INICIAR SESIÓNAndrew é um piloto da NASCAR com o ego ferido após ser ultrapassado na estrada. Ele intercepta uma motorista audaciosa para um encontro casual num posto de gasolina. Ela se recusa a revelar o próprio nome, mas a química entre os dois é imediata e inegável. Provisoriamente chamada de Cherry, a bela mulher de cabelos cereja estabelece regras rígidas: Apenas um jantar sem perguntas pessoais e uma noite inesquecível num hotel de beira de estrada. O que Andrew não imagina é que a garota dos seus sonhos tem nome, profissão e um motivo muito claro para se esconder. Ela é Lella, uma talentosa engenheira mecatrônica da própria equipe Di’Lux. Sabendo que dormir com o futuro herdeiro da empresa pode desencadear dramas desnecessários, Lella desaparece ao amanhecer, deixando Andrew profundamente obcecado e sem qualquer pista para reencontrá-la.
Ver másAndrew
Quando Jeffrey me ligou dizendo que iria comemorar o aniversário em Las Vegas apenas alguns dias antes da minha próxima corrida, pensei que seria uma ótima oportunidade para me divertir um pouco. Jogos de azar, bebidas alcoólicas, mulheres bonitas e sexo era tudo que eu estava buscando. Mas, o destino tem o costume de brincar com as pessoas e Foi assim que eu conheci a garota dos meus sonhos.
Minha última etapa havia sido na Califórnia e como sou do tipo que prefere “pegar estrada”, segui sozinho de carro até Vegas. As corridas da Nascar duram em média quatro horas, então já estou habituado a passar longos períodos dentro de um carro. Meu pai fez fortuna no ramo automobilístico e logo depois da minha formatura ele resolveu investir na minha paixão. Foi assim que a Di’Lux entrou pra Nascar…
Dirigir pra mim sempre foi terapêutico, a estrada vazia me faz pensar sobre a vida e me conectar com Deus. Faltam pouco quilômetros para chegar a Vegas quando uma Gran Cherokee antiga na cor vinho passa ao meu lado como um foguete. O modelo que deve ser de 97 ou no máximo 98, deixa meu Porshe Cayenne Turbo S pra trás em questão de segundos. Automaticamente piso fundo no acelerador, pois meu ego está ferido.
Os vidros dianteiros da Cherokee estão abertos, consigo ver que é uma mulher conduzindo. Seus cabelos avermelhados balançam de um lado para o outro devido a todo vento e ela parece se divertir cantando alguma música. Ultrapasso o carro sem grandes dificuldades, percebendo que a garota estava longe de querer competir comigo. Abro uma boa distância, mas acabo diminuindo o ritmo enquanto penso na cena que acabei de presenciar. Não demora muito pra antiga Cherokee me alcançar e me ultrapassar novamente. Continuo com minha disputa imaginária durante um tempo, tentando encontrar uma maneira de chamar sua atenção.
Alinho nossos carros lado a lado, baixando o vidro e buzinando até finalmente chamar sua atenção. Ela desacelera o carro antes de me mostrar o dedão, fazendo um sinal de “joinha” antes de acelerar novamente.
“Preciso conhecer essa mulher!”
Esse pensamento insiste em martelar na minha mente enquanto acelero. Nossos carros se alinham de novo; espero ela me olhar e faço um sinal, torcendo para que entenda. Paro no primeiro posto de gasolina que vejo e, por sorte, percebo que ela compreendeu, pois embica o carro logo atrás do meu.
O sol está começando a se pôr no horizonte fazendo um belo contraluz na sua silhueta. Conforme vou me aproximando, percebo que seu cabelo tem uma cor entre o vermelho e o roxo, uma cor que não sei muito bem como nomear, mas que me lembra cereja madura.
Ela está usando uma calça muito larga que só não cai porque está presa por um cinto bem ajustado, acompanhada de um top preto que deixa a sua barriga completamente exposta.
“De onde essa mulher saiu e como eu faço pra tê-la em meus braços?”
É tudo que consigo pensar enquanto me esforço pra não babar na sua frente.
