تسجيل الدخولSarah..
Fiquei com vergonha do João Pedro, devo ter decepcionado, pedi desculpa por não ter mencionado a minha idade antes de aceitar a bebida.— Desculpa, devia ter comentado a minha idade, vou fazer 18 anos em 3 meses.— Eu que peço desculpa, não quer ser grosso. Então seu aniversário é em Fevereiro, que dia?— Dia 03 de fevereiro, não vejo a hora, estou contando os dias.— Vou também contar os dias.— Porque?— Para poder te dar um beijo na boca.Fiquei vermelha na hora, queria responder “Pode beijar agora” mas, não sei se era o que realmente eu queria, pois a boca do homem de preto não sai da mente. Conversamos sobre a empresa que trabalho, sobre o escritório do pai dele e combinamos de sair outro dia após o serviço.— Bom você não me passou seu telefone Sarah, quero sair outro dia com você, ir no cinema ou um jantar. O que acha?— Desculpa, bom não tenho celular ainda, estou esperando receber meu primeiro salário. Me passa seu telefone, te ligo pode ser?João Pedro pediu para um garçom papel e caneta, guardei o número dele na bolsa, vou ter que pedir o celular da Laura emprestado para conversar com ele. Laura quis comprar um celular de presente mais não aceitei, quero comprar com meu primeiro salário, nunca tive um celular, mas hoje me fez falta.— Vou voltar para a área vip, preciso encontrar meus amigos, amanhã entro em contato com você.— Esperarei sua ligação, se não, vou até a empresa onde trabalha.— Ok, te ligo amanhã. - Me despedi com um beijo no rosto e abraço, subi para a área vip, Laura e Carlos estavam sentados bebendo e conversando.— Olha ela, e aí conta para nos, ele beija bem? Laura me perguntou empolgada.— Não ami..— O que? Homão da porra como aquele não beija bem? Carlos me interrompeu, não deixou terminar de falar.— Calma, não, espera aí.. Eu não beijei ele, não sei se beija bem. Ficamos conversando e quando eu disse minha idade ele se assustou.— Menina inocente, já tem quase 18 anos, era só antecipar a sua idade, aí não ia ser mais BV. Fiquei olhando para o Carlos, ele tinha razão, eu sou muito burra. Mas não era para ser.— Bom, ele disse que esperará eu completar 18 anos para me beijar, nem falei que nunca beijei alguém.— Amiga, você não vai esperar 3 meses para beijar certo?— Não sei.. fiquei de ligar amanhã para ele, aliás, você empresta seu celular para mandar uma mensagem para ele?— Não, amanhã vamos comprar um celular urgente para você e não adianta recusar pois precisa.— Obrigada amiga.. Bom, e aí o que vamos fazer agora?— Eu vou ali conversar com um rapaz que não para de me olhar, então vocês duas ficam aqui me esperando ou vão caçar alguém para beijar.Carlos foi até um rapaz que estava paquerando, Laura e eu ficamos sentada conversando. Olhei em volta, queria ver o homem de preto novamente, olhei para os dois lados e não o vi.— Sarah está procurando alguém?— O que? Claro que não.. só estou olhando o movimento.— Parece que está procurando, bom se olhar para trás vera um homem muito gato que não para de te olhar.Virei para trás e lá estava ele, nos observando. Estava como antes, sério com um copo de whiskey na mão.— Sarah o cara está te secando, é gato demais, mas toma cuidado, ele cheira a perigo, não sei.— Eu não vou falar com ele.. estava me olhando mais cedo quando vim descansar, o olhar dele é frio e me dá medo.— Então, não encare. Vamos beber alguma coisa e pedir um petisco pois só beber não dará certo.O garçom nos entregou as bebidas, agora que experimentar outro coquetel “Sex on the beach”, bebemos e comemos uma porção de frios. — Laura vou ao banheiro novamente.. vamos?