INICIAR SESIÓNContinuação.
Acordo sendo furada no meu quarto pelo médico ao meu lado Matteo chorava, levanto devagar e ele levantar rápido.- O que ia fazer? você está louca?- ele grita em cima de mim, e vejo que não morri estou no mesmo inferno.- Eu ia acabar com tudo isso! eu te odeio, odeio essa casa, casa não! prisão- digo chorando.- Pois bem!- ele fala dando sinal para o médico quando entrou homens vestidos de branco, com uma cinta amarrarão minhas pernas, fiquei com os braços presos.- O que está fazendo? o que está fazendo- pergunto tentando me soltar, logo vejo tudo girar era como se eu estivesse dopada eu não podia me mover daquela cama minha boca está seca ele tinha colocado um pêndulo na cabeceira da minha cama aquelas bolinhas batendo uma na outra mexia com meu psicólogo de tal maneira e ele sabia e toda vez fazia aquilo bater, era como se eu estivesse surtando era dia e noite eu dormia, toda hora vinha um médico e me aplicava algo na qual eu não conseguia dormir, aquilo era torturador para mim aqueles barulho me fazia gritar toda a noite, ele me fazia uma pressão psicológica de tal forma que eu surtei, eu surtei com tudo aquilo eu não tinha como reagir estava amarrada ele apertou tanto aquelas cintas que ficaram marcadas em mim, 7 dias de puro tormento e eu só queria morrer até que ele me tirou daquele quarto e me pôs na cama ele estava carinhoso não entendo como o meu sofrimento agrada ele e porque? agora ele está agindo como uma pessoa normal eu apaguei de novo acordo com a mãe dele ao lado da minha cama.- Tá vendo? olha o que conseguiu por tentar se fazer de vítima de uma situação que você mesma criou- ela disse amargamente para mim.- Eu criei? olha isso- mostro meus pulsos e as marcas dos meus pés.- São anos na nossa família e não aprende a ser submissa ao seu marido, aqui as mulheres tem que andar de acordo com o que o marido disser- ela disse.- Então você criou seu filho muito mal- ela deu um tapa no meu rosto.- Quem é você para falar da criação do meu filho? está me insultando não sei o que meu filho ver em você- ela disse- Então me deixa ir- eu disse chorando- Me deixa ir- eu comecei a grita alto, me levantei e derrubei tudo o que tinha naquele quarto.- Me deixa ser livre!- disse chorando quebrando jarros no chão até que médicos entraram e me seguraram e ela me olhou com desdém e frieza, virou as costas e saiu enquanto eu estava sendo medicada pela milésima vez, chegou a ponto de eu não conseguir me mexer e ele estava do meu lado ele estava tocando no meu rosto.- Você é minha! sua vida pertence a mim, se você fugir eu vou atrás de você até no inferno eu e você estamos destinadas a morrer juntos, e eu não vou deixar você morrer- ele sussurrou no meu ouvido e as lágrimas desciam sem parar.- Não chora meu amor! assim que você ficar melhor a gente vamos fazer uma viagem, e adivinha? vamos para nossa casa e lá vamos ser felizes e aí sim vamos ter nosso herdeiro- ele disse bebendo um whisky.- Gabriel!- ele gritou- E meu irmão entrou no quarto assim que me viu fechou os olhos e eu chorei ainda mais- O que foi?- ele pergunta para ele.- Nada chefe! estou com um pouco de dor de cabeça- ele disse.- Quero que fique na porta do quarto de Alessandra, vou confiar minha esposa a você será o guarda costas dela só confio em você para isso- ele disse e eu sentir um alívio tão grande.- Claro chefe,a protegerei com minha vida- ele disse.- Muito bem! pode ir- meu olhar de desespero dizia muito sobre o que ele ia fazer eu sabia que ele ia me usar desda forma ele estava bêbado e eu impossibilitada de me mexer, foi a pior dor que eu sentir na minha vida, não está ferido apenas meu corpo e sim minha alma, eu desejava tanto morrer nem isso eu posso, ele sai de cima de mim e eu só chorava até escutar o pêndulo de novo aquilo era torturador para mim e o sorriso de satisfação dele me dava raiva ainda mais, eu nem sequer dormia mais com aquele som na minha cabeça.Depois de uma semana comecei a me levantar da cama, passava horas e horas sentada na cama, era tudo o que eu queria ouvir o silêncio reinava no meu quarto, levanto me visto e saio de dentro do quarto ele tinha ordenado para que eu tomasse café da manhã com a família dele, desço e me sento ao seu lado.