- O que houve? Tudo bem? - Ela pergunta preocupada quando chegamos perto um do outro.
- Sim, só estou um pouco impressionado. Ainda não tive a oportunidade de conhecer uma mulher com o pé tão pesado quanto o seu. - Assim que falo, sou agraciado com o sorriso mais lindo do mundo. - Você é sempre tão apressada?
- O que posso dizer? - Fala dando de ombros e ficando quieta.
- Pedi pra você parar porque queria te conhecer… Me chamo Andrew e você?
- Por que?
- Por que o quê? - Pergunto confuso.
- Por que você decidiu que quer me conhecer?
- Bom, você passou feito um foguete por mim e acabou ferindo meu ego. Por isso fui atrás de você e acabei te vendo batucando os dedos no volante enquanto cantava uma música totalmente absorta. Você não estava nem aí pra minha presença. Algo em você capturou a minha atenção e cá estamos nós. - Respondo tentando me explicar.
- E se eu não quiser? - Ela novamente me pega com um pergunta aberta.
- Se não quiser o quê?
- Não quiser dizer o meu nome…
- Você é casada?
- Não! - Ela diz mostrando uma das mãos. - Sem marido, sem filhos, sem noivo, sem namorado!
Com isso ela me deixa ainda mais no escuro. Minha cara deve revelar a minha confusão pois ela quebra o silêncio.
- Podemos fazer um acordo…
- Não dá pra fazer um acordo sem ao menos saber o nome um do outro. - Digo no automático e ela apenas ri.
- Tudo bem! Apenas seja sincero… Por que me pediu pra parar o carro?
- Já te disse, algo em você chamou a minha atenção!
- Okay! Então você me pediu pra parar o carro porque algo em mim chamou a sua atenção e agora você precisa saber meu nome… Então, depois que eu te falar meu nome, posso voltar pra estrada? - Ela desafia.
- Eu não quero apenas saber seu nome, quero te conhecer. Por que não janta comigo? Talvez eu te convença a dizer seu nome…
- E depois de jantar e talvez te falar o meu nome, posso voltar pra estrada?
- Bom… - Começo a dizer procurando as palavras certas quando ela me corta.
- Ah, qual é Andrew! Somos adultos, pode ser sincero comigo. Por que você me pediu pra parar o carro? Quais são os seus planos pra essa noite? - Ela diz sem rodeios.
- Algo em você realmente prendeu a minha atenção. Meu plano era te convencer a jantar comigo, beber um pouco, te conhecer melhor e terminar a noite com você nos meus braços. Na minha imaginação, nós terminaríamos em um quarto de hotel e eu faria você gritar o meu nome todas as vezes que a fizesse gozar... - Respondo sem rodeios, falando cada vez mais baixo enquanto me aproximo dela.
- Agora chegamos ao ponto. - Ela dá um passo pra trás sorrindo. - Meu nome não é importante nessa equação! Tem um restaurante mais adiante ao lado de um hotel de beira de estrada, podemos parar lá pra jantar e conversar um pouco. Sem perguntas pessoais, sem número de celular, sem endereço e eu já te adianto que não vou dizer meu nome! Depois podemos aproveitar a noite em um quarto de hotel barato… Uma noite e nada mais. Você topa? - Ela declara suas condições enquanto aproxima o seu corpo do meu. Estamos tão próximos que se eu me inclinar um pouquinho, alcanço seus lábios.
- Será um prazer passar essa noite com você… Senhorita? - Puxo sua mão e planto um beijo ali.
- Boa tentativa! Mas, já concordamos que meu nome está fora de questão.
- Eu não concordei com isso! - Respondo rindo.
- Eu posso te dizer o meu nome, entrar no meu carro e seguir viagem ou podemos deixar esse pequeno detalhe de lado e curtir a noite. - Ela diz dando um pequenos passos pra trás.
- Tudo bem, nada de nomes!
- Ótimo! - Ela continua se afastando aos poucos. - Então, você vem? - Ela diz se aproximando do seu carro.
- Claro! Me mostre o caminho, Cherry! - Entro no meu carro rapidamente e começo a seguir de perto a mulher mais intrigante que já conheci!
