INICIAR SESIÓNJulia narrando
Oi meninas eu sou a julia e tenho 27 anos, tenho meu Murilo de 8 anos, e sou capaz de qualquer coisa pelo meu filho. Quando vim pra Nova York eu tinha recebido a proposta pra trabalhar em um hotel de luxo como recepcionista, a minha mãe já está em uma idade que já estáva cansada de trabalhar e eu então fui em busca de manter a casa, ela cuida do meu filho e eu colocava dinheiro em casa, quando recebi a proposta eu me animei, meus planos era vim, me estabilizar e depois trazer eles, mais tava bom demais pra ser verdade a minha oportunidade, quando cheguei aqui fui Surpreendida pela Hanna, já que foi ela que me ofereceu um emprego lá em São Paulo que era onde eu morava, quando eu cheguei aqui eu não podia acreditar no que estava acontecendo e procurei diversas vezes uma maneira de tentar fugir e falhei em todas elas e a última tentativa foi quando a Karina morreu. . Temos que passar a noite toda trabalhando até às 5 horas da manhã e todo dia nós revezamos para ver quem vai limpar o salão depois, assim que fecha já temos que começar a limpar e só depois podemos descansar, aqui parece até um mini hotel já que na parte de cima além do quarto que ficamos e do escritório da Hannah e do Tyler ainda tem os quartos aonde ficamos com os clientes, por aqui todos os seguranças são mal encarados e o único que ainda não falta com respeito e nem maltrata nós é o Felipe, ele começou a trabalhar aqui há mais ou menos uns nove meses e sempre tratou todas nós muito bem ao contrário dos outros que fazem piadinhas, passam a mão na gente e não podemos nem retrucar. quando a April e a gisele entrou pela porta, eu senti muita pena delas, porque já estive no lugar delas e sei como estão se sentindo, no começo foi muito difícil pra mim, eu vivia sendo castigada porque os clientes reclamavam muito de mim, até o dia que eu entendi, que ou eu nado conforme a maré ou eu vou me afogar, e eu vou tentar ajudar elas. Tyler e uma bicha abusada que gosta de mecher com a nossa mente e a victoria e uma piranha que só pensa no dinheiro que damos pra ela, soube que essa semana vai ter evento aonde um CEO, pediu para umas de nós sermos sua acompanhante e eu não sei no que isso vai dar, mais com a personalidade da April não vai ser coisa boa. o dia amanheceu e hoje é dia de salão, o que significa que essa noite vamos se ferrar já que vamos dormir pouco. — juh, leva as novatas pra arrumar os quartos e depois lavar todos os banheiros, Michelle, Karen, e Liz vocês vão limpar o salão, em duas horas no máximo quero todas vocês prontas pra irem pro salão. — 2 horas ? pra lavar os banheiros e limpar os quartos ? .- eu pergunto porque sei que não vai dar tempo. — Julia você está surda ? não escutou o que falei ? — duas horas não vai dar.- Eu falo pra ele que dá de ombros –vai ter que dá, se virem e sumam logo da minha frente que estão perdendo tempo aqui paradas.- ele fala e eu saio irritada levando a April e gisele comigo. — vamos fazer assim, vocês arrumam o quarto enquanto eu lavo os banheiros, assim vai mais rápido, todas juntas em um quarto só —não acha melhor nos dividirmos? porque aí ja são três quartos arrumados — quantos são? —12 quartos —não, juntas ganhamos tempo, porque vamos mais rápidas. — então vamos logo, vamos até o deposito para pegar os produtos. subimos as escadas e no corredor passamos pelo Felipe, Carlos e Eduardo que ficaram cheio de gracinha, Felipe e o único que nem olha pra gente, quer dizer, ele deu uma encarada na April, mais não faltou com respeito se é que ainda temos algum. 2 horas depois estávamos finalizando o último banheiro, tem uns clientes que são muitos nojentos, e deixam o quarto um nojo, o máximo que fazemos é trocar o Lençol para receber o próximo, fora isso só é limpo depois. — vem, vamos nos arrumar se não o Tyler nos faz sair assim do jeito que estamos — meu Deus, as coisas cada hora que passa ficam piores.- ela fala vendo ele já na porta do quarto. —dois minutos ou vocês vão assim mesmo.- ele fala e nos entramos correndo indo trocar de roupa, não vai dar tempo nem de tomar um banho, ainda bem que não fiquei com ninguém essa noite.- eu penso enquanto passo o lenço humidecido pelo meu corpo.April narrando5 anos depoisGraças a Deus, tudo é bem diferente da vida que tínhamos antigamente. Assim como falei pra vocês, eu abri a ONG pra ajudar novas meninas. Tivemos uma procura grande e isso gerou muita repercussão, fizeram entrevista comigo e já saiu até um documentário contando nossa história. Às vezes é difícil e muito doloroso lembrar de tudo o que eu vivi. Recebi diversas propostas para fazer muitas palestras e alertar as meninas sobre o perigo de mudar pra um país estranho sem investigar melhor pra onde vamos.A nossa ONG está sendo conhecida por todos, recebemos diversas doações para ajudar meninas que desenvolveram depressão, ataque de pânico e que não se recuperaram. Minha mãe ajuda aqui, assim como Gisele e Julia. Ficamos todas aqui em Nova York. Tenho contato com algumas delas até hoje, inclusive a Gleyce, que abriu uma ONG por lá também e eu ajudo ela daqui mesmo.Bom, hoje em dia eu sou casada com o Felipe. Ele quis casar antes dos gêmeos nascerem. Ah, e a propó
