FAZER LOGINAndrew Miller
Chegou o dia de esperar minha futura esposa. Queria chamar os meninos para vir comigo, mas eles estão ocupados, Richard se ofereceu para ir comigo, não sei porque, provavelmente ele quer me humilhar, desde que aceitei esse casamento ele não para de me perturbar, diz que a garota deve ser feia e por isso o pai dela quis casa-la, pois ninguém iria aceitar. Como ele é babaca, pra mim o que vale é o caráter, ela bonita ou feia não importa, esse casamento é uma farsa. Eu e Richard fomos em busca da tal Beatrice. Chegamos um pouco atrasados, o jatinho já tinha pousado, e a menina já havia descido. Droga, será que ela se perdeu, custava esperar um pouco. Falei com o piloto e ele disse algo que me deixou incomodado. Beatrice bebeu e saiu cambaleando. A garota mal chegou e já está me dando dor de cabeça. O Richard volta do banheiro todo feliz. — Cadê o dragão? — Para de chamar a ragazza assim — reclamo com meu irmão e ele apenas sorrir sínico — Ela deve está perdida por ai, o que eu faço? — Cara pode ser qualquer uma dessas meninas que está passando por aqui. — Já sei, vou escrever o nome dela em um papel, quando ela ver vai se aproximar. — Tanto faz, espero que o dragão apareça logo, tenho uma festa para ir hoje, eu deveria está dormindo. — Você que quis vir, não te pedi para vir comigo em nenhum momento. — E perder a chance de ver tua cara quando visse o dragão — respiro fundo revoltado com a idiotice que meu irmão fala, me apresso em procurar alguém que me empreste um papel. Tudo feito, escrevo: " Beatrice Carter" Passou uns vinte minutos e uma menina se aproxima. Ela era linda, cabelos vermelhos, olhos verdes, um corpo espetacular. Será que é ela? — Você deve ser o Andrew. — Beatrice? — Eu mesma, me chame apenas de Trice — fico encarando de boca aberta, ela é linda. — Olha só, é a gata do banheiro. Prazer, eu sou Richard, irmão do Andrew. — Então são irmãos? — Beatrice fala e acho estranho sua atitude. — Vocês se conhecem? — Esbarrei nele na saída do banheiro. — Foi isso fratello, não sabia que ela era sua noiva. Se deu bem, ela deve ter uma pegada muito boa. — Você não sabe o quanto minha pegada é boa. — os dois estão flertando na minha frente ou é impressão minha. — Então Trice, vamos pra casa? — falo tentando acabar com esses olhares dos dois. — Vamos sim, estou precisando de uma cama e dormir por longas horas — peguei as malas dela e fomos para o carro. Deixei o Richard na casa de meus pais e fui em direção a minha casa. — Essa é nossa casa, espero que goste da decoração, qualquer coisa pode mudar tudo. — Eu preciso de um banho, onde é meu quarto? — Achei que fôssemos dividir o mesmo quarto, afinal vamos nos casar. — Achou errado, me diga onde fica o quarto de hóspedes. — Trice iremos nos casar, eu tenho empregados que não iriam entender porque dormimos em quartos separados. — Mande seus empregados cuidarem de suas vidas. — Não sei oque seu pai disse, mas nosso casamento tem que parecer por amor, minha mãe não sabe o real motivo e não deve saber, assim como meus funcionários. — Tudo bem Andrew, eu dormirei no seu quarto. — Nosso quarto — falo e ela revira os olhos me acompanhando ate as escadas — Espero que esteja do seu agrado nosso quarto. — abro a porta e ela encara tudo. — Temos alguém que gosta de esbanjar dinheiro. — Não gostou? Podemos decorar do jeito que você quiser. — Está ótimo assim. — Deve está cansada, vou te deixar desarrumar as malas e descansar. — deixei ela a vontade para tomar seu banho e desarrumar as malas. Pedi a Márcia, minha funcionária, para preparar uma comida para Trice. Esperei ela descer, mas nada dela aparecer, então acabei jantando e nem esperei. Fui no quarto para ver porque ela não desceu, vejo uma visão dos deuses, ela estava dormindo apenas de lingerie. Ela deve ter pegado no sono, deve está cansada da viagem, eu a cubro e vou tomar um banho. Coloco minha calça de moletom e vou dormir sem camisa mesmo. Deito ao lado dela e fico admirando aquela deusa dormindo.Epílogo Denise, a tal amante do Cobra, que se passou por amiga da mamãe. Gente, o ex noivo e a ex amiga da mamãe, só podem ter aberto os portões do inferno mesmo. — Suas vadiazinhas, o que fizeram com ele? Ela fala do tal William, que se encontra inconsciente no chão, uma bela imagem de se ver. Ela parou na frente dele e se abaixou verificando seu pulso. — Relaxa, ele ainda tá vivo... por enquanto. Ela me olhou com seus olhos em chamas. —Tão escrotas como a mãe. Tríce matou meu homem, agora ela vai sofrer as consequências, vou me vingar onde mais dói, nas princesinhas da mamãe. —O Cobra era um merda, morrer foi pouco. — Cansei de vocês. Ela aponta a arma para nós. —Vamos morrer. — Ayla chora. Eu fico na frente da Ayla. Ouço o disparo e fecho os olhos, meu medo era de ter pegado na minha irmã. Quando abro os olhos, a vadia está caída no chão, com um tiro na cabeça. Vejo minha mãe e minhas tias todas armadas. Ayla corre e abraça a mamãe, e eu paraliso, me
