INICIAR SESIÓNContinuação.
Aquela realidade me assombrava , não posso estar grávida, como vou fugir agora? como vou seguir minha liberdade não posso colocar a vida desse bebê em risco não mesmo! estava no quarto quando Matteo mandou com que eu me arrumasse para o jantar de Ângela, coloquei o melhor vestido que ele tinha me dado, arrumei meu cabelo e escondi a marcas no meu rosto, estavam todos reunidos lá embaixo eu estava atrasada então desci, quando estava a descer pelas escadas todo mundo me olhou quando elevo o olhar vejo aquele homem me olhando, pela primeira vez sentir meu coração acelerar, mas espera! esse é o mesmo que eu encontrei no toalete, disfarço matteo levantou e puxou a cadeira para mim e eu me sentei.- Nossa quanta falta de responsabilidade Alessandra, todos aqui esperando inclusive meu convidado e você demora desse jeito- Angela fala.- Desculpa! é que eu estava meio tonta então esperei passar- digo com vergonha aquele cara não parava de me olhar.- Bom! Seja bem-vindo Oto Capone- Matteo disse- Espero que sinta-se em casa.- Agradeço Matteo!- ele disse.- Como tradição as mulheres da casa servirão a mesa- Matteo disse apertando minha coxa, e eu levantei peguei as bandejas e comecei a servir a todos junto com Ângela que parecia animada.- Bom espero que saiba o motivo de estar aqui?- matteo perguntou.- Tratar de negócios- ele disse e Ângela desfez o sorriso.- Negócios e casamento- Matteo disse e eu abaixei a cabeça estava ruim.- Vejo que tem belas irmãs- ele disse e Matteo pareceu enfurecido vendo ele olhar para mim.- Só tem uma irmã aqui! e ela é Ângela, está é minha esposa Alessandra, o convidei por que minha irmã precisa de um marido, então achei que você seria o ideal para ela- sentir um tom bem elevado de Matteo.- Achou errado Matteo! ainda não pretendo me casar antes que assuma os negócios da minha família se é que você entende- ele disse e Matteo confirmou Ângela ficou com raiva e saiu da mesa, Matteo respirou fundo e saiu atrás dela, eu fiquei na mesa junto com ele e a mãe de Matteo.- Como estão as senhoritas- ele pergunta, e somente a mãe de Matteo respondeu eu não estava autorizada a falar com nenhum homem.- Estamos bem!obrigada- ela disse e ele ficou me olhando, era a hora de tirar a mesa para colocar as coisas do chá então me levantei e comecei a retirar tudo da mesa, era tradição quando chegasse um convidado as moças da família colocar a mesa e retirar depois, começo a retirar tudo devagar até sentir uma tontura e deixar cair um prato desesperada começo a pegar caco por caco e acabo cortando o dedo, até a mão dele tocar na minha e logo nossos olhares se encontram, eu não tinha visto que Matteo estava olhando, fiquei desesperada tirando a mão dele da minha e colocando tudo na bandeja e saindo, coloco tudo na cozinha, ele viu e agora? me desesperei e então voltei para lá e já reparei o olhar furioso de Matteo.- Por favor me dê licença!- digo me levantando rápido entro para o quarto mais logo ele barra com o braço impedindo de eu fechar.- Tá nervosa?- ele pergunta fechando a porta.- Eu não fiz nada Matteo- eu disse já chorando.- Eu vi a forma que você olhou para ele! e vi onde ele te tocou- ele disse e eu recuei sentando na cama, ele veio pegou na minha mão a mesma que ele tocou.- Nenhum homem pode te tocar!- ele disse me fazendo levantar da cama, pegou nos meus dedos colocou a mão na minha boca e ele entortou meu dedo, ele quebrou meu dedo eu sentia dor abafada pela mãos dele na minha boca enquanto o mesmo estava com o rosto colado no meu, foi quando ele me jogou no chão e saiu trancando a porta, comecei a chorar baixinho mas aquela dor era insuportável, levanto e vou até o toalete coloco um pano na minha boca e desentorto meu dedo, não sei descrever o tamanho da dor que sentir, me deitei na cama aos prantos me lembrando da terrível dor que eu estava sentindo, quando pego no sono, porém acordo com uma dor na barriga, levanto e vejo que o lençol estava sujo de sangue , estava sentindo muita dor mas minha voz não saía me joguei no chão sentindo que uma parte de mim estava indo embora eu não tive o direito de ama-lo como a mim mesmo, eu tentei chamar mas ninguém me escutou, fiquei ali no chão querendo morrer quando ele entra dentro do quarto eu desmaiei, acordei com ele do meu lado.