Mag-log inFive years ago, my brother's fiancée died because of me. Five years later, I'm burned to a crisp and laid out on his autopsy table.
view morePorra... esse dia só piora!
Imagine aqueles dias que começam uma bosta e, com o passar das horas, as coisas só vão ladeira abaixo. Bom... bem-vindos ao meu dia de hoje! Ok, ok... acordar ao lado de uma mulher gostosa e nua não foi ruim, mas não lembrar de absolutamente nada da noite anterior deveria ter sido um alerta de que meu cérebro gostaria de apagar alguma informação. Ou seja: eu deveria ter fugido para as montanhas, mas não fiz. EU ODEIO GRITOS! Ainda mais aquele típico escândalo fingido, como se a pessoa precisasse afirmar seu desempenho durante o sexo. Isso não é sexy, muito menos satisfatório. E... droga! A mulher berrou. Mas berrou tanto que meus ouvidos ficaram zumbindo por horas. Até agora não sei como meus vizinhos não chamaram a polícia, porque tenho certeza de que nem toda a vedação acústica da minha cobertura foi suficiente para abafar toda aquela "performance". Poxa... eu até teria agradecido a interrupção. E depois do show de rock pesado que perfurou meus tímpanos, a coisa declinou de vez. Tentar ser sutil e dispensar a mulher — que, para início de conversa, eu nem sabia o nome — dizendo que estava atrasado para uma reunião não adiantou. Falar que eu iria organizar algumas coisas, mas que era só encostar a porta quando saísse, funcionou ainda menos. A maldita escandalosa me olhava e sorria coberta por uma falsa doçura, como se fôssemos íntimos, enquanto forçava uma aproximação nada desejada. Eu estava quase desistindo da minha educação; depois das minhas inúmeras tentativas de me livrar dela, a criatura não desistia. Dei aquela que achei que seria a última cartada: disse que iria tomar um banho SOZINHO, mas que ela poderia ficar à vontade para se arrumar e ir EMBORA. — Fique tranquilo, benzinho. Eu não estou com pressa. Pode tomar seu banho que eu vou me apossar da cozinha e, como sou boazinha, te faço um café — falou a última parte sussurrando, como se me contasse um segredo, enquanto passava as unhas vermelhas compridas pelo seu colo desnudo e piscava os olhos lentamente. Em qualquer outro momento eu acharia isso sexy, mas o clima não era mais esse. Nem de perto. Alguém precisa contar para ela que sexo casual não é intimidade. É SÓ SEXO! As pessoas fodem, gozam e vão embora. Pronto! CASUAL! Me livrar da doida virou meu objetivo de vida. Precisando pensar com mais calma, fui para o meu banheiro, tomei um banho frio e decidi que esse era só um obstáculo e que tudo iria melhorar. Me preparei para isso. Afinal, a galera "zen", o povo "good vibes", aqueles que batem palmas para o Sol, sempre dizem que pensamentos positivos atraem coisas boas. Esse virou meu novo mantra. Foi pensando nesse meu momento de glória que me armei: coloquei meu terno favorito, cinza, feito sob medida da Brooks Brothers, meu Rolex, calcei meus sapatos Stefano Bemer, elegantes e confortáveis, e parti para a guerra. Afinal, eu não sou homem de aceitar derrotas com facilidade. Saí da minha suíte com destino à cozinha e, para minha surpresa, a senhorita "Sem Nome"... tá, ela deve ter um nome, mas eu não lembro qual é e, para ser sincero, nem faço questão de lembrar. Enfim, a maldita estava usando uma camisa MINHA, calçada com as MINHAS meias, sentada na MINHA bancada, rodeada por algumas comidas e bebidas, se sentindo a porra da dona da MINHA casa! Ei... muita calma nessa hora. Eu não sou nenhum escroto, não negaria café da manhã a ninguém, muito menos à mulher que estava com meu pau na boca algumas horas antes. Mas a "Miss Taquara Rachada" estava me tirando do sério. Eu a queria fora da minha vida, urgentemente. — Você demorou, amorzinho, quase fui te buscar. Você quer?... — Ela fez beicinho e mordeu os lábios enquanto passava a porra de uma uva pelo queixo... fala sério! Me chamar de "amorzinho" já seria um completo ultraje, mas fazer isso usando as minhas roupas e me oferecendo a MINHA comida na MINHA casa?! Limite, cadê você??? Respirei fundo e me concentrei em manter a expressão neutra, fazendo