— Vai lá, fico aqui esperando e depois vamos embora ok? Vou falar com o Carlos pois tenho certeza que não vai para casa.Usei o banheiro e fiquei parada me olhando no espelho, realmente estava acabada, retoquei o batom e prendi meu cabelo em rabo de cavalo, estava muito quente. Quando sai do banheiro, só senti uma mão me puxando para um corredor escuro, tentei me soltar, apavorada. Me prendeu na parede no final do corredor, estava muito escuro e não consegui enxergar direto. Seus braços estava apoiado na parede, senti sua respiração ofegante, meu coração disparou, comecei a respirar com dificuldade.Quando levantei a cabeça e nosso olhar se encontrou, era ele, seu olhos estavam frios, ele estava quieto não disse nada, apenas colocou a boca no meu pescoço, seus lábios encostaram em minha pele, senti meu corpo inteiro queimar. Respirou fundo e soltou o ar perto do meu ouvido, minhas pernas amoleceram na hora, achei que ia cair, ele me segurou com uma mão pela cintura e segurou meu cabelo e pressionou meu corpo contra o seu. Tentei me soltar novamente e coloquei minha mãos em seu peito, senti que era duro, peitoral definido.— Você está louco? Me solta. Disse ofegante, queria sair dali correndo e ao mesmo tempo queria abraçar e sentir sua boca, seu hálito quente em minha pele.— Quer dizer que nunca beijou um homem? Disse com a voz rouca, baixa.. quase sussurrando em ouvido.— Estava escutando a nossa conversa? Isso não é da sua conta, me solta agora..— Pra que esperar 3 meses, aquele babaca perdeu a oportunidade de beija lá, mas eu não perderei essa chance.Nem terminou de falar e me beijou. Sua boca invadiu os meus lábios que se entreabriram e enfiou a língua, explorou cada canto da minha boca. Eu fiquei parada, não sabia o que fazer.— Você pode me beijar também. Falou entre os meus lábios.— Eu não quero te beijar, me larga agora ou vou gritar.— Eu sei que você quer, vi a sua reação olhando para a minha boca. Não tenha medo bambina, não vou te machucar.— Não tenho medo de você, só não quero te beijar, você me agarrou, não sou sua para sair me agarrando.— Ainda não é minha, mas será só minha.. — Seu..Beijou novamente, mais dessa vez foi devagar, me mostrando como fazia os movimentos, foi me soltando aos poucos e suas mãos segurou meu rosto. Nossa língua dançou na mesma sincronia, a cada beijou ele mordiscou meus lábios, eu não consegui me controlar e gemi em seus lábios. Comecei a querer mais, beijar sem parar, ele é perfeito, me pegou no colo e me pressionou minha costa na parede gelada, envolvi minha pernas em sua cintura e agarrei seu pescoço. Suas mãos apertaram minha bunda e beijou agora com mais força, senti ele duro.Uma mão continuou apertando a minha bunda e a outra apertou meu seio por cima do Cropet, eu gemi, agarrei mais seu pescoço e parei de beijar, olhei em seus olhos, agora estavam quentes, um olhar com desejo.. grudou sua testa na minha para acalmar sua respiração..— Nossa, você é gostosa demais.. sua boca, bunda.. vamos para minha casa?— Não posso, preciso voltar, minha amiga está me esperando.Ele me colocou no chão, me ajeitei, estava com o cabelo bagunçado e quando olhei me assustei, estava duro, quase rasgando a sua calça, ele acompanhou meu olhar e sorriu..— Olha como me deixou, sua culpa.— Minha culpa? Está louco? Você é um tarado.. abusado.— Mais ficou louquinha pelo tarado, estou errado? Disse com um sorriso nos lábios e piscou.— Ah vai se lascar, nunca mais encoste em mim..Empurrei e sai dali o mais rápido possível, voltei para a nossa mesa, nem passei no banheiro então não vi a minha situação.— Agora ela beijou.. Carlos falou rindo.— Claro que não..— Baby o seu batom está todo borrado, cabelo bagunçado e seus lábios estão inchados. Não vai me dizer que estão fazendo preenchimento labial no banheiro? Ah Laura vamos lá ganhar um também kkkkk Ele e Laura começaram a rir sem parar..— Ok, esqueci de passar no banheiro e me arrumar.. um cara me agarrou na hora que eu estava saindo. Falei e senti meu rosto queimar de vergonha.— Aí caralho Sarah, foi aquele cara que falei para não conversar?— Não Laura, não foi ele.Menti, não queria que ela ficasse preocupada e além do mais, não ia encontrar com ele nunca mais, não falei meu nome e nem perguntei o seu, foi apenas um beijo.— Sarah para de querer me enganar, você não sabe mentir eu te conheço é só olhar para ele que está vindo da direção do banheiro, ah não, está sorrindo com a boca borrada com a mesma cor do seu batom.