- Você não conseguiu gerar meu filho! é uma inútil- ele disse chorando e eu chorava mais ainda a culpa é toda dele, eu nunca fui tão humilhada na minha vida por algo que eu não fiz, foram dias de sofrimento, fui entregue ao um cara abusivo e possessivo todos os dias ele me culpava por ter perdido nosso filho, fui proibida de sair do quarto eu emagreci mais que o normal eu me olhava no espelho e via o desastre que ele estava me fazendo." Se está aí me ouve, me escuta pai me tira daqui eu não aguento mais é muito para mim, não sei o porque de tanto sofrimento me dar uma solução alguém que me salve dessa vida cruel, eu sonho com minha liberdade me sinto como um pássaro na gaiola, a cada estação deixa de cantar mais, eu queria ser livre e voar para bem longe eu queria"Estava rezando talvez ele me escute e me tire daqui as vezes eu penso e os meus pais? será se não sentem nada por ter me entregue a esse homem, eu olhava pela janela e via o quanto lá fora era lindo, do nada me lembro daquele homem a forma que ele se preocupou quando o prato caiu no chãow cortou meu dedo, olho para meu dedo o mesmo em ele tocou.Eu quero poder correr a cada campo, eu quero poder dançar como eu nunca dancei antes, eu quero viajar ao mundo, mas logo vejo que meu sonho foi roubado por ele destruiu tudo, estava sonhando acordada! sonhando com o amanhã que eu mesmo não sei se vou estar...Alessa Narrando. O dia estava radiante as crianças corriam no jardim, enquanto eu estava sendo preparado para meu casamento, Sara arrumava meu cabelo enquanto minha amiga estava sorrindo com o vento me maquiando. - Eu sempre soube que o destino ia unir vocês novamente- minha amiga disse. - Ele é o Amor da minha vida- digo. - O amor de vocês é lindo- Sara diz. - No final deu tudo certo, eu conseguir minha liberdade e estou feliz- digo quase chorando. - Não chora, vai borrar a maquiagem!- Violeta diz. - Violeta ainda bem que estar aqui- digo. - Não perderia seu casamento Alessa, muito obrigada por me acolher na sua casa. - Agradeço por tudo que fez por mim. - Hoje é seu grande dia, vamos descer e te esperar lá. Todas desceram e eu fiquei sentada em frente ao espelho com o véu sobre meu rosto esperando meu pai vim me buscar. - Que noiva linda!- escutei uma voz familiar e assim que me viro Esmeralda estava no quarto. - O que faz aqui? pergunto me levantando e com
Alessandra Narrando. Não, eu não me importo com todos eles Porque tudo que eu quero é ser amada E tudo que me importa é você Você está preso em mim como uma tatuagem Não, eu não me importo com a dor Eu vou andar pelo fogo e pela chuva Só para ficar mais perto de você Você está preso em mim como uma tatuagem. Andava de um lado para o outro cantando para minha filha dormir, e pela janela eu olhei carros vindo e fiquei olhando até que parasse e vi meu amor descer do carro com meu filho, meus olhos começaram a lacrimejar, coloquei Olivia no berçário e sair correndo. - Meu filho!- corria com os braços abertos. - Mamãe!- ele disse abrindo os braços para mim também e o peguei e nós dois caímos no chão. - Me perdoa meu filho, me perdoa por ter te deixado- digo aos prantos enquanto a família de Oto somente me olhava. - Mas mamãe tá aqui- digo o abraçando muito.- Obrigada meu amor- falo beijando e abraçando Oto que se agachou e nos abraçou.- Que bobagem!- A mãe dele disse olhando