uso da minha melhor cara de pôquer, com a voz controlada e livre de qualquer sentimento — mesmo que, em minha mente, eu já tivesse arrastado a "Sem Nome" para fora da minha casa pelo pescoço. Usando todo o meu autocontrole, como faço com meus parceiros e adversários de negócios, encarei a mulher focado em manter meu réu primário intacto. — Desculpe, como disse anteriormente, tenho uma reunião importante e estou atrasado. Vou chamar um táxi para você. Pode ir se trocar enquanto isso. Já estava me virando com o celular nas mãos para chamar um carro que pudesse me livrar do encosto, quando ela desceu da bancada e veio até mim, ainda com aquele sorrisinho idiota de falsa inocência no rosto. — Tolinho! — Fez sinal de me dispensar com a mão. — Pode ir para a sua reunião "superimportante" — fez aspas com os dedos e deu ênfase na palavra enquanto arregalava os olhos. É sério isso? — Eu fico por aqui, tomo um banho, dou uma organizada nas coisas e te espero voltar... cheirosinha e nua na nossa cama. No final da fala, ela lambeu os lábios e deu mais um passo em minha direção, o suficiente para segurar o meu pau por cima da calça, convencida de que era uma proposta irrecusável. Coitada. Meu pau estava tão traumatizado quanto meus ouvidos. E que merda é essa de NOSSA cama?! A cama é MINHA, só MINHA, sempre foi e vai continuar assim! O que a doida estava pensando? Foi só uma noite, sexo sem compromisso. Eu tenho certeza de que não pedi ninguém em casamento ou propus alguma espécie de relacionamento; mesmo não lembrando de porra nenhuma, tenho certeza de que não faria isso. JAMAIS. Sorte que eu sou um bom homem, dotado da mais completa sanidade mental, centrado e equilibrado. Porque, na real, bastava que eu fosse apenas um pouco inconsequente para não entender a armadilha em que a escandalosa queria me enfiar. Imaginem se eu acabasse deixando a criatura sozinha na minha casa: quando voltasse, encontraria as malas da bonita na minha suíte e um decreto oficial de que ela moraria comigo. Ou seja, isso não tinha a menor possibilidade de acontecer. Ela precisava sair da minha casa imediatamente! Limites existem para serem respeitados! Esses limites, pelo menos, precisam. Sem mais paciência e sem tentar ser sutil ou educado, segurei firme no braço da maluca e saí puxando a "Sem Nome" até a MINHA suíte. Não respondi aos protestos pouco enfáticos ou às falas de como eu era impaciente, nem me manifestei quando ela gemeu dizendo que a minha pegada bruta a estava excitando e o quanto minha atitude de homem das cavernas a deixava molhada e pronta para o nosso próximo round. Completely insana, eu falei... nem fodendo teríamos próximo round. Meus tímpanos e minha sanidade mental não aguentariam. Joguei-a dentro do quarto, recolhi as roupas dela que estavam espalhadas e as joguei sem nenhum zelo sobre ela. — Vista-se AGORA! — Falei sério e sem disfarçar minha fúria. — Mas, querido... — Me olhou meio confusa. — AGORA! — Gritei. — Você tem um minuto antes que eu te jogue para fora da MINHA casa vestida como está."I'm even surprised you noticed her tooth problem. Do you know why?" With that, Charles flung a pile of reports at Michael. "She was overworked for a whole year, so she developed immunity issues despite her young age. She had leukemia!"Michael whipped his head up as tears streamed down his face. "W-What did you just say?""But she didn't want to seek treatment at all," Charles continued, "Your distrust and indifference gave her more despair than terminal illness ever could."Charles looked at Michael in disdain. Then, he tossed a package at the latter. "Do you know what's inside? It contains a property deed with your name on it, along with all her savings! She might have given up on seeking treatment, but she was still worried about her jerk of a brother!"But you threw it away! You don't deserve any of her kindness!"As Charles shouted, Michael stood up with a numb expression on his face.The next moment, he closed his eyes and lost consciousness.He remained unconscious for