- Bom dia!- digo de cabeça baixa mas ninguém respondeu.- Hoje mesmo ele vem aqui!- Ângela a irmã de Matteo dizia animada.- Espero que ele seja um bom partido, não quero que minha irmã case com um desocupado- Matteo disse.- Claro que não irmão ele é da família dos capones você sabe que essa família é a segunda família mais rica da Itália- ela disse animada.- Vamos ver Ângela- ele disse olhando para mim que não tinha tocado na comida.- Coma!- ele disse apertando meu braço.- Não tenho fome! estou enjoada- digo ele não conseguiu esconder o sorriso no rosto a mãe dele me olhou sério e a irmã dele parecia furiosa.- Suas regras já desceram?- ela perguntou.- Não senhora!- digo envergonhada e ele levantou dando uma gargalhada.- Essa casa vai ter um herdeiro!- ele disse rindo e me abraçando.- Irmão não é a certeza!- Ângela disse.- Vou ligar agora para nosso médico e ele vai me dizer- ele saiu e eu fiquei pedindo a Deus que aquilo não fosse verdade, levanto indisposta para meu quarto com meu irmão atrás de mim.- Minha irmã!- ele me olhava com pena mas a gente não podíamos nem nos abraçar.- Gabriel me salva- eu disse chorando.- Nem que eu morra eu vou te tirar daqui- ele disse com uma lágrima escorrendo do seu rosto.Logo o médico veio e constatou que eu estava grávida ele saiu feliz, e eu chorei amargamente...Alessa Narrando. O dia estava radiante as crianças corriam no jardim, enquanto eu estava sendo preparado para meu casamento, Sara arrumava meu cabelo enquanto minha amiga estava sorrindo com o vento me maquiando. - Eu sempre soube que o destino ia unir vocês novamente- minha amiga disse. - Ele é o Amor da minha vida- digo. - O amor de vocês é lindo- Sara diz. - No final deu tudo certo, eu conseguir minha liberdade e estou feliz- digo quase chorando. - Não chora, vai borrar a maquiagem!- Violeta diz. - Violeta ainda bem que estar aqui- digo. - Não perderia seu casamento Alessa, muito obrigada por me acolher na sua casa. - Agradeço por tudo que fez por mim. - Hoje é seu grande dia, vamos descer e te esperar lá. Todas desceram e eu fiquei sentada em frente ao espelho com o véu sobre meu rosto esperando meu pai vim me buscar. - Que noiva linda!- escutei uma voz familiar e assim que me viro Esmeralda estava no quarto. - O que faz aqui? pergunto me levantando e com
Alessandra Narrando. Não, eu não me importo com todos eles Porque tudo que eu quero é ser amada E tudo que me importa é você Você está preso em mim como uma tatuagem Não, eu não me importo com a dor Eu vou andar pelo fogo e pela chuva Só para ficar mais perto de você Você está preso em mim como uma tatuagem. Andava de um lado para o outro cantando para minha filha dormir, e pela janela eu olhei carros vindo e fiquei olhando até que parasse e vi meu amor descer do carro com meu filho, meus olhos começaram a lacrimejar, coloquei Olivia no berçário e sair correndo. - Meu filho!- corria com os braços abertos. - Mamãe!- ele disse abrindo os braços para mim também e o peguei e nós dois caímos no chão. - Me perdoa meu filho, me perdoa por ter te deixado- digo aos prantos enquanto a família de Oto somente me olhava. - Mas mamãe tá aqui- digo o abraçando muito.- Obrigada meu amor- falo beijando e abraçando Oto que se agachou e nos abraçou.- Que bobagem!- A mãe dele disse olhando
