FAZER LOGINBeatrice Carter
Estou conversando com a mãe do meu futuro marido, minha sogra até que é um amor, me lembra minha mãe nos dias que ela não estava com uma arma em mãos. — Então Trice, como vai os preparativos do casamento ? — Mary eu ainda não sei, cheguei faz apenas dois dias, não vi nada ainda. — Temos que ver seu vestido, Igreja, decoração, Buffet, salão de festa. Andrew, porque não me avisou que iria se casar, eu já teria adiantado tudo. — Não se preocupe mãe, eu já tenho tudo planejado, Trice só precisa escolher o vestido. — Já falou com o padre meu filho? — Sim falei. Eu não te contei Trice, mas o casamento na igreja está marcado para dia 28 de janeiro. — Só falta dois meses, eu vou ter um ataque, temos que agir rápido. Eu ainda vou te matar Andrew, como não avisa a sua mãe. — Desculpe mamãe, mas foi algo rápido e só tinha vagas para esse dia na igreja. — Você falou igreja, eu não quero me casar na igreja. — me levanto em Pânico, ninguém me falou que esse casamento iria envolver uma igreja. — Porque não querida, nossa família é muito religiosa, não abro mão de se casarem com a benção de Deus. — Deixem para casar o Richard na igreja, vamos deixar o Andrew fora disso — faço minha melhor cara de inocente. — Richard nunca irá se casar, ele é a esbórnia da família, já me conformei com isso. — Exatamente, ninguém nessa vida me colocará um pneu no dedo. — meu cunhado fala e me irrito, eu não casarei em uma igreja. — Andrew amor, será que podemos conversar? — Sim meu anjo. — não posso negar que ele sabe fingir bem. Fomos para o escritório. — O que quer? — Que droga é essa de casar na igreja? — Algum problema com isso? — Eu não quero casar na igreja, eu não te amo Andrew, eu te odeio, e não vou jurar amor eterno diante de Deus, porque estarei mentindo. — Você me odeia, o que eu te fiz Beatrice? — Você aceitou essa palhaçada de casamento. — Que culpa eu tenho, fui tão vítima dessa palhaçada como você. — Podia ter negado. — Você também, mas você sabe muito bem que se não fosse comigo, seria com qualquer outro, seu pai estava decidido a te tirar de Palermo. — Então você sabe a verdade? — Eu descobri tudo, você é uma delinquente, por isso aceitou esse casamento. — Então você sabe, e porque ainda está com essa ideia de casar, quem eu sou não te assusta? — pergunto na esperança dele desistir desse casamento. — Não, eu quero você, seu passado não importa. — Isso não é meu passado, eu não desisti dessa vida. — Você não precisa disso, eu posso te dar tudo que quiser. — Faço por prazer e diversão, e não pelo dinheiro. — Você me xinga, me humilha, só porque quer que eu desista e cancele o contrato. Mas saiba que eu não vou fazer isso. — Então depois não se arrependa, quer continuar com isso, pois continuaremos, mas saiba que vai se arrepender de casar comigo. Saio do escritório com raiva, já não sei mais o que fazer para que ele desista, eu não posso desistir, papai iria me matar, e eu prometi casar, e Beatrice Carter sempre cumpre suas promessas, a única solução seria ele desistir, ainda o farei desistir, ele se envolveu com quem não devia, farei da vida dele um inferno. — Demoraram, esta tudo bem? — Sim Mary, estávamos conversando sobre nosso casamento. — Vamos jantar? Então fomos em direção a mesa de jantar. Jantamos, conversamos, até que o idiota interrompe o jantar, para colocar a m*****a aliança nos meus dedos. Fez uma declaração falsa, e agora estamos oficialmente noivos. — Vocês são lindos juntos, cadê o beijo? – minha sogra fala me fazendo arregalar os olhos. Andrew se aproxima selando nossos lábios. É a primeira vez que nos beijamos desde que cheguei. — Isso que eu chamo de amor. – Richard sorrir cinicamente. Desde o dia que cheguei e fiquei com o Richard, eu e ele não conversamos. Dou uma piscada pra ele, e ele retribui. — Pessoal preciso