— Vamos embora por favor! Chamei eles para ir embora, pois a Laura já queria ir mesmo.— Vamos, Carlos você também vai ou ficará com o rapaz que conheceu? Laura perguntou.— Vou com vocês.. vamos.Olhei na direção do homem de preto, ele deu um sorriso e mandou um beijo. Me irritou de uma maneira, parece que me fez um favor em me beijar sendo que nem pedi.Lorenzo..Fiquei encarando ela sentada no sofá, Rebeca não parava de falar no meu ouvido e estava me irritando.— Credo, está olhando para aquela ninfeta? Eu sou mais bonita e gostosa que ela, olha para mim. Vamos sair daqui, moro aqui perto e meu apartamento esta vazio.Ignorei essa mulher irritante, tomei um gole do whiskey que ela me deu, quando bebi e vi ela olhando para os meus lábios, sorri e vi ficar vermelha. Ela gostou, imaginei ela deitada na minha cama e ficando vermelha de prazer.Passou por nós sem olhar, ficou nervosa, acompanhei voltar para a pista de dança. Rebeca puxou meu braço para sairmos dali, perdi a paciência.— Porra me deixar em paz? Eu não quero te comer, sai fora, não fode a minha paciência que não tenho.Tive que ser grosso para ela se tocar e sair de perto. Observei a morena na pista com os amigos, decidi descer e chamar ela para dançar.— Markus vou dançar, vai ficar aí?— Sim, depois te encontro lá em baixo.Desci e fui em sua direção, quando cheguei, ela estava dançando com um loiro, tive vontade de puxar la pelo braço, mas não posso fazer isso, vai achar que sou louco. Fui para um canto e fiquei observando eles, se ele tentar algo que ela não queira, aí eu arrebento o cara na porrada. Pararam de dançar e foram para o bar, vi ela olhando para cima, acho que estava me procurando.Fiquei parado sem deixar ela me ver, estou obcecado nessa bambina. Não sei o que me deu, nunca me interessei por uma mulher assim. Eu a quero, preciso dela.Só vim para o Brasil uma vez, era adolescente, vim conhecer a empresa, curti algumas baladas mais não me interessei por nenhuma mulher, achei as brasileiras muito exageradas, no modo de se vestir, falar e por querer conhecer um gringo. Ela é diferente, o pouco que observei, não é exagerada, não deu muita atenção para os homens que a acercaram, estava curtindo o momento com os amigos como se houvesse só eles. Não sei o que esse loiro chamou a atenção dela, ficou um bom tempo conversando, não se tocaram apenas conversaram.Ela se despiu e subiu para o vip, fui atrás e fiquei na esteira escondido da Rebeca para não vir me atormentar.. fiquei atrás da mesa dela escutando a conversa entre amigos. O rapaz é gay e as duas não devem ser namoradas. Escutei perguntarem se o rapaz beijava bem, a resposta dela me surpreendeu, mentiu na cara dura, nem beijar o cara beijou.Quando ela se explicou vi que não mentiu, me assustei com quando disse que era menor de idade, como pode ser, uma mulher com esse corpo ter menos de 18 anos e nunca beijou na boca, só pode ser uma piada. Então ela completará 18 anos daqui 3 meses, não é pecado beijar uma menina que completará 18 anos e está na balada. Estava perdido em meus pensamentos quando senti o seu olhar, vi sua amiga me olhando desconfiada, caralho fui flagrado escutando a conversa.Ela foi ao banheiro e sua amiga foi conversar com os dois rapazes que estavam se agarrando. Vou esperar ela na porta do banheiro, preciso sentir o gosto dela e está me excitando ser o seu primeiro beijo. Quando a vi saindo, perdi a cabeça e arrastei ela para o final do corredor, ninguém ia nos atrapalhar, queria conhecer ela, conversar.. mas quando senti a sua pele macia perdi o controle, queria devorar ela ali mesmo. Estava com dificuldade de respirar, perdi o controle e coloquei meus lábios em seu pescoço, queria beija lá todinha, subi beijando até seu ouvido e quando ia morder sua orelha, senti suas pernas mole, puxei pela cintura para segurar e não deixar ela cair.. Com a outra mão puxei seu cabelo que agora estava preso com rabo de cavalo. Suas mãos tentaram me empurrar mas, foi tão fraco que nem se mexi.Ficou brava por ter escutado a conversa, queria beija lá, era seu primeiro beijo então