INICIAR SESIÓNOlívia.
O sol invadia meu quarto e a luz batia no meu rosto! Finalmente eu tive uma noite de sono Tranquila pois não iria acordar cedo, levantei da cama me espriguisei, peguei a escova e pentei os meus cabelos abri a janela do quarto. - Bom dia!- digo sentindo uma pontada de alegria. Sair do meu quarto e estavam todos tomando café. - Bom dia mamãe! Bom dia papai!- vou até eles e dou um cheiro e um abraço. - Bom dia filha!- Meu pai disse enquanto lia o jornal. - Bom dia minha menina!- Mamãe disse colocando o café na xícara. - E para mim? não ter Bom dia- Paulo perguntou. - Não estou falando com você!- Digo. - Está vendo mamãe? ela sempre é a mais amargurada da família. - Cala sua Boca Paulo! esqueceu do que você fez- mamãe disse irritada e Paulo fez expressão de triste mas eu sei o que ele sentia era apenas ciúmes. - Estou confiante de que vou conseguir um emprego, coloquei meu currículo numa nova empresa que chegou na cidade. Digo alegre enquanto saboreava meu café. - Está falando da Genius Tecnologia? Papai perguntou. - Como você sabe? é essa empresa mesmo, agora vou tomar banho e comprar roupas nova preciso estar bem apresentável. - Mas filha essa empresa... - Não se preocupe papai! vai da tudo certo- Digo saindo da mesa e indo para meu quarto. Eu estava tão ansiosa que enquanto estava tomando banho não pude deixar de pensar se caso eles me chamassem. Eu preciso de qualquer jeito ajudar meus pais a pagar a dívida do meu irmão, que cabeça dura! De banho tomado vestir uns dos meus vestidos florido, arrumei meu cabelo passei perfume e coloquei um sapato e depois peguei minha bolsa com todo o meu dinheiro que tinha recebido da rescisão, eu tenho que ir bem vestida para causar uma boa impressão eu sei que aquela empresa é de gente rica então... - Aí amiga ainda bem que você me convidou! estava no tédio em casa- Laura disse. - E eu estou tão ansiosa amiga! vamos lá preciso de roupas novas- Digo. - Amiga espero que consiga! dizem que essa empresa é uma das mais bem sucedida e além do mais o dono é... - Aí olha ali!- interrompo Laura e vejo uma calça social era linda e parecia bem chique. - Vamos lá!- digo puxando Laura. - Nossa Amiga ficou lindo no seu corpo- Laura disse assim que sair do vestuário. - Estou parecendo aquelas executiva! "Vamos minha sócia vamos para mais uma reunião" Digo em tom de gente fina e começo a ri. - Você não tem jeito amiga!- Ela disse sorrindo, comprei aquela calça e logo fui escolher uma blusa social também. [...] - Nossa! estou exausta!- Digo sentando na praça junto com Laura, e quando vou pegando minha bolsa veio um cara e puxou do meu braço e saiu correndo. - Pega ladrão!- Eu e Laura saímos correndo atrás dele igual duas doidas cheias de sacolas e quando pensei que ele finalmente ia conseguir fugir, ele é nocauteado por um homem, até tentou fugir mais já estava rendido. - Seu delinquente! Digo tomando minha bolsa da mão dele e comecei a bater nele várias vezes foi aí que o cara que nocauteou ele, me segurou e sem querer dei uma bolsada nele. - Desculpa!- Digo. - Tudo bem! eu entendo sua raiva, você é bem corajosa- ele disse passando a mão no rosto. - Mil desculpas! eu realmente não queria bater em você- Digo pegando um band-aid da Hello kit onde tinha feito um pequeno corte da bolsada que dei nele. - Não precisa estou bem!- ele disse envergonhado. - Eu faço questão! e Obrigada- digo. - Disponha!- ele disse sorrindo, esse homem é lindo olhos azul loiro, nossa ele é lindo. - Obrigada mesmo!