: sufocar o que sente para sempre ou se entregar a uma atração que pode destruir tudo ao seu redor.
Ver másPriscila acorda com Carlos entre suas pernas, sua boca trabalhando com uma intensidade que a deixa sem fôlego. Ele a consome, declara possessão, e ela se entrega, o corpo respondendo a cada ordem silenciosa.O quarto ainda guardava o calor do dia, embora a noite já tivesse caído há horas. As cortinas espessas bloqueavam qualquer clarão da lua, cortada apenas pela luz fraca que vinha do corredor. O ar cheirava a suor seco, a lençóis amassados e a um traço de perfume masculino, Priscila estava deitada de lado, o corpo nu ainda marcado pelas mãos de Carlos, os seios pressionados contra o colchão, uma perna levemente dobrada sobre a outra. O sono a havia pegado de surpresa, pesado demais para quem tinha passado a noite sendo devorada.Foi o calor úmido entre as coxas que a acordou.Um arrepio subiu pela sua coluna antes mesmo que ela abrisse os olhos. Algo quente, firme, se movia ali, entre suas pernas, com uma precisão que não deixava dúvidas sobre a intenção. Priscila mordeu o lábio inf
–Priscila narrando O quarto estava silencioso.Depois de tudo o que tinha acontecido naquela noite, parecia até estranho estar ali, deitada ao lado de Carlos, ouvindo apenas a respiração dele e o som distante da música que ainda vinha da área da piscina.Eu estava olhando para o teto, tentando organizar meus pensamentos.Mas não conseguia.Minha cabeça parecia uma confusão.Eu sabia que tinha atravessado uma linha que, durante semanas, nós dois tentamos não ultrapassar.E agora não havia mais como fingir que aquilo não existia.Carlos estava deitado ao meu lado, em silêncio.Por alguns minutos, nenhum dos dois falou.Até que ele quebrou o silêncio.— Priscila...Virei o rosto.— Hum?Ele passou a mão pelos cabelos e soltou o ar devagar.— A gente está numa merda.Não consegui evitar um pequeno sorriso.— Pelo menos nisso nós concordamos.Ele ficou me olhando.— Só que eu não estou arrependido.Meu sorriso desapareceu.— Carlos...— Não estou.A voz dele era firme.— Eu sei que deveri
— A Fernanda vai demorar — disse Carlos, a voz rouca, sem olhar nos olhos dela. — Mas quando ela voltar, quero que você finja que quer ir embora depois de algum tempo e suba lá para meu quarto escondida e me espere. — Você está louco, Priscila riu puxando a calcinha de volta para o lugar, sentindo o tecido molhado contra a pele. Ela se levantou, as pernas um pouco trêmulas, e começou a procurar os chinelos que tinha deixado perto da espreguiçadeira. — Eu estou falando sério,ou você vai na boa ou eu já falo tudo que a entre nós aqui na frente de todos,porque a partir de hoje filha da puta nem um de Marcos vai encostar o dedo em você,entendeu?— Tá bom — murmurou ela, a voz baixa. — Eu vou dar um geito,mas não precisa falar assim que você me assusta.Carlos a observou em silêncio por um momento. A imagem dela ali, despenteada, marcada por ele, despertou algo possessivo que ele não conseguia controlar. Ele não queria que ela fosse embora. Não queria que ela se vestisse,ele queria
Priscila começou a boiar de costas na água azul. Carlos ficou ali parado olhando pra o corpo escultural dela, a garganta seca, impossibilitado de formar palavras. Ele sabia que o mercado era distante, um detalhe que agora pesava como uma promessa de pecado o silêncio da casa se instalou, quebrado apenas pelo borbulhar constante do filtro da piscina e pelo farfalhar suave das folhas ao vento.Priscila mergulhou, emergindo com um jato de água que escorreu pelo pescoço e se perdeu nos seios fartos, o molho do biquíni ficando quase transparente com a umidade. Carlos caminhou até a borda da piscina. A água batia na margem, um convite hipnótico. Ele não tirou os olhos dela enquanto ela se apoiava na borda, o queixo apoiado nos braços cruzados, olhando para cima. — A água está ótima, Carlos — disse ela, a voz embargada pelo som da água. — Por que não entra?Ele não respondeu. Simplesmente desceu as escadas internas da piscina, a água subindo lentamente pelas pernas, fria e estimulante,






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