Aisha ( filha de Tríce e Andrew)Acordei com uma forte dor de cabeça, quando abri os olhos, vi que estava em um lugar escuro, olhei para os lados e vi Ayla toda amarrada, e acabei percebendo que eu também estava amarrada.Então me dei conta que nós havíamos sido sequestradas. Puta que pariu, nós fomos sequestradas. Quem foi o novo morador do inferno que me sequestrou, como ousa fazer isso com a filha de Beatrice Carter, estão pedindo para morrer, eu sou uma Carter, como se atreveram a pôr as mãos em mim. Grito desesperadamente por minha irmã, que se encontrava desacordada.— O que foi, o que aconteceu, onde estamos?—Não sei onde estamos, só sei que vai ter gente morta, eu vou acabar com todos que se atreveram a encostar um dedo em nós. — Ai meu Deus, o que vamos fazer? — Você eu não sei, mas eu vou matar cada um.—Aísha calma, você não é a mamãe, você não tem uma gangue como a mamãe tinha, nem usar armas você sabe... ai meu Deus vamos morrer. — Somos filhas de Beatrice, a dona da
Aaron (filho mais novo de Tríce e Andrew) Beca, amiga das minhas irmãs, havia me ligado perguntando se elas ainda estavam em casa, por que ela tinha combinado com elas de se encontrarem no shopping, já faz três horas e as minhas irmãs não apareceram. Liguei pra elas e para todos os conhecidos e nada das meninas, já comecei a me preocupar. Eu já havia chamado a polícia, estão todos aqui na minha casa. Estou desesperado, minhas irmãs foram sequestradas, nós já sabíamos que elas haviam sido sequestradas, pois havia uma testemunha na rua e contou tudo a polícia, a testemunha disse que viu um carro preto e uns homens saindo de dentro do carro e levando as minhas irmãs, a polícia já está investigando, meus pais já estão voltando de viagem, minha mãe entrou em pânico, achando que pode ter sido um de seus inimigos. Mesmo se passando anos que a minha mãe abandonou a vida do crime, ela ainda tem medo que possa ter restado algum inimigo, mesmo ela já tendo matado o tal cobra, que era o pio
Beatrice Carter Andrew levou Ayla e Aisha para a casa dos meus sogros e eu fiquei em casa, pois estou me sentindo mal, faz dias que ando tendo umas tonturas e enjôos, não falei nada ao Andrew, mas desconfio de uma nova gravidez, hoje irei ao médico ter a certeza. Não foi surpresa quando o médico confirmou a gravidez, eu já sentia que estava grávida. Chego na casa dos meus sogros e caminho emocionada até eles. — Oque aconteceu amor, você ainda está passando mal, oque aconteceu, porque está chorando? — meu marido como sempre desesperado. — Estou grávida. — ele me olha arregalando os olhos. Meus sogros vibram de alegria. — Oque disse? — ele pergunta ainda em choque. — Não sou mulher de enrolar, não sei ser romântica, muito menos fazer todo aquele alarde para esconder uma gravidez, por isso falo na lata, amor estou grávida e você será papai novamente. — vejo Andrew se emocionar e seu sorriso é enorme. — Eu sou o homem mais feliz desse mundo, você me deu os melhores pre
Beatrice Carter — Eu não posso. — respondo. — Oque? — Will me olha e vejo desespero em seu olhar. — Desculpa Will, mas eu não posso me casar com você. — Olha a vergonha que você está me fazendo passar na frente da minha família, dos meus amigos. — Will me olha e vejo fúria em seus olhos, ele pega meu braço forte e me puxa pra ele. — Me larga Will, entenda que não te amo. — Não Trice, eu não vou deixar você ir atrás daquele merda. — Me solta Will, eu amo o Andrew, é com ele que quero ficar. — vejo as pessoas espantadas e começa uma confusão. Laísa socorre sua mãe que parece que vai desmaiar. — É COMIGO QUE VAI FICAR, COMIGO! — ele aperta forte meu braço e fico em choque, Will nunca se mostrou violento. — Larga ela, idiota. — Nanda se aproxima. — Não se mete garota, Trice eu te amo, você não pode me abandonar. — Eu não te amo William. — sinto um tapa no rosto e fico furiosa, não acredito que ele me bateu. — Você é uma vagabunda. — as pessoas entram em pânic
Beatrice Carter E chegou o dia do meu casamento, optamos por casar no jardim da casa dos pais dele, era amplo e lindo, tinha uma bela vista e um gramado perfeito. Minhas amigas estavam aqui, finalmente as reencontrei. — Que saudades amiga. — Nanda fala e fico surpresa com o tamanho da barriga dela, ela está com seis meses, e é um menino, nosso pequeno Ethan, ela e o Lucca estão juntos e felizes. — E como esta nosso pequeno Ethan? — Chutando muito. — ela sorrir e vejo um brilho diferente nela, ela realmente ama o marido. — E você amiga, se escondeu tanto que o Andrew acabou encontrando. — Isso foi o acaso. — Acaso ou destino? — Nanda diz e só não xingo ela, pois está grávida. — Meu destino é o William. — Se ele te faz feliz, quem somos nós para julgar. — Lua diz. — Não concordo, eu não fui com a cara dele, e vocês sabem que quando pego ranço, sempre tenho razão. — Mili fala e não sei porque não gostou do Will. — Ele é um amor, e ama as meninas — Você falava isso da va