ir ao banheiro. Já imaginaria que o Richard viria atrás, então apenas espero ele em frente ao banheiro. — Me esperando? Eu não respondo nada, apenas empurro ele para dentro do banheiro. — Precisamos conversar. — Se quer pedir para não contar nada ao meu irmão sobre nós, saiba que eu não pretendo contar, não se preocupe. — Não é nada disso, eu quero que conte. — Porque faria isso? — Para ele cancelar o casamento, é óbvio. — E ele me odiar, não obrigado, não direi que você chifrou ele comigo, afinal eu nem sabia que você era a famosa noiva. — Não fique se achando, você não foi o único. — Você é pior que pensei, tenho pena do meu irmão. — Tá arrependido, então não gostou do meu beijo? — Gostei, mas não irá se repetir. — Quem disse que quero, você não é único querido, mas vai me servir para acabar com esse casamento. — retiro minha calcinha por baixo do vestido. — Que droga tá fazendo, coloca essa calcinha. — jogo minha calcinha para o Richard e ele pega. Vejo o Andrew entrar no banheiro e sorrio por meu plano ter dado certo. — Andrew! – falo fingindo surpresa por vê-lo. — Posso saber o que está acontecendo, porque você e Richard estão no mesmo banheiro? — Eu posso explicar irmão, não é nada disso que está pensando. — Explique então Richard, comece explicando o porque está com minha calcinha nas mãos. — coloco fogo e Richard começa a perceber que armei tudo isso. — Sua m*****a, você armou tudo. — Porque está com a calcinha de minha noiva, vocês estavam me traindo? — Não irmão, ela armou tudo. — Vai negar que nos beijamos – falo colocando mais fogo. — Vou te matar Richard. Os dois começam a brigar e eu saio de fininho. Agora Andrew cancela esse casamento. Eu disse a papai que iria tocar o terror, só estou começando.Epílogo Denise, a tal amante do Cobra, que se passou por amiga da mamãe. Gente, o ex noivo e a ex amiga da mamãe, só podem ter aberto os portões do inferno mesmo. — Suas vadiazinhas, o que fizeram com ele? Ela fala do tal William, que se encontra inconsciente no chão, uma bela imagem de se ver. Ela parou na frente dele e se abaixou verificando seu pulso. — Relaxa, ele ainda tá vivo... por enquanto. Ela me olhou com seus olhos em chamas. —Tão escrotas como a mãe. Tríce matou meu homem, agora ela vai sofrer as consequências, vou me vingar onde mais dói, nas princesinhas da mamãe. —O Cobra era um merda, morrer foi pouco. — Cansei de vocês. Ela aponta a arma para nós. —Vamos morrer. — Ayla chora. Eu fico na frente da Ayla. Ouço o disparo e fecho os olhos, meu medo era de ter pegado na minha irmã. Quando abro os olhos, a vadia está caída no chão, com um tiro na cabeça. Vejo minha mãe e minhas tias todas armadas. Ayla corre e abraça a mamãe, e eu paraliso, me
Aisha ( filha de Tríce e Andrew)Acordei com uma forte dor de cabeça, quando abri os olhos, vi que estava em um lugar escuro, olhei para os lados e vi Ayla toda amarrada, e acabei percebendo que eu também estava amarrada.Então me dei conta que nós havíamos sido sequestradas. Puta que pariu, nós fomos sequestradas. Quem foi o novo morador do inferno que me sequestrou, como ousa fazer isso com a filha de Beatrice Carter, estão pedindo para morrer, eu sou uma Carter, como se atreveram a pôr as mãos em mim. Grito desesperadamente por minha irmã, que se encontrava desacordada.— O que foi, o que aconteceu, onde estamos?—Não sei onde estamos, só sei que vai ter gente morta, eu vou acabar com todos que se atreveram a encostar um dedo em nós. — Ai meu Deus, o que vamos fazer? — Você eu não sei, mas eu vou matar cada um.—Aísha calma, você não é a mamãe, você não tem uma gangue como a mamãe tinha, nem usar armas você sabe... ai meu Deus vamos morrer. — Somos filhas de Beatrice, a dona da