- digo saindo com Laura. - Amiga do céu! que Deus grego, lindo demais- Laura disse alegre. - Safadinha! também reparei- digo rindo e finalmente fomos pegar o ônibus, enquanto estávamos indo para casa recebo uma ligação. (Ligação) Olívia: Alô! xxx: Bom dia! estou falando com Olívia Smith? Olívia: Bom dia! sim está falando com ela. xxx: Aqui quem está falando é a secretária da empresa Genius Tecnologia e queríamos marca uma entrevista com você, você está disponível? Olhei para Laura quase surtando! estava no ônibus mas por dentro eu estava gritando de alegria. Olívia: Claro! estou disponível. xxx: Então podemos te esperar às 2 da tarde? Olívia: Claro! estarei aí, sem atraso. xxx: Muito bem, estamos aguardando. Olívia: Obrigada. (Ligação encerrada) Eu e Laura saímos do ônibus saltitando de alegria nada podia estragar meu dia, cheguei em casa e fui logo contando para minha família. Estava tão ansiosa que quase não comi direito, tomei banho e vestir a roupas que eu tinha comprado até os sapatos era social e de salto eu estava realmente muito apresentável e cheirosa. - Me desejem sorte família!- digo saindo do quarto. - Você vai conseguir Filha! mamãe disse colocando uma mecha do meu cabelo para trás. - Obrigada mãe! já vou. Dessa vez eu pedi um táxi! espero que eu seja contratada porque estou gastando todo o meu dinheiro hahaha mas isso não importa agora! o que importa é que preciso desse emprego. Entrei no carro me benzendo e seja o que Deus quiser. Cheguei uma hora antes! e lá estava eu em frente aquele grande prédio, era tão alto que me deixava tonta respirei fundo e entrei. - Com licença! tenho uma entrevista aqui, meu nome é Olivia Smith- Digo na recepção, e a moça estava procurando meu nome. - Senhora Olívia! você vai ser entrevistada pela Chefe Alice, venha comigo ela já está aguardando. - Ok! Digo acompanhando a moça e me impressionei com a grandiosidade dessa empresa, estava encontada que tudo era tecnológico, tinha até um robô, os funcionários todos bem vestido era tudo lindo, fomos até o elevador que era transparente e dava para olhar os andares daquela empresa. - Você tem sorte!- A moça disse mexendo no Tablet. - Como assim? - Vai ser entrevistada pela senhora Alice, quer dizer que você tem chance- Ela disse. - Sério? - Sim! quer um concelho? - Claro! - Seja apenas você mesma! não force nada, ela não gosta de gente forçada e sem que ao menos termine a entrevista ela manda você embora, ela leva muito a sério o trabalho pois é umas das sócia do Dono dessa Empresa. Ela disse rindo e eu fiquei mais nervosa ainda. - Obrigada!- digo suspirando e sentindo meu coração disparar quando a porta do elevador se abriu e nossa! aqui é ainda mais luxuoso era tudo de vidro que permitia ver tudo até o escritório de todos ali era de vidro, só alguns que era totalmente privado. - Você aguarda aqui até a secretaria dela te chamar- Ela disse saindo e eu sentei no sofá que tinha ali, sentei adequadamente. - Olívia Smith?- Uma moça muito bonita perguntou. - Sou eu!- Levantei a acompanhei ela, e ela me conduziu até o escritório. - Bom tarde!- aquela mulher levantou-se e veio até mim, linda era loira dos olhos azul estava vestido com um vestido elegante branco, muito linda. - Boa tarde!- digo cumprimentando ela. - Pode se senta!- ela disse pegando o Tablet da mão da moça e sentou-se na cadeira. - Olivia Smith! me chamo Alice e vou fazer sua entrevista. - Vejo que seu currículo tem várias recomendações isso indica que você foi uma ótima funcionária muito bem! me fale um pouco de você. Ela é tão simpática. - Sobre mim? eu gelei. - Sim! quero saber exatamente como você é, além de ser muito bonita. - Ah obrigada! então...Meu nome é Olívia claro você acabou de ver enfim, sou uma pessoa muito motivada e determinada. Desde cedo, aprendi a valorizar a importância da família e do trabalho duro. Sempre busquei contribuir para o bem-estar da minha família, e isso me motivou a desenvolver habilidades e competências que me permitissem crescer profissionalmente. Com mais de 