로그인Harold parou rapidamente. Seu olhar endureceu. Em segundos, percebeu que a saída já havia sido bloqueada.— Saiam da frente. — Disse friamente.Ninguém se moveu.Ele tentou forçar a passagem, mas um dos homens agarrou seu ombro. Harold reagiu no mesmo instante, empurrando-o e tentando se soltar. Uma breve luta começou no corredor estreito.Mas eles haviam previsto tudo.Dois homens rapidamente prenderam seus braços atrás das costas. O celular escapou de sua mão e deslizou pelo chão. Harold se debateu, torcendo o corpo, mas o aperto deles era implacável.— Resistir não vai mudar nada. — Disse calmamente um dos membros da equipe.Harold respirava com dificuldade. Seu peito subia e descia depressa. Seu rosto estava vermelho, não apenas de raiva, mas, pela primeira vez naquele dia, por algo mais profundo.Medo.Agora ele sabia. Tudo que havia construído para destruir os outros estava se voltando contra ele.— Me soltem. — Sibilou Harold friamente.— Se continuar resistindo, pode
Várias horas antes, quando Althea foi levada às pressas para o hospital, a situação lá fora já havia começado a se mover, rápida e sem pausa. Não havia mais tempo para que os caçados sequer recuperassem o fôlego.Para os caçadores, o caos que haviam semeado já era mais do que suficiente.A vida tranquila que as famílias Miller e Callister tentavam preservar agora estava sendo apostada, transformada em entretenimento para aqueles que haviam plantado a instabilidade com cuidado, camada por camada, de maneira tão organizada que era quase impossível detectar.Em uma grande casa nos arredores de Jiangshe, Bret Frederick acabava de sair por uma porta lateral, carregando uma mala preta.Tudo havia sido planejado. A notícia que deveria derrubar Daven Callister abriria o caminho para Bret assumir o cargo de CEO sem resistência.Mas, em vez disso, a situação havia se virado, golpeando exatamente as pessoas que tentaram destruir Daven.— Não. Não posso simplesmente ficar aqui parado. — Murm
Althea deu um sorriso discreto.— Ainda não consigo ficar diante dessas lembranças sem sentir a escuridão daquela época.— E agora, deixe-me caminhar por isso com você desde o começo. — Disse ele. — Pela gravidez. Pelo nascimento. Criando nosso filho. Estando presente até que ele cresça e alcance os próprios sonhos. Assim como a chance que você me deu, de estar presente para Josh e Grace.Ele ergueu a mão dela e beijou novamente seu dorso, demorando-se desta vez, em um gesto lento e cheio de ternura.— Você vai me deixar?— Claro. — O sorriso de Althea se suavizou, tomado por uma felicidade silenciosa. — Não quero ninguém ao meu lado além de você. E esta gravidez... Realmente é o presente mais bonito que Deus nos deu.— E tenho certeza de que Chase ficaria muito feliz em saber que Grace vai ganhar um novo irmãozinho.Althea assentiu gentilmente.— Quando tudo voltar ao normal... Quero visitar o túmulo dele.— Claro.Daven roçou um breve beijo nos lábios de Althea.— Tudo que
Althea olhou para o marido várias vezes, depois voltou os olhos para o papel em suas mãos. Seus lábios se entreabriram como se ela quisesse falar, mas pensamentos demais colidiam dentro de sua mente.— Isso... Não é um engano, é?— Leia de novo, amor. — Daven lhe deu um pequeno sorriso.Ele observou enquanto os olhos dela voltavam ao relatório médico. Eles se moviam devagar, acompanhando cada linha, como se ela tivesse medo de entender errado uma única palavra.Seu coração acelerou. Ela leu mais uma vez. Depois outra.Não eram apenas os resultados escritos. Havia uma imagem anexada, uma prova clara e inegável de que aquilo que estava vendo era real. Não eram apenas palavras.Seus lábios tremeram levemente, mas nenhum som saiu.— Isso... Isso está mesmo acontecendo comigo? — Ela finalmente sussurrou.Daven olhou para ela com ternura silenciosa.— O médico me disse pessoalmente.Althea ergueu o olhar. Seus olhos começaram a brilhar, a respiração irregular.— Eu estou grávida?
— Onde estou? — Ela sussurrou, a voz quase inaudível.A consciência de Althea voltou devagar, como alguém emergindo das profundezas de uma água onde passara tempo demais. Suas pálpebras pareciam pesadas enquanto ela lutava para abri-las. Uma luz branca e suave recebeu sua visão, seguida pelo cheiro fraco e estéril de antisséptico, que imediatamente lhe disse onde estava.Um hospital.Ela piscou várias vezes. Suas lembranças voltaram em fragmentos, primeiro confusas, depois se encaixando aos poucos. O encontro com Daven e as crianças. As risadas deles aquecendo seu coração. Então Daven se afastando por um momento, seguido pela multidão crescente de repórteres. As vozes pressionando. A maneira como o cercaram, como se a culpa dele já tivesse sido decidida.Seu peito se apertou imediatamente.Ela tentou se sentar.— Daven. — Chamou, com a voz rouca.Mas, no instante em que se moveu, a tontura veio com força. Seu corpo parecia fraco. Ela apoiou a mão na lateral da cama para se firma
Vários repórteres trocaram olhares.— Desde que meu nome foi arrastado para o caso envolvendo Bret Frederick, fui retratado como o principal culpado. — Continuou ele. — O que vocês não sabem é que houve um fluxo ilegal de fundos que nunca entrou na minha empresa.Ele olhou para o lado. Arsen fez um sinal.Na grande tela, apareceu um gráfico de transações.— Os fundos foram transferidos para contas registradas em nome de terceiros. — Disse Daven. — Essas contas eram controladas por Bret Frederick.Ele olhou para as pessoas à sua frente.Os mesmos rostos que, poucos instantes antes, o observavam com suspeita, hostilidade e julgamento, agora desviavam a atenção, atraídos pelas provas que se desenrolavam diante de seus olhos.— E a vocês, membros da promotoria. — Continuou Daven, o tom firme. — Por favor, revisem as provas que minha equipe acabou de apresentar. Confio que não haverá mais dúvidas sobre a origem dos fundos supostamente desviados com minha autorização.Um murmúrio dis






