INICIAR SESIÓNThalan Roux
Mesmo que não me importasse com o que os anciões diziam sobre ela, a única coisa que realmente me importava era com a opinião de meu pai. Tenho quase certeza que ele jamais se importaria se desejar transformar Greta como a minha companheira, sinto como se ela fosse a minha destinada.
Assim que alcanço a margem do bosque continuo correndo por ele observando Greta a distância, vejo a suas orelhas levantadas. Sabia que ela já havia sentido a minha presença e quando ela faz uma parada abrupta sou obrigado a parar e sinto as minhas patas derraparem na terra.
Caminho lentamente em direção à loba que parecia excitada a me ver, podia sentir o quanto ela me queria ao seu lado, mesmo vendo em seus olhos laranjas o desejo, havia dentro deles algo que a deixava confusa e queria muito entender.
— Vamos Greta, quero conversar com você. — Digo e a vejo deitando a sua cabeça de lado.
Assim que a vejo se transformar, a ver nua ao meu lado é difícil me controlar, ergo a minha mão e a subjugo. Meu lobo surge e vejo os olhos alaranjados aparecendo no rosto de Greta.
“Ela é nossa, é a nossa destinada, sinta”
Fecho os olhos por um instante e posso sentir a sua força se unindo com a minha, posso sentir a magia que há em nosso toque, é como se uma corrente branca passasse por nossos corpos e a força que Greta e Ísis sua loba exercia estivessem me colocando a prova, para saber se realmente serei um bom lobo para elas.
Decido a levar para a minha toca, não apenas para finalmente a fazer como minha, mas para conversarmos e decidir se realmente é isso que estamos querendo.
Apresento o meu esconderijo para Greta e a ver molhada é a coisa mais excitante para mim, preciso fazer uma força enorme para controlar o desejo do meu lobo de sair e acasalar com Ísis antes que possa fazer Greta a minha mulher.
Sinto o cheiro dos seus feromônios marcando a minha toca e sei que se ela disser não a mim, serei torturado por muito tempo aqui até que o seu cheiro suma por completo.
Depois que a seco e testo novamente para saber que ela me aceita como seu a puxo para um beijo o primeiro que realmente mexe comigo e com o meu lobo Vandon rosna ao sentir o cheiro adocicado que exalava da buceta de Greta.
Não consigo mais me controlar e a tomo para mim, ali mesmo!
A beijo com desejo ouvindo os seus gemidos e com o meu lobo enlouquecido desejando que a morda. A transformando ela em nossa companheira.
Mas preciso ser responsável e conversar primeiro com o meu pai o deixando ciente de que desejo a loba branca que cresceu ao meu lado e que por algum motivo nossa deusa não deixou que sentisse a ligação com a minha destinada como acabou de acontecer.
— Quero tanto morder você aqui! — Digo excitado.
“A morda de uma vez”
Vandon implora irritado para que o faça de uma vez, que não perca mais tempo que a torne nossa. Posso sentir o ciúme que ele sente por ela, em cada pensamento dele ao vê-la andando pelas ruas e outros lobos a desejando.
— Minha loba está implorando por isso! — Ouço-a gemendo ao meu toque.
— O meu também, há meses ele vem desejando… — Digo e beijo seu ombro com delicadeza.
Mas o lobo impaciente que há em mim a morde e por um segundo consigo controlar a força da minha mordida e um rosnado se torna audível até mesmo para Greta, que fica surpresa com a minha atitude.
Nos rendemos ao prazer e a luxúria que nosso lado selvagem implorava. Preparei o seu corpo para me receber, sabia que Greta ainda era virgem porque eu mesmo cuidei que nenhum outro lobo se aproximasse dela.
Penetrá-la sem a morder foi uma das coisas mais difíceis que tive que fazer, o meu lado animal e até mesmo o meu lado possessivo implorava que deixasse a minha mordida em seu ombro para que todos vissem a quem ela pertencia.
Sentir o seu corpo se render ao meu foi delicioso, sorria ao sentir a nossa conexão ficando forte a cada nova invertida que dava contra a sua bucetinha rosada.
— Gostosa… — Digo sentindo ela me apertando.
— Mais rápido Thalan! — Ela diz choramingando com seus olhos nublados pelo prazer.
Estava me aproximando do meu ápice e sei que ela estava começando a ficar cansada com nossa pequena brincadeirinha. Algo que passarei o dia fazendo assim que Greta descansar um pouco e podermos conversar.
