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Capítulo 7

Autor: Dona Morena
last update Fecha de publicación: 2024-04-29 05:19:04

Logan Carmichael

A caminho do restaurante mando uma mensagem para o meu pai avisando que estou chegando. Detesto atrasos e eles que insistiram para esse jantar, como se eu não tivesse nada de importante para fazer.

Essa semana foi um porre, estou com novo projeto que está me tirando o sono, são muitas pessoas para lidar e ainda por cima o meu irmão apareceu, me ligou depois de muito tempo sem se comunicar, para pedir dinheiro provavelmente, pois nem dei chances dele falar. Ele deveria ter vergonha de me ligar depois de tanto tempo ausente, ainda mais pra mim.

Chego no restaurante, logo sou recebido e antes de ir pra mesa me sento no bar esperando os meus pais chegarem. Escuto uma conversa entre o empregado do bar e uma mulher muito bonita sentada sozinha, ela tem um corpo cheio de curvas na medida certa, lábios carnudos, olhos cor de folha seca, sim! Eu reparei tudo isso numa única olhada. Ela parece ser jovem, mas não tão jovem quanto o barman, parece uma desesperada dando em cima do garoto. Me sento um pouco distante e percebo ela investindo mesmo no rapaz.

— Então você sabe os gostos da pessoa com poucas palavras trocadas, interessante... isso está a seu favor em muitas coisas.

Nossa, que desespero é esse? Não aguento e acabo transparecendo quando acho graça. Ela me olha, ergue uma sobrancelha e uauu! ela é muito bonita, mas muito atirada. Ela volta a flertar com o barman e acho estranho ela não tentar chamar a minha atenção, pois isso sempre acontece, ainda mais com mulheres interesseiras.

Vicente pergunta se ela está esperando o namorado e a mesma diz estar a apreciar a sua própria presença... que ridícula! Mas me surpreendo ouvindo ela perguntar a hora que ele sai, talvez ela nunca tenha estado com um homem de verdade.

Dou risada mais uma vez, digo ao Vicente que o horário dele acabou e depois de uma conversa nada amistosa com a mulher me surpreendo totalmente quando ela diz que não sabe quem eu sou, primeiro me senti em choque e depois gostei de saber que pelo menos nesse momento não sou conhecido.

A minha vontade de me aproximar veio a tona, fiquei curioso pra saber quem é ela.

— Posso te pagar uma bebida? - Pergunto, me levantando e sentando ao seu lado.

—Bom, antes de oferecer para pagar a minha bebida, deveria ter pedido permissão para sentar ao meu lado.— Diz de maneira debochada dando um gole na sua bebida.

— Já estou aqui e não vou sair pois o restaurante é meu!

— Sendo assim, tchau! -Diz se levantando, mas seguro na sua mão.

Ela olha a minha mão no seu pulso, depois olha nos meus olhos e confesso que tocá-la acendeu uma faísca.

— Fique, não queria ser rude! Gostaria de te conhecer melhor.

Ela pensa uns segundos e volta a se sentar.

— Poderia falar o seu nome?

— Lara!

— Mora por aqui... Lara? - Acredito que o seu nome seja falso.

— Não, não moro por aqui, venho de tão, tão distante.

— Onde seria esse lugar?

— Por que quer saber onde moro?

— Não quero, só puxando assunto. Eu achei muito estranho você paquerando um garoto, e fiquei pensando, ou você é uma daquelas pessoas que ficam com moleques para se sentir melhor ou atira pra todos os lados.

— Meu Deus, esse é seu jeito de puxar assunto? Você é grosseiro por natureza ou treinou muito pra ser assim?

— Eu sou sincero, só isso!

Ela me encara cética e balança a cabeça negativamente, levanta do banco e se aproxima, ficando a centímetros de distância de mim.

— Olha só você! hum, se acha mesmo o gostosão não é. Aquele "garoto" como você o chama tem uma coisa que você não tem... Carisma, charme, lábia e educação e aposto que tem uma pegada ótima e não tem nada a ver com idade.

Dizendo isso, ela sai, me deixando de boca aberta, nunca ninguém falou assim comigo. O meu telefone toca o sinal de mensagem, vejo que os meus pais não virão mais, era só o que me faltava.

A mulher paga a conta e sai em direção ao banheiro, movido pela raiva que sias palavras me causaram, sigo ela no corredor que está vazio a puxo pro banheiro masculino e a encosto na parede trancando a porta.

— O que está fazendo? - Antes que ela diga mais alguma coisa a beijo segurando firme o seu maxilar.

O gosto dos seus lábios é uma das melhores coisas que já provei na vida e como se não controlasse os meus atos, levanto o seu vestido sem quebrar nosso beijo, essa adrenalina me dá um tesão do cacete, dou um tapa em sua bunda apertando em seguida, ela ofega na minha boca e quando vou descer a sua calcinha ela tenta segurar a minha mão, mas ela não quer realmente parar, então puxo com força e rasgo o seu pedaço de pano que chama de calcinha.

— Para com isso seu imbecil. - Fala na minha boca.

— Isso sou eu te mostrando o que um moleque não faria.

— Não se atreva a fazer isso...

A pego no colo fazendo ela cruzar as pernas na minha cintura, deslizo a minha mão na sua fenda e ela está extremamente molhada.

— Se com um beijo já te deixei assim, imagina quando estiver dentro de você, Hã?

Tiro o meu membro pra fora da calça e sem pensar entro nela e... porra, como é gostosa. Meto forte nela encostada na parede, a seguro por debaixo das suas coxas descruzando suas pernas ficando totalmente aberta pra mim facilitando nas estocadas fortes. Ela geme descontrolada jogando a cabeça pra trás e acredito que todos estão escutando, mas porra, eu não me importo. Ela puxa meus cabelos enquanto contrai seu interior, abraçando meu pau de maneira que eleva meu prazer.

— Olha pra mim, quero que vejo que é um homem de verdade que está te fodendo.

Quando ela começa a gozar apertando o meu pau, meto mais forte até atingir o meu orgasmo também, tirando pra fora derramado toda a minha porra no chão. Ela está tendo espasmos e enquanto nos recuperamos descanso minha cabeça no seu ombro.

Estou ciente de que fiz uma loucura, mas precisei provar pra ela que ninguém se desfaz de mim. A coloco no chão baixando o seu vestido e ela ainda está tensa e sem palavras.

— E é assim que um homem de verdade faz!

Dito isso, saio do banheiro a deixando sozinha, vou em direção a meu motorista, ele abre a porta e entro.

— Para casa senhor?

—Aguarda uns minutos.

"Loucura por loucura, vou fazer mais uma hoje."

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