queria que fosse um momento inesquecível. Invadi a sua boca e parece que estava beijando minha mão, pois ela não se moveu, ficou parada feita estátua. Falei entre nossos lábios:— Você pode me beijar também.Quando ela respondeu que não me queria, senti um aperto no coração, nunca fui rejeitado por nenhuma mulher, ah ela me quer, sua boca está falando mas, seu corpo está dizendo outra coisa. Ela é teimosa e durona, vou amolecer a fera rapidinho. Quando dei por si, já estava dizendo:— Ainda não é minha, mas será só minha..As palavras saíram sem eu pensar, quando dei por mim, já estava agarrando, aceitou minha investida e começamos a nos beijar, parece que a boate parou, era só eu e ela.. Estava louco, queria por inteira e meu pau reagiu, pulsou e estava duro, doido para entrar com força nela. Quando ela saiu e me deixou naquele estado, esqueci até de perguntar seu nome e pegar seu telefone, esperei um pouco para me acalmar e sair de la sem chamar atenção para o meu pau, fui atrás e lá estava ela conservando com os amigos e eles me olharam, eu sorri pois viram que estava comigo. Ela me encarou e não pude deixar de provocar, sorri e mandei um beijo, ela não gostou muito pois ficou olhando com odeio no olhar, bem diferente de uns minutos atrás que estava me olhando com desejo. Observei o rapaz pagar a comanda deles, fui até o Markus e disse que ia embora.— Ah cara arrumou uma gata, olha está todo marcado de batom, vai para a sua casa ou para a dela?— Não sei ainda, amanhã nos falamos, já paguei a minha e a sua comanda, tchau. Sai correndo pois não queria perde los de vista, tinha que descobri onde ela mora. Quero descobri tudo sobre essa mulher. Segui eles até um prédio no centro de São Paulo, as duas mulheres entraram e o rapaz foi embora, anotei a placa do carro dele. Vou descobrir tudo sobre ele. Fiquei olhando para o prédio alguns minuto e fui embora. No caminho enviei uma mensagem para um amigo que é delegado, pedi informações sobre o proprietário do carro, não passei o endereço delas pois não sabia o andar e nem o número do apartamento. Cheguei em casa, tomei um banho e capotei..Todos sentados na mesa e as crianças agitadas, os filhos de Cecilia estavam comportados, os dois meninos são mais calados perto de Riana e Luigi que não paravam de falar. — Titio Kevin porque você não namora? — Quem disse que eu não namoro? — Oras, você nunca apresentou sua namorada e quando fomos para Suíça, não tinha nenhuma namorada lá. Cristina estava tomando um vinho e quase se engasgou na hora, quando decidiu voltar para a sua casa na Espanha, imaginou que Kevin começaria a namorar Gabrielly, que fez de tudo separar eles e no final, consegui. Kevin ficou calado e olhou para Cristina ao perceber a reação dela quando a menina falou, sorriu. — Bom, eu namorava na verdade e quando vocês foram na minha casa, ela foi embora e me largou, aí o titio ficou sozinho, ela foi muito ruim. — Quem é ela titio? Vou brigar com ela e falar para o meu papai brigar com ela. — Riana filha, o seu pai não pode sair brigando com todo mundo só porque você quer.— Mamãe e essa bruxa? Pode abandona
CINCO ANOS DEPOIS. Sarah sempre visitava o túmulo de Alejandro, deixava flores e levava Riana junto com ela, agradecia por tudo que fez por elas e cada dia continuava buscando paradeiro de Antônio, que desapareceu. — Alejandro prometo que vou encontrar o seu filho e entregar para o seu irmão.Após rezar e deixar as flores no túmulo, ela viu um homem a observando e os seguranças também viram e cercaram ela e Riana. Foram levada de volta para o carro e de lá foram direto para o aeroporto para embarcar de volta para Itália. Alejandro foi enterrado na Cidade do México, seu irmão não compareceu ao velório, alguns membros do conselho mexicano participaram e a organização estava sendo chefiada por Lorenzo até o retorno do Filho ou Irmão de Alejandro.Ao desembarcaram no aeroporto de Cecília, Lorenzo estava esperando a mulher e a filha com flores, não pode acompanhá-las por questões da máfia, alguns Russos estavam prejudicando os negócios do Lorenzo, até mesmo a empresa. — Papai.— Oi min