April narrandoComo o Luan tinha saído, eu subi pro quarto, não vou dizer que me incomoda ele sair porque isso é mentira, até prefiro porque assim não preciso ter relações com ele, ainda mais agora, o medo dele perceber as mudanças no meu corpo está grande, não sei qual vai ser a reação dele, mais algo dentro de mim grita pra mim não contar pra ele. Deitei na cama e apaguei, o dia foi cansativo.Acordei assustada com ele entrando no quarto, fingi estar dormindo pra ele não me perturbar, o cheiro dele me enjoava e me assustei quando ele me pegou pelos cabelos. Seus olhos estavam vermelhos e o cheiro de álcool exalava no quarto, ele estava aparentemente muito bêbado, tudo aconteceu rápido demais. Só sei que ele grudou no meu pescoço, a Lorena gritava pra ele me soltar, ele falava que o filho era do Felipe e que ia me matar. Eu tentava respirar, mas ele apertava ainda mais o meu pescoço. Que Deus tenha misericórdia de mim, não posso morrer assim nas mãos desse psicopata. Meu Deus, me aju
Dora Narrando Ouvir o barulho da Serra Elétrica me fez lembrar quando Sara morreu, não que eu estivesse aqui, tenho certeza de que para ele jogar ela nos tubarões, ele cortou ela em pedaços. Depois que as meninas subiram para dormir, a Sâmela me mandou mensagem e o capitão também, sim, tive certeza de que ele estava matando alguém, o Tyler foi dessa para pior, não vejo a hora do Luan ir também... April me pediu para que eu dormisse aqui, desde o dia em que Luan bateu nela, ela estava com muito medo dele, ele colocou as asinhas de fora, e para querer dar um fim nela é daqui para ali. Depois do jantar, ele resolveu ir para o bordel, as meninas foram dormir, passei o plano junto com o capitão, acabei pegando no sono. Acordo com alguém me chamando desesperadamente, pego a minha bolsa e abri, só que podia jurar que a arma estava aqui dentro, aí lembro que eu deixei em casa, passo na cozinha, pego uma peixeira e subo correndo. Quando eu chego no quarto, que o desgraçado do L
Lorena NarrandoDepois da conversa que eu tive com April, não sei se o Luan é realmente quem eu pensei que ele era, ele tem tudo para ser o homem dos sonhos, tem umas coisas que ela me falou que faz muito sentido, notei que ele está diferente do que ele era comigo lá no bordel, mas April até que tem me tratado bem, já vi que tudo que ela faz é para tentar sobreviver, acho que ela está no jogo, onde vale tudo, e o preço maior vai ficar viva — Dora sem dormir todos os dias aqui, segundo Luan é para nós duas não nos matarmos, e nem quebrar a casa dele ...Acordo com uma gritaria vindo só quarto de April e Luan, tentei assimilar o que estava acontecendo, não deu para ouvir muito, só sei que ele xingava muito ela, quando ela grita levantei correndo indo em direção ao quarto ...— Eu estou grávida você é surdo?— Eu sabia que aquele dia não era a primeira vez que você estava falando com Filipe pelo telefone, vocês têm se encontrado sua vagabunda, eu vou te matar. — ele fala gritando, eu abr
April Depois de almoçar com Luan, eu subi até o meu quarto, onde estavam minhas coisas e as do Luan. Fui caminhando até o closet. Vou ver o que serve na Lorena. Ela é um pouco menor que eu e também tem um pouco menos de corpo, mas ainda assim é muito bonita. Parece uma índia com os cabelos compridos e lisos. Dora logo chegou no quarto e começou a me ajudar. Comecei a sentir um mal-estar. — Tá tudo bem, menina? — Tô com vontade de vomitar, Dora. Acho que o almoço não me fez muito bem. — Então descansa que eu termino de arrumar as coisas. — Não, Dora, pode deixar que quero te ajudar. Essas aqui que já tiramos dá para ela ir usando. — Toma um banho e deita pra descansar, você passou por muita coisa ontem. — Vou sim. Ela me dá um beijo na testa, pega as roupas e sai do quarto. Fui até o banheiro, liguei a banheira. Vou aproveitar para pensar. Isso tá sendo um jogo psicológico, e com o gênio que eu tenho, se eu não tomar cuidado, vou acabar enlouquecendo. Tirei todas as minhas
CAPITÃO NARRANDORecebi a mensagem de Felipe dizendo que estava indo para a casa do Luan, porque precisava saber como April estava. Nem cheguei a responder a mensagem dele, peguei meu telefone e liguei, mandando ele abortar essa missão suicida por mais que tivéssemos Dora e Sâmela infiltradas. A ida dele até lá poderia acabar com o nosso disfarce. Fora que eles iriam estar no território inimigo, e Luan podia dar um fim neles antes da força-tarefa chegar. Ele ficou p*** de raiva, mas voltou para o bordel. Felipe precisa aprender que não se pode fazer as coisas de cabeça quente...— Está aqui, senhor, todas as imagens que o senhor pediu. Demorei um pouco porque foi difícil hackear as câmeras que nos dão acesso à casa do Luan.— Agora sim, isso é o que estava faltando, para eu colocar alguns pontinhos nos is, e finalizar a missão, e fazer o que eu espero há anos: colocar Luan atrás das grades.— Tem bastante coisa comprometedora, de hoje até o dia que a câmera foi instalada. Consegui mui