Nosso prazer e desejo explode e a preencho nos mantendo conectados até o meu nó se desfazer dentro da minha loba que grunhi embaixo de mim com as suas pernas abraçando a minha cintura. Fecho os olhos beijando mais uma vez os seus seios, brinco com minha língua em seus mamilos e a vejo relaxado.
Quando meu nó finalmente se desfaz deito ao seu lado e a puxo para o meu peito. Sorrio ao ver a sua carinha de desgostosa, sei que ela estava com a mesma briga interna como eu estava com o meu lobo. Mas por hora vamos apenas descansar.
Sentia o meu corpo cansado e em minha cabeça podia ouvir Vandon rindo e feliz por finalmente conseguir ter a loba que deseja ao seu lado. Tento controlar meu lobo, para meu corpo não explodir em meu lobo e deitar ao lado do corpo pequeno de Greta que havia puxado contra o meu peito.
Gosto de ver o seu corpo se aninhando ao meu lado como se ela fosse uma gata que havia acabado de ser alimentada. A sentia tranquila depois de todos os orgasmos que dei a ela.
Mas podia sentir que ela desejava mais, muito mais. Não posso negar que não queria o mesmo, mesmo acabado de fazer amor com ela já sentia o meu pau ficando duro e antes que pudesse segurar ele para controlá-lo, meu corpo começa a tremer e explodo em um enorme lobo avermelhado.
Pelos olhos de Vandon vejo que ele aprecia ver a pequena mulher deitada em nossa cama. Aproximo meu focinho dela sentindo o seu cheiro decorando cada nuance que ela estava exalando.
— Oi, Vandon! — Greta diz fazendo um carinho em meu peito.
Deito ao seu lado e com a língua para fora a ideia parece muito tentadora e lambo o seu mamilo. A fazendo estremecer ao toque quente da minha língua em sua pele.
— Não vou conseguir controlar a Ísis se você continuar fazendo isso! — Ela diz.
“Deixe-a sair”
É meu pensamento deitado esperando que a loba branca, um pouco menor do que Vandon venha se deitar ao meu lado para descansar. Mantenho os meus olhos fixos no de Greta e a vejo suspirar deixando que o calor de seu peito a transforme na linda loba que passou estar em meus sonhos nos últimos meses.
Ísis surge na minha frente, com seu pelo lindo branco, meus olhos vão para o meio de suas patas e vejo o sangue manchando sua pelagem alva. O sentimento de pertencimento cresce mais dentro de mim e a vejo trotar até estar com o seu focinho a centímetros do meu e encosta com carinho. Abro um pouco mais minhas patas e Ísis se deita ao meu lado e em um gesto protetor deito a minha cabeça sobre o seu corpo.
Já havia dito a ela que iriamos conversar após descansar e a vejo fechando finalmente os seus olhos.
“Vocês são minhas”
Digo sabendo que meu lobo aprova.
Fecho os meus olhos e descanso ao lado de minha loba albina.
Greta LeblancJá se passou quatro meses desde a morte de Axel, pensei que as coisas iriam melhorar com o passar dos meses, mas dia após dia vejo meu companheiro obstinado em seguir com o plano de matar cada um dos Bispos que invadem o nosso território.Desde que voltamos não vi Aslan chorar por nosso filho, não que ele tenha deixado de se preocupar ou até mesmo em ser o pai maravilhoso que ele sempre foi, na verdade, ele está ainda mais focado em deixar Echo e Ruby preparados para se algo do tipo acontecer novamente.Nossos filhos vêm adorando toda esse treino e atenção que estão recebendo, mesmo que não seja o que eu realmente queira. Afinal eles mesmo sendo muito maduros para a idade que possuem ainda são crianças de seis anos.Meus olhos vão para a mesa farta com algumas das coisas que meus filhos mais gostam e decido pedir ajuda para recuperar o meu companheiro de volta, que ele enxergue a mim e aos nossos filhotes que precisam de um pai e não apenas um preparador físico.A única p
Aslan FenhirJá podia ver a minha companheira do outro lado do píer, ela estava agarrada a Tara que deslizava a mão por suas costas a tranquilizando. Respiro fundo tentando encontrar coragem para encarar a mulher que amo e confirmar para ela que não trouxe todos os seus filhos.Fecho os olhos sentindo Leucos ainda se torturando pelo que aconteceu, nos faltou forças para puxar aquele maldito para cima e conseguir puxar o meu menino veloz para o meu colo.— Não se torture! — A mão de Thalan estava em meu ombro.Olho para Echo que dormia em seu colo e tento fazer o que ele me pediu, mas a dor da perda e a minha consciência humana não deixa ver a razão naquele momento. Estava mergulhado na culpa por não ser mais forte, de não ter lutado mais contra aquele Bispo e o trago para cima.— Greta vai precisar de você inteiro e se entregar a culpa não vai ajudar em nada, sabe que em poucos meses vocês estarão com outro bebê no colo de vocês! — Ele diz.Olho para Thalan com um pouco de raiva, talv