9 anos de experiência em diferentes empregos adquiri uma ampla gama de habilidades, desde comunicação eficaz até gestão de projetos. Além disso, sou uma pessoa muito curiosa e sempre busco aprender coisas novas, seja através de cursos, treinamentos ou simplesmente ouvindo as experiências dos outros. Sou uma pessoa muito entrosada e trabalho. Além disso, sou muito flexível e adaptável, o que me permite lidar com desafios e mudanças de forma eficaz. Estou muito animada para ter a oportunidade de trabalhar em uma empresa como essa, que valoriza a inovação e o desenvolvimento de seus funcionários. Estou confiante de que minhas habilidades e experiência me permitirão contribuir de forma significativa para o sucesso da empresa." - Nossa! realmente você me impressionou com sua resposta, pelo que vi aqui você tem experiência em várias áreas, é a sua primeira vez trabalhando como secretária? - Sim! quer dizer eu era praticamente a secretária do meu ex quando ele estava começando nesse ramo de Empresários eu cuidava de tudo relacionado a ele- Digo. - Perfeito! gostei muito de você, escolhi a pessoa certa, está contratada- ela levantou e estendeu a mão. - Sério? Levantei sem acreditar. - Sim! Seja bem-vida ao grupo Genius Tecnologia. Ao invés de eu apertar a mão dela eu abracei ela e comecei a pular de alegria. - Desculpa!- Digo me afastando. - Não tem problema! você pode falar com minha secretária que ela vai te auxiliar apartir de amanhã. - Obrigada!- Digo saindo, finalmente eu sinto que vou poder ajudar minha família e sinto que minha vida vai mudar.Epílogo final Dylan Jones. A perfeição é uma exigência, não uma escolha. Era isso que meu pai sempre dizia enquanto me moldava para ser seu sucessor. E talvez, por ironia ou genética, eu tenha absorvido cada palavra com o mesmo rigor que ele. Sou Dylan Jones. Vinte e um anos, CEO mais jovem da história da Genius Tecnologia, e herdeiro de um nome que carrega peso, responsabilidade… e um legado que não admite falhas. Aquela manhã tinha começado como qualquer outra na mansão: silenciosa, organizada, com a luz filtrando pelos vidros amplos da sala principal. Caminhei em direção ao jardim, onde reconheci de longe os dois rostos que completam meu mundo — apesar de me tirarem do sério a maior parte do tempo. — Aí vem o robô — comentou Atlas, meu irmão gêmeo, sorrindo com aquele ar debochado de sempre. Estava sentado na espreguiçadeira, óculos escuros no rosto, com Isadora jogada ao lado dele, deitada no gramado com o celular nas mãos. — E aí? — murmurei, sentando ao lado. — A nova
Olivia Narrando. — Pai... me dá mais um cartão? A voz dela vinha acompanhada de um sorrisinho que já não me enganava — mas que continuava derretendo o coração do Otávio como no primeiro dia em que ela aprendeu a dizer “papai”. Isadora, aos dezoito anos, era a definição perfeita de uma menina mimada, mas adorável. E não havia uma alma viva que conseguisse dizer "não" pra ela. Muito menos o pai. — Mais um, meu amor? Você já tem dois — comentei, franzindo o cenho, mesmo sabendo que seria inútil. Otávio deu um risinho baixo, tirou a carteira do bolso e estendeu o cartão com a mesma devoção de quem entrega um anel de diamantes. — Toma, minha princesa. Mas olha lá, hein? Só o necessário. — Juro que não vou exagerar! — disse ela, dando um beijo estalado na bochecha dele e saindo radiante pela casa. Suspirei. Nada novo. O cheiro de comida caseira invadia a casa. A mesa de madeira grande estava posta, rodeada por vozes queridas. Meus pais estavam ali, já mais frágeis, mas com os olhos