Matteo Messima. - Como vai a mão?- pergunto entrando no quarto de Esma. - Seu desgraçado! - Aprendeu a falar? peguei no pescoço dela. - Eu disse que você ia me pagar sua velha maldita!- Pode me matar, mas sei que ela vai recuperar o filho dela.Com raiva desferir um tapa no rosto dela, e ela caiu no chão, saio de lá com raiva e logo olhei pela janela e vi que a floresta que é do lado da minha mansão estava pegando fogo.- Tá tudo pegando fogo!- Minha irmã entrou desesperada.- Vamos embora daqui!- minha mãe começou a se desesperar, e quando olhei para o quarto Esma tinha sumido com meu filho.- Ache aquela velha!- comecei a gritar com os seguranças e comecei a procurar por toda a casa e revirei todo tipo de cômodo e vi que o fogo tomava conta da minha mansão também, passei por um quarto e vi ela tentando pular a janela com meu filho no colo.- Pode parar! digo apontando a arma pra ela, e ela me olhou chorando, enquanto meu filho chorava em seus braços.- Deixa essa criança ser fe
Alessa Narrando. Entro no carro vendo toda a minha família na porta, sentir um aperto no peito porque ansiava está com eles novamente, olho para Olivia que dormia nos meus braços e Oto entrou no carro beijando a cabeça de nossa filha e depois me deu um beijo. - Vamos para casa! ele diz para o motorista e eu fiquei nervosa e ansiosa ao mesmo tempo, não sei como vai ser, no caminho inteiro eu já imaginando a reação de todos. - Amor tem certeza? não quero causar discórdia entre sua família, eles não gostam de mim- disse nervosa, minhas mãos estavam suando. - Como assim não gostam de você? se eu nunca te levei lá? Abaixei a cabeça. - É que quando eu fui te visitar não fui muito recebida se não fosse meu irmão- digo. - O que eles fizeram!- Oto do nada ficou vermelho de raiva. - Calma Amor! - Diz Alessa! o que eles fizeram? - Sua mãe agarrou nos meus cabelos e quase levei um tiro, disparado por Esmeralda meu irmão revidou e acabou sendo ferido também, eu até entendo a raiva deles
Oto Narrando. Eu podia ouvir barulhos perto de mim! e até mesmo pessoas me tocando, sentia como se agulhas me furassem era como se eu estivesse acordado e dormindo ao mesmo tempo, e apenas dormir de novo, mesmo estando de olhos fechados. Pude sentir um cheiro muito familiar que me despertava certa nostalgia. - Estou aqui, eu estou aqui meu amor! Acorda- Sentir pegar na minha mão e aquela voz fazia meu coração acelerar. - Eu sei que você vai voltar pra mim- Sentir um peso sobre meu peito era ela! meu corpo não atendiam ao meu comando nem sequer um dedo conseguir mexer. - Se você não voltar não sei o que fazer! Eu preciso voltar para ela, depois disso não Sentir mais ela e nem sua voz, Sentir sendo furado de novo e apenas dormir. - Como você pode ser tão displicente! - Não posso deixar ela ficar com ele de novo! - Ela não vai mais retornar! lembra que Oto proibiu que a família dela pisasse na nossa área? O quarto ficou em total silêncio, abro meus olhos lentam
Sara Narrando.A noite estava bastante fria, tentava me aquecer em Gabriel do lado de fora do hospital já que fui proibida de ver meu irmão, o vento começou a fica mais forte avisando que vinha uma grande tempestade.- Precisamos entrar!- Gabriel diz pegando na minha mão, e assim que íamos entrando para dentro do hospital houve um grande apagão na cidade inteira e com isso a forte chuva veio. Por algumas horas ficamos ali sentados no banco até escutar gritos que vinha de dentro do hospital corremos para lá, fiquei preocupada com meu irmão até ver que esse grito era de Esmeralda e minha mãe, sair louca e quando cheguei no quarto de Oto a cama estava vazia.- Onde está ele!- minha mãe perguntou me puxando pelo casaco.- Não sei! eu não sair da porta do hospital- digo.- Como um hospital desse porte pode deixar isso acontecer?- Meu pai disse até tudo acender de novo, pelo chão tinha marcas de sangue os acessos todos no chão comecei a chorar sem saber o que tinha acontecido com meu irmão.