*Conteúdo violento* Sarah…Acordei com Alejandro me chamando, pedindo para fazer silêncio, as crianças estavam dormindo. — Eu acabei de fechar os olhos, que horas são? — Realmente você acabou de dormi, é duas da manhã, Valdrin quer conversar com você, não queria te levar para o outro quarto, mas se não for, ele vira aqui e as crianças…— Eu vou, sem problemasFui com Alejandro na minha frente me protegendo, apesar de ser homem mais velho, beirando nos seus 40 anos, ele é bonito e forte, quando entramos no quarto, estava 6 soldados, Valdrin e Henrique junto a Ana que estava sendo abusada sexualmente por eles. Alejandro parou e me segurou forte, me abraçou para não ver a cena. — Valdrin sou contra ao abuso sexual, deixe as mulheres e vamos enfrentar os italianos como homens honrados. — Você não entendeu mexicano, estão invadindo tudo e todos vamos morrer, elas também morreram com nós, mas primeiro vou me satisfazer e meus homens também, peguem ela e coloquem de quatro pra mim, ag
Sarah…Valdrin nos puxou pelo cabelo e nos levou para um outro quarto, senti meu couro sendo rasgado, tentei me soltar e foi em vão, minha cabeça começou a doer muito. — Me solta seu filho da puta, me solta. Ele nos jogou para dentro de um quarto e nos amarrou em uma cadeira, tinha outros homens juntos e reconheci um, Henrique. — Valdrin pare com isso por favor, olhe para mim, sou eu Ana, me solta por favor? Por tudo que já vivemos.— Você me traiu Ana, eu acreditei em você e confiei. — Eu não te trai.— Cala a porra da boca Ana, não suporto mais ouvir sua voz, meu soldado está morto por sua causa, ele me traiu. — Você o matou? — Sim e agora vou atrás daqueles dois fedelhos e vou matar com o maior prazer, melhor, vão ser meus escravos Ana e depois serviram os meus homens. Ana estava com os olhos vermelhos de ódio e conseguiu se soltar, avançou em Valdrin, bateu nele forte, reuni toda minha força e consegui me soltar também e o ataquei, não pensei direito e cravei minhas unhas e
*DIAS ANTES DA INVASÃO* Sarah…Me deixaram no porão sujo junto com a minha filha, peguei vassoura e pano para limpar o local, deixei tudo organizado e depois alimentei Riana, chamei alguém para me dar um colchão, minha filha precisava descansar. — Por favor, falem com Valdrin trazer um colchão, minha filha está com sono. Ninguém respondeu, sentei na poltrona onde tinha deixado ela deitada e fiquei com ela em meu colo fazendo carinho, ela dormiu e a coloquei esticada em meu corpo. Minha aparência estava péssima, unhas sujas, cabelo bagunçado, horrível e dois dias sem tomar banho e aqui no porão não tinha banheiro, apenas um balde. Fiquei horas com Riana em meu colo dormindo e não consegui pregar os olhos, quando cheguei vi muitos soldados e todos faziam gestos obscenos, estava com medo de receber visita indesejada de algum soldado. O tempo passou e Ana entrou no porão com alguns mantimentos para nos. — Se alimente Sarah, assim que terminar, poderá tomar banho e em Riana também. —
Lorenzo….— Mãe? — Com quem está falando Lorenzo? — Pai, minha mãe. Ela não sabe a localização, temos que procurar na região central, cerca de 30 minutos do shopping, onde não há sinal de celular. — Não podemos confiar nela Lorenzo, você os vídeos, fugiu com Valdrin porque quis. — Eu sei que não podemos, mas, pensa bem, é que temos e vou seguir o que ela disse.— Lorenzo tem três shopping no centro, como vamos saber? — Preciso rastrear esse número que me ligou, ela deixou um recado com essa vendedora. Markus já iniciou o rastreamento e mandou mensagem para Kevin ir até o local verificar. Nos preparamos para ir até Albânia, seguimos o planos chegar pelo mar para não sermos rastreados.A viagem durou cerca de 5 horas de navegação, chegamos de madrugada no Porto de Durrês e Kevin nos aguardava com notícias da vendedora. — Lorenzo conversamos com a vendedora esta muito assustada.— Qual foi o recado? — Ela não sabe ao certo a localização e que não estão na casa de Valdrin no cent