Aslan FenhirComeçamos a correr em direção ao enorme castelo, mas bem antes de chegarmos lá começamos a ouvir movimentações. Como se estivesse acontecendo uma grande confusão, acelero para podermos alcançar os meus filhos com mais rapidez.Para o nosso desespero, assim que conseguimos derrubar a porta vemos a pior cena possível.Ruby estava sendo esfaqueada em sua pata e Echo estava caído longe de onde estava toda a confusão, mas o meu olhar foi para Axel que lutava contra um dos Bispos que acabou se desequilibrando e atravessou a janela.Corri o mais rápido que consegui e agarrei uma das mãos do Bispo e o via chutando a suas pernas. Hazel se colocou ao meu lado e tentávamos puxar o homem que lutava contra a nossa ajuda.Axel tentava se agarrar as pernas daquele maldito homem que estava se esforçando a matar um dos meus filhos. Sei que se ele caísse não sobreviveria a queda, era muito mais de cinquenta metros e por mais que sejamos resistentes, Axel ainda é uma criança ele não suporta
Ruby FenhirDesço dos ombros de meu irmão e olho ao redor a procura de algo que nos ajude a abrir a porta ou que nos ajude a fugir desses homens. Mas o espaço que fedia a peixe podre estava vazio e não havia nada ali para no ajudar.— Podemos nos transformar em lobos e fugir deles… — Olho para Echo que cria coragem— Por isso te amo… — Digo e o abraço. — Você é o mais corajoso de todos nós.Digo e o vejo meu irmãozinho sorrindo, de certo modo a minha loba se conecta com ele e confio cegamente em Echo naquele momento. Meu olhar vai para Axel que se aproxima e o abraço tão apertado que o sinto suspirar em meu pescoço.— Amo vocês e tenho certeza que iremos escapar daqui! — Falo e ouvimos passos e vozes alteradas se aproximando.— Não parem de correr, mesmo que estejam com dor, apenas corram. — Axel diz e sinto uma pontada dentro de mim.Assim que ouvimos a porta se abrindo fecho os olhos e deixo que a minha loba venha a tona, em questão de segundos apenas a ouvia rosnando na direção do
Ruby FenhirDesde que virei uma loba branca igual a minha mãe, consigo sentir todos os sentimentos e ouvir todos os pensamentos que estiverem por perto de mim.Foi assim que descobri que eu e meus irmãos temos dois pais. Que mamãe, não nos contou por achar que não entenderíamos.Assim que ficamos sozinhos contei ao Axel e ao Echo sobre o que ouvi, diferente do que nossos pais estavam imaginando, gostamos de saber que temos mais dois irmãos e outra família que cuidaram de mim e meus irmãos, enquanto papai Aslan foi resgatar a nossa mãe.Com todas as novidades a única coisa que queríamos era passar um tempo com nosso papai Thalan e a tia Haven que cuidou de todos como se fosse a nossa mãe.Hoje é o dia que viajaremos para a nossa outra casa e estava achando graça da forma como nossos pais estavam nos aconselhando sobre a viagem. Já havia ouvido Leucos e Ísis com medo e insistindo que não fossemos.Mas graça a deusa entramos no avião ao lado de uma mulher muito simpática a mesma que nos
Aslan FenhirOuvir Thalan dizer que nossos filhos foram retirados da aeronave contra a vontade e sob ameaça de homens que as comissárias de voo desconheciam fez com que em tempo recorde estivesse deixando Olavi cuidando da alcateia até que encontrasse meus filhos.— Assim que amanhecer, vou escolher alguns lobos para se encontrarem com você. — Estava apenas com uma mochila em minhas costas.Greta que chorava sem parar o meu lado trazia consigo uma pequena mala e dentro dela havia coisas de nossos filhos. Não havia como poupar a minha companheira do que houve com nossos filhos, se ela me visse saindo no meio da madruga e tão aflito como estava ela perceberia.— Obrigado, qualquer informação apenas ligue! — Digo e seguro no ombro de minha companheira.Começo a conduzi-la para o lado de fora da nossa casa e nos despedimos do beta ao qual estou confiando a liderança enquanto estiver fora. De certa forma consigo sentir nele, confiança e lealdade.O que já me deixa tranquilo em saber que el