AndrewO desejo por ela me devora por completo. Ela é a faísca e eu sou o combustível, esperando para arder. Ela parece a mesma, mas diferente. Quase cinco anos deixaram ela ainda mais incrível, suas curvas aumentaram, mas a sensação de tê-la em meus braços é exatamente a mesma. Começo a despi-la ainda no sofá, jogando sua blusa longe. Ela rebola no meu colo enquanto nos beijamos. Minha camisa preta também vai pro chão e o toque direto dos nossos corpos é viciante. Me levanto da poltrona, com ela em meus braços. - Preciso descer pra tirar essa calça! - Ela diz entre beijos e carícias. Devagar, coloco ela no chão. Mas, ao invés de tirar sua própria calça, ela se ajoelha desafivelando o meu cinto. - Isso é um sonho?
Lella Tinha certeza absoluta de que nunca mais veria Andrew. Mas o destino, com seu senso de humor cruel, fez questão de me provar o contrário. Às quartas e sextas, assumo o papel de dealer em um cassino. Um bico que fui obrigada a aceitar para manter minha oficina de pé. Mesmo sendo excelente no que faço, meu negócio entrou em crise desde que uma multinacional se instalou no bairro e esvaziou a clientela. Com as contas acumulando, não tive escolha. Saí de casa esperando uma noite tranquila e tudo corria bem, até que ele surgiu. Exceto pelo cabelo mais curto e algumas leves marcas de expressão ao redor dos olhos, ele parecia exatamente o mesmo de quase cinco anos atrás. Quando ele murmurou um "boa noite" e se acomodou perto de mim, senti meu corpo esquentar e tive a impressão de que o chão cedia sob meus pés. Ele permaneceu distraído nas primeiras rodadas, mas na quarta, o jogo mudou. Ele começou a jogar para valer: aumentava as apostas, blefava com maestria e eliminava
Andrew É quase impossível encontrar alguém sem ter no mínimo as informações básicas e eu não sabia nem o nome dela. Quase cinco anos se passaram e eu ainda não conseguia parar de pensar naquela noite. Acordei no meio da madrugada e Cherry já tinha ido embora. Corri para o carro e acelerei tudo o que podia na esperança de alcançá-la. Naquele ano, fui campeão; nos dois seguintes, levantei o troféu de novo até me consagrar tricampeão. As ações da empresa subiam sem parar e eu tinha todos os motivos para me sentir realizado. Mas então vieram dois anos batendo na trave. Pódios e mais pódios, sem a pontuação necessária para o tetra. A verdade é que ainda faltava algo. Uma lacuna que parecia crescer a cada ano. Deitei-me com muitas mulheres, mas não houve faísca com nenhuma. Estava acorrentado a uma memória, apaixonado por uma mulher que mal conhecia. Cheguei a duvidar de mim mesmo, perguntando se aquela noite realmente tinha acontecido ou se fora apenas um truque da minha mente. - Bom
Lella Andrew distribui uma trilha de beijos pelo meu pescoço, colo e barriga, antes de se concentrar na fivela do meu cinto. A calça jeans pesada cai de uma vez só, assim que ele consegue desafivelar o cinto. - Essa calça é no mínimo três vezes maior que você! - Eu gosto de conforto… - Falou a mulher usando uma calcinha fio dental. - Ele rebate. - Mas, quem disse que calcinhas desse tipo não são confortáveis? - Achei que as mulheres categorizavam esse tipo de peça como instrumento de tortura. - Acho que você confundiu as bolas… Sutiãs claramente são os vilões da história! - Então, nada de sutiã? - Ele pergunta passando o polegar pela lateral do meu top. - Nada de sutiã! - Digo antes dele puxar o top por cima da minha cabeça e brincar com os meus pequenos seios. Empurro seu corpo pra trás e monto em seu colo. Ele continua deslizando as mãos pelo meu corpo enquanto nos beijamos. Andrew fica desnorteado ao encontrar minha calcinha completamente encharcada. - Puta que


















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