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75- Contra as prateleiras

Autor: Darlla Vi
last update Data de publicação: 2025-07-13 19:32:01

"Ravenna"

Eu me tremia toda quando saí do templo.

Ódio daquele vampiro arrogante! E ódio de mim, por me deixar afetar por ele. Devia ter arrancado sua língua a mordidas, assim não falaria tantas merdas, se achando!

Percorri os corredores em direção à ala esquerda. Não era ali que Caliban estava? Aquela informação que Cassius fizera questão de dar não seria

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Último capítulo

  • O Rei da Noite e a Loba Prometida   Epílogo - Damien Thorne Stormborn

    "Cassius"— Já notei. Muito responsável, um excelente profissional, um ótimo marido para minha filha. Porém, sei que tem saudades de certas coisas. De viver entre os seus.Não era muito fácil receber elogios dele e gostei. De certa forma, me conhecia bem.Eu tinha notícias do meu clã. Por lá, as coisas continuavam praticamente no mesmo nível, com exceção de Caliban, que se tornara noivo de uma pura do Clã Akunda, da África do Sul. Parecia que meu pai investia nele para ser seu sucessor, já que fui excluído da sua existência.Minha vida entre os Stormborn foi muito diferente da que eu tinha ali. Por meses, me tornei alguém mais leve e amoroso, passei a apreciar tipos novos de afeto, a rir mais. Principalmente por conta de Venna, que mudara tudo.Estar perto dela era sempre pouco. Eu queria viver dentro da sua alma, não conseguia nem imaginar como teria sido a minha vida se eu não a tivesse escolhido. Árida, fria, pensando em disputas dos clãs, leis, regras rígidas. Sendo infeliz.— Sin

  • O Rei da Noite e a Loba Prometida   121- Sangue direto da fonte

    "Ravenna"— Lindo...Percorri minhas mãos pelas saliências duras, seus contornos. E ele me puxou, cheirando-me, seus dedos beliscando meus mamilos, me deixando louca.Reduziu as presas, mas todo o resto continuou. As asas se fecharam em volta de nós dois quando beijou a minha boca e derreti, toda melada e excitada.Gemidos ecoaram na noite, quando agarrei seu membro com as duas mãos, masturbando-o, sentindo sua lubrificação rosada molhar os meus dedos. Minhas pernas bambearam quando me masturbou também, uma mão por trás, outra pela frente.Delirei em sua língua, senti que era bolinada nos dois orifícios ao mesmo tempo, entre as coxas e no meio da bunda. Dedos longos usando minha própria lubrificação para se enfiar em mim, nos dois lugares diferentes.— Gosta assim? — Sua voz grossa mexeu em minhas terminações nervosas.— Adoro...— Logo terá o meu pau nessa bundinha gostosa.— Ah...Cassius vinha me preparando, a ponto de eu quase suplicar por aquilo. Era o que ia fazer, mas me perdi q

  • O Rei da Noite e a Loba Prometida   120- Minha loba

    "Cassius"Eu também. Bom, vou me despedir. Em breve nos falaremos. Hoje, Thorn levará mais uma remessa de sangue para você. Depois, ele retornará aos EUA. Se precisar aí, me avise. Arranjarei alguém de confiança que nos ajude.Eu me preocupei com ela:Não corra riscos. Me viro aqui. Está bem.Nos despedimos e já chegava ao castelo quando outra voz me chamou. Daquela vez era Thorn:Estou a caminho.Eu sei. Daqui seguirá direto para sua casa? Não. Farei uma parada antes.Pareceu diferente, misterioso. Até animado, o que me fez ficar alerta.Onde?Na janela do quarto de uma certa loba.Eu parei e o guarda na porta me espiou, curioso. Cumprimentei-o e voltei a andar, dando a volta no castelo.Ficou maluco, porra? Me diz que não é a Zara. Qual o problema?Ainda pergunta, Thorn? Aquela noite foi estranha e, mesmo assim, garantiu que nem a conhecia direito, você fez aquela cena na frente da Venna. Agora vai fazer o que na janela dela? Quer arrumar confusão? Já não basta as que você já tem?E

  • O Rei da Noite e a Loba Prometida   119- Feitiço

    "Ravenna"Eu encarei Cassius e ele a mim, franzindo o cenho. Não entendemos, mas não falamos nada, como se isso fosse quebrar alguma corrente ou feitiço.Então Zara soltou o ar e deu um passo para trás, sua expressão carregada, até meio assustada. Ofegando de leve. Virou para mim, a voz meio atropelada:— Preciso ir.— Mas você chegou agora! O que aconteceu?Sacudiu a cabeça, meio desnorteada. Olhou de novo para o vampiro e avançou, como se fosse atacá-lo ou empurrá-lo para passar.— Zara! — Eu fui atrás.Thorn não se mexeu, uma estátua enorme e sombria ali, apenas olhando-a se aproximar. A sensação era de que a pegaria quando chegasse perto.Fiquei nervosa, mas ela não parou. Escapou pelo espaço entre o corpo dele e o corredor, sumindo nele, seus saltos batendo no chão.— O que aconteceu? — perguntei a Thorn, que apenas sacudiu a cabeça, como se saísse de algum transe. Então, me surpreendeu, virando e indo atrás dela. — Hei!— Venna! — Cassius segurou meu braço, antes que eu o perseg

  • O Rei da Noite e a Loba Prometida   118- Laços de Família e Cheiro Repentino

    "Cassius"— Thorn está demorando.— Ele deve ter esperado escurecer para sair sem gerar desconfianças.Nesse horário geralmente estão se alimentando na ala esquerda.Foi estranho falar da minha casa, dos nossos costumes. Parecia muito distante e ainda ia completar vinte e quatro horas longe deles.— Está sentindo falta? — murmurou, percebendo meus pensamentos.— Não.— Meu pai foi muito duro com você?— Ele me ofereceu emprestar suas roupas.— Não acredito! — Arregalou os olhos e depois riu. — Morre de ciúmes daquelas roupas!— Deve ter sentido pena do meu estado. Pobre vampiro sem lar, expatriado, com as roupas rasgadas — ironizei e gostei de ver seus olhos brilhando, o sorriso aberto.— Quem diria! Sebastian Thorne de amizade com o genro vamp

  • O Rei da Noite e a Loba Prometida   117- Conquistando a Confiança da Alfa

    "Cassius"Quando o sol se pôs, eu pude circular livremente sem temer ser queimado por algum raio indevido.Sentia sede e fome, mas recusei o sangue de Venna e o de qualquer outro. Ela ofereceu perguntar quem podia doar, mas preferi não aceitar. Era meu primeiro dia em seu lar; não queria já ser visto como uma espécie de predador. Já bastava ser o diferente, o intruso entre eles.Insisti para que saísse, fosse às minas das quais sentia saudade, reencontrasse os moradores e amigos. Mas o fez apenas rapidamente, ansiosa para estar comigo. Com as janelas fechadas, desci e interagi com seus irmãos e mãe. Reencontrei Nerin e sua filha Estelle, assim como Cezar, marido dela e o chefe da guarda.Todos me receberam bem, mas pareceram desconfiados. Entendi como Venna devia ter se sentido no palácio, entre os vampiros. Eu me acostumaria. Por ela. Não seria f&aa

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