Aaron (filho mais novo de Tríce e Andrew) Beca, amiga das minhas irmãs, havia me ligado perguntando se elas ainda estavam em casa, por que ela tinha combinado com elas de se encontrarem no shopping, já faz três horas e as minhas irmãs não apareceram. Liguei pra elas e para todos os conhecidos e nada das meninas, já comecei a me preocupar. Eu já havia chamado a polícia, estão todos aqui na minha casa. Estou desesperado, minhas irmãs foram sequestradas, nós já sabíamos que elas haviam sido sequestradas, pois havia uma testemunha na rua e contou tudo a polícia, a testemunha disse que viu um carro preto e uns homens saindo de dentro do carro e levando as minhas irmãs, a polícia já está investigando, meus pais já estão voltando de viagem, minha mãe entrou em pânico, achando que pode ter sido um de seus inimigos. Mesmo se passando anos que a minha mãe abandonou a vida do crime, ela ainda tem medo que possa ter restado algum inimigo, mesmo ela já tendo matado o tal cobra, que era o pio
Beatrice Carter Andrew levou Ayla e Aisha para a casa dos meus sogros e eu fiquei em casa, pois estou me sentindo mal, faz dias que ando tendo umas tonturas e enjôos, não falei nada ao Andrew, mas desconfio de uma nova gravidez, hoje irei ao médico ter a certeza. Não foi surpresa quando o médico confirmou a gravidez, eu já sentia que estava grávida. Chego na casa dos meus sogros e caminho emocionada até eles. — Oque aconteceu amor, você ainda está passando mal, oque aconteceu, porque está chorando? — meu marido como sempre desesperado. — Estou grávida. — ele me olha arregalando os olhos. Meus sogros vibram de alegria. — Oque disse? — ele pergunta ainda em choque. — Não sou mulher de enrolar, não sei ser romântica, muito menos fazer todo aquele alarde para esconder uma gravidez, por isso falo na lata, amor estou grávida e você será papai novamente. — vejo Andrew se emocionar e seu sorriso é enorme. — Eu sou o homem mais feliz desse mundo, você me deu os melhores pre
Beatrice Carter — Eu não posso. — respondo. — Oque? — Will me olha e vejo desespero em seu olhar. — Desculpa Will, mas eu não posso me casar com você. — Olha a vergonha que você está me fazendo passar na frente da minha família, dos meus amigos. — Will me olha e vejo fúria em seus olhos, ele pega meu braço forte e me puxa pra ele. — Me larga Will, entenda que não te amo. — Não Trice, eu não vou deixar você ir atrás daquele merda. — Me solta Will, eu amo o Andrew, é com ele que quero ficar. — vejo as pessoas espantadas e começa uma confusão. Laísa socorre sua mãe que parece que vai desmaiar. — É COMIGO QUE VAI FICAR, COMIGO! — ele aperta forte meu braço e fico em choque, Will nunca se mostrou violento. — Larga ela, idiota. — Nanda se aproxima. — Não se mete garota, Trice eu te amo, você não pode me abandonar. — Eu não te amo William. — sinto um tapa no rosto e fico furiosa, não acredito que ele me bateu. — Você é uma vagabunda. — as pessoas entram em pânic
Beatrice Carter E chegou o dia do meu casamento, optamos por casar no jardim da casa dos pais dele, era amplo e lindo, tinha uma bela vista e um gramado perfeito. Minhas amigas estavam aqui, finalmente as reencontrei. — Que saudades amiga. — Nanda fala e fico surpresa com o tamanho da barriga dela, ela está com seis meses, e é um menino, nosso pequeno Ethan, ela e o Lucca estão juntos e felizes. — E como esta nosso pequeno Ethan? — Chutando muito. — ela sorrir e vejo um brilho diferente nela, ela realmente ama o marido. — E você amiga, se escondeu tanto que o Andrew acabou encontrando. — Isso foi o acaso. — Acaso ou destino? — Nanda diz e só não xingo ela, pois está grávida. — Meu destino é o William. — Se ele te faz feliz, quem somos nós para julgar. — Lua diz. — Não concordo, eu não fui com a cara dele, e vocês sabem que quando pego ranço, sempre tenho razão. — Mili fala e não sei porque não gostou do Will. — Ele é um amor, e ama as meninas — Você falava isso da va