Matteo Messima. - Como vai a mão?- pergunto entrando no quarto de Esma. - Seu desgraçado! - Aprendeu a falar? peguei no pescoço dela. - Eu disse que você ia me pagar sua velha maldita!- Pode me matar, mas sei que ela vai recuperar o filho dela.Com raiva desferir um tapa no rosto dela, e ela caiu no chão, saio de lá com raiva e logo olhei pela janela e vi que a floresta que é do lado da minha mansão estava pegando fogo.- Tá tudo pegando fogo!- Minha irmã entrou desesperada.- Vamos embora daqui!- minha mãe começou a se desesperar, e quando olhei para o quarto Esma tinha sumido com meu filho.- Ache aquela velha!- comecei a gritar com os seguranças e comecei a procurar por toda a casa e revirei todo tipo de cômodo e vi que o fogo tomava conta da minha mansão também, passei por um quarto e vi ela tentando pular a janela com meu filho no colo.- Pode parar! digo apontando a arma pra ela, e ela me olhou chorando, enquanto meu filho chorava em seus braços.- Deixa essa criança ser fe
Alessa Narrando. Entro no carro vendo toda a minha família na porta, sentir um aperto no peito porque ansiava está com eles novamente, olho para Olivia que dormia nos meus braços e Oto entrou no carro beijando a cabeça de nossa filha e depois me deu um beijo. - Vamos para casa! ele diz para o motorista e eu fiquei nervosa e ansiosa ao mesmo tempo, não sei como vai ser, no caminho inteiro eu já imaginando a reação de todos. - Amor tem certeza? não quero causar discórdia entre sua família, eles não gostam de mim- disse nervosa, minhas mãos estavam suando. - Como assim não gostam de você? se eu nunca te levei lá? Abaixei a cabeça. - É que quando eu fui te visitar não fui muito recebida se não fosse meu irmão- digo. - O que eles fizeram!- Oto do nada ficou vermelho de raiva. - Calma Amor! - Diz Alessa! o que eles fizeram? - Sua mãe agarrou nos meus cabelos e quase levei um tiro, disparado por Esmeralda meu irmão revidou e acabou sendo ferido também, eu até entendo a raiva deles
Oto Narrando. Eu podia ouvir barulhos perto de mim! e até mesmo pessoas me tocando, sentia como se agulhas me furassem era como se eu estivesse acordado e dormindo ao mesmo tempo, e apenas dormir de novo, mesmo estando de olhos fechados. Pude sentir um cheiro muito familiar que me despertava certa nostalgia. - Estou aqui, eu estou aqui meu amor! Acorda- Sentir pegar na minha mão e aquela voz fazia meu coração acelerar. - Eu sei que você vai voltar pra mim- Sentir um peso sobre meu peito era ela! meu corpo não atendiam ao meu comando nem sequer um dedo conseguir mexer. - Se você não voltar não sei o que fazer! Eu preciso voltar para ela, depois disso não Sentir mais ela e nem sua voz, Sentir sendo furado de novo e apenas dormir. - Como você pode ser tão displicente! - Não posso deixar ela ficar com ele de novo! - Ela não vai mais retornar! lembra que Oto proibiu que a família dela pisasse na nossa área? O quarto ficou em total silêncio, abro meus olhos lentam
Sara Narrando.A noite estava bastante fria, tentava me aquecer em Gabriel do lado de fora do hospital já que fui proibida de ver meu irmão, o vento começou a fica mais forte avisando que vinha uma grande tempestade.- Precisamos entrar!- Gabriel diz pegando na minha mão, e assim que íamos entrando para dentro do hospital houve um grande apagão na cidade inteira e com isso a forte chuva veio. Por algumas horas ficamos ali sentados no banco até escutar gritos que vinha de dentro do hospital corremos para lá, fiquei preocupada com meu irmão até ver que esse grito era de Esmeralda e minha mãe, sair louca e quando cheguei no quarto de Oto a cama estava vazia.- Onde está ele!- minha mãe perguntou me puxando pelo casaco.- Não sei! eu não sair da porta do hospital- digo.- Como um hospital desse porte pode deixar isso acontecer?- Meu pai disse até tudo acender de novo, pelo chão tinha marcas de sangue os acessos todos no chão comecei a chorar sem saber o que tinha acontecido com meu irmão.