Olivia Narrando Distante. Sentia como se meu corpo não fosse meu. Estava presa dentro de mim, consciente, mas incapaz de abrir os olhos. Cada detalhe daquela noite chuvosa em que quase perdi meus bens mais preciosos me vinha à mente como uma tortura. Eu ouvia as vozes ao redor, sentia o toque das pessoas, escutava Otávio sussurrando ao meu ouvido que nossos filhos precisavam de mim. Mas tudo parecia pesado demais. Acabei afundando num sono profundo… ou talvez num limbo( Incerteza). Sonhava, sim, mas era como estar presa dentro do meu próprio sonho. Então, em um esforço que pareceu sobre-humano, abri os olhos. A luz era intensa demais, machucava minha visão. Pisquei várias vezes, tentando me ajustar. Minha garganta estava absurdamente seca. Vasculhei o quarto com os olhos, ainda confusa, até que o desespero me consumiu: não senti meus filhos na barriga. O pânico me tomou por completo. Havia aparelhos em minha boca, dificultando minha respiração. Pessoas se aproximaram, começaram
continuação:Minutos pareciam horas. Eu não conseguia me mover. Só pensava nela... no olhar dela, na dor, no medo estampado no rosto enquanto sangrava nos meus braços.Foi quando ouvi passos apressados no corredor. Levantei o rosto e vi o pai de Olívia chegando com a mãe dela, seguidos por Paulo, Laura e Marcos. Todos estavam ofegantes, encharcados da chuva. O olhar deles foi direto pra mim.— Cadê ela? Cadê minha filha?! — a mãe dela gritou, vindo na minha direção.— Ela ainda está na cirurgia... — minha voz falhou. — Mas tiraram os bebês... os meninos estão vivos...Laura levou as mãos à boca, soluçando. O pai de Olívia apertou meus ombros, firme, os olhos marejados.— Ela é forte, Otávio... ela vai vencer essa batalha.Foi então que a porta da sala de cirurgia se abriu com um estalo.Um médico alto, de máscara abaixada e expressão exausta, caminhou até nós. Levantei num pulo, meu coração martelando o peito.— E então? Ela tá viva?Ele assentiu com um leve movimento da cabeça.— Con
Otávio narrando A chuva caía como se o céu estivesse desabando. O som das gotas fortes no para-brisa do carro era quase ensurdecedor, mas nada abafava o som que ecoava na minha cabeça — o medo. O medo de que algo tivesse acontecido com a mulher que eu amo... com os nossos filhos. — Atende, atende, atende! — gritei, tentando mais uma vez discar o número da polícia. Assim que conseguiram me atender, disparei: — Aqui é Otávio Andrade! Invadiram a minha casa, por favor, mandem uma viatura agora! Minha esposa está grávida de oito meses, e está sozinha! Mal finalizei a ligação, disquei para a Laura com os dedos tremendo. Ela atendeu após alguns toques. — Otávio? O que foi? — a voz dela soava assustada. — Laura, onde você tá? — Tô presa no trânsito, tá tudo alagado! Fechei os olhos com força, sentindo meu coração quase sair pela boca. — A Alice... ela fugiu da clínica. Thalisson me contou. A gente acha que ela foi atrás da Olívia. — Meu Deus! — ela gritou, o som abafado pela ch
Continuação. O silêncio entre nós era espesso, sufocante. A lâmina ainda roçava meu pescoço, mas o olhar de Alice parecia perdido em algum lugar entre a realidade e o passado. Ela respirava com dificuldade, como se estivesse segurando um grito há muito tempo preso na garganta. — Você sabe... — ela começou, com um tom quase doce — no início... eu até gostava de você. Pisquei, surpresa com a mudança repentina em sua voz. — Eu achava você engraçada... gentil. Me ajudou na empresa, me tratava bem. Eu até cheguei a pensar que a gente podia ser amigas... Ela se afastou um passo, olhando ao redor da sala como se procurasse memórias invisíveis. — Mas aí eu descobri. Que você era ela. A ex que ele nunca esquecia. A que ele amava de verdade. Alice voltou a me encarar, e seus olhos agora brilhavam com lágrimas — não de dor, mas de raiva contida. — Quando percebi que vocês tinham voltado a se envolver... — ela riu, amargamente —... tudo desabou aqui dentro. Tudo. E eu percebi...