Time seemed to have come to a standstill.Michael turned toward Shirley in bewilderment. "How can it be…?""I didn't do it, Michael." With tears in her eyes, Shirley shook her head violently. "I swear. Please believe me, Michael."Charles shouted, "We have conclusive evidence. No amount of pretending will get you anywhere!"However, when Michael saw Shirley's helpless demeanor, he quickly dismissed his suspicions. Turning around, he pulled her into his arms and comforted her. "I believe you. Don't worry…"Just then, a small scalpel sliced into Michael's chest."Damn it!" When Charles saw Michael's figure wavering, his expression shifted as he hastily took out his gun. "Don't do anything stupid, Shirley!"Michael's face was filled with disbelief. "W-Why?""Because I love you, Michael." Shirley quickly removed the scalpel from Michael's chest. Then, she held it against his neck as her vicious smile contorted. "I was the one who fell for you first, but Elena got to you before I di
No one would be bothering Michael now.Shirley had an anxious look on her face as she called out to him. "Michael, did something really happen to Ruth?""So what if it did? She's a monster. Does she not deserve a bad ending?" Michael patted Shirley's hand. "It's getting late. You should go to bed. I'll clean up the table.""No. You've been working yourself to the bone, Michael. I can take care of these things." Shirley quickly carried the pot to the kitchen. Her expression instantly turned cold and twisted, and she seemed to be thinking of something.Still, Michael was deeply touched by her actions.Just then, knocks sounded on the door once again. However, the knocks were arrhythmic and slow. They sounded quite creepy.Shirley immediately exited the kitchen with an oddly wary look in her eyes."Don't bother. I'll get the door! That monster! I can't believe she's bringing her stupid pranks here!" Michael was on his way to his bedroom, but he turned and walked toward the door.
The delivery guy handed a box the size of a notebook to Michael. "Here's a package for you. Please sign your name here.""Did you buy something for me, Shirley?" After accepting the package, Michael walked into the house with the package in hand.A look of suspicion flashed across Shirley's eyes. But in a split second, she smiled sweetly and said, "No. I was actually thinking of getting you something with my scholarship money, but I'm still deciding.""You should save that money for your future wedding. Don't waste it on me," Michael replied.It was only then that Michael checked the sender's name.The package was from me.Michael's expression instantly turned cold. He opened the door and tossed the package out right away.I hovered nearby, watching. My heart ached as if it had thousands of needles running through it. I felt as if dying wasn't such a bad thing after all.Michael returned to the table.Shirley looked curious. "Why did you throw it away, Michael?""It's just ru
"Ta-da! Do you know what this is, Michael?" Shirley jogged into the kitchen and came back out with a small pot in her hands.Of course, Michael could figure out what it was, but he played along and asked smilingly, "What is it? It smells nice.""It's bone broth! I made it especially for you!" Removing
I honestly had no idea why the door was locked after Elena had shoved me into the bathroom, nor did I understand why the door wouldn't open, no matter what I did.It had happened all too suddenly, and I had dropped my phone outside.Even now, I could still hear Elena's terrified screams in my ears
"The victim has deep periodontal pockets. They might have had tooth problems," Michael observed.Turning to look at Charles, Michael recovered his calm and said, "If there are no missing person reports, we can go through the treatment records at various dental clinics. We may be able to identify th
My elder brother, Michael Summers, had always wished that I could just die."You're just a cold-blooded monster, Ruth! Elena cared so much about you, but you heartlessly locked her out so that she would be stabbed in your stead! Don't you feel ashamed to be alive?"Five years ago, Michael's fiancé
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Rebyu